Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

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Q945643 Português

Assinale a alternativa incorreta em relação ao Texto 1.

Alternativas
Q944097 Português
Em: Todos – desde modelos famosos até a sua tia – usam e sabem que todo mundo está usando. (linhas 28-29), o complemento do verbo usar pode ser inferido, com base no texto, como sendo:
Alternativas
Q944095 Português
Ao contrário do que dizem os pesquisadores, na opinião de um dos aplicativos de edição de foto citados no texto, os filtros fotográficos:
Alternativas
Q944093 Português
A ideia central do texto encontra-se enunciada na alternativa:
Alternativas
Q944064 Português

O texto abaixo é referência para a questão.

      Quase todo mundo é ansioso. Segundo a Associação Internacional de Controle do Stress (ISMA), 72% dos trabalhadores brasileiros são estressados. Mais da metade da população está acima do peso e tem problemas de sono – hoje se dorme 1h30 a menos, por noite, que na década de 1990. E nunca houve tanta gente, no mundo, sofrendo de depressão. De onde vem tudo isso? Cada um desses problemas tem suas próprias causas. Mas novos estudos têm revelado um ponto em comum entre todos eles: a sua barriga.
     Dentro do sistema digestivo humano existe o que alguns pesquisadores já chamam de “segundo cérebro”, com meio bilhão de neurônios e mais de 30 neurotransmissores (incluindo 50% de toda a dopamina e 90% da serotonina presentes no organismo). Tudo isso para controlar uma função essencial do corpo: extrair energia dos alimentos. Mas novas pesquisas estão revelando que não é só isso. 
Os neurônios da barriga podem interferir, sem que você perceba, com o cérebro de cima, o da cabeça – afetando o seu comportamento, as suas emoções e até o seu caráter. […] 
   Outros estudos já encontraram relação entre a falta de lactobacillus e doenças como depressão e anorexia. Esses micro-organismos ajudam a manter a camada de muco que protege o intestino. Quando eles não estão presentes, essa barreira fica mais fraca, e surgem pequenas inflamações no intestino – que são encontradas em 35% das pessoas deprimidas. Para tentar entender o porquê, os cientistas autores da descoberta injetaram lactobacilos em ratos. As bactérias protegeram o intestino e produziram efeitos semelhantes aos de remédios antidepressivos. 


(Disponível em: <https://super.abril.com.br/saude/seu-segundo-cerebro/>. Acesso em 05, set. 2018.)

Com relação ao texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) O tema do texto é o estresse do cotidiano dos trabalhadores brasileiros.

( ) De acordo com o texto, existe uma relação entre a saúde do intestino com a saúde da mente.

( ) Para extrair a energia dos alimentos, nosso sistema digestivo conta com uma rede neurológica complexa, podendo ser comparado ao nosso cérebro.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q944062 Português

Leia o texto abaixo:

Já ouviu falar em altimetria, as métricas alternativas para acompanhar e avaliar a ciência? Pois é, elas estão aí! Redes sociais (Facebook, Twitter etc.), blogues, sites especializados e de notícias podem ser fonte para novas formas de medir o impacto da produção científica. Como essas novas mídias podem revelar a ciência em um ambiente onde a academia e a sociedade estão juntas, refletindo e se apropriando do debate, das controvérsias e das descobertas científicas? Será que poderemos transformar polegares de curtidas e corações em indicadores para a ciência?

A web já faz parte do cotidiano de pesquisadores, editoras e instituições científicas. Publicamos e lemos periódicos on-line e utilizamos plataformas da web social (Twitter, Facebook, blogues, YouTube etc.) para divulgar nossos trabalhos, fazer contatos, encontrar novos colaboradores… Nossas produções e resultados de pesquisa também circulam no ambiente on-line, recebendo curtidas e comentários, sinalizando um interesse que, até pouco tempo atrás, era muito mais difícil de acompanhar. O padrão ouro da avaliação dos artigos científicos até a década passada era a citação. Diante da possibilidade de se ver e monitorar todo esse diálogo da ciência em ação na internet, não seria interessante considerar essa uma nova forma de medir os impactos da ciência?

(Disponível em: <http://cienciahoje.org.br/artigo/a-ciencia-compartilhada-na-rede/>. Acesso em 01, set. 2018.


Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:

1. A altimetria refere-se a formas alternativas de avaliar artigos científicos que são compartilhados em plataformas online, como redes sociais.

2. O texto configura o uso dessas métricas alternativas como uma forma menos qualificada de avaliação científica.

3. A indagação que se dá no texto pretende levar o leitor à reflexão de que, já que os meios de publicação de informações científicas mudaram, o mesmo pode ocorrer com seus métodos avaliativos.


Assinale a alternativa correta

Alternativas
Q944061 Português

Considere abaixo o trecho inicial de uma notícia publicada na revista Superinteressante (edição 394, out/2018):

O exame que dedura o pé na jaca 

Que atire a primeira pedra quem nunca quebrou a dieta. É uma prática comum que, em certos casos, pode ter consequências perigosas.


Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a sequência que dá lógica discursiva ao texto.

( ) Proteínas e gorduras, por exemplo, são transformadas em aminoácidos e lipídeos. Os níveis dessas moléculas variam de acordo com a sua dieta.

( ) Um vegano possui um conjunto de dez metabólitos no sangue que é totalmente diferente de quem come carne.

( ) A dieta DASH, por exemplo, é usada como tratamento para hipertensão. Descumprir o regime, então, é equivalente a interromper um remédio.

( ) Os cientistas só precisaram encontrar o “perfil” de quem segue a dieta à risca. Quem difere desse padrão é fatalmente denunciado, como num bafômetro da junk food.

( ) Foi pensando nos hipertensos que cientistas criaram um exame de sangue dedo-duro. O teste se baseia nos metabólitos processados durante a digestão.
Alternativas
Q944058 Português
O texto a seguir contém trechos de uma entrevista dada pelo psicólogo Luiz Hanns para a Revista Isto É. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.
1. Criar um Brasil mais justo exigiria o quê? 2. Existem diferentes corrupções? 3. Como se manifesta a corrupção sindrômica? 4. Então qual seria a solução?
( ) Além da corrupção sistêmica, que atinge as instituições, temos mais duas camadas, a endêmica e a sindrômica. Hoje nos indignamos com a corrupção pública grandiosa, mas aceitamos sua face endêmica, que é corromper o guarda rodoviário ou não avisar quando a conta do restaurante vem com itens a menos. ( ) Se continuarmos achando que a corrupção é só sistêmica, uma mera questão de caráter, de moral e de leis, vamos passar por mais uma década perdida. Vamos de novo fracassar. Temos de enfrentar simultaneamente as três camadas da corrupção, a sistêmica, a endêmica e a sindrômica. ( ) Não basta punir os malvados. Temos que aceitar duras verdades sobre nós mesmos. É preciso combater simultaneamente as várias dimensões da corrupção. Além das leis anticorrupção, é preciso uma campanha moralizadora que pregue ser inaceitável não só a grande corrupção pública, mas também a pequena corrupção privada. ( ) Trata-se de uma síndrome que interliga burocracia com ineficiência produzindo talvez a maior parte da corrupção. No Brasil, tendemos ao burocratismo, uma doença que nos faz criar leis sufocantes, contraditórias e inexequíveis.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q944057 Português
O texto abaixo é referência para a questão.

  Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
  Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava.
  O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam.
  Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No fora do tempo.
  O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional queimando. […] 
  Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A realidade é Science Fiction”.on”.
  Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
   A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais”. […]
  Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob controle”.
  Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”.
   O Brasil está queimando.
    E o meteoro estava dentro do museu.

(Disponível em:https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 04, set. 2018.)

Observe a charge ao lado e considere as seguintes afirmativas:

1. A relação entre a charge e o texto das questões 01 a 05 é que ambos tratam da importância do Museu do Amanhã.

2. Tanto o articulista do texto do El País quanto o chargista contrapõem a existência de um Museu do Amanhã com a falta de preservação do passado, diante do incêndio do Museu Nacional.

3. A crítica da charge adiciona o paradoxo das contas públicas que ora permite gastos elevados e ora alega falta de verba.


               Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q944056 Português
O texto abaixo é referência para a questão.

  Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
  Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava.
  O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam.
  Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No fora do tempo.
  O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional queimando. […] 
  Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A realidade é Science Fiction”.on”.
  Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
   A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais”. […]
  Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob controle”.
  Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”.
   O Brasil está queimando.
    E o meteoro estava dentro do museu.

(Disponível em:https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 04, set. 2018.)
No sexto parágrafo do texto, a expressão “O Museu Nacional queimando” é repetida inúmeras vezes. Ao fazer isso, o articulista:
Alternativas
Q944055 Português
O texto abaixo é referência para a questão.

  Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
  Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava.
  O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam.
  Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No fora do tempo.
  O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional queimando. […] 
  Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A realidade é Science Fiction”.on”.
  Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
   A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais”. […]
  Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob controle”.
  Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”.
   O Brasil está queimando.
    E o meteoro estava dentro do museu.

(Disponível em:https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 04, set. 2018.)
No primeiro parágrafo do texto, o articulista afirma que “Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado”. O termo destacado conecta as sentenças em uma relação de: 
Alternativas
Q944054 Português
O texto abaixo é referência para a questão.

  Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
  Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava.
  O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam.
  Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No fora do tempo.
  O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional queimando. […] 
  Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A realidade é Science Fiction”.on”.
  Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
   A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais”. […]
  Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob controle”.
  Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”.
   O Brasil está queimando.
    E o meteoro estava dentro do museu.

(Disponível em:https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 04, set. 2018.)
No oitavo parágrafo do texto, o articulador:
Alternativas
Q944053 Português
O texto abaixo é referência para a questão.

  Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado. 
  Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava.
  O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas coleções de pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A múmia do antigo Egito queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam.
  Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam. 
 O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No sem tempo. No fora do tempo.
  O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a que eu tenho na minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de incêndio ainda chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar água do lago da Quinta da Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar salvar alguma coisa. O Museu Nacional queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante dos portões tentando compreender como viver sem metáforas. Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é. O Museu Nacional queimando. […] 
  Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou Gabriela Carneiro da Cunha. “A realidade é Science Fiction”.on”.
  Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã, sou convertida em muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de fora. Sou também eu. Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum. 
   A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva. “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais”. […]
  Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário atrás dele. O bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara: “Está tudo sob controle”.
  Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a única frase lúcida que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”.
   O Brasil está queimando.
    E o meteoro estava dentro do museu.

(Disponível em:https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/opinion/1535975822_774583.html>. Acesso em 04, set. 2018.)
Sobre o texto, considere as seguintes afirmativas:
1. O articulista não expressa opiniões nesse texto, atendo-se aos fatos ocorridos.
2. O articulista contrapõe a existência de um Museu do Amanhã no Rio de Janeiro com a falta de uma representação do passado diante do incêndio do Museu Nacional.
3. Trata-se de um texto narrativo, pois conta a história do que aconteceu com o articulista naquele dia.
4. O articulista do texto é uma mulher.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q944036 Português
O Ministro da Educação de Portugal, Nuno Crato, entre 2011 e 2015, concedeu entrevista à revista Veja. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.
1. O senhor provocou debate acirrado entre educadores do mundo todo ao afirmar que a escola moderna é vítima do “eduquês”. Por que o assunto causou tanto barulho?
2. A neurociência vem mapeando os caminhos que a informação percorre no cérebro de uma criança até ser assimilada. As escolas já começaram a fazer uso desse conhecimento?
3. Quais boas práticas exatamente essa ala de educadores rejeita?
(  ) Muitos batem na tecla de que prova faz mal. Acham que ela submete o aluno a um alto grau de stress, sem necessidade. Vão aí na contramão do que afirmam os grandes pesquisadores. Eles já sabem que, ao ser questionada e posta a refletir sobre um conteúdo, a criança consegue absorvê-lo melhor, avançando no conhecimento. Também a disciplina é um ponto em que a condescendência e a leitura enviesada de velhas teorias ofuscam a razão.
( ) Infelizmente, a grande maioria passa ao largo dessas descobertas. E isso as mantém congeladas no tempo, aferradas a pensamentos anacrônicos.
(  ) Minha crítica bate de frente com uma linha muito celebrada nas escolas de hoje. É uma corrente que dá ênfase excessiva às atitudes e à formação cívica do aluno e deixa em segundo plano o conhecimento propriamente dito. Pergunto: como investir em formação cívica se o estudante não consegue nem ler o jornal? Vejo vários educadores por aí se perdendo em uma linguagem hermética, dúbia e demagógica para falar sobre seus objetivos difusos para a sala de aula.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Alternativas
Q944034 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


     Mel e remédios isentos de prescrição devem ser a primeira opção no tratamento da maior parte das tosses, __________ novas diretrizes recém-divulgadas pelo sistema de saúde britânico.

  Antibióticos, __________, são pouco recomendados contra tosse – simplesmente __________, na maioria dos casos, eles não ajudam a combater os sintomas.

     As novas recomendações do sistema de saúde são dirigidas especificamente a médicos, com o intuito de minimizar o uso indiscriminado de antibióticos – __________ tem como efeito colateral a proliferação de “superbactérias” cada vez mais resistentes a esses medicamentos.

    “Para um paciente com nariz escorrendo, garganta dolorida e tosse, antibióticos não são necessários. A tosse deve passar no intervalo de duas a três semanas”, disse em comunicado a médica Tessa Lewis, representante do Instituto Britânico de Excelência na Saúde, organização que emite recomendações ao sistema público de saúde do país (o NHS).

Sobre o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q944032 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


     Mel e remédios isentos de prescrição devem ser a primeira opção no tratamento da maior parte das tosses, __________ novas diretrizes recém-divulgadas pelo sistema de saúde britânico.

  Antibióticos, __________, são pouco recomendados contra tosse – simplesmente __________, na maioria dos casos, eles não ajudam a combater os sintomas.

     As novas recomendações do sistema de saúde são dirigidas especificamente a médicos, com o intuito de minimizar o uso indiscriminado de antibióticos – __________ tem como efeito colateral a proliferação de “superbactérias” cada vez mais resistentes a esses medicamentos.

    “Para um paciente com nariz escorrendo, garganta dolorida e tosse, antibióticos não são necessários. A tosse deve passar no intervalo de duas a três semanas”, disse em comunicado a médica Tessa Lewis, representante do Instituto Britânico de Excelência na Saúde, organização que emite recomendações ao sistema público de saúde do país (o NHS).

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q944031 Português
Considere o seguinte trecho inicial de uma notícia publicada na revista Super Interessante (edição 394, out/2018): Onde as formigas constroem os formigueiros? Depende bastante da espécie de formiga.
Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a sequência que dá lógica discursiva ao texto.
( ) As formigas traçam os caminhos por meio de feromônios, substância que permite que os insetos se comuniquem. ( ) Umas constroem sua casa acima do solo. Outras, abaixo. Já a formiga-carpinteira faz seu ninho em árvores ou em qualquer madeira disponível, tal qual os cupins. ( ) Em geral, a toca tem várias galerias, usadas para estoque ou transporte de detritos, por exemplo. ( ) Assim, nenhuma cava um túnel que não dê em lugar algum. ( ) Nesse mundo de mais de 13 mil espécies, há até as que estão mais para cigarra boa-vida do que para a formiga da fábula: nem se dão o trabalho de erguer um formigueiro.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q944030 Português
Doutor, quero me parecer com minha selfie
Cada vez mais requisitantes de cirurgias plásticas tentam parecer com suas fotos retocadas em filtros de aplicativos

    Nós nos acostumamos a nos ver com orelhas de cachorro sobre nossa cabeça e até com olhos totalmente desproporcionais. Os filtros de aplicativos como o Snapchat, Instagram e Facetune permitem que mudemos a aparência física a nosso bel-prazer. Muitas vezes porque a selfie ficou muito escura, mas em outras será para ressaltar as maçãs do rosto e clarear a pele. Esses apps se transformaram em verdadeiros laboratórios fotográficos digitais à procura da aprovação social do like e, para um número cada vez maior de pessoas, delas mesmas. Os pacientes de cirurgias plásticas que querem se parecer com seu eu do celular aumentaram no último ano. Esse fenômeno tem nome graças a um artigo da doutora Neelham Vashi na revista de cirurgia plástica JAMA: “dismorfia do Snapchat”.
    Um estudo da Academia Norte-Americana de Cirurgia Facial, Plástica e Reconstrutiva afirma que 55% dos cirurgiões plásticos receberam em 2017 pacientes que queriam operar para sair melhor nas selfies – especialmente adolescentes. Como Vashi explica na publicação, são pessoas que tentam se parecer com uma versão fantasiosa de si mesmas. “As pessoas levam suas fotos de determinados ângulos e com certos tipos de luz”, afirma. O risco de querermos nos transformar em uma versão filtrada de nós mesmos, de transformar o físico através de aplicativos e de ficarmos obcecados por isso que chamamos de defeitos é cair em um transtorno dismórfico corporal (TDC). “As redes sociais se transformam em um acelerador para esse tipo de pessoa, que se preocupa em como se parece diante dos outros”, afirma a doutora. [...] 

(Garcia, Jorge. <Disponível em:https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/20/tecnologia/1534765145_147411.html>. Acesso em 23/08/18.)
Sobre a opinião da doutora Neelham Vashi, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q944029 Português
Doutor, quero me parecer com minha selfie
Cada vez mais requisitantes de cirurgias plásticas tentam parecer com suas fotos retocadas em filtros de aplicativos

    Nós nos acostumamos a nos ver com orelhas de cachorro sobre nossa cabeça e até com olhos totalmente desproporcionais. Os filtros de aplicativos como o Snapchat, Instagram e Facetune permitem que mudemos a aparência física a nosso bel-prazer. Muitas vezes porque a selfie ficou muito escura, mas em outras será para ressaltar as maçãs do rosto e clarear a pele. Esses apps se transformaram em verdadeiros laboratórios fotográficos digitais à procura da aprovação social do like e, para um número cada vez maior de pessoas, delas mesmas. Os pacientes de cirurgias plásticas que querem se parecer com seu eu do celular aumentaram no último ano. Esse fenômeno tem nome graças a um artigo da doutora Neelham Vashi na revista de cirurgia plástica JAMA: “dismorfia do Snapchat”.
    Um estudo da Academia Norte-Americana de Cirurgia Facial, Plástica e Reconstrutiva afirma que 55% dos cirurgiões plásticos receberam em 2017 pacientes que queriam operar para sair melhor nas selfies – especialmente adolescentes. Como Vashi explica na publicação, são pessoas que tentam se parecer com uma versão fantasiosa de si mesmas. “As pessoas levam suas fotos de determinados ângulos e com certos tipos de luz”, afirma. O risco de querermos nos transformar em uma versão filtrada de nós mesmos, de transformar o físico através de aplicativos e de ficarmos obcecados por isso que chamamos de defeitos é cair em um transtorno dismórfico corporal (TDC). “As redes sociais se transformam em um acelerador para esse tipo de pessoa, que se preocupa em como se parece diante dos outros”, afirma a doutora. [...] 

(Garcia, Jorge. <Disponível em:https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/20/tecnologia/1534765145_147411.html>. Acesso em 23/08/18.)
Com base no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q944027 Português

Aprimorar, sempre. Catástrofe, jamais

Sérgio Pardellas

    Em tempos de fake news, da efervescência dos debates nas redes sociais e do alcance quase infinito do whatsapp, uma idiossincrasia deletéria ao processo democrático se estabeleceu: as pessoas em geral, agrupadas em bolhas, não querem mais se informar. Estão interessadas em ler e ouvir apenas aquilo que se ajusta ao que elas acreditam. 
    E ponto final. Da esquerda à direita, passeando pelo que se convencionou chamar de centro do espectro político, quase ninguém escapa incólume. Cara de um, focinho do outro. Se a notícia é contra o político do meu coração, é “fake news”. O repórter, logo, é tachado de “golpista”, “coxinha”, “direitista”, “esquerdopata” ou “comunista”. Se a reportagem atinge em cheio a reputação do adversário, a ordem é disseminá-la sem dó, com pitadas de crueldade se necessário for. Como pau que dá na esquerda, logo dá na direita ou no “centro”, um inimigo comum foi eleito: a mídia. Ou “a grande mídia”.
    Assim, o whatsapp virou a principal fonte de informação de oito em cada dez brasileiros. Deu no “zap”, pronto. O incauto vai lá e crava: é real. Alguém ouviu o galo cantar, ninguém sabe onde, mas “assim é, se lhe parece”, como a peça de Luigi Pirandello. Não importa o transmissor, se a gramática foi maltratada, se guarda verossimilhança com a realidade ou não. A pessoa dispara para os seus, formando uma espécie de corrente interminável de beócios que se retroalimentam. Muitas vezes não faz qualquer sentido, não junta lé com cré.
    O pior é quando o texto embute uma _______ bem empacotada. É onde mora o perigo. O segredo do sucesso é a mensagem e, se ela soa como música aos ouvidos do freguês, vira verdade.
    A pena do jornalista já foi mais respeitada. É uma pena, mas não só. Querer sufocar a imprensa, editorial ou economicamente, constitui prejuízo inegável à democracia. Do lado de cá, _______ é fundamental. A mídia exagera, beatifica e _______ na mesma velocidade, _______ e também comete erros – contra o seu político preferido, mas contra quem você odeia também. Mas não aposte no contrário: sempre houve muito mais acertos e jornalista que é jornalista gosta mesmo é de notícia. Ou de análise, sem torcida, embora imparcialidade total não exista. Cabe ao leitor filtrar. Ou ao veículo, se for o caso, admitir um lado. É um bom debate. O fato insofismável é que o processo de apuração e divulgação da notícia pode até ser falho, nem sempre justo, mas ainda não inventaram modelo mais eficaz.
    O filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard escreveu, nos estertores da vida, que ensinaria às pessoas como produzir uma catástrofe. Embora tivesse sido um crítico do periódico satírico-iluminista O Corsário e da mídia durante alguns momentos de sua existência, Kierkegaard criou, no fim do século XIX, O Instante, semanário pelo qual alertava o cidadão sobre os problemas da cultura de sua época. A ruína da imprensa, sabia bem ele, poderia representar o primeiro passo rumo à catástrofe.

(Disponível em:https://istoe.com.br/aprimorar-sempre-catastrofe-jamais/>.)
Em relação ao tema do texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
38021: A
38022: C
38023: B
38024: B
38025: B
38026: C
38027: C
38028: A
38029: D
38030: A
38031: C
38032: E
38033: B
38034: E
38035: D
38036: C
38037: E
38038: C
38039: D
38040: E