Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Texto para responder à questão.
O Búfalo
Texto para responder à questão.
Restos de Carnaval
1. Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância” 2. “Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.”
I. No trecho 1, a memória transporta a narradora do presente ao passado. II. No trecho 2, a emoção transporta a narradora do presente em direção ao futuro e, depois, novamente em direção ao passado. III. O elemento que organiza o tempo nesses fragmentos é o fluxo da memória e das sensações da narradora.
Está correto o que se afirma em:
Texto para responder à questão.
Restos de Carnaval
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

I. “resultando” (linha 13) por o que resulta. II. “tendo custado” (linha 26) por e custou (desconsiderando eventual necessidade de mudança de pontuação). III. “que sejam adotados programas” (linha 32) por a adoção de programas.
Quais delas mantêm a correção e o sentido do texto?
Logo que nasci
Fecharam-me em mim,
Ah, mas eu fugi.
Se a gente se cansa
Do mesmo lugar,
Do mesmo ser
Por que não se cansar?
Minha alma procura-me
Mas eu ando a monte,
Oxalá que ela
Nunca me encontre.
Ser um é cadeia,
Ser eu é não ser.
Viverei fugindo
Mas vivo a valer.
Sem querer fazer uma interpretação barata ou subir além do chinelo: como qualquer pessoa que tenha lido Freud e companhia, não raro penso nas rasteiras que o inconsciente nos passa e em quanto nos atrapalhamos por achar que merecemos pouco.
Pessoalmente, acho que merecemos muito: nascemos para ser bem mais felizes do que somos, mas nossa cultura, nossa sociedade, nossa família não nos contaram essa história direito. Fomos onerados com contos de ogros sobre culpa, dívida, deveres e… mais culpa.
– Minha profissão ajuda as pessoas a manter a cabeça à tona d‟água. Milagres ninguém faz.
Nessa tona das águas da vida, por cima da qual nossa cabeça espia – se não naufragamos de vez – , somos assediados por pensamentos nem sempre muito inteligentes ou positivos sobre nós mesmos.
As armadilhas do inconsciente, que é onde nosso pé derrapa, talvez nos façam vislumbrar nessa fenda obscura um letreiro que diz: “Eu não mereço ser feliz. Quem sou eu para estar bem, ter saúde, ter alguma segurança e alegria? Não mereço uma boa família, afetos razoavelmente seguros, felicidade em meio aos dissabores”. Nada disso. Não nos ensinaram que “Deus faz sofrer a quem ama”?
Vivemos o efeito de muita raiva acumulada, muito mal-entendido nunca explicado, mágoas infantis, obrigações excessivas e imaginárias. Somos ofuscados pelo danoso mito da mãe santa e da esposa imaculada e do homem poderoso, pela miragem dos filhos mais que perfeitos, do patrão infalível e do governo sempre confiável. Sofremos sob o peso de quanto “devemos” a todas essas entidades inventadas, pois, afinal, por trás delas existe apenas gente, tão frágil quanto nós.
Esses fantasmas nos questionam, mãos na cintura, sobrancelhas iradas:
– Ué, você está quase se livrando das drogas, está quase conquistando a pessoa amada, está quase equilibrando sua relação com a família, está quase obtendo sucesso, vive com alguma tranquilidade financeira… será que você merece? Veja lá!
Ouvindo isso, assustados réus, num ato nada falho tiramos o tapete de nós mesmos e damos um jeito de nos boicotar – coisa que aliás fazemos demais nesta curta vida. Escolhemos a droga em lugar da lucidez e da saúde; nos fechamos para os afetos em lugar de lhes abrir espaço; corremos atarantados em busca de mais dinheiro do que precisaríamos; se vamos bem em uma atividade, ficamos inquietos e queremos trocar; se uma relação floresce, viramos críticos mordazes ou traímos o outro, dando um jeito de podar carinho, confiança ou sensualidade.
Se a gente pudesse mudar um pouco essa perspectiva, e não encarar drogas, bebida em excesso, mentira, egoísmo e isolamento como “proibidos”, mas como uma opção burra e destrutiva, quem sabe poderíamos escolher coisas que nos favorecessem. E não passar uma vida inteira afastando o que poderia nos dar alegria, prazer, conforto ou serenidade.
No conflitado e obscuro território do inconsciente, que o velho sábio Freud nos ensinaria a arejar e iluminar, ainda nos consideramos maus meninos e meninas, crianças malcomportadas que merecem castigo, privação, desperdício de vida. Bom, isso também somos nós: estranho animal que nasceu precisando urgente de conserto.
Alguém sabe o endereço de uma oficina boa, barata, perto de casa – ah, e que não lide com notas frias?
1. A substância que causa ardência nas pimentas vermelhas é a capsaicina. 2. As pimentas vermelhas são ardidas porque têm uma substância chamada capsaicina. 3. O benefício para a saúde da maioria das pimentas vermelhas está na capsaicina. 4. O sabor picante das pimentas vermelhas é resultado da substância capsaicina. 5. Capsaicina é o nome científico dado à ardência.
Estão de acordo com a sentença retirada do texto as afirmativas:
Considere o seguinte texto:
O licenciamento ambiental é uma obrigação legal prévia à instalação de qualquer empreendimento ou atividade potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente e possui como uma de suas mais expressivas características a participação social na tomada de decisão, por meio ________________________ como parte do processo.
(Fonte: site do Ibama. Acessado em setembro de 2015)
Conforme o sentido do texto, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima.
Com base na frase acima, escrita por Sêneca, filósofo e poeta romano, considere as seguintes afirmativas:
1. Não basta ao ser humano apenas se proteger do frio, da fome e da sede. 2. A vaidade e o excesso devem ser atendidos depois de atendermos as necessidades fisiológicas. 3. O homem deve se proteger do frio, da fome e da sede; o resto é futilidade.
Assinale a alternativa correta.
Considere a tira abaixo:

Com base nessa tira, considere as seguintes afirmativas:
1. O receio do menino era que o celular que ele ganharia do pai no dia das crianças fosse de brinquedo.
2. Na avaliação do menino, o pai lhe dava menos atenção que ao celular.
3. As aspas em “um” significam que o menino queria ganhar mais de um celular.
Assinale a alternativa correta.
( ) O auge dessa busca pelo individualismo e egocentrismo é a tendência dos jovens de se autofotografarem. ( ) Essa tendência fez com que as redes sociais se tornassem selvas onde todos querem chamar atenção, atrair seguidores e ter suas frases repassadas de pessoas por pessoas, tornando-se, não conhecida, mas pelo menos citada no mundo todo. ( ) O Facebook, Twitter e Orkut são armas poderosas nas mãos de pessoas que querem cada vez mais fortalecer sua imagem como indivíduo, se destacar na multidão e mostrar para o mundo seus gostos, suas ideias e até o que estariam pensando no momento.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.

I. Na linha 02, “tendência” refere-se ao aumento do nível de desigualdade entre ricos e pobres mencionado na linha 01. II. Na linha 07, “entidade” refere-se à OCDE. III. Na linha 23, “país” refere-se à Alemanha (linha 21). IV. Na linha 34, “estudo” refere-se ao relatório que é mencionado várias vezes no texto, a começar pela linha 03.
Quais estão corretas?

I. A OCDE integra países desenvolvidos e em desenvolvimento, portanto, o Brasil não pode ser classificado como “desenvolvido” ou “em desenvolvimento”, pois não faz parte da OCDE. II. Ainda que tenha havido crescimento econômico antes da crise econômica mundial, a desigualdade entre ricos e pobres, nos países das OCDE, manteve-se, pois a renda dos mais ricos cresceu mais rapidamente do que a dos pobres. III. O relatório propõe, como medida para a redução da desigualdade entre ricos e pobres, a adoção de políticas de combate à pobreza, o que pressupõe investimentos em educação e saúde. IV. Segundo o relatório, os impostos e os benefícios sociais acarretam danos ao crescimento econômico.
Quais estão corretas?

( ) O texto é constituído por citações diretas e indiretas do relatório da OCDE, além do depoimento de um membro dessa entidade. ( ) O texto é referencial e não apresenta o ponto de vista do autor. ( ) Expressões como “afirmou a entidade” (linha 07) e “O relatório argumenta” (linha 25) indicam que quem redigiu o texto crê que a OCDE é uma pessoa. ( ) Depreende-se da leitura do texto que Anjo Gurria (linha 40) é o autor do relatório.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: