Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

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Q1192428 Português

(Bill Watterson. http://zip.net/bmsZNl)

O aluno, Calvin,
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Q1192390 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.



Marque a alternativa CORRETA:
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Q1192389 Português

Leia com atenção o texto abaixo e responda a questão.



Sobre o texto, é CORRETO afirmar:
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Q1192388 Português

Leia com atenção o texto abaixo e responda a questão.



Sobre a temática do texto, é CORRETO afirmar:
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Q1191254 Português
“O bom médico não deixa ver nada de suas apreensões ao seu paciente.”
A mesma relação semântica entre as palavras sublinhadas se repete nos pares a seguir, à exceção de um. Assinale-o
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Ano: 2016 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Coronel Vivida - PR
Q1188252 Português
Leia a seguinte anedota, extraída das Fábulas de Esopo, para responder a questão.
O Galo e a Pérola
“Andava um galo a remexer o chão para achar migalhas ou bichos que comer, quando encontrou uma pérola. Então, exclamou: — Ah, se te achasse um joalheiro! A mim, porém, de que vales? Seria melhor uma migalha, ou alguns grãos de cevada. Dito isto, foi-se embora em busca de alimento”.
Considerando o contexto do trecho apresentado da fábula, assinale a alternativa que apresenta uma possível moral dessa história:
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Ano: 2016 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Andirá - PR
Q1187995 Português
Texto 5
A existência de duas ortografias oficiais da língua portuguesa, a lusitana e a brasileira, tem sido considerada como largamente prejudicial para a unidade intercontinental do português e para seu prestígio no mundo. Tal situação remonta, como é sabido, a 1911, ano em que foi adotada em Portugal a primeira grande reforma ortográfica, mas que não foi extensiva ao Brasil. Analisando sucintamente o conteúdo dos acordos de 1945 e de 1986, a conclusão que se colhe é a de que eles visavam impor uma unificação ortográfica absoluta. Em termos quantitativos e com base em estudos desenvolvidos pela Academia das Ciências de Lisboa, com base no corpus de cerca de 110.000 palavras, conclui-se que o Acordo de 1986 conseguia a unificação ortográfica em cerca de 99,5% do vocabulário geral da língua. Mas conseguia-se sobretudo à custa da simplificação drástica do sistema de acentuação gráfica, pela supressão dos acentos nas palavras proparoxítonas e paroxítonas, o que não foi bem aceito por uma parte substancial da opinião pública. A inviabilização prática de tais soluções leva nos à conclusão de que não é possível unificar, por via administrativa, divergências que assentam em claras diferenças de pronúncia, um dos critérios, aliás, em que se baseia o sistema ortográfico da língua portuguesa.
Nestas condições, há que procurar uma versão de unificação ortográfica que acautele mais o futuro do que o passado e que não receie sacrificar a simplificação também pretendida em 1986, em favor da máxima unidade possível. Foi, pois, tendo presentes estes objetivos, que se fixou o novo texto de unificação ortográfica, o qual representa uma versão menos forte do que as que foram conseguidas em 1945 e 1986. Mas ainda assim suficientemente forte para unificar ortograficamente cerca de 98% do vocabulário geral da língua.
Brasil. Senado Federal. Nota explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, 2009 (com adaptações).
Em relação ao texto acima, é INCORRETO afirmar que: 
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Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: IF-BA
Q1186496 Português
A decomposição de um todo em suas partes, um processo que parte do mais complexo para o menos complexo, é a
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Ano: 2016 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Curralinhos - PI
Q1186035 Português
                                                                               Cenas magnas da Educação Linguística
              Constitui condição sine qua non no mundo atual que todos nós sejamos competentes para ler nossos próprios textos e os que recebemos, compreender tais textos escritos, interpretá-los, 'estabelecendo-lhes relações e expressar de forma clara o que um texto diz ou o que se esteja querendo dizer. Contudo, por negligência, ou por desconhecimento, ou mesmo por falta de comprometimento, o professor de Língua Portuguesa tem se esquivado dessas que seriam suas primeiras, mas não as únicas, atividades de linguagem em sala de aula, escondendo-se por trás de atividades de memorização ou de identificação disto e daquilo, levando os alunos a acreditarem que estão aprendendo português. E estão, mas tão-somente numa variável e sob ditames pouco palpáveis e plausíveis, e bem pouco recambiáveis e adaptáveis, pois vão até a construção de sentenças, deixando de lado a articulação dessas sentenças para se tornarem unidades de fato de sentido, a que damos o nome de textos.               Se se considerar que essas competências constituam o macro-papel social a que todos nós estamos ligados por laços sociogenéticos e que, por isso, precisamos tê-los bem definidos e esclarecidos, algo é preciso urgentemente ser feito, afinal, na vida em sociedade, todo cidadão precisa ler, escrever e interpretar com bastante desenvoltura, tanto os textos que trazem informações à tona, como aqueles que as trazem veladamente. Mas como fazer isso, se as aulas de Língua Portuguesa têm mais se preocupado com tópicos gramaticais, que poderiam ser analisados a partir de textos trazidos pelo professor e estudados em sala de aula, do que em privilegiar as cenas magnas de Leitura e de Escritura? Como conseguir fazer isso, se o setor de Orientação e de Supervisão Escolares junto com a Direção foi formado sob um paradigma educacional diferente daquele que está agora e praticamente obriga o professor de Língua Portuguesa a continuar naquela mesmice? Se os próprios pais dos alunos querem ver nos cadernos de seus filhos a matéria dada.             Ainda que acreditemos que essas competências comunicativas (leitura e escritura) sejam adquiridas e desenvolvidas no conjunto das atitudes pedagógicas promovidas no interior de uma escola por todos os professores e por todos os setores, e não só pelos de Língua Portuguesa, é mister que este profissional conduza o processo de Letramento ao longo de todas as séries (Soares, 1992), em todos os graus de ensinagem humana, inclusive o Superior. Daí porque é urgente vencer o status quo a que muitas vezes o professor e/ou a direção, a supervisão e a orientação estão arraigados, ora por falta de continuidade dos estudos, ora por falta de leitura da literatura contemporânea de sua área, podendo retardar toda uma comunidade escolar, uma cidade, um estado, uma região e até mesmo um país.            Nessa perspectiva, pode-se concluir que se essas competências comunicativas são a própria expressão do desenvolvimento da linguagem, principalmente nas modalidades linguísticas e que elas são também expressão de processos mentais específicos e de habilidades lógicas congregadas aos mecanismos de aprendizagem ao longo da vida. Nesse viés, os estudos sobre cognição se justificam e são muito significativos para o professor de Língua Portuguesa, porque lhe evidencia qual é o verdadeiro papel da mente humana: centro de agenciamento de conhecimento e de informações necessários para processar textos; e não o de centro para memorização de uma metalinguagem, cuja finalidade se perdeu naquilo que o próprio professor de português não teve em sua formação, porque o seu professor também não a tinha, cujo professor deste também não a tivera.             Nessa esteira, propõe-se aqui uma verticalização do professor de Língua Portuguesa no arcabouço da própria Linguística e uma ressignificação de suas atitudes escolares, no sentido de rever todas essas questões e promover mudanças significativas no seu fazer pedagógico. É nesse sentido de proposta que a análise a seguir foi elaborada, buscando subsidiar o professor da Língua Materna em suas tarefas diárias, insubstituíveis e intransferíveis quanto à promoção da sinergia da Leitura com a Escritura, mediatizadas pela Sintaxe do Discurso dos textos que recebe e que produz. Nesse pensamento, nossa compreensão de Gramática é a de“... um movimento científico que busca esquadrinhar através de materiais linguísticos o funcionamento da mente humana” (CASTILHO, 1998, p.23). Confrontando esse conceito com as aulas de Língua Portuguesa no interior da escola brasileira, chegamos a triste conclusão de que as aulas de Gramática não passam de aulas de Gramática da palavra, da frase, da sentença; as de Produção de Texto, não passam de aulas de Redação; as de Leitura são de Leitura per si, como se não houvesse qualquer interação desses eventos.               Hoje é impossível compartimentalizar esses episódios, uma vez que eles são um o outro, usando desdobramentos e até metodologias diferentes, ainda que por professores diferentes, mas centralizando o texto como fenômeno máximo. E especificamente quanto à Sintaxe, as gramáticas, mesmo as que se dizem atuais, contemporâneas, apenas maquiam o método, mas continuam na mesma abordagem da palavra, da frase e da sentença isoladas de seus contextos sociodiscursivos, negando as condições discursivas de produção do material linguístico. Mas o que se entende por Sintaxe nesse bojo todo?              Por Sintaxe compreendemos o estudo da organização e reorganização do discurso na materialidade textual. Se os intuitos maiores de cada aula de Língua Materna é (deveria ser) correlacionar essas cenas magnas da linguagem as cognitivas, principalmente se o professor compreender que, em línguas, toda manifestação de linguagem é produto de uma intenção que regulou e externou em forma de linguagem um pensamento, caberá nuclearmente a Sintaxe, como o estrato linguístico resultante da somatória de outros estratos e como o dado concreto do discurso, abordar o texto tanto na produção, como na recepção; tanto como fenômeno pragmático-discursivo, como um dado revelador máximo de sua cognição e das relações afetivas que o usuário tem.              Assim, podemos dizer categoricamente que, tanto em textos orais como nos escritos, salvaguardadas as diferenças de cunho distintivo, a Coordenação e a Subordinação são mais recorrenciais na língua do que se possa pensar, caso se leve em conta mais amostragens da língua, principalmente da linguagem juvenil que para demarcar território usa variantes linguísticas reveladoras de sua cognição. Na verdade, nos textos escritos também, por exemplo, temos períodos e parágrafos coordenados e subordinados, desde as microestruturas — OS sintagmas — à macroestrutura — o texto. Por isso que, sob o enfoque funcionalista da linguagem, afirmamos que as relações sintáticas são prioritariamente textuais, manipulando o todo do texto, desde a seleção vocabular (Estilística) às organizações que serão dadas ao fluxo informacional das sentenças (Sintaxe).              O texto a seguir justifica e explica muito bem como acontecimentos de ordem pragmático-discursivas se valem de expedientes sintáticos e revelam a cognição do usuário não só quanto à sua destreza sintáxica como quanto à sua forma de ver o mundo. Nele o escrevente pode fazer escolhas sintático-organizacionais das sentenças, desde que obedecidos os esquemas de completude e de articulação textuais.
PORQUE fizestes anos, Bem-Amada, e a asa do tempo roçou teus cabelos negros, e teus grandes olhos calmos miraram por um momento o inescrutável Norte... Eu quisera dar-te, ademais dos beijos e das rosas, tudo o que nunca foi dado por um homem à sua Amada, eu que tão poucote posso ofertar. Quisera darte, por exemplo, o instante em que nasci, marcado pela fatalidade de tua vinda. Verias, então, em mim, na transparência do meu peito, a sombra de tua forma anterior a ti mesma. Quisera dar-te também o mar onde nadei menino, o tranquilo mar de ilha em que me perdia e em que mergulhava, e de onde trazia a forma elementar de tudo o que existe no espaço acima — estrelas mortas, meteoritos submersos, o plancto das galáxias, a placenta do Infinito. E mais, quisera dar-te as minhas loucas carreiras a-toa, por certo em premonitória busca de teus braços, e a vontade de grimpar tudo de alto, e transpor tudo de proibido, e os elásticos saltos dançarinos para alcançar folhas, aves, estrelas — e a ti mesma, luminosa Lucina, a derramar claridade em mim menino...?º (Moraes, 1979, p.11)
            Nesse texto, como aponta Antônio Juarez Abreu (1992, p. 54) “os vários parágrafos seguintes [a conjunção PORQUE] funcionam como “parágrafos principais” desse “parágrafo causal”. Observemos como a própria organização dada à crônica está a serviço da cognição de seu produtor ou do engenho de sua produção, associando a ideia nítida de que para compreender o poema é preciso ser um bom leitor, para que não incorra o erro de acreditar que o produtor violou algum princípio sintáxico, pois a ordem do discurso revelou uma cognição muito elevada do produtor que certamente teve também uma alta regulação para dar completude ao texto e uma exemplaridade quando de suas leituras anteriores.              Por esse exemplo, vemos que um grande número de fatores governam a organização, por exemplo, de nossas sentenças (Sintaxe). Entre eles, os fatores de ordem sociointeracionistas e os cognitivos. No entanto, não está óbvio o que eles todos são, como agem entre si e como se deve reconhecê-los em contato com outras áreas de investigação da língua. O que se sabe é que a linguagem define, entre diferentes maneiras, formas de organizar elementos da realidade, unindo objetos e situações, separando a realidade em categorias; do contrário, não se efetivaria a interlocução. E tudo isso se dá independentemente da variável sintática escolhida pelos parceiros da interação verbal.             Pode-se apenas especular que, de alguma maneira, a linguagem ao receber as imagens impostas ao cérebro dá-lhes organicidade e significado — um misto de Cognição, de Semântica e de Sintaxe. Mas saber descritivamente como isso se dá, ainda é uma incógnita, que tem sido objeto de uma recente vertente da Linguística, a Linguística Cognitiva.                                                                                                                  LISBOA, Wandré G de C. Os Fios do Tapete. Vol. 02, Belém/PA: ALVES, 2005
Conforme o autor, é preciso que a aula de Língua Portuguesa seja:
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Ano: 2016 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Cambira - PR
Q1185629 Português
À TELEVISÃO
Teu boletim meteorológico me diz aqui e agora se chove ou se faz sol. Para que ir lá fora?
A comida suculenta que pões à minha frente como-a toda com os olhos. Aposentei os dentes.
Nos dramalhões que encenas há tamanho poder de vida que eu próprio nem me canso em viver.
Guerra, sexo, esporte me dás tudo, tudo. Vou pregar minha porta: já não preciso do mundo.
(PAES, José Paulo. Prosas seguidas de odes mínimas. São Paulo: Companhia das letras, 1992, p. 71)
Acerca do poema acima, é correto afirmar:
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Q1184983 Português
A doença de etiologia desconhecida cujo provável agente etiológico, segundo os autores, é o Epstein-Barr vírus, ocorre principalmente em crianças e adultos jovens. Seus sinais e sintomas são característicos de doença virótica, como febre, cefaleia, dor de garganta, linfadenopatias occiptais que assumem grandes volumes, axilares, da virilha e cervicais. Manifestações bucais com gengivites, estomatites, ulcerações semelhantes a aftas localizadas no palato e na úvula, faringite e amigdalite são frequentes e evidentes. A remissão ocorre entre duas e quatro semanas. A doença popularmente conhecida como “febre glandular” ou “doença do beijo prolongado” é a
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Ano: 2016 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Pinhão - SE
Q1184501 Português
“Cessem do sábio Grego e do Troiano As navegações grandes que fizeram; Cale-se de Alexandre e de Trajano A fama das vitórias que tiveram; Que eu canto o peito ilustre Lusitano, A quem Netuno e Marte obedeceram. Cesse tudo o que a Musa antiga canta, Que outro valor mais alto se alevanta”.
Assinale a alternativa que melhor expressa a interpretação do trecho acima:
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Q1183955 Português
O cérebro pós-moderno: como as redes sociais nos transformam A internet não mudou somente a forma como as pessoas produzem, criam, se comunicam e se divertem. De acordo com o neurocientista Gary Small, diretor do Centro de Pesquisa em Memória e Envelhecimento da Universidade da Califórnia (UCLA), ela altera o funcionamento do cérebro. “Sob certo aspecto, essa revolução digital nos mergulhou em um estado contínuo de atenção parcial. Estamos permanentemente ocupados, acompanhando tudo. Não nos focamos em nada. (…) As pessoas passam a existir num ritmo de crise constante, em alerta permanente, sedentas de um novo contato ou um novo bit de informação”. Gary Small. Essa sede por novidades, por consumir toda a informação disponível, é o que ocorre com as redes de relacionamento, segundo a pesquisa do Doutor Small. Ao nos acostumarmos a essa excitação, procuramos estar constantemente conectados. “As redes sociais são particularmente sedutoras. Elas nos permitem constantemente satisfazer nosso desejo humano por companhia e interação social”. Um estudo que está sendo realizado na Universidade da Califórnia começou a desvendar o efeito que as redes sociais produzem no organismo. Os resultados mostraram que twittar, por exemplo, estimula a liberação de níveis de ocitocina e, consequentemente, diminui os níveis de hormônios como cortisol e ACTH, associados ao estresse. Ou seja, isso significa que o cérebro pode ter desenvolvido uma nova maneira de interpretar as conversas no Twitter. E, de acordo com Paul Zack, esta nova maneira é a seguinte: “o cérebro entende a conexão eletrônica como se fosse um contato presencial”, o que pode justificar a mudança que as redes sociais causaram na forma como nos relacionamos e fazemos amizades. (Disponível em:http://filosofiaemvalores.blogspot.com.br/2013/03/o -cerebro-pos-moderno-como-as-redes.html Aceso em 28/04/2016)
‘Acabou’, dizia a mensagem que Mariana recebeu após 4 anos de namoro – ela nunca mais o viu. Na era da paquera no Tinder, o fim também é virtual (Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/226034aperte-enter-para-terminar.shtml Acesso em 28/04/2016.)
O trecho do texto que, de certa forma, explica o comportamento apresentado na matéria acima é:
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Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1183761 Português
A dona do ar
Quando completou três anos de idade, em 1922, Rosa Helena Schorling, conhecida como Rosita, ganhou de presente um velocípede de madeira construído pelo pai. Aos 12, o brinquedo havia ficado para trás e seu principal meio de transporte era um Opel 1896 de fabricação alemã e direção do lado direito. Aos 19, tornou-se a oitava brasileira apta a pilotar aviões e, aos 21, se tornou a primeira mulher a saltar de paraquedas no País.
Hoje, por força de seus 94 anos, caminha mais devagar, mas olha o céu do mesmo modo como olhava quando avistou, pela primeira vez, o imenso balão prateado Graf Zeppelin, que sobrevoou o território capixaba em 1932, inaugurando o tráfego aéreo entre a Europa e a América Latina. O acordo feito com o pai era o seguinte: primeiro Rosa Helena terminaria os estudos no tradicional colégio de freiras em que aprendia letras, ciências, piano e costura. Depois, tão logo conquistasse o canudo de professora-normalista, estaria autorizada a estudar aviação.
O trato foi cumprido. Em 1938, começou o curso, orientada a observar o terreno e sentir a altitude e os comandos. “No ar, eu me sinto livre como em nenhum outro lugar”, define a aviadora que o presidente Getúlio Vargas chamava de “capixaba endiabrada”.
Diante do xeque-mate de um noivo que a mandou escolher entre voar e o casamento, ficou com o avião. Aos 35 anos, por causa da morte do pai, Rosita voltou ao interior para cuidar da mãe e trabalhar como professora. As crianças, curiosas, a enchiam de perguntas sobre suas peripécias no ar. Casou-se anos depois, na década de 1960, e teve um único filho. O bebê, no entanto, viveu apenas cinco meses e 16 dias. 
“Perdi muita gente”, lamenta. O pai, sem dúvida, foi o maior incentivador. Um dia, o general que presidia o Aeroclube do Brasil quis conhecer a família da aluna. Diante do pai de Rosita, João Ricardo Schorling, perguntou:
– E se alguma coisa acontecer a ela? Decidido como a filha, Schorling respondeu prontamente
– Então ela terá a morte dos seus sonhos. 
(Ana Laura Nahas. Vida simples, janeiro de 2014.)
Dentre as expressões destacadas a seguir, todas apresentam a mesma indicação quanto ao sentido que representam na frase em que estão inseridas, com EXCEÇÃO de: 

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Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: PM-CE
Q1182447 Português
EXCERTO 
  A desigualdade de renda continua aumentando nos países ricos, mas caiu na América Latina na última década, afirma um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Hoje, nos países da OCDE, os 10% mais ricos ganham 9,6 vezes mais do que os 10% mais pobres. Nos anos 80, a proporção era de sete vezes mais e, na década de 2000, de 9,1.    A partir de meados dos anos 2000, as desigualdades de renda também aumentaram em grandes economias emergentes, como China, Rússia, Indonésia e África do Sul.    Já a maioria dos países da América Latina, “particularmente o Brasil”, vem reduzindo, desde o final dos anos 90, as diferenças de renda, afirma a organização.    Segundo dados da OCDE, houve um aumento de cerca de 11% no coeficiente Gini médio de 22 países da organização. Enquanto, no Brasil, o coeficiente Gini apresentou uma queda de cerca de 8%.    No entanto, a queda na desigualdade de renda na América Latina desacelerou a partir de 2010. 
                                                                                                                                        (BBC Brasil, 21/05/2015, com adaptações.)
Considerando o EXCERTO e o tema por ele abordado, julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir. 
Entre os fatores que contribuem para a desigualdade na distribuição de renda estão as mudanças no mercado de trabalho, que excluem muitas pessoas das oportunidades de emprego, e a diferença de remuneração entre empregados altamente qualificados e os que possuem baixa qualificação. Desse modo, um aumento do acesso à educação contribui para a redução da desigualdade na distribuição de renda, ao ampliar a qualificação da mão de obra e elevar os salários destes.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: PM-CE
Q1182425 Português
EXCERTO 
  A energia eólica já abastece mais de 30% do Nordeste. Com a queda nas represas de hidrelétricas, a energia gerada pelos ventos ganha cada vez mais importância na região.    Os parques instalados na região de Amontada (costa oeste do Ceará, uma ilha de usinas eólicas) estão entre os mais eficientes do planeta. Enquanto, no mundo, as usinas eólicas produzem, em média, 25% da capacidade anual, no Complexo de Icaraí, esse porcentual é mais que o dobro. As 31 torres que compõem o parque produzem 56% da capacidade anual. Para se ter ideia do que isso significa, nos Estados Unidos, esse indicador é de 32,1% e, na Alemanha, uma das maiores potências eólicas do mundo, é de 18,5%.    A diferenciação do vento do Nordeste deriva de sua qualidade – forte e constante – que fez a região despontar como uma das maiores fronteiras eólicas do mundo. 
                                                                                                                                             (Estadão, 19/06/2016, com adaptações.)

Considerando o EXCERTO e o tema por ele abordado, julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir. 
A implementação de usinas eólicas no Brasil é importante para a geração de energia renovável e limpa. Contudo um fator negativo é a importação de todos os equipamentos utilizados nesse setor, o que torna o país dependente de seus fornecedores externos e os investimentos vulneráveis à variação cambial.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: PM-CE
Q1182422 Português
EXCERTO 
  A energia eólica já abastece mais de 30% do Nordeste. Com a queda nas represas de hidrelétricas, a energia gerada pelos ventos ganha cada vez mais importância na região.    Os parques instalados na região de Amontada (costa oeste do Ceará, uma ilha de usinas eólicas) estão entre os mais eficientes do planeta. Enquanto, no mundo, as usinas eólicas produzem, em média, 25% da capacidade anual, no Complexo de Icaraí, esse porcentual é mais que o dobro. As 31 torres que compõem o parque produzem 56% da capacidade anual. Para se ter ideia do que isso significa, nos Estados Unidos, esse indicador é de 32,1% e, na Alemanha, uma das maiores potências eólicas do mundo, é de 18,5%.    A diferenciação do vento do Nordeste deriva de sua qualidade – forte e constante – que fez a região despontar como uma das maiores fronteiras eólicas do mundo. 
                                                                                                                                             (Estadão, 19/06/2016, com adaptações.)

Considerando o EXCERTO e o tema por ele abordado, julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir. 
O Brasil possui uma matriz energética diversificada, considerada uma matriz mais limpa em relação a outros países, em razão das baixas emissões dos gazes de efeito estufa. No período de 2004 a 2014, o Brasil aumentou em 75% a produção de energia elétrica pelo bagaço de cana. Essa tecnologia de aproveitamento da cana-de-açúcar é de origem nacional.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: PM-CE
Q1182415 Português
EXCERTO 
  A energia eólica já abastece mais de 30% do Nordeste. Com a queda nas represas de hidrelétricas, a energia gerada pelos ventos ganha cada vez mais importância na região.    Os parques instalados na região de Amontada (costa oeste do Ceará, uma ilha de usinas eólicas) estão entre os mais eficientes do planeta. Enquanto, no mundo, as usinas eólicas produzem, em média, 25% da capacidade anual, no Complexo de Icaraí, esse porcentual é mais que o dobro. As 31 torres que compõem o parque produzem 56% da capacidade anual. Para se ter ideia do que isso significa, nos Estados Unidos, esse indicador é de 32,1% e, na Alemanha, uma das maiores potências eólicas do mundo, é de 18,5%.    A diferenciação do vento do Nordeste deriva de sua qualidade – forte e constante – que fez a região despontar como uma das maiores fronteiras eólicas do mundo. 
                                                                                                                                             (Estadão, 19/06/2016, com adaptações.)

Considerando o EXCERTO e o tema por ele abordado, julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir. 
As fontes renováveis de energia são aquelas em que a sua utilização é renovável. Elas podem ser mantidas e aproveitadas ao longo do tempo sem possibilidade de se esgotarem. São alguns exemplos de fontes renováveis de energia: a energia eólica, a solar e a da biomassa.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: PM-CE
Q1182404 Português
EXCERTO 
  A energia eólica já abastece mais de 30% do Nordeste. Com a queda nas represas de hidrelétricas, a energia gerada pelos ventos ganha cada vez mais importância na região.    Os parques instalados na região de Amontada (costa oeste do Ceará, uma ilha de usinas eólicas) estão entre os mais eficientes do planeta. Enquanto, no mundo, as usinas eólicas produzem, em média, 25% da capacidade anual, no Complexo de Icaraí, esse porcentual é mais que o dobro. As 31 torres que compõem o parque produzem 56% da capacidade anual. Para se ter ideia do que isso significa, nos Estados Unidos, esse indicador é de 32,1% e, na Alemanha, uma das maiores potências eólicas do mundo, é de 18,5%.    A diferenciação do vento do Nordeste deriva de sua qualidade – forte e constante – que fez a região despontar como uma das maiores fronteiras eólicas do mundo. 
                                                                                                                                             (Estadão, 19/06/2016, com adaptações.)

Considerando o EXCERTO e o tema por ele abordado, julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir. 
Após um compromisso firmado entre o governo brasileiro e o norte-americano para elevar o uso de energia renovável em 20% de suas matrizes elétricas (excluindo a hidroeletricidade) até 2030, iniciou-se, em 2015, um processo para a cooperação dos dois países, no qual o Brasil compartilharia sua tecnologia na produção de biocombustíveis e os EUA a sua tecnologia em geração de energia eólica.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: PM-CE
Q1182379 Português
EXCERTO 
  A energia eólica já abastece mais de 30% do Nordeste. Com a queda nas represas de hidrelétricas, a energia gerada pelos ventos ganha cada vez mais importância na região.    Os parques instalados na região de Amontada (costa oeste do Ceará, uma ilha de usinas eólicas) estão entre os mais eficientes do planeta. Enquanto, no mundo, as usinas eólicas produzem, em média, 25% da capacidade anual, no Complexo de Icaraí, esse porcentual é mais que o dobro. As 31 torres que compõem o parque produzem 56% da capacidade anual. Para se ter ideia do que isso significa, nos Estados Unidos, esse indicador é de 32,1% e, na Alemanha, uma das maiores potências eólicas do mundo, é de 18,5%.    A diferenciação do vento do Nordeste deriva de sua qualidade – forte e constante – que fez a região despontar como uma das maiores fronteiras eólicas do mundo. 
                                                                                                                                             (Estadão, 19/06/2016, com adaptações.)

Considerando o EXCERTO e o tema por ele abordado, julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir. 
A rápida expansão das usinas eólicas no Brasil resultou da baixa demanda internacional por esse tipo de projeto, em virtude da crise de 2008, ao mesmo tempo em que o uso da energia pelos brasileiros crescia a taxas de dois dígitos. Com a entrada de investimentos nesse setor, o preço dessa tecnologia reduziu-se e ampliaram-se os investimentos com os leilões dedicados a essa fonte de energia.
Alternativas
Respostas
40101: C
40102: A
40103: C
40104: E
40105: E
40106: C
40107: C
40108: C
40109: A
40110: C
40111: D
40112: C
40113: C
40114: D
40115: C
40116: E
40117: C
40118: C
40119: E
40120: C