Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Ano: 2019 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES Provas: IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Administrativa | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico Urologista | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Engenheiro Agrônomo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Engenheiro Civil | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico Endocrinologista | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Medico Psiquiatra | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico Veterinário | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Farmacêutico | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico - Neuropediatra | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Engenheiro Ambiental | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Engenharia | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Contador | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Geólogo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Biólogo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Psicólogo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Assistente Social | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Contábil | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Arquiteto Urbanista | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Jurídica | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Analista de Tecnologia da Informação |
Q1620220 Português

Leia o texto abaixo e responda.


PENSE COMO UMA MONTANHA


A injunção de pensar como uma montanha se tornou intimamente associada com o conceito de “ecologia profunda” – termo cunhado em 1973 pelo filósofo e ecologista norueguês Arne Naess (1912- 2009). Ele usou o termo para ressaltar sua crença de que devemos primeiro reconhecer que somos parte da natureza, e não separados dela, se pretendemos evitar a catástrofe ecológica. Mas a noção de “pensar como uma montanha” remonta a 1949, quando foi formulada pelo ecologista norte-americano Aldo Leopold, no livro do mesmo nome, na tradução em português.

Trabalhando como guarda-florestal no início do século XX, Leopold atirou numa fêmea de lobo na montanha. “Alcançamos a velha loba a tempo de ver um brilho verde selvagem morrendo em seus olhos”, ele escreveu. “Percebi, então, e sei desde então, que havia algo de novo naqueles olhos, algo conhecido apenas pela loba e pela montanha”.

A partir dessa experiência, Leopold chegou à ideia de que devemos pensar como uma montanha, reconhecendo não apenas nossas necessidades ou as dos seres humanos, mas as de todo o mundo natural. Ele sugeriu que, com frequência, não percebemos as implicações mais amplas de nossas ações, considerando apenas o benefício próprio e imediato. Pensar como uma montanha significa se identificar com o ambiente mais vasto e estar consciente do seu papel em nossas vidas.

Naess adotou a ideia de Leopold ao propor sua “ecologia profunda”. Ele afirmava que somente protegeremos o meio ambiente, passando pelo tipo de transformação que Leopold descreveu. Naess nos conclamou a ver a nós mesmos como parte da biosfera. Em lugar de ver o mundo apartado de nós, devemos descobrir nosso lugar na natureza, reconhecendo o valor intrínseco de todos os elementos do mundo em que vivemos.

Naess introduziu o “eu ecológico”, uma percepção de “si” enraizada na consciência de nossa relação com uma “comunidade maior de todos os seres vivos”. Ele afirmou que a ampliação de nossa identificação com o mundo para incluir lobos, sapos, aranhas, e até montanhas, leva a uma vida mais prazerosa e significativa. 

A “ecologia profunda” de Naess teve um efeito poderoso na filosofia ambiental e no desenvolvimento do ativismo ecológico. Para quem vive na cidade, pode parecer difícil ou mesmo impossível se conectar com um “eu ecológico”. Contudo pode ser possível. Como escreveu o mestre zen Robert Aitken Roshi em 1984, “quando pensamos como uma montanha pensamos também como um urso negro, de modo que o mel escorre por sua pele enquanto você toma o ônibus para o trabalho.

(O Livro da Filosofia. Tradução Douglas Kim. S.Paulo: ed. Globo, 2011)

Em 'Pense como uma montanha. ', o modo verbal, presente no período, indica:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES Provas: IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Administrativa | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico Urologista | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Engenheiro Agrônomo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Engenheiro Civil | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico Endocrinologista | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Medico Psiquiatra | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico Veterinário | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Farmacêutico | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico - Neuropediatra | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Engenheiro Ambiental | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Engenharia | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Contador | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Geólogo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Biólogo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Psicólogo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Assistente Social | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Contábil | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Arquiteto Urbanista | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Jurídica | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Analista de Tecnologia da Informação |
Q1620218 Português

Leia o texto abaixo e responda.


PENSE COMO UMA MONTANHA


A injunção de pensar como uma montanha se tornou intimamente associada com o conceito de “ecologia profunda” – termo cunhado em 1973 pelo filósofo e ecologista norueguês Arne Naess (1912- 2009). Ele usou o termo para ressaltar sua crença de que devemos primeiro reconhecer que somos parte da natureza, e não separados dela, se pretendemos evitar a catástrofe ecológica. Mas a noção de “pensar como uma montanha” remonta a 1949, quando foi formulada pelo ecologista norte-americano Aldo Leopold, no livro do mesmo nome, na tradução em português.

Trabalhando como guarda-florestal no início do século XX, Leopold atirou numa fêmea de lobo na montanha. “Alcançamos a velha loba a tempo de ver um brilho verde selvagem morrendo em seus olhos”, ele escreveu. “Percebi, então, e sei desde então, que havia algo de novo naqueles olhos, algo conhecido apenas pela loba e pela montanha”.

A partir dessa experiência, Leopold chegou à ideia de que devemos pensar como uma montanha, reconhecendo não apenas nossas necessidades ou as dos seres humanos, mas as de todo o mundo natural. Ele sugeriu que, com frequência, não percebemos as implicações mais amplas de nossas ações, considerando apenas o benefício próprio e imediato. Pensar como uma montanha significa se identificar com o ambiente mais vasto e estar consciente do seu papel em nossas vidas.

Naess adotou a ideia de Leopold ao propor sua “ecologia profunda”. Ele afirmava que somente protegeremos o meio ambiente, passando pelo tipo de transformação que Leopold descreveu. Naess nos conclamou a ver a nós mesmos como parte da biosfera. Em lugar de ver o mundo apartado de nós, devemos descobrir nosso lugar na natureza, reconhecendo o valor intrínseco de todos os elementos do mundo em que vivemos.

Naess introduziu o “eu ecológico”, uma percepção de “si” enraizada na consciência de nossa relação com uma “comunidade maior de todos os seres vivos”. Ele afirmou que a ampliação de nossa identificação com o mundo para incluir lobos, sapos, aranhas, e até montanhas, leva a uma vida mais prazerosa e significativa. 

A “ecologia profunda” de Naess teve um efeito poderoso na filosofia ambiental e no desenvolvimento do ativismo ecológico. Para quem vive na cidade, pode parecer difícil ou mesmo impossível se conectar com um “eu ecológico”. Contudo pode ser possível. Como escreveu o mestre zen Robert Aitken Roshi em 1984, “quando pensamos como uma montanha pensamos também como um urso negro, de modo que o mel escorre por sua pele enquanto você toma o ônibus para o trabalho.

(O Livro da Filosofia. Tradução Douglas Kim. S.Paulo: ed. Globo, 2011)

De acordo com a leitura do texto, o ativismo ecológico teve sua forte expansão a partir da:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES Provas: IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Administrativa | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico Urologista | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Engenheiro Agrônomo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Engenheiro Civil | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico Endocrinologista | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Medico Psiquiatra | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico Veterinário | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Farmacêutico | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Médico - Neuropediatra | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Engenheiro Ambiental | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Engenharia | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Contador | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Geólogo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Biólogo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Psicólogo | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Assistente Social | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Contábil | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Arquiteto Urbanista | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Auditor Público Interno - Área Jurídica | IBADE - 2019 - Prefeitura de Itapemirim - ES - Analista de Tecnologia da Informação |
Q1620217 Português

Leia o texto abaixo e responda.


PENSE COMO UMA MONTANHA


A injunção de pensar como uma montanha se tornou intimamente associada com o conceito de “ecologia profunda” – termo cunhado em 1973 pelo filósofo e ecologista norueguês Arne Naess (1912- 2009). Ele usou o termo para ressaltar sua crença de que devemos primeiro reconhecer que somos parte da natureza, e não separados dela, se pretendemos evitar a catástrofe ecológica. Mas a noção de “pensar como uma montanha” remonta a 1949, quando foi formulada pelo ecologista norte-americano Aldo Leopold, no livro do mesmo nome, na tradução em português.

Trabalhando como guarda-florestal no início do século XX, Leopold atirou numa fêmea de lobo na montanha. “Alcançamos a velha loba a tempo de ver um brilho verde selvagem morrendo em seus olhos”, ele escreveu. “Percebi, então, e sei desde então, que havia algo de novo naqueles olhos, algo conhecido apenas pela loba e pela montanha”.

A partir dessa experiência, Leopold chegou à ideia de que devemos pensar como uma montanha, reconhecendo não apenas nossas necessidades ou as dos seres humanos, mas as de todo o mundo natural. Ele sugeriu que, com frequência, não percebemos as implicações mais amplas de nossas ações, considerando apenas o benefício próprio e imediato. Pensar como uma montanha significa se identificar com o ambiente mais vasto e estar consciente do seu papel em nossas vidas.

Naess adotou a ideia de Leopold ao propor sua “ecologia profunda”. Ele afirmava que somente protegeremos o meio ambiente, passando pelo tipo de transformação que Leopold descreveu. Naess nos conclamou a ver a nós mesmos como parte da biosfera. Em lugar de ver o mundo apartado de nós, devemos descobrir nosso lugar na natureza, reconhecendo o valor intrínseco de todos os elementos do mundo em que vivemos.

Naess introduziu o “eu ecológico”, uma percepção de “si” enraizada na consciência de nossa relação com uma “comunidade maior de todos os seres vivos”. Ele afirmou que a ampliação de nossa identificação com o mundo para incluir lobos, sapos, aranhas, e até montanhas, leva a uma vida mais prazerosa e significativa. 

A “ecologia profunda” de Naess teve um efeito poderoso na filosofia ambiental e no desenvolvimento do ativismo ecológico. Para quem vive na cidade, pode parecer difícil ou mesmo impossível se conectar com um “eu ecológico”. Contudo pode ser possível. Como escreveu o mestre zen Robert Aitken Roshi em 1984, “quando pensamos como uma montanha pensamos também como um urso negro, de modo que o mel escorre por sua pele enquanto você toma o ônibus para o trabalho.

(O Livro da Filosofia. Tradução Douglas Kim. S.Paulo: ed. Globo, 2011)

Segundo a leitura do texto, a expressão 'ecologia profunda' é decorrente:
Alternativas
Q1619410 Português
Morte de indígenas na América teria causado pequena era do gelo

A colonização europeia por aqui fez com que 56 milhões de hectares voltassem a virar vegetação, diminuindo o CO2 na atmosfera e deixando a Terra mais gelada

Por Rafael Battaglia


Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/morte-de-indigenas-na-america-teria-causado-uma-pequena-era-do-gelo/ Acessado em 9/02/2019
Em Para chegar a uma estimativa da área ocupada pelos indígenas, os pesquisadores foram atrás de dados populacionais da época. De acordo com eles, havia na América em torno de 60,5 milhões de habitantes até 1492, quando o explorador Cristóvão Colombo chegou por aqui (linhas 18 a 21), o termo grifado tem como referente 
Alternativas
Q1619409 Português
Morte de indígenas na América teria causado pequena era do gelo

A colonização europeia por aqui fez com que 56 milhões de hectares voltassem a virar vegetação, diminuindo o CO2 na atmosfera e deixando a Terra mais gelada

Por Rafael Battaglia


Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/morte-de-indigenas-na-america-teria-causado-uma-pequena-era-do-gelo/ Acessado em 9/02/2019
De acordo com o texto, a pesquisa se baseou em
Alternativas
Q1619408 Português
Morte de indígenas na América teria causado pequena era do gelo

A colonização europeia por aqui fez com que 56 milhões de hectares voltassem a virar vegetação, diminuindo o CO2 na atmosfera e deixando a Terra mais gelada

Por Rafael Battaglia


Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/morte-de-indigenas-na-america-teria-causado-uma-pequena-era-do-gelo/ Acessado em 9/02/2019
De acordo com os resultados da pesquisa, a presença dos indígenas
Alternativas
Q1619407 Português
Morte de indígenas na América teria causado pequena era do gelo

A colonização europeia por aqui fez com que 56 milhões de hectares voltassem a virar vegetação, diminuindo o CO2 na atmosfera e deixando a Terra mais gelada

Por Rafael Battaglia


Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/morte-de-indigenas-na-america-teria-causado-uma-pequena-era-do-gelo/ Acessado em 9/02/2019
A pesquisa de que trata o texto corrobora a ideia de que
Alternativas
Q1619369 Português
Assinale a alternativa correta sobre o que o texto informa.
Alternativas
Q1619235 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. Na frase “meu pensamento é um rio subterrâneo” ocorre uma metáfora.

II. A psicologia educacional não ajuda na compreensão sobre o estágio em que o aluno se encontra com relação ao seu desenvolvimento social.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1619234 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. A psicologia educacional ajuda o professor a adquirir e desenvolver qualidades e habilidades necessárias para lidar com situações próprias do ambiente escolar.

II. O adjetivo se refere sempre a um substantivo, mesmo que subentendido.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1619233 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. Na frase “dei o lápis ao colega”, o verbo "dar" é intransitivo.

II. O educador deve reconhecer como ilegítimo e ilícito, por parte das crianças e dos jovens, a busca do prazer.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1619223 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. A avaliação não deve ser realizada de forma sistemática.

II. O poeta romântico, no Brasil, estava preso às formas fixas e clássicas do período Barroco.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1619222 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. O eufemismo é o emprego de uma palavra para amenizar algo penoso, desagradável etc.

II. A avaliação não deve permitir a utilização de diferentes códigos, como o verbal e o escrito.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1619221 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. As atividades específicas para a avaliação devem ser semelhantes às situações de aprendizagem comumente estruturadas em sala de aula.

II. A hipérbole é o exagero explícito de uma ideia.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1619220 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. O numeral refere-se a um substantivo ou o substitui.

II. Compreender os estágios de desenvolvimento da vida humana não ajuda o educador a elaborar o currículo.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1619219 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. A avaliação deve possibilitar avaliar as diferentes capacidades e conteúdos curriculares.

II. O zeugma é uma forma de elipse.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1619217 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. O período romântico brasileiro não rendeu frutos na poesia ou no teatro.

II. A avaliação deve considerar a variedade de produções realizadas pelos alunos, para que se possa ter um quadro real das aprendizagens conquistadas.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1619188 Português
O famoso poema “Rosa de Hiroshima”, de Vinícius de Moraes (texto original), foi musicado por vários artistas, a exemplo da banda “Secos e Molhados”. O texto retrata de forma poética simples os resultados das complexas relações entre os povos em determinado momento histórico.

Rosa de Hiroshima
Rio de Janeiro, 1954

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada.

Vinícius de Moraes
Leia o trecho abaixo, retirado do poema.
“Pensem nas crianças/Mudas telepáticas/Pensem nas meninas/Cegas inexatas/Pensem nas mulheres/Rotas alteradas/ Pensem nas feridas/Como rosas cálidas […]”
Analise as afirmativas abaixo, em relação ao trecho retirado do poema.
1. Em relação aos tipos de sujeito existentes, no trecho acima ocorre sujeito composto. 2. O eu lírico (voz que canta o poema) faz uma comparação entre as ideias opostas presentes nas palavras “ferida” e “rosa”. 3. A ideia expressa pelo termo “cálidas” também pode ser encontrada nas palavras “fria” e “suave”. 4. No trecho retirado do poema ocorre predominância do uso de palavras em sentido denotativo, dada a sonoridade necessária a textos dessa natureza. 5. Os verbos presentes no trecho acima têm transitividade indireta.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1619105 Português

Saiba por que o canudinho, vilão ecológico da vez, não merece a má reputação



O canudo de plástico é o vilão da vez. Em defesa do meio ambiente, alguns restaurantes estão substituindo o objeto por opções duráveis, ou até mesmo retirandoos de circulação. No Legislativo, porém, estão surgindo propostas sem meio-termo: querem banir o objeto de cidades inteiras, com sanções a estabelecimentos que desrespeitarem a norma, como em Curitiba e no Rio de Janeiro. Essas iniciativas que começam a se multiplicar no Brasil fazem parte de uma onda global contra o pequeno artefato, que ganhou impulso após as imagens chocantes de uma tartaruga marinha com um canudo preso no nariz, em um vídeo que circula desde 2015.


A quantidade de plásticos que vai parar nos oceanos é um problema ambiental mundial, e o canudo é um dos principais itens jogados na costa litorânea, mas a guerra declarada contra um único produto está banalizando o debate e escondendo o principal: o responsável pela poluição não é um objeto e nem o conjunto deles, mas sim o ser humano, que não sabe dar a destinação correta aos seus resíduos.


O canudinho é, de fato, desnecessário na maioria dos casos, e por isso sua demonização ganhou terreno tão facilmente. Mas a campanha contra é tão forte que já foi contaminada até por fake news, como as que dizem que o objeto não é fácil de se reciclar e que, mesmo quando ele é corretamente jogado fora, pode ser levado pelo vento, sem dados que embasem essas afirmações. Mas o canudo, formado basicamente por polipropileno, um derivado do petróleo, é um item reciclável, e na economia circular serve de matéria-prima para vários outros itens de plástico. 


Segundo o economista Christian Luiz da Silva, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campanhas como a essa contra o canudo são movimentadas por um interesse comercial que tem respaldo na defesa do meio ambiente. “Um bar que deixa de usar canudo passa a ter redução de custos, e isso cabe bem dentro de um discurso ambiental. Não que esteja errado, mas é uma gota no oceano”, observa ele, que realiza pesquisas referentes à gestão dos resíduos sólidos.


[...]


De todo modo, o uso consciente do canudo e de qualquer plástico é defendido pelos especialistas. “Precisamos replicar o comportamento. Se não fixarmos, vira moda, e só voltaremos a nos preocupar com isso até que apareça outra tartaruga que nos choque”, opina Cláudio Gonçalves Tiago, do Cebimar. Ele diz que a educação é fundamental, no seu sentido amplo, não só nas questões ambientais. Para Silvia Rolim, o canudo é um símbolo emblemático, mas só ele não resolve.


“Você pode reduzir o uso de todos os produtos, e com isso sim, se todos tivermos essa consciência, vai ter menos lixo no mundo”. Mas todos criticam a proibição e as penalidades impostas.


Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/ saiba-por-que-o-canudinho-vilao-ecologico-da-vez-naomerece-a-ma-reputacao-1xkl89fgu33gzffofghbw7nbq/>. Acesso em: 22 jul. 2019.

Analise o anúncio a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Legenda da imagem: O maior predador dos oceanos

tem uma boca de 1 centímetro.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yxt32jv5>.

Acesso em: 22 jul. 2019.


Em uma relação comparativa com o texto em questão, é correto afirmar que esse anúncio

Alternativas
Q1618876 Português
É o conjunto de sinais utilizados na comunicação para transmitir a mensagem, podendo ser de várias maneiras. Falamos de:
Alternativas
Respostas
28981: C
28982: B
28983: D
28984: B
28985: D
28986: B
28987: D
28988: D
28989: B
28990: A
28991: D
28992: D
28993: B
28994: A
28995: B
28996: A
28997: C
28998: B
28999: C
29000: C