Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1314164 Português
Leia a tirinha e responda a questão.


Qual sentido que um dos personagens da tirinha acima usa o termo “menininha”.
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Q1314161 Português
“O bêbado atravessa a rua com o farol fechado, um carro parra por ele e buzina: “BIBI...” O bêbado então olha para o carro e diz: EU TAMBEM BIBI, E MUITO! ”
Através de suas características podemos classificar esse texto como uma:
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Q1314160 Português
Indique a alternativa correta a respeito das charges e tirinhas:
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Q1314159 Português

Leia o texto para a questão.

Fragmento sobre o filme “O Xingu”, por Rodrigo Ferreira.


Ao sair da sala de cinema, a primeira coisa que me veio à mente foi: "Realmente é uma história que precisava ser contada". Mais um pouco foi acrescentado na minha autovisão como brasileiro e no meu entendimento de como a história se desdobrou, de fato, fora dos livros escolares.

Como todo filme deve ser, fui levado para uma breve viagem que nos apresenta os irmãos Villas-Bôas: Cláudio, Orlando e Leonardo. O desejo de ação e aventura ao entrarem para a expedição de exploração do interior do país acabou por levá-los a uma dura vida, emaranhada por intrigas políticas e abnegação em favor dos índios, mas que acabou por culminar em uma vitória irrevogável: a criação do Parque Nacional do Xingu. [...]

A produção como um todo agrada. E muito. As locações, fotografia, trilha.... Tudo parece cooperar para que a bela história seja contada. Nesse sentido é preciso reconhecer o belo trabalho do trio Anna Muylaert, Cao Hamburger e Elena Soárez com o roteiro. Muitas armadilhas foram evitadas, e uma história que se estende por anos foi contada com uma concisão ímpar.

Enfim, é um filme que vale a pena ser conferido. Grande produção, competente e de muito talento. Mais um belo filme para a ainda pequena, porém interessante filmografia de Cao Hamburguer.

Leia os trechos abaixo e indique qual melhor apresenta argumentos opinativos sobre o filme “O Xingu”
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Q1311069 Português
Com base no contexto linguístico, pode-se inferir que o vocábulo “paris” (l. 13) significa um(a)
Alternativas
Q1311067 Português
Há um tom de lamentação nas palavras do autor no seguinte trecho:
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Q1311066 Português

Releia a seguinte passagem do texto:


não, eu não sou contra o progresso (...) mas uma garrafinha de refrigerante americano não é capaz de ser como um refresco de maracujá feito de fruta mesmo (l. 26 a 28).


Nesse trecho, o autor deixa claro que

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Q1311065 Português
O único fragmento de texto que não caracteriza a viagem de que fala o autor é
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Q1311064 Português
Rubem Braga constrói seu texto com base na ideia de que existem dois brasis diferentes. O Brasil que ele sutilmente critica é
Alternativas
Q1311063 Português

Leia os enunciados a seguir.


I. O sonho do autor era seguir carreira política e tornar-se um homem direito.

II. O autor evoca um Brasil que ele conheceu antes e que ainda está muito vivo em sua memória.

III. Na contrapartida do sonho do autor está também seu desejo de tornar-se senador federal do Brasil.

IV. No início do texto, Rubem Braga dá a entender que não tem mais esperança de um dia realizar seus sonhos.


As afirmações que contêm interpretações permitidas pelo texto são

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Q1311062 Português
O texto “O Outro Brasil” é uma crônica em que Rubem Braga
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Q1310107 Português
Haja coração

A professora pergunta:
- Quantos corações nós temos?
O aluno responde:
- Temos dois, professora!
- Dois?
- SIM! O meu e o seu!
(Disponível em http:// www.uol.com.br/ crianças/piadas)
Sobre o gênero textual acima pode-se afirmar que
( ) o humor foi utilizado com a intenção de causar um efeito de sentido ao uso da linguagem. ( ) o aluno interpreta, literalmente, o pronome “nós” e o seu conceito gramatical, usado pela professora, causando a ludicidade. ( ) o texto não se caracteriza como humorístico, pois propicia uma leitura literal, não acontecendo dubiedade de sentido.
Analise as proposições e coloque V para Verdadeira e F para Falsa. A sequência CORRETA é
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Q1310105 Português
A alma feminina
A sociedade contemporânea, de imagens e consumo, produziu em nosso imaginário um tipo de mulher ideal. Ela é competitiva, para garantir seu espaço social; sensual e elegante para manter-se atraente e bonita; intelectual e autônoma, para ter brilho próprio no reluzente mundo dos homens; deve ser feminina o bastante para dar aos homens a certeza de que sem ela a vida não teria graça, beleza nem poesia. Homens e mulheres são bem diferentes. Não só no corpo; na alma também! O mundo dos homens é pragmático, factual. É o mundo dos resultados e da objetividade. E esse é o parâmetro social pelo qual se mede o sucesso masculino. A autoimagem do homem, via de regra, é aferida por sua capacidade de não chorar. Em algumas culturas, ser homem é não derramar lágrimas. Que masculinidade estranha alicerçada na rigidez e na insensibilidade! Quando choramos, tornamo-nos mais humanos [...].
FERNANDES, Estevam. Quando vem a brisa... Rio de Janeiro: Editora Central, 2008, p. 177.
O texto foi produzido num nível de linguagem
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Q1310104 Português
A alma feminina
A sociedade contemporânea, de imagens e consumo, produziu em nosso imaginário um tipo de mulher ideal. Ela é competitiva, para garantir seu espaço social; sensual e elegante para manter-se atraente e bonita; intelectual e autônoma, para ter brilho próprio no reluzente mundo dos homens; deve ser feminina o bastante para dar aos homens a certeza de que sem ela a vida não teria graça, beleza nem poesia. Homens e mulheres são bem diferentes. Não só no corpo; na alma também! O mundo dos homens é pragmático, factual. É o mundo dos resultados e da objetividade. E esse é o parâmetro social pelo qual se mede o sucesso masculino. A autoimagem do homem, via de regra, é aferida por sua capacidade de não chorar. Em algumas culturas, ser homem é não derramar lágrimas. Que masculinidade estranha alicerçada na rigidez e na insensibilidade! Quando choramos, tornamo-nos mais humanos [...].
FERNANDES, Estevam. Quando vem a brisa... Rio de Janeiro: Editora Central, 2008, p. 177.
O texto introduz a temática enfatizada pela
I- progressão discursiva, construída pela reiteração de traços semânticos que se organizam funcionalmente. II- circularidade discursiva, ocasionada pela repetição de ideias, sem unidade discursiva. III- incoerência textual, gerada pelo fato de o autor apresentar o mesmo processo verbal na sua construção.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(s), apenas
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Q1310101 Português
Os infinitos arredores
Não pergunte quem eu sou, que não sou uno. Sou várias respostas, primo e par, sou múltiplo e infinito, sou átomo. O universo interior e o cosmo lá fora. Útero e esperma, concepção e abortos. Natividade e morte, plasma de todas as geratrizes. O divino e o satânico, o anjo e o demônio, a flor e o espinho, a semente e a terra, a perdição e o louvor. A minha resposta é múltipla porque não me sei. E a sua indagação se perde no meu vário, ovário.
Se eu me defino, castro-me, pois identifico-me parte. A gradação de uma escala não executa a escala. É uma sugestão de grandeza que se pode diluir na profundeza de uma síncope ou no abissal de uma explosão. Na verdade, às vezes, me busco lá fora, na multidão das gentes e das coisas. Então me disperso em passos e voos, cada vez menos identificáveis. Às vezes, me busco por dentro e maior a multidão e mais me espalho, pulverizo na refração do ser.
Sem dúvida, sou a procura do todo, a agonia do homem. O primeiro passo, como a primeira palavra e o primeiro gesto, é a perdição do eu, a danação do indivíduo, cosmopolita de sensações. Nem o rastro, nem o eco respondem mais pela unidade do passo e da palavra [...].
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 223.
Em “A minha resposta é múltipla porque não me sei”, pode-se afirmar que
I- há um caso de próclise pela exigência da partícula negativa. II- o termo “porque” é um elo coesivo, justificando o que foi dito anteriormente. III- “A minha resposta é múltipla” não apresenta nenhuma sintonia com as inquietações do autor sobre si mesmo.
Conclui-se que
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Q1310100 Português
Os infinitos arredores
Não pergunte quem eu sou, que não sou uno. Sou várias respostas, primo e par, sou múltiplo e infinito, sou átomo. O universo interior e o cosmo lá fora. Útero e esperma, concepção e abortos. Natividade e morte, plasma de todas as geratrizes. O divino e o satânico, o anjo e o demônio, a flor e o espinho, a semente e a terra, a perdição e o louvor. A minha resposta é múltipla porque não me sei. E a sua indagação se perde no meu vário, ovário.
Se eu me defino, castro-me, pois identifico-me parte. A gradação de uma escala não executa a escala. É uma sugestão de grandeza que se pode diluir na profundeza de uma síncope ou no abissal de uma explosão. Na verdade, às vezes, me busco lá fora, na multidão das gentes e das coisas. Então me disperso em passos e voos, cada vez menos identificáveis. Às vezes, me busco por dentro e maior a multidão e mais me espalho, pulverizo na refração do ser.
Sem dúvida, sou a procura do todo, a agonia do homem. O primeiro passo, como a primeira palavra e o primeiro gesto, é a perdição do eu, a danação do indivíduo, cosmopolita de sensações. Nem o rastro, nem o eco respondem mais pela unidade do passo e da palavra [...].
MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 223.
O autor prioriza a primeira pessoa do discurso, para
( ) marcar um subjetivismo peculiar de quem não admite outra realidade. ( ) identificar sua perplexidade sobre ele mesmo. ( ) refletir, de uma forma geral, sobre os paradoxos da vida humana.
Analise as proposições e marque V para Verdadeira e F para Falsa. Assinale a sequência CORRETA:
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Q1309108 Português

Texto 02: Chris Evans chegou a recusar o papel de Capitão América



Por Da Redação

13 abr 2016, 09h04



    Evans afirmou que estava aterrorizado com a ideia de atuar como o herói, principalmente devido ao contrato que lhe foi oferecido, o qual previa a atuação em vários filmes na pele do personagem. “Há partes de mim que têm um pouco de ansiedade social em relação a esta indústria. Quando você faz filmes um de cada vez, de repente você pode decidir que não quer mais fazer tantos e dar um passo para trás e ajustar suas energias. Mas, quando você tem um contrato gigantesco e não está se sentindo tão bem para atuar… Que pena, você tem que vestir o uniforme de novo. Isso é assustador”, disse.

    Questionado sobre o motivo pelo qual acabou assinando o contrato, Evans disse que a Marvel voltou a oferecer o papel algumas vezes, as quais ele negou, até que percebeu que, na verdade, estava com medo. “Você não pode deixar de fazer coisas por medo. Isso acabou clareando na minha cabeça. O que quer que seja que você está com medo, se entregue a isso”, contou, antes de ouvir uma brincadeira do apresentador: “Então você é um herói na vida real também, é o que você está dizendo?”.

    Vale lembrar que o Capitão América não é o primeiro personagem da Marvel vivido por Evans. O ator já havia atuado como o Tocha Humana nos filmes Quarteto Fantástico (2005) e Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007).




Adaptado de http://veja.abril.com.br/entretenimento/chris-evans-chegou-arecusar-o-papel-de-capitao-america/, acesso em 26 de abril de 2017. 

Assinale a alternativa mais completa em relação à preocupação de Chris Evans em relação ao contrato com a Marvel:
Alternativas
Q1309107 Português

Texto 02: Chris Evans chegou a recusar o papel de Capitão América



Por Da Redação

13 abr 2016, 09h04



    Evans afirmou que estava aterrorizado com a ideia de atuar como o herói, principalmente devido ao contrato que lhe foi oferecido, o qual previa a atuação em vários filmes na pele do personagem. “Há partes de mim que têm um pouco de ansiedade social em relação a esta indústria. Quando você faz filmes um de cada vez, de repente você pode decidir que não quer mais fazer tantos e dar um passo para trás e ajustar suas energias. Mas, quando você tem um contrato gigantesco e não está se sentindo tão bem para atuar… Que pena, você tem que vestir o uniforme de novo. Isso é assustador”, disse.

    Questionado sobre o motivo pelo qual acabou assinando o contrato, Evans disse que a Marvel voltou a oferecer o papel algumas vezes, as quais ele negou, até que percebeu que, na verdade, estava com medo. “Você não pode deixar de fazer coisas por medo. Isso acabou clareando na minha cabeça. O que quer que seja que você está com medo, se entregue a isso”, contou, antes de ouvir uma brincadeira do apresentador: “Então você é um herói na vida real também, é o que você está dizendo?”.

    Vale lembrar que o Capitão América não é o primeiro personagem da Marvel vivido por Evans. O ator já havia atuado como o Tocha Humana nos filmes Quarteto Fantástico (2005) e Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007).




Adaptado de http://veja.abril.com.br/entretenimento/chris-evans-chegou-arecusar-o-papel-de-capitao-america/, acesso em 26 de abril de 2017. 

Pode-se entender a partir do texto que Chris Evans:
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Q1309103 Português

Texto 01: Ela venceu a corrida contra o preconceito


Antonio Carlos Prado

20 de abril de 2017

  


      Há meio século, o número 261 entrou para a história na luta das mulheres pelos direitos civis nos EUA – e, consequentemente, em diversos países nos quais também se levantavam bandeiras a favor da isonomia social na questão de gênero. Era ele, o 261, que estava estampado no moletom de Kathrine Switzer, que ousara se inscrever e participar da famosa maratona de Boston. Para driblar o regulamento que proibia a presença feminina, Kathrine se inscreveu na prova usando apenas as iniciais K.V, inspiração que lhe veio ao lembrar-se que alguns escritores famosos assinavam seus livros dessa maneira (T. S. Eliot e J. D. Salinger, por exemplo). Dito e feito: o seu nome passou como sendo o de um homem, recebeu como número de inscrição o tal 261 e os fiscais só deram conta do equívoco com a competição já iniciada. O que se viu a seguir foi o mais lamentável preconceito, quando tentaram impedi-la, com tapas e empurrões, de continuar na corrida.

    Na semana passada, outros tempos, outros conceitos – e bem melhor assim. Aos 70 anos de idade, Kathrine Switzer esteve novamente na maratona, foi aplaudida do começo ao fim como símbolo da luta contra toda e qualquer desigualdade (ela sempre teve uma visão bem mais ampla dessa questão de gênero, ao contrário da pregação estreita de muitas feministas nos dias atuais), e completou os 42.195 metros da prova em 4h44min31s. Detalhe: usou o mesmo 261 do passado.

    Kathrine já disputou 39 maratonas, e em 1974 foi a grande vencedora da competição em Nova York. Em um artigo publicado pelo jornal “The New York Times”, ela escreveu: “Pouca gente imaginaria que a maratona feminina se tornaria uma das modalidades com maior glamour nas Olimpíadas”.



Adaptação de http://istoe.com.br/ela-venceu-corrida-contra-o-preconceito/, acesso em 26 de abril. de 2017.

É incorreto afirmar em relação ao texto que:
Alternativas
Q1288041 Português
O problema ecológico
    “Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é o grau de destruição dos recursos naturais”. Essas são palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os valores fundamentais da existência. O que chamamos orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o envenenamento das terras e a deterioração da qualidade do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma degradação deliberada e sistemática que o homem vem promovendo há muito tempo, uma autêntica guerra contra a natureza.
Afrânio Primo. Jornal Madhva (adaptado).
Para o autor, o que seria uma “autêntica guerra contra a natureza”?
Alternativas
Respostas
37341: C
37342: A
37343: A
37344: C
37345: D
37346: B
37347: C
37348: B
37349: A
37350: B
37351: B
37352: A
37353: A
37354: D
37355: C
37356: C
37357: B
37358: A
37359: C
37360: B