Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Em textos jornalísticos, como o texto III, é comum a busca de uma pretensa “imparcialidade”.
Muitas vezes, no entanto, a escolha das palavras revela claramente a visão do produtor do texto, fato que se verifica em
TEXTO II
PORÉM IGUALMENTE
É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.
É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.
Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.
COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.
TEXTO II
PORÉM IGUALMENTE
É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.
É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.
Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.
COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.
TEXTO II
PORÉM IGUALMENTE
É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.
É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.
Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.
COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.
TEXTO IV

TEXTO III
VOZES – MULHERES

TEXTO II
O ARRANJO


O trecho do texto I que NÃO se coaduna ao exposto no texto II é
TEXTO II
O ARRANJO

TEXTO II
O ARRANJO

TEXTO I
EXPLORAÇÃO SEXUAL DA MULHER AFRICANA

TEXTO

TEXTO

TEXTO

TEXTO

TEXTO




