Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 55.232 questões
O parágrafo reproduzido a seguir foi extraído do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Considere-o para responder à questão seguinte.
“Que me conste, ainda ninguém relatou o seu próprio delírio; faço-o eu, e a ciência mo agradecerá. Se o leitor não é dado à contemplação destes fenômenos mentais, pode saltar o capítulo; vá direto à narração. Mas, por menos curioso que seja, sempre lhe digo que é interessante saber o que se passou na minha cabeça durante uns vinte a trinta minutos”.
Leia o texto abaixo de modo a responder à questão.

O texto acima, que trata de várias mudanças ocorridas em razão da revolução tecnológica, inicia com a menção a “uma nova revolução” em curso. De acordo com o texto, é CORRETO afirmar a respeito dessa nova mudança, que:
I- O novo modelo de produção alimentar, fruto dos avanços do agronegócio não agradará às pessoas, que terão de alterar os hábitos alimentares.
II- A mudança na produção de alimentos, a exemplo da carne produzida em laboratório, acarretará impactos na indústria e no agronegócio.
III- A substituição do modelo tradicional de produzir alimentos decorre da dificuldade em criar gado para o abate.
IV- A produção de carne cultivada em laboratório não apenas evitará o abate do gado como poderá tornar esse alimento mais acessível à população.
É CORRETO o que se afirma em:
A construção do texto envolve a articulação de ideias principais e secundárias (circunstanciais) – estas utilizadas com o propósito de embasar/situar aquelas. Assim, feita a leitura do texto abaixo, associe o tipo de circunstância descrito na relação de I a V e a respectiva classificação semântica exposta em uma das alternativas.

I- De acordo com um relatório da Secretaria Nacional de Pesquisas de Amostras, [...].
II- [...] pela reeleição em maio do primeiro-ministro Narendra Modi, [...].
III- Por lá, [...]. IV- [...] segundo dados da Universidade Azim Premji, em Bengaluru.
IV- [...] segundo dados da Universidade Azim Premji, em Bengaluru.
V- Para chegar a essa conclusão, [...].
A alternativa que traz a CORRETA classificação semântica das informações circunstanciais é:
Leia com atenção o texto abaixo, de modo a responder à questão.

Leia o texto abaixo para responder a questão.

Nas simpatias, a pessoa deve realizar alguma coisa para obter ou afastar algo.
Marque a alternativa que aponta o objetivo do texto.
No dia 28 de junho de 2019, o IBGE divulgou os resultados da PNAD Contínua – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua. Tal pesquisa visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Os textos I e II abaixo interpretam os dados apesentados pela PNAD Contínua.
Leia os textos I e II com atenção para responder a questão:
TEXTO I

TEXTO II

Com base na leitura do Texto II, analise a correlação feita entre as informações da coluna da esquerda com as da direita, de forma a avaliar se a proposição resultante é verdadeira (V) ou falsa (F).
Na taxa composta de subutilização da força de trabalho
Na taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas
Na taxa de desemprego
Na taxa de emprego
Na taxa de desocupação
( ) o indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial.
( ) o indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior.
( ) o indicador inclui o número de desempregados.
( ) o indicador inclui o número de desalentados e subutilizados.
( ) o indicador inclui o número dos que desistiram de procurar emprego.
O preenchimento CORRETO dos parênteses está na sentença:
No dia 28 de junho de 2019, o IBGE divulgou os resultados da PNAD Contínua – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua. Tal pesquisa visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Os textos I e II abaixo interpretam os dados apesentados pela PNAD Contínua.
Leia os textos I e II com atenção para responder a questão:
TEXTO I

TEXTO II

No dia 28 de junho de 2019, o IBGE divulgou os resultados da PNAD Contínua – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua. Tal pesquisa visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Os textos I e II abaixo interpretam os dados apesentados pela PNAD Contínua.
Leia os textos I e II com atenção para responder a questão:
TEXTO I

TEXTO II

No dia 28 de junho de 2019, o IBGE divulgou os resultados da PNAD Contínua – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua. Tal pesquisa visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Os textos I e II abaixo interpretam os dados apesentados pela PNAD Contínua.
Leia os textos I e II com atenção para responder a questão:
TEXTO I

TEXTO II

Quanto à interpretação textual, fazendo uma comparação entre os textos, pode-se afirmar que:
I- De acordo com os textos I e II, falta investimento na educação para os jovens.
II- O texto I traz uma visão pessimista sobre a recuperação do PIB do país.
III- Conforme o texto I, a falta de emprego é consequência da falta de educação dos jovens.
IV- O texto I é mais crítico em relação aos dados apresentados na PNAD, diferentemente do texto II, que é mais descritivo.
Está CORRETO o que se afirma em:
SETEMBRO AMARELO: COMO A INTERNET E
AS REDES SOCIAIS AFETAM SUA SAÚDE MENTAL
Marcella Blass
A questão da saúde mental ainda é muito associada apenas aos sintomas e ao diagnóstico de transtornos mentais. “Porém, a condição dessa classificação não é tão rasa assim”, diz Milene Rosenthal, psicóloga e co-fundadora da plataforma Telavita. Ela explica que o conceito também está relacionado ao enfrentamento de acontecimentos e problemas diários de maneira consciente, com repertório para lidar com as adversidades da vida de maneira saudável.
Apesar de serem diretamente relacionados à saúde mental, os distúrbios psíquicos sempre foram tratados como tabu. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país mais deprimido e ansioso da América Latina e, mesmo assim, esses e outros transtornos continuam a ser vistos como uma fraqueza do indivíduo.
“As pessoas entendem o sofrimento mental como vergonhoso, uma falha”, diz Danyella de Melo Santos, psicóloga e professora da pós-graduação da Universidade Anhembi Morumbi. Ela conta que é muito comum ouvir pacientes dizendo frases como “é culpa minha que eu estou deprimido”. Muitos acreditam que os problemas psicológicos devem ser resolvidos sem ajuda. “Mas quando a gente tem um infarto não tentamos resolver sozinhos.”
Tudo bem não estar bem
Ao longo dos últimos anos, com o avanço da tecnologia e da internet, a saúde mental está cada vez mais em xeque. “A internet e as redes sociais quebraram muros físicos, permitindo que julgamentos e agressões psicológicas estejam a um clique de distância”, destaca Milene.
Outro ponto de grande impacto à saúde mental é o fenômeno atual dos discursos “motivacionais”. “É como se as pessoas tivessem que estar o tempo todo dispostas, trabalhando, correndo atrás dos seus objetivos. É um discurso constante de que ‘tudo vai dar certo’. Só que isso tende ao exagero e não dá espaço para as pessoas ficarem tristes também.” Sentimento que é super natural e necessário.
As redes sociais são um espaço aberto para as pessoas expressarem suas opiniões, boas ou ruins. Para Milene, o contato direto com todo esse conteúdo, somado do discurso insistente do “tudo vai dar certo”, pode ser prejudicial às pessoas emocionalmente abaladas. E a combinação pode intensificar os gatilhos de transtornos psicológicos.
Ilusão de vida perfeita
A professora da pós-graduação em Psicologia da Universidade Anhembi Morumbi comenta que o hábito de se comparar com os outros é natural do ser humano. “O que é novo é o uso das telas, que amplificam e dão uma dimensão massificada desse contexto”, diz Danyella. “Quando eu era criança, não existiam redes sociais, mas eu me comparava com a vizinha, com a garota mais popular da escola…”
Com o turbilhão de informação por todos os cantos da internet, muitas pessoas se apegam a uma realidade fora de sua condição real. “A ilusão de vida perfeita pode despertar um sentimento de frustração em quem não consegue ter aquele estilo de vida, o que causa sofrimento e impacto na saúde mental”, explica Milene.
Nas redes sociais, principalmente as focadas em imagem, como o Instagram, os usuários se dedicam a postar apenas os grandes momentos da vida – com os melhores filtros. Mesmo que você saiba que essa não é toda a verdade do dia a dia daquela pessoa ou celebridade, seu lado irracional tende a acreditar que essas imagens perfeitas são a única realidade.
Aí, é como se todos os seus amigos e conhecidos estivessem felizes, viajando, trabalhando no emprego dos sonhos, se divertindo, e você não estivesse saindo do lugar. Mas calma, porque você não está sozinho.
Uma pesquisa do App Rating, em parceria com o aplicativo Moments, mostrou como alguns apps deixam as pessoas infelizes. Os dados coletados de 200 mil usuários mostraram que 51% se sentem infelizes no Instagram, 64% no Facebook e 56% no Tinder. As análises mostram também que os internautas passam 26 minutos felizes e 54 minutos tristes no Instagram. No Facebook, esse número é de 22 e 59 minutos, respectivamente.
Acolhimento digital
Por outro lado, com o avanço da tecnologia e da internet, a saúde mental e seus distúrbios têm sido mais discutidos. “A web tem potencial para ser um excelente ambiente de promoção da saúde mental. Isso porque pessoas com os mesmos problemas podem trocar informações e dividir suas dúvidas, angústias, medos e alegrias”, destaca Maria Cristina Ferrari, médica do Departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.
As redes sociais são lar de uma série de grupos e páginas focados em acolhimento saudável e promoção do autocuidado. “Por lá, informações e orientações realmente relevantes são publicadas diariamente com o objetivo de conscientizar e trazer à população maior conhecimento sobre transtornos mentais e a promoção da saúde mental”, diz Milene.
Ao mesmo tempo, influenciadores digitais têm assumido a missão de conscientizar seu público sobre a existência dos transtornos mentais. O caso mais recente é o do humorista Whindersson Nunes, que veio a público falar sobre depressão e a importância de buscar ajuda.
“Estudos também comprovam que, com a junção de tecnologia e internet, podemos conectar pacientes e especialistas de maneira mais eficiente – e com a mesma segurança de um consultório presencial”, destaca Milene. As consultas por Skype, por exemplo, têm ficado cada vez mais populares e acessíveis.
Disponível em https://noticias.buscavoluntaria.com.br/qual-e-o-impacto-dainternet-e-das-redes-sociais-na-sua-saude-mental/
SETEMBRO AMARELO: COMO A INTERNET E
AS REDES SOCIAIS AFETAM SUA SAÚDE MENTAL
Marcella Blass
A questão da saúde mental ainda é muito associada apenas aos sintomas e ao diagnóstico de transtornos mentais. “Porém, a condição dessa classificação não é tão rasa assim”, diz Milene Rosenthal, psicóloga e co-fundadora da plataforma Telavita. Ela explica que o conceito também está relacionado ao enfrentamento de acontecimentos e problemas diários de maneira consciente, com repertório para lidar com as adversidades da vida de maneira saudável.
Apesar de serem diretamente relacionados à saúde mental, os distúrbios psíquicos sempre foram tratados como tabu. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país mais deprimido e ansioso da América Latina e, mesmo assim, esses e outros transtornos continuam a ser vistos como uma fraqueza do indivíduo.
“As pessoas entendem o sofrimento mental como vergonhoso, uma falha”, diz Danyella de Melo Santos, psicóloga e professora da pós-graduação da Universidade Anhembi Morumbi. Ela conta que é muito comum ouvir pacientes dizendo frases como “é culpa minha que eu estou deprimido”. Muitos acreditam que os problemas psicológicos devem ser resolvidos sem ajuda. “Mas quando a gente tem um infarto não tentamos resolver sozinhos.”
Tudo bem não estar bem
Ao longo dos últimos anos, com o avanço da tecnologia e da internet, a saúde mental está cada vez mais em xeque. “A internet e as redes sociais quebraram muros físicos, permitindo que julgamentos e agressões psicológicas estejam a um clique de distância”, destaca Milene.
Outro ponto de grande impacto à saúde mental é o fenômeno atual dos discursos “motivacionais”. “É como se as pessoas tivessem que estar o tempo todo dispostas, trabalhando, correndo atrás dos seus objetivos. É um discurso constante de que ‘tudo vai dar certo’. Só que isso tende ao exagero e não dá espaço para as pessoas ficarem tristes também.” Sentimento que é super natural e necessário.
As redes sociais são um espaço aberto para as pessoas expressarem suas opiniões, boas ou ruins. Para Milene, o contato direto com todo esse conteúdo, somado do discurso insistente do “tudo vai dar certo”, pode ser prejudicial às pessoas emocionalmente abaladas. E a combinação pode intensificar os gatilhos de transtornos psicológicos.
Ilusão de vida perfeita
A professora da pós-graduação em Psicologia da Universidade Anhembi Morumbi comenta que o hábito de se comparar com os outros é natural do ser humano. “O que é novo é o uso das telas, que amplificam e dão uma dimensão massificada desse contexto”, diz Danyella. “Quando eu era criança, não existiam redes sociais, mas eu me comparava com a vizinha, com a garota mais popular da escola…”
Com o turbilhão de informação por todos os cantos da internet, muitas pessoas se apegam a uma realidade fora de sua condição real. “A ilusão de vida perfeita pode despertar um sentimento de frustração em quem não consegue ter aquele estilo de vida, o que causa sofrimento e impacto na saúde mental”, explica Milene.
Nas redes sociais, principalmente as focadas em imagem, como o Instagram, os usuários se dedicam a postar apenas os grandes momentos da vida – com os melhores filtros. Mesmo que você saiba que essa não é toda a verdade do dia a dia daquela pessoa ou celebridade, seu lado irracional tende a acreditar que essas imagens perfeitas são a única realidade.
Aí, é como se todos os seus amigos e conhecidos estivessem felizes, viajando, trabalhando no emprego dos sonhos, se divertindo, e você não estivesse saindo do lugar. Mas calma, porque você não está sozinho.
Uma pesquisa do App Rating, em parceria com o aplicativo Moments, mostrou como alguns apps deixam as pessoas infelizes. Os dados coletados de 200 mil usuários mostraram que 51% se sentem infelizes no Instagram, 64% no Facebook e 56% no Tinder. As análises mostram também que os internautas passam 26 minutos felizes e 54 minutos tristes no Instagram. No Facebook, esse número é de 22 e 59 minutos, respectivamente.
Acolhimento digital
Por outro lado, com o avanço da tecnologia e da internet, a saúde mental e seus distúrbios têm sido mais discutidos. “A web tem potencial para ser um excelente ambiente de promoção da saúde mental. Isso porque pessoas com os mesmos problemas podem trocar informações e dividir suas dúvidas, angústias, medos e alegrias”, destaca Maria Cristina Ferrari, médica do Departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.
As redes sociais são lar de uma série de grupos e páginas focados em acolhimento saudável e promoção do autocuidado. “Por lá, informações e orientações realmente relevantes são publicadas diariamente com o objetivo de conscientizar e trazer à população maior conhecimento sobre transtornos mentais e a promoção da saúde mental”, diz Milene.
Ao mesmo tempo, influenciadores digitais têm assumido a missão de conscientizar seu público sobre a existência dos transtornos mentais. O caso mais recente é o do humorista Whindersson Nunes, que veio a público falar sobre depressão e a importância de buscar ajuda.
“Estudos também comprovam que, com a junção de tecnologia e internet, podemos conectar pacientes e especialistas de maneira mais eficiente – e com a mesma segurança de um consultório presencial”, destaca Milene. As consultas por Skype, por exemplo, têm ficado cada vez mais populares e acessíveis.
Disponível em https://noticias.buscavoluntaria.com.br/qual-e-o-impacto-dainternet-e-das-redes-sociais-na-sua-saude-mental/

Disponível em:
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/13/politica/15
57776028_131882.html Acesso em 11/07/2019.
Texto adaptado.

Disponível em:
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/13/politica/15
57776028_131882.html Acesso em 11/07/2019.
Texto adaptado.

Disponível em:
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/13/politica/15
57776028_131882.html Acesso em 11/07/2019.
Texto adaptado.
Leia atentamente o fragmento a seguir:
“Se você não fizer concessões para as categorias que estão no topo, você consegue economizar muito mais que apertando as pessoas da parte de baixo…” (linhas 119-122)
Considerando a explicação apresentada, é correto deduzir que se deve

Disponível em:
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/13/politica/15
57776028_131882.html Acesso em 11/07/2019.
Texto adaptado.

Disponível em:
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/13/politica/15
57776028_131882.html Acesso em 11/07/2019.
Texto adaptado.

Disponível em:
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/13/politica/15
57776028_131882.html Acesso em 11/07/2019.
Texto adaptado.
O primeiro mamífero extinto por causa das mudanças climáticas
Em junho de 2016, o Departamento da Proteção do Meio Ambiente e da Herança australiano preparou um relatório que afirmava que o Melanomys rubicola, um tipo de roedor, teria sido o primeiro mamífero do mundo a ser extinto em razão das mudanças climáticas. No entanto, foi só agora que o governo da Austrália reconheceu a extinção do animal.
Todos os indivíduos da espécie viviam em Bramble Cay, uma pequena ilha na Oceania que, em seu ponto mais alto, desponta a apenas 3 metros do mar.
A primeira vez em que esses ratos foram avistados foi em 1845, e, em 1978, centenas deles ___________ o local. Contudo, desde 1998, a porção da ilha que fica acima da água caiu de 40 mil para 2 mil metros quadrados. Ou seja, conforme o espaço e a vegetação ___________, os animais teriam perdido cerca de 97% de seu habitat.
Assim, o Melanomys rubicola se tornou a primeira de muitas espécies que ainda serão extintas por causa do clima progressivamente quente, de acordo com os autores do estudo. Segundo eles, esses roedores poderiam ter sido salvos caso mais recursos tivessem sido dedicados à causa sustentável.
https://veja.abril.com.br/ciencia... - adaptado.
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Em 2016, o governo da Austrália reconheceu a extinção do mamífero Melanomys rubicola.
II. A espécie foi extinta devido às altas temperaturas decorrentes das mudanças climáticas.
Ainda com base no parágrafo de Lima Barreto, assinale a alternativa que indica APENAS adjetivos que aparecem no texto.
