Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

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Q2027052 Português
Tecnologia pode afetar positivamente a educação
(TOMBORELLI, Paula)
(adaptado)

           Desafios e oportunidades estão por vir no sistema educacional brasileiro. (...) Mas, o que pode mudar? A começar pela cultura educacional, estimular não somente o ensino cognitivo e intelectual, como também o desenvolvimento socioemocional, de modo que, juntos, sirvam de princípio para transmitir valores, conhecimentos e habilidades.

            Uma novidade no ensino médio é que até 20% da carga horária do curso diurno poderá ser ofertada na modalidade de educação a distância (EAD), chegando a 30% no curso noturno. Este modelo está em alta no Brasil (em cursos superiores e corporativos), portanto, ter contato com os dois métodos desde cedo ajudaria os estudantes a optarem entre o presencial ou o EAD ao ingressarem na universidade.

           Em ambos os casos, estimular o uso de outras tecnologias seria um passo importante, pois trata-se de uma oportunidade para as escolas se adequarem a novos formatos e modernizarem seus modelos de ensino, o que proporcionaria mais igualdade na distribuição da educação.
De acordo com a leitura atenta do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2027047 Português
De acordo com a tira, leia as alternativas abaixo e assinale a correta. 
Alternativas
Q2026789 Português

Leia o texto para responder à questão. 


O poder do mosquito

     Este 2019 começou marcado pelo ressurgimento de um velho e temível inimigo dos brasileiros: o Aedes aegypti. Nada menos de 994 cidades – um quinto dos 5214 municípios pesquisados – estão com altos níveis de infestação pelo mosquito.

    Há duas formas de encarar a recente proliferação do Aedes, mosquito de origem africana que inferniza a vida de brasileiros desde que aqui aportou, séculos atrás, provavelmente a bordo de navios de traficantes de escravos.

     A mais benigna põe ênfase nas condições meteorológicas para multiplicação do vetor, como a temperatura e a pluviosidade mais elevadas deste ano. Trata-se da visão favorita de governantes que se esquivam de responsabilidades.

     Outra forma de encarar o poder redivivo do inseto é enxergar aí o fracasso do poder público em combater uma doença típica do subdesenvolvimento – ou da sociedade como um todo, porque erradicar o Aedes aegypti é um desafio que começa na casa de cada um.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 07.05.2019. Adaptado)

Com base nas informações textuais, é correto concluir que o título do texto se refere
Alternativas
Q2026785 Português

Leia a charge para responder à questão.



(Chargista Duke. https://www.otempo.com.br)


Leia o texto para responder à questão.


  Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) anunciaram a descoberta do vírus mayaro, no Estado do Rio.

  O vírus é uma espécie de ‘primo’ da chikungunya e provoca as mesmas reações nos pacientes: febres e intensas dores musculares e articulares que podem se prolongar por muitos meses. De forma semelhante ao que transmite a febre amarela, o mayaro é um vírus que, pelo menos até agora, existia apenas em áreas silvestres amazônicas.

  No entanto, sua presença no estado do Rio não surpreendeu os cientistas da UFRJ – há quase quatro anos, eles já alertavam sobre a possibilidade da existência do vírus em território fluminense, por meio de uma adaptação ao ambiente urbano.

  Segundo a pesquisa, com o passar do tempo, o mayaro pode se adaptar ainda mais e também ser transmitido tanto pelo Aedes aegypti quanto pelo pernilongo Culex – bastante comum no RJ, o que, segundo os pesquisadores, pode aumentar o risco de epidemia.


(https://g1.globo.com.ghtml. Adaptado)

A informação comum à charge e ao texto diz respeito
Alternativas
Q2026784 Português

Leia a charge para responder à questão. 




(Chargista Duke. https://www.otempo.com.br)

A fala do segundo mosquito caracteriza-se por conter termos empregados em sentido
Alternativas
Q2026782 Português

Leia a charge para responder à questão. 




(Chargista Duke. https://www.otempo.com.br)

Na fala do segundo mosquito, a expressão Pois é indica uma
Alternativas
Q2026722 Português
Texto I


Como uma festa rural virou o fenômeno global do Halloween 

Surgida na Europa, a festividade que deu origem ao Halloween viajou para o continente americano com os peregrinos. Nos últimos anos, empreendeu um novo périplo, que a levou de volta ao Velho C o n t i n e n t e e a q u a s e t o d o s o s p a í s e s ocidentalizados, alguns dos quais veem com preocupação que suas tradições sobre os mortos sejam deslocadas por esta festividade importada.

Além de seu vínculo com a natureza e a religião, o Halloween tem um marcado caráter subversivo. Durante uma noite, os papéis se transtornam, o monstro – o diferente – abandona seu esconderijo, e as crianças atemorizam os adultos com a frase “doce ou travessura”. “O Halloween tem muitas semelhanças com antigas celebrações europeias como a Festa dos Loucos, em que, por um dia, os plebeus se vestiam como reis, e a ordem social se invertia”, afirma David Skal.

Um receio que, como detalha Skal, em seu livro sobre o tema, esquece que todas as tradições se misturam e evoluem, incluindo Halloween. De fato, elementos que se consideram inerentes a esta festa são relativamente recentes. É o caso das bruxas, sempre representadas como idosas grotescas, vestidas de preto e usando chapéus bicudos. Longe de proceder da Idade Média ou do Barroco, esse imaginário tem sua origem na Bruxa do Oeste interpretada por Margaret Hamilton na versão de O Mágico de Oz de 1939. Até então, as bruxas do Halloween eram espevitadas melindrosas com vestidos coloridos.

“Há pessoas que se queixam da invasão do Halloween ou da apropriação da cultura mexicana pelos anglo-saxões. Mas eu vivo no sul da Califórnia, onde há muita população hispânica, e a maioria das pessoas parecem gostar que as decorações e ritos do Dia dos Mortos se misturem às do Halloween. No entanto, cada comunidade se relaciona com os mortos de um jeito diferente. Os norte-americanos através de criações como Drácula e Gasparzinho, enquanto a cultura latina honra os defuntos com mais seriedade”, ressaltou Skal.

Eduardo Bravo

(Adaptado de: https://brasil.elpais.com/)




Texto II

A polêmica sobre a apropriação cultural e a necessidade do debate fora das redes

          A globalização, impulsionada neste século pela i n t e r n e t , v e m p r o p i c i a n d o o f r e n é t i c o desenvolvimento cultural com a ampliação da c o m u n i c a ç ã o e n tr e c u l t u r a s d i v e r s a s e , c o n s e q u e n t e m e n t e , a d i s s e m i n a ç ã o d e conhecimentos, ideias e tradições culturais de uma maneira instantânea, jamais vista. No mesmo caminho, a cultura industrial extremamente capitalista patrocina a utilização, em larga escala, de bens culturais como mercadorias ou mesmo para fins de entretenimento.
       Nesta seara é que comunidades menos favorecidas alegam apropriação de aspectos de suas culturas por grupos mais influentes, protestando que o valor do bem cultural apropriado é desvalorizado de forma significante, o que causaria prejuízos à comunidade detentora do bem.
             Não se pode olvidar que há recriação de patrimônio cultural ao longo do tempo, o qual passa constantemente por atualização ou mesmo modernização. Inclusive, neste sentido e na circunstância de recriação de patrimônio, grupos sociais que não os “proprietários” da bagagem cultural eventualmente se apropriam de bens culturais de grupos diversos como elementos de sua identidade.
             De fato, a troca de experiências culturais existe desde que o mundo é mundo. No entanto, a problemática surge no momento em que indivíduos pertencentes a grupos sociais dominantes se utilizam de particularidades culturais de grupos menos favorecidos, sem que façam parte do grupo ou mesmo tenham qualquer entendimento sobre a cultura, ainda mais considerando que tal bem apropriado é, na maioria das vezes, sagrado para a comunidade e explorado, por outra, na moda, como entretenimento ou para fins comerciais.
          É o caso de corporações que se utilizam de fatores culturais de comunidades tradicionais com fins comerciais, como a indústria da moda que muitas vezes se inspira em tendências baseadas em diferentes culturas encontradas ao longo do continente, tais como a indígena, folclórica, nordestina e de povos imigrantes, bem como agências de turismo, as quais fazem o uso não autorizado de expressões culturais, tais como danças e festas, para promoção de viagens.
Luciana Ferreira Bortolozo
(Extraído e adaptado de: www.conjur.com.br/)
Uma ideia presente nos dois textos se baseia na opinião de que as culturas:
Alternativas
Q2026721 Português
Texto I


Como uma festa rural virou o fenômeno global do Halloween 

Surgida na Europa, a festividade que deu origem ao Halloween viajou para o continente americano com os peregrinos. Nos últimos anos, empreendeu um novo périplo, que a levou de volta ao Velho C o n t i n e n t e e a q u a s e t o d o s o s p a í s e s ocidentalizados, alguns dos quais veem com preocupação que suas tradições sobre os mortos sejam deslocadas por esta festividade importada.

Além de seu vínculo com a natureza e a religião, o Halloween tem um marcado caráter subversivo. Durante uma noite, os papéis se transtornam, o monstro – o diferente – abandona seu esconderijo, e as crianças atemorizam os adultos com a frase “doce ou travessura”. “O Halloween tem muitas semelhanças com antigas celebrações europeias como a Festa dos Loucos, em que, por um dia, os plebeus se vestiam como reis, e a ordem social se invertia”, afirma David Skal.

Um receio que, como detalha Skal, em seu livro sobre o tema, esquece que todas as tradições se misturam e evoluem, incluindo Halloween. De fato, elementos que se consideram inerentes a esta festa são relativamente recentes. É o caso das bruxas, sempre representadas como idosas grotescas, vestidas de preto e usando chapéus bicudos. Longe de proceder da Idade Média ou do Barroco, esse imaginário tem sua origem na Bruxa do Oeste interpretada por Margaret Hamilton na versão de O Mágico de Oz de 1939. Até então, as bruxas do Halloween eram espevitadas melindrosas com vestidos coloridos.

“Há pessoas que se queixam da invasão do Halloween ou da apropriação da cultura mexicana pelos anglo-saxões. Mas eu vivo no sul da Califórnia, onde há muita população hispânica, e a maioria das pessoas parecem gostar que as decorações e ritos do Dia dos Mortos se misturem às do Halloween. No entanto, cada comunidade se relaciona com os mortos de um jeito diferente. Os norte-americanos através de criações como Drácula e Gasparzinho, enquanto a cultura latina honra os defuntos com mais seriedade”, ressaltou Skal.

Eduardo Bravo

(Adaptado de: https://brasil.elpais.com/)




Texto II

A polêmica sobre a apropriação cultural e a necessidade do debate fora das redes

          A globalização, impulsionada neste século pela i n t e r n e t , v e m p r o p i c i a n d o o f r e n é t i c o desenvolvimento cultural com a ampliação da c o m u n i c a ç ã o e n tr e c u l t u r a s d i v e r s a s e , c o n s e q u e n t e m e n t e , a d i s s e m i n a ç ã o d e conhecimentos, ideias e tradições culturais de uma maneira instantânea, jamais vista. No mesmo caminho, a cultura industrial extremamente capitalista patrocina a utilização, em larga escala, de bens culturais como mercadorias ou mesmo para fins de entretenimento.
       Nesta seara é que comunidades menos favorecidas alegam apropriação de aspectos de suas culturas por grupos mais influentes, protestando que o valor do bem cultural apropriado é desvalorizado de forma significante, o que causaria prejuízos à comunidade detentora do bem.
             Não se pode olvidar que há recriação de patrimônio cultural ao longo do tempo, o qual passa constantemente por atualização ou mesmo modernização. Inclusive, neste sentido e na circunstância de recriação de patrimônio, grupos sociais que não os “proprietários” da bagagem cultural eventualmente se apropriam de bens culturais de grupos diversos como elementos de sua identidade.
             De fato, a troca de experiências culturais existe desde que o mundo é mundo. No entanto, a problemática surge no momento em que indivíduos pertencentes a grupos sociais dominantes se utilizam de particularidades culturais de grupos menos favorecidos, sem que façam parte do grupo ou mesmo tenham qualquer entendimento sobre a cultura, ainda mais considerando que tal bem apropriado é, na maioria das vezes, sagrado para a comunidade e explorado, por outra, na moda, como entretenimento ou para fins comerciais.
          É o caso de corporações que se utilizam de fatores culturais de comunidades tradicionais com fins comerciais, como a indústria da moda que muitas vezes se inspira em tendências baseadas em diferentes culturas encontradas ao longo do continente, tais como a indígena, folclórica, nordestina e de povos imigrantes, bem como agências de turismo, as quais fazem o uso não autorizado de expressões culturais, tais como danças e festas, para promoção de viagens.
Luciana Ferreira Bortolozo
(Extraído e adaptado de: www.conjur.com.br/)
Considerando as ideias expostas, observa-se a crítica ao seguinte aspecto:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2019 - UFG - Jornalista |
Q2014767 Português

Campanha 2019 da Prefeitura de São Paulo contra o frio.


8.png (378×188) 


Disponível em: <http://propmark.com.br/agencias/moradores-de-rua-protagonizam-campanha-deinverno-da-prefeitura-de-sao-paulo>. Acesso em: 12 jul. 2019.



Um dos problemas das grandes cidades é o frio que os moradores de rua enfrentam. Na campanha publicitária da Prefeitura de São Paulo, o jogo de palavras criado para provocar efeito de sentido manifesta-se por meio do 

Alternativas
Q2014681 Português
Para responder a questão, considere o excerto transcrito abaixo. 

A procura de informações sobre sintomas e doenças na internet é comum e, muitas vezes, serve a propósitos úteis. De acordo com[1] Aiken e Kirwan (2012), a internet é um valioso recurso na busca de informações médicas e continuará sendo por muitos anos. Porém, a web possui, em paralelo, um poder potencial de aumentar a ansiedade dos sujeitos sem treinamento médico, no momento em que[2] estejam buscando diagnósticos em websites. Dessa forma, contemporaneamente, pessoas que são[3] excessivamente angustiadas ou muito preocupadas com a sua saúde realizam pesquisas constantes na internet. Porém, apenas se tornam mais ansiosas ou amedrontadas. Pense por um momento e, em sua reflexão, responda a si se nunca fez uma busca na internet após receber seu exame de sangue ou surgir uma mancha em alguma região do seu corpo. Esse tipo de comportamento é bem frequente, mas apenas uma minoria apresenta uma manifestação patológica (cibercondríaca) desse funcionamento.
No trecho, entrecruzam-se
Alternativas
Q2014375 Português
A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.


A (in)segurança pública e os reflexos na sociedade
José Ricardo Bandeira

   A cada dia que passa os cidadãos das grandes cidades e capitais brasileiras são obrigados a conviver com a explosão de violência e criminalidade que assola o país. Balas perdidas, arrastões, roubos e homicídios já não são surpresas em uma nação que tem a incrível taxa de mais de 60 mil assassinatos por ano.
  E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.
   A saber, nas últimas décadas, tornou-se prática obrigatória no Brasil combater a criminalidade por meio do enfrentamento policial em detrimento de muitas outras medidas racionais e científicas que poderiam trazer resultados sólidos.
   Em uma caixa chamada segurança pública, onde existem diversas outras alternativas, a polícia é única e tão somente uma das ferramentas no combate à criminalidade.
   Apenas para ilustrar como os nossos governantes priorizam o enfrentamento policial, a primeira grande operação no Brasil ocorreu no dia 21 de março de 1963 na “comunidade da favela”, hoje conhecida como morro da Providência, no Rio. Com o apoio de um helicóptero, cerca de 500 policiais cercaram a comunidade e fizeram 200 presos. Daí por diante, essa foi a política de segurança implementada por praticamente todos os governadores do Brasil. Entretanto, ao priorizar o enfrentamento policial, os efeitos colaterais são inevitáveis. Há morte de inocentes, caos e transtornos nas grandes cidades e prejuízos ao comércio e turismo, além de graves sequelas psicológicas provocadas naqueles que vivenciam a violência diariamente.
   A segurança pública é uma ciência e, como tal, deve ser tratada e conduzida. Logo, a forma mais eficiente de lidar com a violência nas grandes cidades é por meio de investimento em inteligência, impedindo que drogas, armas e munições cheguem às comunidades dominadas pelo tráfico de drogas e pelas organizações criminosas. Asfixia-se, assim, suas ações e corta-se seus recursos — sem drogas, armas e munições, o crime naturalmente sucumbe.
   Todavia, nesse critério, o governo federal sempre foi o grande vilão da segurança pública, pois nunca impediu que drogas, armas e munições atravessassem fronteiras, percorressem estradas, portos e aeroportos e chegassem às comunidades.
   Em paralelo à aplicação das medidas de inteligência, é necessário também um grande projeto de geração de emprego e renda em substituição ao dinheiro gerado pela narcoeconomia que circula nas comunidades. Infelizmente, enquanto tais medidas não forem implementadas, continuaremos a velha política de enfrentamento e com a triste classificação de termos a polícia que mais mata e que mais morre no mundo.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 16 abr. 2019
Um traço caraterizador da sequência argumentativa presente no texto é
Alternativas
Q2014367 Português
Depois da leitura de vários contos de fada, uma professora propôs a atividade de leitura a seguir.
✓ Por que os contos de fadas apenas as princesas são brancas, magras e injustiçadas? ✓ Por que príncipes são sempre elegantes, ricos e geralmente loiros? ✓ Por que finais são sempre felizes? ✓ Por que a moral apresenta-se sempre tão ingênua que se afasta do real? ✓ Por que sempre existem apenas dois lados: o bem e o mal?

Essa atividade proposta pela professora traz, subjacente, uma concepção de leitura que concebe o ato de ler como
Alternativas
Q2014366 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.

Vatapá

Quem quiser vatapá, ô
Que procure fazer
Primeiro o fubá, depois o dendê
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Amendoim, camarão, rala um coco
Na hora de machucar
Sal com gengibre e cebola, ô iaiá
Na hora de temperar
Não para de mexer, ô
Que é pra não embolar
Panela no fogo, não deixa queimar
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais

(Disponível em:<www.letras.com/dorival-caymm> . Acesso em: 20 abr. 2019.

A questão refere-se ao trecho a seguir.

“uma nega que saiba mexer” 


A construção linguística dessa expressão sugere,

Alternativas
Q2014365 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.

Vatapá

Quem quiser vatapá, ô
Que procure fazer
Primeiro o fubá, depois o dendê
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Amendoim, camarão, rala um coco
Na hora de machucar
Sal com gengibre e cebola, ô iaiá
Na hora de temperar
Não para de mexer, ô
Que é pra não embolar
Panela no fogo, não deixa queimar
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais

(Disponível em:<www.letras.com/dorival-caymm> . Acesso em: 20 abr. 2019.

A questão refere-se ao trecho a seguir.

“uma nega que saiba mexer” 


A expressão traduz, discursivamente,
Alternativas
Q2014361 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.

Vatapá

Quem quiser vatapá, ô
Que procure fazer
Primeiro o fubá, depois o dendê
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Amendoim, camarão, rala um coco
Na hora de machucar
Sal com gengibre e cebola, ô iaiá
Na hora de temperar
Não para de mexer, ô
Que é pra não embolar
Panela no fogo, não deixa queimar
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais

(Disponível em:<www.letras.com/dorival-caymm> . Acesso em: 20 abr. 2019.
Considerando as condições de produção do texto, a intenção comunicativa prioritária é
Alternativas
Q2014360 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.

Vatapá

Quem quiser vatapá, ô
Que procure fazer
Primeiro o fubá, depois o dendê
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Procure uma nega baiana, ô
Que saiba mexer
Que saiba mexer, que saiba mexer
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Amendoim, camarão, rala um coco
Na hora de machucar
Sal com gengibre e cebola, ô iaiá
Na hora de temperar
Não para de mexer, ô
Que é pra não embolar
Panela no fogo, não deixa queimar
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Com qualquer dez mil réis e uma nega, ô
Se faz um vatapá, se faz um vatapá
E que bom vatapá
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais
Bota castanha de caju, um bocadinho mais
Pimenta malagueta, um bocadinho mais

(Disponível em:<www.letras.com/dorival-caymm> . Acesso em: 20 abr. 2019.
Considerando as condições de produção, Vatapá apresenta, em sua composição,
Alternativas
Q2014358 Português
A questão refere-se ao excerto a seguir.

No ensino fundamental, [1] predominam as interpretações de texto trazidas pelo livro didático, [2] usualmente feitas a partir de textos incompletos, [3] e as atividades extraclasses, constituídas de resumos dos textos, [4] fichas de leitura e debates em sala de aula, [5] cujo objetivo maior é recontar a história lida ou dizer o poema com suas próprias palavras. Isso quando a atividade, que recebe de forma paradoxal o título de especial, não consiste simplesmente na leitura do livro, sem nenhuma forma de resposta do aluno ao texto lido, além da troca com o colega, depois de determinado período para a fruição. As fichas de leitura, condenadas por cercear a criatividade, são no geral para a identificação ou classificação de dados, servindo simples confirmação da leitura feita.

Cosson, Rildo. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2006.
Da leitura do excerto, conclui-se que, no ensino fundamental,
Alternativas
Q2014357 Português

A questão refere-se ao texto a seguir.


O discurso humorístico do texto é construído por meio
Alternativas
Q2014355 Português

A questão refere-se ao texto a seguir.


 No texto, há a presença de uma informação
Alternativas
Q2014354 Português

A questão refere-se ao texto a seguir.


Para se recuperar a intenção comunicativa dominante, o leitor, prioritariamente, deve 
Alternativas
Respostas
30161: C
30162: C
30163: D
30164: C
30165: A
30166: C
30167: D
30168: A
30169: D
30170: A
30171: B
30172: D
30173: D
30174: C
30175: D
30176: B
30177: C
30178: C
30179: C
30180: C