Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1070871 Português

                                                   Texto 1

   No alto


O poeta chegara ao alto da montanha,

E quando ia a descer a vertente do oeste,

Viu uma cousa estranha,

Uma figura má.


Então, volvendo o olhar ao subtil, ao celeste,

Ao gracioso Ariel, que de baixo o acompanha,

Num tom medroso e agreste

Pergunta o que será.


Como se perde no ar um som festivo e doce,

Ou bem como se fosse

Um pensamento vão,


Ariel se desfez sem lhe dar mais resposta.

Para descer a encosta

O outro lhe deu a mão.

                                                                                      Machado de Assis

O poema de Machado de Assis articula uma narrativa que oferece duas possibilidades simbólicas ao protagonista. Com isso em mente, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).


I. Ariel forma uma espécie de antítese simbólica com a “cousa estranha”.

II. “subtil”, “celeste” e “gracioso” são termos ligados a uma mesma possibilidade simbólica.

III. A descida da “encosta” representa a possibilidade menos agradável, das que pareciam se oferecer ao poeta.

Alternativas
Q1070658 Português

Texto 3

O Rato Cidadão e Montesinho


      Um rato que morava na cidade, acertando de ir ao campo, foi convidado por outro, que lá morava, e levando-o à sua cova, comeram ambos coisas do campo, ervas e raízes.

      Disse o Cidadão ao outro: – Por certo, compadre, tenho dó de ti, e da pobreza em que vives. Vem comigo morar na cidade, verás a riqueza, e a fartura que gozas. Aceitou o rústico e vieram ambos a uma casa grande e rica, e entrados na despensa, estavam comendo boas comidas e muitas, quando de súbito entra o despenseiro, e dois gatos após ele. Saem os Ratos fugindo. O de casa achou logo seu buraco, o de fora trepou pela parede dizendo:

      Ficai vós embora com a vossa fartura; que eu mais quero comer raízes no campo sem sobressaltos, onde não há gato nem ratoeira. E assim diz o adágio: Mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato.

      Moral da história: Mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato.

Fonte: http://fabulasinfantis.blogs.sapo.pt/

Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma entre parênteses.
Alternativas
Q1070657 Português

Texto 3

O Rato Cidadão e Montesinho


      Um rato que morava na cidade, acertando de ir ao campo, foi convidado por outro, que lá morava, e levando-o à sua cova, comeram ambos coisas do campo, ervas e raízes.

      Disse o Cidadão ao outro: – Por certo, compadre, tenho dó de ti, e da pobreza em que vives. Vem comigo morar na cidade, verás a riqueza, e a fartura que gozas. Aceitou o rústico e vieram ambos a uma casa grande e rica, e entrados na despensa, estavam comendo boas comidas e muitas, quando de súbito entra o despenseiro, e dois gatos após ele. Saem os Ratos fugindo. O de casa achou logo seu buraco, o de fora trepou pela parede dizendo:

      Ficai vós embora com a vossa fartura; que eu mais quero comer raízes no campo sem sobressaltos, onde não há gato nem ratoeira. E assim diz o adágio: Mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato.

      Moral da história: Mais vale magro no mato, que gordo na boca do gato.

Fonte: http://fabulasinfantis.blogs.sapo.pt/

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1070655 Português
O tema do texto, tratado pela personagem Mônica ao fazer a pergunta, refere-se
Alternativas
Q1070652 Português

Texto 01


O que é Profissionalismo


      Profissionalismo é o conjunto de características que compõem um profissional, formado por suas competências, responsabilidades e ética, no que rege o seu campo de trabalho.

      O profissionalismo é a chave para a construção de uma carreira de sucesso no trabalho.

      Entre as ações que atestam o profissionalismo de um trabalhador está o seu comprometimento com as normas e a ética da empresa para qual presta serviços.

      Mesmo trabalhando num ambiente descontraído e com amigos, o profissional deve pôr as suas obrigações de trabalho acima de qualquer laço de amizade ou intimidade.

      A falta de profissionalismo consiste em agir com parcialidade, por exemplo, favorecendo pessoas apenas por estas serem amigas e não pelas suas competências profissionais.

      Saiba mais sobre o significado de competência.

      Além da ética, o profissionalismo deve ter como base a humildade, ou seja, a capacidade do profissional de reconhecer os seus erros, suas limitações e de estar sempre disposto a aprender.

      Entre as competências básicas que são apreciadas dos profissionais, destacam-se: a proficiência, a responsabilidade, a seriedade, a pontualidade, a ética, entre outros.

Fonte: https://www.significados.com.br/profissionalismo/. Texto adaptado.

Assinale a alternativa correta quanto à característica do texto.
Alternativas
Q1070651 Português

Texto 01


O que é Profissionalismo


      Profissionalismo é o conjunto de características que compõem um profissional, formado por suas competências, responsabilidades e ética, no que rege o seu campo de trabalho.

      O profissionalismo é a chave para a construção de uma carreira de sucesso no trabalho.

      Entre as ações que atestam o profissionalismo de um trabalhador está o seu comprometimento com as normas e a ética da empresa para qual presta serviços.

      Mesmo trabalhando num ambiente descontraído e com amigos, o profissional deve pôr as suas obrigações de trabalho acima de qualquer laço de amizade ou intimidade.

      A falta de profissionalismo consiste em agir com parcialidade, por exemplo, favorecendo pessoas apenas por estas serem amigas e não pelas suas competências profissionais.

      Saiba mais sobre o significado de competência.

      Além da ética, o profissionalismo deve ter como base a humildade, ou seja, a capacidade do profissional de reconhecer os seus erros, suas limitações e de estar sempre disposto a aprender.

      Entre as competências básicas que são apreciadas dos profissionais, destacam-se: a proficiência, a responsabilidade, a seriedade, a pontualidade, a ética, entre outros.

Fonte: https://www.significados.com.br/profissionalismo/. Texto adaptado.

Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a respeito das informações do texto.
Alternativas
Q1069122 Português

Assinale a alternativa correta acerca de aspectos linguísticos do texto.

Alternativas
Q1069121 Português

Assinale a alternativa correta em relação ao texto.

Alternativas
Q1068838 Português

Considere a charge para responder à questão.


No diálogo, a frase dita pela personagem feminina
Alternativas
Q1068835 Português
Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
A frase redigida de acordo com as ideias do texto está na alternativa:
Alternativas
Q1068830 Português
Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)
Assinale a afirmação correta a respeito do texto.
Alternativas
Q1068821 Português

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que o narrador
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Q1068764 Português

A fórmula chinesa

      A China vai virar uma democracia? Liberais, especialmente os da vertente institucionalista, apostam que ou ela se transforma numa sociedade aberta ou verá o fim de sua pujança econômica. Pequim, porém, parece empenhada em desmentir os liberais.

      Um resumo rápido do último quinquênio sob a liderança de Xi Jinping é que o dirigente, que acaba de ser escolhido para permanecer mais cinco anos à frente do Partido Comunista chinês, conseguiu concentrar poderes e sufocar as tímidas tentativas de abertura, tudo isso sem ameaçar o crescimento.

       Os liberais, porém, não precisam, por enquanto, atirar a toalha. Como nunca deram um prazo preciso para que sua profecia se concretizasse, não foram formalmente contraditados. É até possível que tenham razão e que, em horizontes mais dilatados, a China ou promova uma abertura ou sofra um apagão econômico.

       O pressuposto teórico dessa tese é bastante razoável. A prosperidade sustentável, afinal, depende de um fluxo constante de inovações e ganhos de produtividade que são coibidos quando indivíduos não podem trocar ideias livremente.

         Dá para construir uma boa argumentação mostrando que esse foi um grande problema na antiga URSS e contribuiu para seu ocaso* econômico.

        O ponto central é descobrir se a liberdade é condição necessária para o desenvolvimento científico e econômico ou só um tempero desejável. Gostaria de acreditar na primeira alternativa, mas receio que ela não passe de um desejo liberal. Não me parece “a priori” impossível criar um sistema fortemente autoritário na política e suficientemente liberal nas áreas científicas. A China pelo menos tem conseguido.

(Hélio Schwartsman. Folha de São Paulo. 27.10.2017. Adaptado)


* enfraquecimento que leva à destruição; perda de influência, de poder; decadência.

No trecho “Como nunca deram um prazo preciso para que sua profecia se concretizasse, não foram formalmente contraditados.”, a profecia em questão se refere à afirmação de que
Alternativas
Q1068762 Português

A fórmula chinesa

      A China vai virar uma democracia? Liberais, especialmente os da vertente institucionalista, apostam que ou ela se transforma numa sociedade aberta ou verá o fim de sua pujança econômica. Pequim, porém, parece empenhada em desmentir os liberais.

      Um resumo rápido do último quinquênio sob a liderança de Xi Jinping é que o dirigente, que acaba de ser escolhido para permanecer mais cinco anos à frente do Partido Comunista chinês, conseguiu concentrar poderes e sufocar as tímidas tentativas de abertura, tudo isso sem ameaçar o crescimento.

       Os liberais, porém, não precisam, por enquanto, atirar a toalha. Como nunca deram um prazo preciso para que sua profecia se concretizasse, não foram formalmente contraditados. É até possível que tenham razão e que, em horizontes mais dilatados, a China ou promova uma abertura ou sofra um apagão econômico.

       O pressuposto teórico dessa tese é bastante razoável. A prosperidade sustentável, afinal, depende de um fluxo constante de inovações e ganhos de produtividade que são coibidos quando indivíduos não podem trocar ideias livremente.

         Dá para construir uma boa argumentação mostrando que esse foi um grande problema na antiga URSS e contribuiu para seu ocaso* econômico.

        O ponto central é descobrir se a liberdade é condição necessária para o desenvolvimento científico e econômico ou só um tempero desejável. Gostaria de acreditar na primeira alternativa, mas receio que ela não passe de um desejo liberal. Não me parece “a priori” impossível criar um sistema fortemente autoritário na política e suficientemente liberal nas áreas científicas. A China pelo menos tem conseguido.

(Hélio Schwartsman. Folha de São Paulo. 27.10.2017. Adaptado)


* enfraquecimento que leva à destruição; perda de influência, de poder; decadência.

Para o autor, a teoria dos que defendem que a China precisa se transformar numa sociedade aberta, sob o risco de ter sua economia seriamente comprometida,
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Q1068761 Português

A fórmula chinesa

      A China vai virar uma democracia? Liberais, especialmente os da vertente institucionalista, apostam que ou ela se transforma numa sociedade aberta ou verá o fim de sua pujança econômica. Pequim, porém, parece empenhada em desmentir os liberais.

      Um resumo rápido do último quinquênio sob a liderança de Xi Jinping é que o dirigente, que acaba de ser escolhido para permanecer mais cinco anos à frente do Partido Comunista chinês, conseguiu concentrar poderes e sufocar as tímidas tentativas de abertura, tudo isso sem ameaçar o crescimento.

       Os liberais, porém, não precisam, por enquanto, atirar a toalha. Como nunca deram um prazo preciso para que sua profecia se concretizasse, não foram formalmente contraditados. É até possível que tenham razão e que, em horizontes mais dilatados, a China ou promova uma abertura ou sofra um apagão econômico.

       O pressuposto teórico dessa tese é bastante razoável. A prosperidade sustentável, afinal, depende de um fluxo constante de inovações e ganhos de produtividade que são coibidos quando indivíduos não podem trocar ideias livremente.

         Dá para construir uma boa argumentação mostrando que esse foi um grande problema na antiga URSS e contribuiu para seu ocaso* econômico.

        O ponto central é descobrir se a liberdade é condição necessária para o desenvolvimento científico e econômico ou só um tempero desejável. Gostaria de acreditar na primeira alternativa, mas receio que ela não passe de um desejo liberal. Não me parece “a priori” impossível criar um sistema fortemente autoritário na política e suficientemente liberal nas áreas científicas. A China pelo menos tem conseguido.

(Hélio Schwartsman. Folha de São Paulo. 27.10.2017. Adaptado)


* enfraquecimento que leva à destruição; perda de influência, de poder; decadência.

O autor aponta como um aspecto em tese contraditório, mas que tem dado certo no caso da China,
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Q1067345 Português

Atenção: use a manchete do jornal O Globo, a seguir, para responder à pergunta.

A manchete principal do jornal O Globo do dia 09/08/2017 era:

Após forte reação, Temer recua da alta de imposto – Presidente confirma estudo para elevar IR, mas depois volta atrás”.

Temer confirma estudo para elevar imposto de renda”.

A frase sublinhada informa que há a intenção de

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Q1067343 Português

Atenção: use a manchete do jornal O Globo, a seguir, para responder à pergunta.

A manchete principal do jornal O Globo do dia 09/08/2017 era:

Após forte reação, Temer recua da alta de imposto – Presidente confirma estudo para elevar IR, mas depois volta atrás”.

Como informação jornalística, a mensagem dada tem valor
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Q1067341 Português

Atenção: use a manchete do jornal O Globo, a seguir, para responder à pergunta.

A manchete principal do jornal O Globo do dia 09/08/2017 era:

Após forte reação, Temer recua da alta de imposto – Presidente confirma estudo para elevar IR, mas depois volta atrás”.

O subtítulo da manchete tem a função de
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Q1067339 Português

Atenção: use a manchete do jornal O Globo, a seguir, para responder à pergunta.

A manchete principal do jornal O Globo do dia 09/08/2017 era:

Após forte reação, Temer recua da alta de imposto – Presidente confirma estudo para elevar IR, mas depois volta atrás”.

O trecho inicial da manchete – Após forte reação – indica uma
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Q1067336 Português

Observe a charge a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Nessa charge, o autor critica um defeito humano, que é

Alternativas
Respostas
39481: D
39482: B
39483: B
39484: C
39485: D
39486: C
39487: E
39488: A
39489: C
39490: D
39491: D
39492: D
39493: A
39494: B
39495: D
39496: A
39497: E
39498: D
39499: B
39500: D