Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 51.407 questões

Q1132844 Português
Analise esta imagem.
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: <encurtador.com.br/mnuBY>. Acesso em: 14 jun. 2019.
A partir da análise dessa imagem, é possível inferir que
Alternativas
Q1132843 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Julgamento apressado


Uma garota segurava em suas mãos duas maçãs. Sua mãe entrou e lhe pediu com uma voz doce e um belo sorriso:


— Querida, você poderia dar uma de suas maçãs para a mamãe?


A menina levanta os olhos para sua mãe durante alguns segundos, e morde subitamente uma das maçãs e logo em seguida a outra.


A mãe sente seu rosto se esfriar e perde o sorriso. Ela tenta não mostrar sua decepção quando sua filha lhe dá uma de suas maçãs mordidas. A pequena olha sua mãe com um sorriso de anjo e diz:


— A mais doce é essa!

Disponível em: <encurtador.com.br/dhGL2>. Acesso em: 12 jun. 2019. 

Analise esta imagem.
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: <encurtador.com.br/rzBC7>. Acesso em: 13 jun. 2019.
Comparando o texto “Julgamento apressado” com a imagem anterior, é incorreto afirmar que em ambos tem-se
Alternativas
Q1132842 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Julgamento apressado


Uma garota segurava em suas mãos duas maçãs. Sua mãe entrou e lhe pediu com uma voz doce e um belo sorriso:


— Querida, você poderia dar uma de suas maçãs para a mamãe?


A menina levanta os olhos para sua mãe durante alguns segundos, e morde subitamente uma das maçãs e logo em seguida a outra.


A mãe sente seu rosto se esfriar e perde o sorriso. Ela tenta não mostrar sua decepção quando sua filha lhe dá uma de suas maçãs mordidas. A pequena olha sua mãe com um sorriso de anjo e diz:


— A mais doce é essa!

Disponível em: <encurtador.com.br/dhGL2>. Acesso em: 12 jun. 2019. 

Releia este trecho.
“— Querida, você poderia dar uma de suas maçãs para a mamãe?”
Tendo em vista a terminação verbal –ria, pode-se inferir que no trecho não há
Alternativas
Q1132806 Português
Leia os textos a seguir.
TEXTO I
Imagem associada para resolução da questão Disponível em: <https://tinyurl.com/yyymjrv4>. Acesso em 14 jun. 2019.
TEXTO II
Imagem associada para resolução da questão Disponível em: <https://tinyurl.com/y43dufua>. Acesso em 14 jun. 2019.
Os dois textos posicionam-se a respeito da reforma da Previdência.
Em relação aos recursos verbais e não verbais empregados por ambos os textos, não se pode afirmar:
Alternativas
Q1132805 Português
Analise este texto.
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: <https://tinyurl.com/y4cpvftl>. Acesso em 14 jun. 2019.
Analise as afirmativas a seguir a respeito da compreensão do sentido desse texto.
I. A associação entre “Minas” e “trem” é essencial para a compreensão do duplo sentido do termo “trem” no enunciado. II. O termo “trem” assume, entre outros, sentido figurado nesse texto. III. O texto utiliza significados presentes na variação linguística regional do estado de Minas Gerais.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q1132802 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Golfinhos escolhem amigos por interesses em comum

Aquele velho ditado cravava: “diga-me com quem andas e te direi quem és”. Ele já está um tanto batido, é verdade, mas não deixa de fazer certo sentido. De fato, seres humanos tendem a se associar com quem compartilha de seus pensamentos ou interesses. Estudo conduzido por uma equipe internacional de pesquisadores concluiu que golfinhos também apresentam traços semelhantes – cada animal faz amizade com outros parecidos com ele.

Cientistas analisaram uma população de golfinhos-nariz-de-garrafa do Indo-Pacífico (a espécie mais conhecida de todas) que vive na Baía Shark, na Austrália. São os únicos bichos, no mundo, que têm o hábito de usar uma ferramenta bem curiosa na hora de caçar alimentos: esponjas-do-mar. Eles enfiam o porífero no bico e o usam para ir coletando comida em águas profundas. Essa técnica é passada de geração em geração – e nem todos os golfinhos a utilizam.

Pesquisadores das universidades de Bristol, na Inglaterra, de Zurique, na Suíça, e da Austrália Ocidental, coletaram dados comportamentais, genéticos e fotográficos de 124 golfinhos macho que vivem na Baía Shark. As informações foram reunidas ao longo de nove anos, entre 2007 e 2015. O estudo levou em consideração 37 animais, de um subconjunto que englobava 13 golfinhos “esponjeiros” e 24 “não esponjeiros”.

Os cientistas descobriram que os machos esponjeiros passavam muito mais tempo interagindo com outros machos esponjeiros do que com os não esponjeiros. E esses vínculos eram puramente relacionados à existência de técnicas semelhantes de caça com as esponjas, não a parentesco ou a outros fatores. “Esse estudo sugere que, assim como os seres humanos, golfinhos machos formam laços sociais baseados em interesses comuns”, explica Simon Allen, co-autor do estudo e pesquisador de ciências biológicas em Bristol.

Os resultados foram publicados no periódico Proceedings of the Royal Society B. Eles indicam que, mesmo em domínios completamente diversos do reino animal, a velha máxima do “diga-me com quem andas” permanece válida. E, no caso das amizades, são os semelhantes que se atraem.
Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/golfinhos-
escolhem-amigos-por-interesses-em-comum/>. 
Acesso em: 13 jun. 2019. 
A conclusão da pesquisa está corretamente descrita em:
Alternativas
Q1132801 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Golfinhos escolhem amigos por interesses em comum

Aquele velho ditado cravava: “diga-me com quem andas e te direi quem és”. Ele já está um tanto batido, é verdade, mas não deixa de fazer certo sentido. De fato, seres humanos tendem a se associar com quem compartilha de seus pensamentos ou interesses. Estudo conduzido por uma equipe internacional de pesquisadores concluiu que golfinhos também apresentam traços semelhantes – cada animal faz amizade com outros parecidos com ele.

Cientistas analisaram uma população de golfinhos-nariz-de-garrafa do Indo-Pacífico (a espécie mais conhecida de todas) que vive na Baía Shark, na Austrália. São os únicos bichos, no mundo, que têm o hábito de usar uma ferramenta bem curiosa na hora de caçar alimentos: esponjas-do-mar. Eles enfiam o porífero no bico e o usam para ir coletando comida em águas profundas. Essa técnica é passada de geração em geração – e nem todos os golfinhos a utilizam.

Pesquisadores das universidades de Bristol, na Inglaterra, de Zurique, na Suíça, e da Austrália Ocidental, coletaram dados comportamentais, genéticos e fotográficos de 124 golfinhos macho que vivem na Baía Shark. As informações foram reunidas ao longo de nove anos, entre 2007 e 2015. O estudo levou em consideração 37 animais, de um subconjunto que englobava 13 golfinhos “esponjeiros” e 24 “não esponjeiros”.

Os cientistas descobriram que os machos esponjeiros passavam muito mais tempo interagindo com outros machos esponjeiros do que com os não esponjeiros. E esses vínculos eram puramente relacionados à existência de técnicas semelhantes de caça com as esponjas, não a parentesco ou a outros fatores. “Esse estudo sugere que, assim como os seres humanos, golfinhos machos formam laços sociais baseados em interesses comuns”, explica Simon Allen, co-autor do estudo e pesquisador de ciências biológicas em Bristol.

Os resultados foram publicados no periódico Proceedings of the Royal Society B. Eles indicam que, mesmo em domínios completamente diversos do reino animal, a velha máxima do “diga-me com quem andas” permanece válida. E, no caso das amizades, são os semelhantes que se atraem.
Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/golfinhos-
escolhem-amigos-por-interesses-em-comum/>. 
Acesso em: 13 jun. 2019. 
Assinale a alternativa em que consta uma estratégia de análise empregada pelos cientistas para se chegar à conclusão apresentada a respeito do comportamento dos golfinhos.
Alternativas
Q1132762 Português
Leia o texto para responder à questão.

    Caminhando por uma calçada de Copacabana, o amigo me alertou: “Olha a patinete!”. Fiquei na dúvida: “É a patinete ou o patinete?”. Mas, antes que pudesse concluir a frase, o bicho surgiu como um touro bravo e mal consegui afastar-me para que ele passasse a um centímetro. Ali, aprendi. A patinete ou o patinete, tanto faz – se você não ficar esperto, ele ou ela passa por cima e você vai discutir questão de gênero no outro mundo.
    O Rio de Janeiro está tomado pelas patinetes elétricas, daquelas que, tendo você chegado ao seu destino, podem ser deixadas em qualquer lugar – na porta de farmácias ou hospitais, nas vagas para deficientes ou entre as motos nos estacionamentos das delegacias. Ninguém se importa. Já vi gente de todos os sexos, idades e massa corporal voando nessas patinetes. E soube que, pela incidência de ombros, quadris e joelhos avariados em quedas e colisões, os ortopedistas estão fazendo a festa.
(Ruy Castro. A invasão das patinetes voadoras.
Folha de S.Paulo. 01.05.2019. Adaptado)
As informações do último parágrafo do texto permitem concluir que
Alternativas
Q1132760 Português
Leia a tira para responder à questão.


(Bill Watterson. O mundo é mágico: As aventuras de Calvin e Haroldo.
São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010, p. 63)
A leitura da tira permite concluir que
Alternativas
Q1132757 Português
Leia o texto para responder à questão.

Computadores contra a leitura

    Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
    Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
    A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
    Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
    A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
A seguinte passagem do texto apresenta uma comparação:
Alternativas
Q1132752 Português
Leia o texto para responder à questão.

Computadores contra a leitura

    Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
    Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
    A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
    Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
    A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
Considerando que a informação de que os computadores “habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado” é apresentada no texto como hipótese, essa noção de hipótese está corretamente expressa em:
Alternativas
Q1132751 Português
Leia o texto para responder à questão.

Computadores contra a leitura

    Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
    Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
    A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
    Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
    A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
De acordo com o texto,
Alternativas
Q1132750 Português
Leia o texto para responder à questão.

Computadores contra a leitura

    Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
    Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
    A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
    Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
    A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
Conforme as informações dos dois primeiros parágrafos do texto,
Alternativas
Q1132710 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

MEMES, É PRA ISSO QUE EU PAGO INTERNET!
Por Jaider Morais

    É indiscutível que a internet revolucionou nossas vidas com os serviços, redes sociais e informações em tempo real e sem barreiras geográficas. O tempo, em que ficamos conectados, aumenta a cada dia e sempre nos deparamos com coisas engraçadas, que de repente todo mundo está compartilhando e muitas vezes nem sabemos de onde veio ou qual a referência. Estamos falando dos memes, uma indústria acelerada que não brinca em serviço.
    Pra quem gosta desse tipo de conteúdo (quase todo mundo), é motivo de orgulho morar no país que é considerado um grande e bem sucedido polo industrial desses maravilhosos conteúdos. Quem nunca leu por aí que o Brasil é uma fábrica de memes ou o país deles, ou ainda que brasileiro faz piada com tudo? Pois é, gente. Vamos ver um pouco de como isso surgiu e relembrar alguns clássicos.
    Em poucas palavras, memes podem ser fotos/desenhos, em muitas vezes com frases em letras garrafais; gifs ou vídeos curtos; sons ou músicas e textos que quase sempre usam de uma boa dose de humor e se espalham rapidamente pela internet. A palavra meme vem de um termo grego e significa “imitação”. Foi usado pela primeira vez, em 1976, pelo escritor britânico Richard Dawkins em seu bestseller “O Gene Egoísta”. O conceito é bem amplo, mas em resumo ele descreveu meme como uma informação que se multiplica de cérebro em cérebro ou em locais onde a informação é armazenada (como livros). [...]
    A gente adora fazer piada de tudo, né? Seja do entrevistador que cometeu uma gafe ao vivo; da celebridade que fez uma cara estranha; do jogador de futebol que caiu; do gatinho engraçado, dentre muitas outras. Em minha opinião, o surgimento dos memes para o brasileiro é a ilustração daquela frase: “essa arma” é poderosa e não pode cair em mãos erradas”.
    Não que eu seja velho, mas eu me lembro dos memes que fizeram sucesso em vídeos e animações postadas nos primórdios das redes sociais ou que eram compartilhados por e-mail ou no infravermelho do celular. “Bebê dançarino”, “Vaca louca” e “A baratinha” são exemplos dos primeiros memes que eclodiram no meio tecnológico.
(Fonte: Design com Café)
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1132669 Português
Considerando o emprego do sinal indicativo de crase, assinale a alternativa que completa corretamente a frase a seguir:
O autor fez referência à
Alternativas
Q1132665 Português
Leia o texto para responder à questão.

Sonhos de uma sesta

    Como é bom tirar uma sesta, abaixar a cortina e dar um risinho safado para o capital que se esborracha lá fora; como é bom, mesmo para um falido, ajeitar os travesseiros — de palha ou de pena de ganso — e cerrar os olhos para sonhos pequenos. Uma sesta com os macaquinhos lá fora nos fios, como a minha sesta carioca; uma sesta com as janelas abertas na rua da Aurora, a rua mais linda do mundo, de onde avistam-se Beberibes, Capibaribes, Áfricas, Tongas e Polinésias…
    Numa sesta não vale sonhos épicos, apenas sonhos pequenos, daqueles que a gente realiza num piscar de olhos. Ou simplesmente deixa para lá. Ridículo correr desembestadamente atrás de sonhos. Sonhos são filmes grátis, que vemos deitadinhos, sem o barulho ridículo de pipoca ou de gente. Os sonhos são feitos pelos cineastas mortos, jeito de ocupar-lhes no purgatório. Quanto dura uma sesta? O ideal é que não se faça o uso do despertador, que não seja um curta- -metragem, que seja um filme que se durma nele inteirinho.
    A sesta com a benção da minha mãe.
    – Meu filho, durma pelo menos uma meia horinha depois do almoço.
    Minha mãe chorava no dia em que fui embora, mas nada dizia além da receita da sesta. Mulher de coragem: deixar aquele graveto, só o couro e o osso, ganhar a estrada apenas com uma rede que ela botou no fundo da mala...
    Como eu queria achar de novo essa rede e tirar a maior das sestas, mas troquei por alguma coisa, vício, comida, sei lá, entre uns desalmados de um cortiço do Recife, num sótão ali na Barão de São Borja. Até quando a usei, era uma rede que balançava lágrimas e meus chinelos sempre acordavam boiando de manhã.
(Xico Sá. In Humberto Werneck (org.). Boa companhia:
crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005. Adaptado)
Um vocábulo que exprime um juízo do autor está destacado em:
Alternativas
Q1132663 Português
Leia o texto para responder à questão.

Sonhos de uma sesta

    Como é bom tirar uma sesta, abaixar a cortina e dar um risinho safado para o capital que se esborracha lá fora; como é bom, mesmo para um falido, ajeitar os travesseiros — de palha ou de pena de ganso — e cerrar os olhos para sonhos pequenos. Uma sesta com os macaquinhos lá fora nos fios, como a minha sesta carioca; uma sesta com as janelas abertas na rua da Aurora, a rua mais linda do mundo, de onde avistam-se Beberibes, Capibaribes, Áfricas, Tongas e Polinésias…
    Numa sesta não vale sonhos épicos, apenas sonhos pequenos, daqueles que a gente realiza num piscar de olhos. Ou simplesmente deixa para lá. Ridículo correr desembestadamente atrás de sonhos. Sonhos são filmes grátis, que vemos deitadinhos, sem o barulho ridículo de pipoca ou de gente. Os sonhos são feitos pelos cineastas mortos, jeito de ocupar-lhes no purgatório. Quanto dura uma sesta? O ideal é que não se faça o uso do despertador, que não seja um curta- -metragem, que seja um filme que se durma nele inteirinho.
    A sesta com a benção da minha mãe.
    – Meu filho, durma pelo menos uma meia horinha depois do almoço.
    Minha mãe chorava no dia em que fui embora, mas nada dizia além da receita da sesta. Mulher de coragem: deixar aquele graveto, só o couro e o osso, ganhar a estrada apenas com uma rede que ela botou no fundo da mala...
    Como eu queria achar de novo essa rede e tirar a maior das sestas, mas troquei por alguma coisa, vício, comida, sei lá, entre uns desalmados de um cortiço do Recife, num sótão ali na Barão de São Borja. Até quando a usei, era uma rede que balançava lágrimas e meus chinelos sempre acordavam boiando de manhã.
(Xico Sá. In Humberto Werneck (org.). Boa companhia:
crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto está adequadamente interpretado, considerando o sentido que expressa no texto.
Alternativas
Q1132662 Português
Leia o texto para responder à questão.

Sonhos de uma sesta

    Como é bom tirar uma sesta, abaixar a cortina e dar um risinho safado para o capital que se esborracha lá fora; como é bom, mesmo para um falido, ajeitar os travesseiros — de palha ou de pena de ganso — e cerrar os olhos para sonhos pequenos. Uma sesta com os macaquinhos lá fora nos fios, como a minha sesta carioca; uma sesta com as janelas abertas na rua da Aurora, a rua mais linda do mundo, de onde avistam-se Beberibes, Capibaribes, Áfricas, Tongas e Polinésias…
    Numa sesta não vale sonhos épicos, apenas sonhos pequenos, daqueles que a gente realiza num piscar de olhos. Ou simplesmente deixa para lá. Ridículo correr desembestadamente atrás de sonhos. Sonhos são filmes grátis, que vemos deitadinhos, sem o barulho ridículo de pipoca ou de gente. Os sonhos são feitos pelos cineastas mortos, jeito de ocupar-lhes no purgatório. Quanto dura uma sesta? O ideal é que não se faça o uso do despertador, que não seja um curta- -metragem, que seja um filme que se durma nele inteirinho.
    A sesta com a benção da minha mãe.
    – Meu filho, durma pelo menos uma meia horinha depois do almoço.
    Minha mãe chorava no dia em que fui embora, mas nada dizia além da receita da sesta. Mulher de coragem: deixar aquele graveto, só o couro e o osso, ganhar a estrada apenas com uma rede que ela botou no fundo da mala...
    Como eu queria achar de novo essa rede e tirar a maior das sestas, mas troquei por alguma coisa, vício, comida, sei lá, entre uns desalmados de um cortiço do Recife, num sótão ali na Barão de São Borja. Até quando a usei, era uma rede que balançava lágrimas e meus chinelos sempre acordavam boiando de manhã.
(Xico Sá. In Humberto Werneck (org.). Boa companhia:
crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005. Adaptado)
No contexto do 1o parágrafo, as expressões “de palha ou de pena de ganso”, que caracterizam o vocábulo travesseiros, contribuem para sugerir que
Alternativas
Q1132661 Português
Leia o texto para responder à questão.

Sonhos de uma sesta

    Como é bom tirar uma sesta, abaixar a cortina e dar um risinho safado para o capital que se esborracha lá fora; como é bom, mesmo para um falido, ajeitar os travesseiros — de palha ou de pena de ganso — e cerrar os olhos para sonhos pequenos. Uma sesta com os macaquinhos lá fora nos fios, como a minha sesta carioca; uma sesta com as janelas abertas na rua da Aurora, a rua mais linda do mundo, de onde avistam-se Beberibes, Capibaribes, Áfricas, Tongas e Polinésias…
    Numa sesta não vale sonhos épicos, apenas sonhos pequenos, daqueles que a gente realiza num piscar de olhos. Ou simplesmente deixa para lá. Ridículo correr desembestadamente atrás de sonhos. Sonhos são filmes grátis, que vemos deitadinhos, sem o barulho ridículo de pipoca ou de gente. Os sonhos são feitos pelos cineastas mortos, jeito de ocupar-lhes no purgatório. Quanto dura uma sesta? O ideal é que não se faça o uso do despertador, que não seja um curta- -metragem, que seja um filme que se durma nele inteirinho.
    A sesta com a benção da minha mãe.
    – Meu filho, durma pelo menos uma meia horinha depois do almoço.
    Minha mãe chorava no dia em que fui embora, mas nada dizia além da receita da sesta. Mulher de coragem: deixar aquele graveto, só o couro e o osso, ganhar a estrada apenas com uma rede que ela botou no fundo da mala...
    Como eu queria achar de novo essa rede e tirar a maior das sestas, mas troquei por alguma coisa, vício, comida, sei lá, entre uns desalmados de um cortiço do Recife, num sótão ali na Barão de São Borja. Até quando a usei, era uma rede que balançava lágrimas e meus chinelos sempre acordavam boiando de manhã.
(Xico Sá. In Humberto Werneck (org.). Boa companhia:
crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005. Adaptado)
Do 3o ao 6o parágrafo, o texto assume um tom
Alternativas
Q1132660 Português
Leia o texto para responder à questão.

Sonhos de uma sesta

    Como é bom tirar uma sesta, abaixar a cortina e dar um risinho safado para o capital que se esborracha lá fora; como é bom, mesmo para um falido, ajeitar os travesseiros — de palha ou de pena de ganso — e cerrar os olhos para sonhos pequenos. Uma sesta com os macaquinhos lá fora nos fios, como a minha sesta carioca; uma sesta com as janelas abertas na rua da Aurora, a rua mais linda do mundo, de onde avistam-se Beberibes, Capibaribes, Áfricas, Tongas e Polinésias…
    Numa sesta não vale sonhos épicos, apenas sonhos pequenos, daqueles que a gente realiza num piscar de olhos. Ou simplesmente deixa para lá. Ridículo correr desembestadamente atrás de sonhos. Sonhos são filmes grátis, que vemos deitadinhos, sem o barulho ridículo de pipoca ou de gente. Os sonhos são feitos pelos cineastas mortos, jeito de ocupar-lhes no purgatório. Quanto dura uma sesta? O ideal é que não se faça o uso do despertador, que não seja um curta- -metragem, que seja um filme que se durma nele inteirinho.
    A sesta com a benção da minha mãe.
    – Meu filho, durma pelo menos uma meia horinha depois do almoço.
    Minha mãe chorava no dia em que fui embora, mas nada dizia além da receita da sesta. Mulher de coragem: deixar aquele graveto, só o couro e o osso, ganhar a estrada apenas com uma rede que ela botou no fundo da mala...
    Como eu queria achar de novo essa rede e tirar a maior das sestas, mas troquei por alguma coisa, vício, comida, sei lá, entre uns desalmados de um cortiço do Recife, num sótão ali na Barão de São Borja. Até quando a usei, era uma rede que balançava lágrimas e meus chinelos sempre acordavam boiando de manhã.
(Xico Sá. In Humberto Werneck (org.). Boa companhia:
crônicas. São Paulo, Companhia das Letras, 2005. Adaptado)
Nos dois primeiros parágrafos, o texto está organizado de modo a
Alternativas
Respostas
30581: B
30582: C
30583: B
30584: C
30585: D
30586: A
30587: C
30588: B
30589: D
30590: D
30591: B
30592: C
30593: E
30594: A
30595: A
30596: A
30597: B
30598: E
30599: C
30600: D