Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 54.509 questões

I. Após a leitura do livro, o amigo da autora conseguiu o seu intento: mudar a percepção dela sobre Amyr Klink.
II. Uma questão física dos tubarões gerou compaixão na autora.
III. O episódio do livro de Amyr Klink é um exemplo da inflexibilidade da autora.
Quais estão corretas?



“Não basta mais expandir o setor privado – as vagas continuarão ociosas; não basta aumentar as vagas no setor público – elas apenas facilitarão o acesso e a transferência dos mais aquinhoados. A democratização, para acontecer de fato, precisa de ações mais radicais – ações que afirmem os direitos dos historicamente excluídos, assegurando acesso e permanência a todos os que seriamente procuram a educação superior, desprivatizando e democratizando o campus público.”
RISTOFF, Dilvo; SEVEGNANI, Palmira. Democratização do Campus. Brasília: INEP, 2006. (Coleção Educação Superior em Debate, v.6)
Com base na leitura do texto acima, constata-se que há um grave problema na manutenção dos estudantes na educação superior. Assim, não basta falar apenas em expansão e democracia do acesso, mais que isto,
“(...) a educação superior deve ter como objetivo principal a criação de uma nova sociedade não violenta e não espoliativa capaz de liderar as mudanças necessárias que conduzam a um novo modelo de desenvolvimento. Para isso, a universidade, sem renunciar à qualidade e universalidade do conhecimento, deve ser inserida e ser ator preponderante na definição e promoção de projetos nacionais e regionais alicerçados em valores humanos universais e comprometidos com suas próprias necessidades. A universidade deve, portanto, assumir a liderança na definição de ações que conduzam à eliminação da exclusão social e demais mazelas associadas, e levem à promoção da felicidade, da harmonia, da justiça, e da equidade social. Como consequência, a qualidade da educação superior não pode ser restrita apenas à produção de boa ciência, e bom ensino; além de responder a esses dois critérios, ela deve ser, sobretudo, socialmente pertinente.
ARAGÓN, Luis E. Educação Superior, Desenvolvimento Sustentável e Políticas Públicas na Amazônia. Papers do NAEA/UFPA, out, 2012.
O texto acima faz referência a um conceito importante para o desenvolvimento da educação superior na Amazônia, que é o de
Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.
Fake news x desinformação
(Texto adaptado)
O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.
Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.
O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”
Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”
Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/
Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.
Fake news x desinformação
(Texto adaptado)
O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.
Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.
O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”
Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”
Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/
Leia o texto a seguir para responder à questão.

DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Tradução Leonor Scliar-Cabral. Porto Alegre: Penso, 2012. p. 19-21 (Adaptado).
Leia o texto a seguir para responder à questão.

COLOMBO, Sylvia. A desinformação como grande vilã. Revista Carta Capital. 29 de janeiro de 2025. Ano XXX, n. 1346. p. 52 e 53. (Adaptado).
Leia o texto a seguir para responder à questão.

COLOMBO, Sylvia. A desinformação como grande vilã. Revista Carta Capital. 29 de janeiro de 2025. Ano XXX, n. 1346. p. 52 e 53. (Adaptado).
No texto, ao relacionar informação e conhecimento (linhas 29-32), defende-se a ideia de que
Leia o texto a seguir para responder à questão.

COLOMBO, Sylvia. A desinformação como grande vilã. Revista Carta Capital. 29 de janeiro de 2025. Ano XXX, n. 1346. p. 52 e 53. (Adaptado).
Leia o texto a seguir para responder à questão.

COLOMBO, Sylvia. A desinformação como grande vilã. Revista Carta Capital. 29 de janeiro de 2025. Ano XXX, n. 1346. p. 52 e 53. (Adaptado).