Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1683514 Português
Como o coronavírus está transformando as relações humanas


Como um símbolo de confirmação, confiança e amizade entre duas pessoas, o aperto de mãos remonta aos primórdios da humanidade. Trata-se de gestual inconfundível: uma mão espalmada é estendida, apontada na direção da pessoa com quem se quer selar tais sentimentos – que segura de volta a mão ofertada, balançando o encaixe das palmas para cima e para baixo.

Registros do gesto são encontrados em antigos hieróglifos egípcios, mas historiadores garantem que a origem do aperto de mão está nas cavernas do passado, entre os remotos homo sapiens: era uma maneira de mostrar ao interlocutor que não se estava carregando nenhuma arma – já como um símbolo de boa vontade. Os apertos de mão aparecem diversas vezes, por exemplo, na “Ilíada” e “Odisseia” do poeta grego Homero, escritas por volta do século VIII a.C., e já eram usados como uma forma de acordo entre duas partes desde então.

Em suma, a cultura e as circunstâncias pautam o surgimento dos gestos que depois se tornam tão familiares, como se fossem naturais, feito respirar ou caminhar – e, num salto de alguns bons milhares de anos, a atual epidemia do coronavírus pode estar não só tornando o aperto de mãos obsoleto, como fazendo nascer novos códigos e cumprimentos, alterando a maneira com que diretamente nos relacionamos. No lugar do apertar das palmas, entram em cena saudações tocando os pés, os cotovelos, ou mesmo somente com acenos ou gestos ao longe – sem que as mãos se encostem. 

Com o avanço da epidemia, além da recomendação de se lavar as mãos por 20 segundos, alguns hábitos costumeiros e calorosos passam a ter de ser evitados. As mãos, afinal, podem carregar restos de tudo que tocamos entre uma e outra lavagem – inclusive o vírus. Evitar encostar uma mão em outra passou a ser recomendação da Organização Mundial de Saúde, mas nem por isso devemos perder as boas maneiras e as demonstrações de afeto e felicidade ao encontrar alguém. [...]


(Adaptado. Trecho extraído de PAIVA, V. Como o coronavírus está transformando as relações humanas. Disponível em: https://bit.ly/39O5Nk2. Acesso em: mar 2020.)
Leia o texto 'Como o coronavírus está transformando as relações humanas' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto se utiliza de uma retrospectiva histórica para evidenciar como alguns símbolos gestuais se manifestaram e foram consolidados pela humanidade, estando presentes até na literatura anterior à era cristã.

II. Conforme orienta o autor, embora a epidemia tenha criado novas saudações como toque entre os pés, os cotovelos, ou mesmo somente com acenos ou gestos ao longe, é importante que a humanidade não torne obsoleto o aperto de mãos, já que sua tradição remonta à antiguidade clássica.

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Q1683513 Português
Como o coronavírus está transformando as relações humanas


Como um símbolo de confirmação, confiança e amizade entre duas pessoas, o aperto de mãos remonta aos primórdios da humanidade. Trata-se de gestual inconfundível: uma mão espalmada é estendida, apontada na direção da pessoa com quem se quer selar tais sentimentos – que segura de volta a mão ofertada, balançando o encaixe das palmas para cima e para baixo.

Registros do gesto são encontrados em antigos hieróglifos egípcios, mas historiadores garantem que a origem do aperto de mão está nas cavernas do passado, entre os remotos homo sapiens: era uma maneira de mostrar ao interlocutor que não se estava carregando nenhuma arma – já como um símbolo de boa vontade. Os apertos de mão aparecem diversas vezes, por exemplo, na “Ilíada” e “Odisseia” do poeta grego Homero, escritas por volta do século VIII a.C., e já eram usados como uma forma de acordo entre duas partes desde então.

Em suma, a cultura e as circunstâncias pautam o surgimento dos gestos que depois se tornam tão familiares, como se fossem naturais, feito respirar ou caminhar – e, num salto de alguns bons milhares de anos, a atual epidemia do coronavírus pode estar não só tornando o aperto de mãos obsoleto, como fazendo nascer novos códigos e cumprimentos, alterando a maneira com que diretamente nos relacionamos. No lugar do apertar das palmas, entram em cena saudações tocando os pés, os cotovelos, ou mesmo somente com acenos ou gestos ao longe – sem que as mãos se encostem. 

Com o avanço da epidemia, além da recomendação de se lavar as mãos por 20 segundos, alguns hábitos costumeiros e calorosos passam a ter de ser evitados. As mãos, afinal, podem carregar restos de tudo que tocamos entre uma e outra lavagem – inclusive o vírus. Evitar encostar uma mão em outra passou a ser recomendação da Organização Mundial de Saúde, mas nem por isso devemos perder as boas maneiras e as demonstrações de afeto e felicidade ao encontrar alguém. [...]


(Adaptado. Trecho extraído de PAIVA, V. Como o coronavírus está transformando as relações humanas. Disponível em: https://bit.ly/39O5Nk2. Acesso em: mar 2020.)
Leia o texto 'Como o coronavírus está transformando as relações humanas' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Segundo o texto, um dos símbolos dos nossos antepassados para mostrar ao interlocutor que não se estava carregando alguma arma era o aperto de mão. Essa prática está, inclusive, registrada nas cavernas.

II. De acordo com o texto, a epidemia do coronavírus vem provocando uma mudança profunda no modo como nos relacionamos presencialmente, pois hábitos como o aperto de mãos têm se tornado recorrentes, frente a novos códigos e cumprimentos antiquados, como o encontro dos pés.

III. Pode-se depreender, a partir da leitura do texto, que, após a epidemia provocada pelo coronavírus, a humanidade passará a mudar seus hábitos gestuais para cumprimentos. Isso será uma maneira de garantir o mínimo de contato e evitará a disseminação.

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Q1683500 Português
Acesso aos serviços do SUS


As principais portas de entrada do SUS são os postos de saúde (atenção primária) e os prontos-socorros (atenção de urgência e emergência). Para ter acesso aos serviços de saúde, o usuário do SUS deve, preferencialmente, procurar o posto de saúde mais próximo de seu domicílio ou um pronto-socorro, se o caso for de urgência ou emergência. É importante que o paciente respeite esse fluxo para garantir o tratamento igualitário, uma vez que outras pessoas se submeterão às mesmas condições; desse modo, estará também contribuindo para o bom funcionamento do SUS. Uma vez atendido, o médico poderá encaminhar o paciente a um especialista, solicitar a realização de exames ou mesmo prescrever medicamentos ou outros tratamentos, já encaminhando o paciente para o local de dispensação do medicamento ou realização do tratamento ou exames propostos.


Adaptado. Fonte: https://bit.ly/2HFdoJg. 
Leia o texto 'Acesso aos serviços do SUS' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto afirma que os prontos-socorros são portas de entrada do SUS e prestam serviços de atenção de urgência e emergência.

II. Uma das ideias presentes no texto é a de que a realização de exames no SUS deve ocorrer exclusivamente mediante a apresentação de um diagnóstico médico que comprove a existência de uma doença.

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Q1683499 Português
Acesso aos serviços do SUS


As principais portas de entrada do SUS são os postos de saúde (atenção primária) e os prontos-socorros (atenção de urgência e emergência). Para ter acesso aos serviços de saúde, o usuário do SUS deve, preferencialmente, procurar o posto de saúde mais próximo de seu domicílio ou um pronto-socorro, se o caso for de urgência ou emergência. É importante que o paciente respeite esse fluxo para garantir o tratamento igualitário, uma vez que outras pessoas se submeterão às mesmas condições; desse modo, estará também contribuindo para o bom funcionamento do SUS. Uma vez atendido, o médico poderá encaminhar o paciente a um especialista, solicitar a realização de exames ou mesmo prescrever medicamentos ou outros tratamentos, já encaminhando o paciente para o local de dispensação do medicamento ou realização do tratamento ou exames propostos.


Adaptado. Fonte: https://bit.ly/2HFdoJg. 
Leia o texto 'Acesso aos serviços do SUS' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. Após a análise do texto, é possível concluir que a principal porta de entrada do SUS são os postos de saúde, pois essas unidades prestam importantes serviços de urgência e emergência para a população, especialmente nas comunidades de baixa renda.

II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que, uma vez atendido, o médico poderá encaminhar o paciente para o local de dispensação do medicamento.

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Q1683497 Português
Acesso aos serviços do SUS


As principais portas de entrada do SUS são os postos de saúde (atenção primária) e os prontos-socorros (atenção de urgência e emergência). Para ter acesso aos serviços de saúde, o usuário do SUS deve, preferencialmente, procurar o posto de saúde mais próximo de seu domicílio ou um pronto-socorro, se o caso for de urgência ou emergência. É importante que o paciente respeite esse fluxo para garantir o tratamento igualitário, uma vez que outras pessoas se submeterão às mesmas condições; desse modo, estará também contribuindo para o bom funcionamento do SUS. Uma vez atendido, o médico poderá encaminhar o paciente a um especialista, solicitar a realização de exames ou mesmo prescrever medicamentos ou outros tratamentos, já encaminhando o paciente para o local de dispensação do medicamento ou realização do tratamento ou exames propostos.


Adaptado. Fonte: https://bit.ly/2HFdoJg. 
Leia o texto 'Acesso aos serviços do SUS' e, em seguida, analise as afirmativas a seguir:

I. As informações presentes no texto permitem inferir que respeitar o fluxo de atendimento do SUS é uma forma de contribuir para o bom funcionamento do sistema.

II. O texto leva o leitor a entender que o médico poderá prescrever medicamentos ou outros tratamentos a depender da categoria assistencial contratada pelo paciente no SUS.

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Q1683469 Português
SELIC E INFLAÇÃO

SELIC


O mercado financeiro prevê um corte maior na taxa básica de juros da economia, a Selic, que hoje (06/04/2020) se encontra na mínima histórica de 3,75% ao ano. Até então, a expectativa dos economistas dos bancos era de que, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, no começo de maio de 2020, a taxa seria reduzida em 0,25 ponto percentual, para 3,5% ao ano. Na semana passada, porém, os analistas passaram a projetar um corte maior, de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, para 3,25% ao ano, no começo de maio de 2020. A previsão é que a taxa permaneça nesse patamar até o fim de 2020.

Para o fechamento de 2021, a expectativa do mercado para a taxa Selic recuou de 5% para 4,75% ao ano, o que pressupõe alta do juro básico no ano que vem.

INFLAÇÃO

Segundo o relatório divulgado pelo Banco Central, os analistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de inflação para 2020 de 2,94% para 2,72%. Foi a quarta redução seguida do indicador.

A expectativa de inflação do mercado para este ano (2020) segue abaixo da meta central, de 4%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,5% a 5,5%. Com isso, a previsão do mercado para a inflação deste ano (2020) começa a se aproximar do piso da meta (2,5% em 2020).

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2021, o mercado financeiro baixou a estimativa de inflação de 3,57% para 3,50%. Essa também foi a quarta redução seguida.

No ano que vem (2021), a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se esse índice oscilar de 2,25% a 5,25%.


Adaptado. Por Alexandro Martello, G1, Brasília, em 06/04/2020. Disponível em https://glo.bo/2XiotFW. 
Leia o texto 'SELIC E INFLAÇÃO' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Em 2021, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se esse índice oscilar de 2,25% a 5,25%, afirma o texto.

II. De acordo com o texto, o Ministério da Saúde determinou que a inflação do ano de 2020 deverá ser inferior a 8,3%.

III. A meta de inflação é fixada através de consulta pública à população economicamente ativa e, em seguida, deve ser sancionada pelo Presidente da República, de acordo com as informações do texto.

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Q1683468 Português
CAMPINAS


A venda de carros novos em Campinas (SP) caiu 32% em março de 2020 na comparação com o mesmo período do ano anterior (2019), segundo dados da associação das concessionárias, a Fenabrave.

Os números foram afetados pela crise do novo coronavírus, que provocou cenário de incertezas no início do mês de março de 2020, com o avanço da epidemia, culminando com o fechamento de pontos de venda com o decreto de quarentena. 

O balanço da Fenabrave mostra que foram vendidas 1.248 unidades de carros de passeio em março de 2020, contra 1.852 em março de 2019. No trimestre, o balanço de 2020 também é negativo: queda de 15,8% nos novos emplacamentos em comparação com o mesmo período de 2019.

O economista Paulo Oliveira, do Observatório PUCCampinas, destaca que os indicadores são graves para a economia regional. De acordo com ele, o setor automobilístico tem participação importante na atividade econômica da Região Metropolitana de Campinas, e já estava em nível reduzido de atividade pela crise na Argentina. O professor explica ainda que o setor deve sentir o impacto por mais tempo após o fim da crise do coronavírus.

De acordo com Paulo Oliveira, com o cenário de incerteza, o consumidor não tem incentivos para comprar bens duráveis, como automóveis. Esse tipo de produto demora um pouco mais para responder à retomada após uma crise econômica.

OUTROS VEÍCULOS

O maior volume de queda nas vendas de veículos em Campinas foi entre os automóveis de passeio, mas o relatório mensal da Fenabrave mostra reflexos da crise em todos os itens analisados no período na comparação com março de 2019.

O relatório da Fenabrave afirma que, entre os veículos comerciais leves, a redução nas vendas foi de 27,9%; o emplacamento de caminhões novos caiu 39,6%; já na venda de motos, a queda foi de 8,1%.


Trecho adaptado. G1 Campinas e região, por Fernando Evans. Publicado em 05/04/2020. Disponível em https://glo.bo/2UOIe6G.
Leia o texto 'CAMPINAS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A venda de carros novos em Campinas (SP) caiu 32% em março de 2020 na comparação com o mesmo período do ano de 2019, segundo dados da Fenabrave, de acordo com o texto.

II. O relatório mensal da Fenabrave mostra reflexos da crise em todos os itens analisados na comparação com março de 2019, de acordo com o texto.

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Q1683467 Português
CAMPINAS


A venda de carros novos em Campinas (SP) caiu 32% em março de 2020 na comparação com o mesmo período do ano anterior (2019), segundo dados da associação das concessionárias, a Fenabrave.

Os números foram afetados pela crise do novo coronavírus, que provocou cenário de incertezas no início do mês de março de 2020, com o avanço da epidemia, culminando com o fechamento de pontos de venda com o decreto de quarentena. 

O balanço da Fenabrave mostra que foram vendidas 1.248 unidades de carros de passeio em março de 2020, contra 1.852 em março de 2019. No trimestre, o balanço de 2020 também é negativo: queda de 15,8% nos novos emplacamentos em comparação com o mesmo período de 2019.

O economista Paulo Oliveira, do Observatório PUCCampinas, destaca que os indicadores são graves para a economia regional. De acordo com ele, o setor automobilístico tem participação importante na atividade econômica da Região Metropolitana de Campinas, e já estava em nível reduzido de atividade pela crise na Argentina. O professor explica ainda que o setor deve sentir o impacto por mais tempo após o fim da crise do coronavírus.

De acordo com Paulo Oliveira, com o cenário de incerteza, o consumidor não tem incentivos para comprar bens duráveis, como automóveis. Esse tipo de produto demora um pouco mais para responder à retomada após uma crise econômica.

OUTROS VEÍCULOS

O maior volume de queda nas vendas de veículos em Campinas foi entre os automóveis de passeio, mas o relatório mensal da Fenabrave mostra reflexos da crise em todos os itens analisados no período na comparação com março de 2019.

O relatório da Fenabrave afirma que, entre os veículos comerciais leves, a redução nas vendas foi de 27,9%; o emplacamento de caminhões novos caiu 39,6%; já na venda de motos, a queda foi de 8,1%.


Trecho adaptado. G1 Campinas e região, por Fernando Evans. Publicado em 05/04/2020. Disponível em https://glo.bo/2UOIe6G.
Leia o texto 'CAMPINAS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O maior volume de queda nas vendas de veículos em Campinas foi entre os veículos movidos a Diesel, de acordo com as informações do texto.

II. O avanço da epidemia do novo coronavírus provocou um cenário de incertezas no início do mês de março de 2020, culminando com o fechamento de pontos de venda, devido ao decreto de quarentena, afirma o texto.

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Alternativas
Q1683466 Português
CAMPINAS


A venda de carros novos em Campinas (SP) caiu 32% em março de 2020 na comparação com o mesmo período do ano anterior (2019), segundo dados da associação das concessionárias, a Fenabrave.

Os números foram afetados pela crise do novo coronavírus, que provocou cenário de incertezas no início do mês de março de 2020, com o avanço da epidemia, culminando com o fechamento de pontos de venda com o decreto de quarentena. 

O balanço da Fenabrave mostra que foram vendidas 1.248 unidades de carros de passeio em março de 2020, contra 1.852 em março de 2019. No trimestre, o balanço de 2020 também é negativo: queda de 15,8% nos novos emplacamentos em comparação com o mesmo período de 2019.

O economista Paulo Oliveira, do Observatório PUCCampinas, destaca que os indicadores são graves para a economia regional. De acordo com ele, o setor automobilístico tem participação importante na atividade econômica da Região Metropolitana de Campinas, e já estava em nível reduzido de atividade pela crise na Argentina. O professor explica ainda que o setor deve sentir o impacto por mais tempo após o fim da crise do coronavírus.

De acordo com Paulo Oliveira, com o cenário de incerteza, o consumidor não tem incentivos para comprar bens duráveis, como automóveis. Esse tipo de produto demora um pouco mais para responder à retomada após uma crise econômica.

OUTROS VEÍCULOS

O maior volume de queda nas vendas de veículos em Campinas foi entre os automóveis de passeio, mas o relatório mensal da Fenabrave mostra reflexos da crise em todos os itens analisados no período na comparação com março de 2019.

O relatório da Fenabrave afirma que, entre os veículos comerciais leves, a redução nas vendas foi de 27,9%; o emplacamento de caminhões novos caiu 39,6%; já na venda de motos, a queda foi de 8,1%.


Trecho adaptado. G1 Campinas e região, por Fernando Evans. Publicado em 05/04/2020. Disponível em https://glo.bo/2UOIe6G.
Leia o texto 'CAMPINAS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O relatório da Fenabrave informa que, na venda de motos, a queda foi superior a 12%, de acordo com o texto.

II. De acordo com Paulo Oliveira, o setor automobilístico estava operando com o máximo da sua capacidade devido às vendas para a Argentina, de acordo com o texto.

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Alternativas
Q1683465 Português
CAMPINAS


A venda de carros novos em Campinas (SP) caiu 32% em março de 2020 na comparação com o mesmo período do ano anterior (2019), segundo dados da associação das concessionárias, a Fenabrave.

Os números foram afetados pela crise do novo coronavírus, que provocou cenário de incertezas no início do mês de março de 2020, com o avanço da epidemia, culminando com o fechamento de pontos de venda com o decreto de quarentena. 

O balanço da Fenabrave mostra que foram vendidas 1.248 unidades de carros de passeio em março de 2020, contra 1.852 em março de 2019. No trimestre, o balanço de 2020 também é negativo: queda de 15,8% nos novos emplacamentos em comparação com o mesmo período de 2019.

O economista Paulo Oliveira, do Observatório PUCCampinas, destaca que os indicadores são graves para a economia regional. De acordo com ele, o setor automobilístico tem participação importante na atividade econômica da Região Metropolitana de Campinas, e já estava em nível reduzido de atividade pela crise na Argentina. O professor explica ainda que o setor deve sentir o impacto por mais tempo após o fim da crise do coronavírus.

De acordo com Paulo Oliveira, com o cenário de incerteza, o consumidor não tem incentivos para comprar bens duráveis, como automóveis. Esse tipo de produto demora um pouco mais para responder à retomada após uma crise econômica.

OUTROS VEÍCULOS

O maior volume de queda nas vendas de veículos em Campinas foi entre os automóveis de passeio, mas o relatório mensal da Fenabrave mostra reflexos da crise em todos os itens analisados no período na comparação com março de 2019.

O relatório da Fenabrave afirma que, entre os veículos comerciais leves, a redução nas vendas foi de 27,9%; o emplacamento de caminhões novos caiu 39,6%; já na venda de motos, a queda foi de 8,1%.


Trecho adaptado. G1 Campinas e região, por Fernando Evans. Publicado em 05/04/2020. Disponível em https://glo.bo/2UOIe6G.
Leia o texto 'CAMPINAS' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com o texto, Paulo Oliveira afirma que o setor automobilístico tem participação importante na atividade econômica da Região Metropolitana de Campinas.

II. De acordo com os dados do relatório da Fenabrave citados no texto, entre os veículos comerciais leves, o crescimento nas vendas foi de 27,9%.

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Alternativas
Q1683391 Português
PASSAPORTE DA IMUNIDADE


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.

A declaração foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Guedes disse aos empresários que conversou com um amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40 milhões de testes para o coronavírus por mês.

Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).

Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente estiver imune ao coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem, segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos seguiriam em casa.

O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o responsável por coordenar este primeiro momento de crise, de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde, Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la também.

A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas, por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que estiverem livres da doença continuarão trabalhando, enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível ir girando a economia, afirmou Guedes.

Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos às empresas.

Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros das associações comerciais municipais e estaduais para que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do recurso.


Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em 04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
Leia o texto 'PASSAPORTE DA IMUNIDADE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto afirma que o setor empresarial pressiona o governo a reter e a diminuir a liberação de recursos às empresas que apresentaram redução nas vendas em função da pandemia de coronavírus.

II. De acordo com o texto, a determinação do ministro da Economia é de que as pessoas sejam testadas contra o coronavírus diariamente.

III. O ministro da Economia disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus, afirma o texto.

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Alternativas
Q1683390 Português
PASSAPORTE DA IMUNIDADE


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.

A declaração foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Guedes disse aos empresários que conversou com um amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40 milhões de testes para o coronavírus por mês.

Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).

Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente estiver imune ao coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem, segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos seguiriam em casa.

O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o responsável por coordenar este primeiro momento de crise, de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde, Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la também.

A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas, por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que estiverem livres da doença continuarão trabalhando, enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível ir girando a economia, afirmou Guedes.

Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos às empresas.

Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros das associações comerciais municipais e estaduais para que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do recurso.


Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em 04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
Leia o texto 'PASSAPORTE DA IMUNIDADE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou no sábado, dia 04/04/2020, que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”, de acordo com as informações do texto.

II. O texto afirma que o ministro da Economia disse aos empresários que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40 milhões de testes para o coronavírus por mês.

III. Com a testagem em massa de pessoas infectadas por qualquer doença respiratória, nos termos apresentados, é possível ir girando a economia, afirmou o ministro da Economia, de acordo com o texto.

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Alternativas
Q1683389 Português
PASSAPORTE DA IMUNIDADE


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado (04/04/2020) que negocia com um parceiro da Inglaterra a implementação do que chamou de “passaporte da imunidade”. Sem detalhar a medida, Guedes disse que está em discussão pelo governo a disponibilização para o Brasil de 40 milhões de testes para o coronavírus.

A declaração foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Guedes disse aos empresários que conversou com um amigo na Inglaterra que criou o passaporte de imunidade, e que seria possível colocar disponíveis para os brasileiros 40 milhões de testes para o coronavírus por mês.

Segundo o ministro, a proposta já foi encaminhada ao Presidente da República e aos ministros Walter Souza Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde).

Com a testagem em massa, segundo o ministro da Economia, quem comprovadamente estiver imune ao coronavírus poderá deixar o isolamento. Essa testagem, segundo Guedes, seria aplicada aos “jovens”, pois os idosos seguiriam em casa.

O ministro afirmou que o país enfrentará duas “ondas”: a primeira seria a da saúde e a segunda, econômica. E o responsável por coordenar este primeiro momento de crise, de isolamento social, disse Guedes, é o ministro da Saúde, Mandetta. Guedes afirmou que, em seguida, haverá uma segunda onda, que é econômica, e o Brasil terá que superá-la também.

A proposta do ministro é de que as pessoas sejam testadas, por exemplo, semanalmente. Assim, os mais jovens que estiverem livres da doença continuarão trabalhando, enquanto os idosos ficam em casa. Dessa forma é possível ir girando a economia, afirmou Guedes.

Ao longo da videoconferência, Guedes ouviu diversas cobranças dos empresários, a maior parte deles voltada à liberação de crédito. O setor empresarial pressiona o governo a acelerar e a aumentar essa liberação de recursos às empresas.

Entre as sugestões feitas a Guedes estão o uso de cadastros das associações comerciais municipais e estaduais para que o dinheiro chegue, de fato, a quem precisa; a criação de aplicativos para acelerar a liberação de crédito; e ainda o uso das “maquininhas” de cartão de crédito para o repasse do recurso.


Adaptado. Por Ana Krüger e Filipe Matoso, G1, Brasília, em 04/04/2020. Disponível em: https://glo.bo/3c0GZae.
Leia o texto 'PASSAPORTE DA IMUNIDADE' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A declaração sobre o “passaporte da imunidade” foi dada em uma videoconferência com empresários do setor varejista, organizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), de acordo com o texto.

II. Entre as sugestões feitas ao ministro da Economia, está a criação de aplicativos para tolher a liberação de crédito às empresas, de acordo com as informações do texto.

III. A testagem em massa de coronavírus, segundo o ministro da Economia, seria aplicada aos idosos, apenas, pois os jovens devem retornar ao trabalho imediatamente, afirma o texto.

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Q1683388 Português
COVID-19 NOS EUA


Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil. 

A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia 16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo, em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta participação dela na competição, a quarta vez consecutiva no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi saudável para todos e o mais importante para atletas e público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de 24 anos.

Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero. Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o expediente como professora da modalidade e dedicação à faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo, caminhar ou correr aqui perto”, descreve.

Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado. Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa também (risos)”, brinca.

Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.


Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves, repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo. Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
Leia o texto 'COVID-19 NOS EUA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Apesar de nascida nos Estados Unidos, Isadora Williams tem mãe brasileira e escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora, de acordo com o texto.

II. De acordo com o texto, a disseminação da covid-19 pelo mundo não impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora Williams e as datas dos torneios permaneceram inalteradas.

III. No texto, Isadora Williams relatou que, antes do novo coronavírus, dedicava três horas diárias ao rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683387 Português
COVID-19 NOS EUA


Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil. 

A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia 16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo, em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta participação dela na competição, a quarta vez consecutiva no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi saudável para todos e o mais importante para atletas e público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de 24 anos.

Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero. Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o expediente como professora da modalidade e dedicação à faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo, caminhar ou correr aqui perto”, descreve.

Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado. Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa também (risos)”, brinca.

Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.


Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves, repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo. Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
Leia o texto 'COVID-19 NOS EUA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O rápido avanço da pandemia do novo coronavírus não preocupa a brasileira Isadora Williams, pois ela relata estar confiante de que tudo será resolvido em poucos dias, de acordo com o texto.

II. Isadora Williams declarou que deseja praticar mais a língua portuguesa, pois ela mora sozinha, então tem a necessidade de falar essa língua diariamente, afirma o texto.

III. O texto afirma que Isadora Williams avaliou como muito triste o cancelamento do Mundial de Patinação no Gelo, pois a atleta havia treinado muito forte, de maneira muito intensa, para a competição.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683386 Português
COVID-19 NOS EUA


Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil. 

A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia 16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo, em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta participação dela na competição, a quarta vez consecutiva no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi saudável para todos e o mais importante para atletas e público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de 24 anos.

Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero. Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o expediente como professora da modalidade e dedicação à faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo, caminhar ou correr aqui perto”, descreve.

Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado. Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa também (risos)”, brinca.

Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.


Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves, repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo. Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
Leia o texto 'COVID-19 NOS EUA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Não fosse o adiamento da competição, Isadora Williams estaria participando pela oitava vez no Mundial de Patinação no Gelo, de acordo com as informações do texto.

II. A residência de Isadora Williams localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) nos Estados Unidos, afirma o texto.

III. No dia 16/03/2020, Isadora Williams disputaria a Olímpiada de Patinação no Gelo, em Tóquio (Japão), de acordo com as informações do texto.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683385 Português
COVID-19 NOS EUA


Isadora Williams é uma patinadora brasileira que vive em Montclair, no estado de Nova Jersey (Estados Unidos). Sua residência localiza-se a cerca de 20 quilômetros de Nova York (NY), epicentro dos casos do novo coronavírus (covid-19) no país, onde foram registradas, até ontem (01/04/2020), mais de mil mortes, de acordo com estudo da Universidade Johns Hopkins. O rápido avanço da pandemia na metrópole preocupou a brasileira. “É assustador, pois moro perto. Todas as pessoas estavam dentro de casa, em quarentena. Muitos mercados e lojas fechando, não tinha as coisas necessárias. Dirigi até a casa dos meus pais (em Washington, capital do país) porque está mais tranquilo que Nova York. É muito triste”, relatou à Agência Brasil. 

A disseminação da covid-19 pelo mundo impactou a temporada de preparação esportiva de Isadora. No dia 16/03/2020, ela disputaria o Mundial de Patinação no Gelo, em Montreal (Canadá), mas o evento foi cancelado cinco dias antes da abertura por conta da pandemia. Seria a quinta participação dela na competição, a quarta vez consecutiva no Mundial. “Foi muito triste (o cancelamento) porque treinei muito forte, de maneira muito intensa. Mas, acho que foi saudável para todos e o mais importante para atletas e público, pois é um vírus muito sério”, conta a patinadora de 24 anos.

Quando ela destaca a intensidade dos treinos, não é exagero. Antes do novo coronavírus, eram três horas diárias no rinque de patinação, além de atividades na academia duas vezes por semana. E nessa rotina de atleta profissional, inclua o expediente como professora da modalidade e dedicação à faculdade de Economia que cursa em Montclair. Agora, o jeito tem sido improvisar para manter a forma, pensando na próxima temporada de gelo. “Por causa do coronavírus, a academia e a pista onde treino estão fechadas, então tenho feito tudo em casa, como ioga e pilates. No máximo, caminhar ou correr aqui perto”, descreve.

Em condições normais, o dia a dia de Isadora já é atribulado. Mas, sempre há espaço para uma nova tarefa. “Quero praticar mais o idioma português. Eu moro sozinha, então não falo muito. Converso com minha mãe, escuto muita música brasileira, tenho uma amiga com quem falo em português. É fácil entender as perguntas, mas um pouco difícil de responder ainda”, conta. “Fico um pouco nervosa também (risos)”, brinca.

Ela não diz isso da boca para fora. Isadora tem o sangue e o coração verde e amarelos. Apesar de nascida nos Estados Unidos, tem mãe brasileira. E escolheu, aos nove anos, defender a bandeira da terra natal da progenitora. “A cultura brasileira sempre me encantou. Como a comida, amo a moda e a música. Adoro Marisa Monte, Tom Jobim e amo Anitta! É muito importante competir pelo Brasil”, destaca.


Adaptado. Publicado em 02/04/2020, por Lincoln Chaves, repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional, São Paulo. Disponível em: https://bit.ly/3c3jayC.
Leia o texto 'COVID-19 NOS EUA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com o texto, em condições normais, o dia a dia de Isadora é bastante tranquilo, embora não haja espaço para qualquer nova tarefa.

II. Para Isadora Williams, é bem fácil entender quaisquer perguntas em Português, assim como respondê-las, conta, afirma o texto.

III. No texto, Isadora Williams relatou que, nos Estados Unidos, apesar da quarentena, muitos mercados estavam abertos, o abastecimento ocorria normalmente e a frequência de pessoas nas ruas não diminuiu.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683384 Português
O mal invisível que vem de longe


No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi. 

Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes, sem precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir novos números, entre os afetados e os suspeitos, as medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal evoluiu. Ficou invisível. [...]

Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe, não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias em desertos de muito calor; e, se possível, em outros planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora, ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam, conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total, a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar. Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo, sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei o diálogo por encerrado.


(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal invisível que vem de longe. Disponível em: https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
Leia o texto 'O mal invisível que vem de longe' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A referência a elementos como “segunda guerra”, “bomba alemã”, entre outros, sugere uma tensão entre os cenários elucidados e o que se vivia no momento da escrita do texto. Isto é, são guerras travadas, porém com agentes distintos.

II. A condição para garantir uma compreensão global do texto é entender o percurso histórico traçado pelo autor, assim como as referências ao vírus causador da pandemia (COVID-19), por meio de vocábulos como “secreção”, “passageiro”, “mal” etc.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683383 Português
O mal invisível que vem de longe


No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi. 

Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes, sem precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir novos números, entre os afetados e os suspeitos, as medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal evoluiu. Ficou invisível. [...]

Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe, não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias em desertos de muito calor; e, se possível, em outros planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora, ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam, conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total, a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar. Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo, sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei o diálogo por encerrado.


(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal invisível que vem de longe. Disponível em: https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
Leia o texto 'O mal invisível que vem de longe' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Tanto o perigo oriundo da “sujeira dos galinheiros”, como o “mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue”, foram recursos usados para fazer alusão a outras pandemias. Essa recuperação de informações é crucial para o entendimento da ideia central do texto.

II. O pessimismo do amigo, referenciado num dos últimos períodos do texto, está explicitado no fragmento “quem sobreviver, conta a história”.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1683382 Português
O mal invisível que vem de longe


No início, o perigo vinha do céu. Tempo da segunda guerra. À noite, escuridão total nas cidades, para se precaver de bombardeios dos alemães. Nenhum sinal de luz poderia aparecer. A vigilância policial atenta. A escuridão, geral. Para se acender uma lâmpada, necessário que ocorresse em local fechado, para não deixar a cauda de fora. Muito ouvi essa ladainha. Mas sou do tempo em que o perigo saía da sujeira dos galinheiros, o mosquito danado provocando um enjoo miserável, batizado pela alcunha de dengue, que tive, os olhos virando, a parte do branco desaparecendo [...]. Sobrevivi. 

Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes, sem precisar de passaporte, nem comprar passagem, nem de reserva de hotel, escondido no passageiro, que se torna o elemento a difundi-lo; as estatísticas diuturnamente a exibir novos números, entre os afetados e os suspeitos, as medidas sendo tomadas, o homem, finalmente, descobrindo que o lugar mais seguro é a sua casa. Não é a bomba alemã que faz medo, não é o galinheiro que exibe sujeira. O mal evoluiu. Ficou invisível. [...]

Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe, não dê as caras, vá embora usufruir de boas e eternas férias em desertos de muito calor; e, se possível, em outros planetas, já indo tarde, não precisando nem apagar a luz do aeroporto, muito menos de abraços de despedidas. Por ora, ouvido no rádio, olho nas mensagens que nos chegam, conselhos de solidão que devem ser acatados, higiene total, a começar pelas mãos, nada de reunião, de aglomerados, de ambiente apertado. Ufa! Mais cedo ou mais tarde, passa. Aí tudo volta a ser alegre, vestindo azul para a sorte mudar. Enquanto isso, um amigo, que sempre viveu afundado no pessimismo, concorda comigo. Então, num riso largo, sentencia: quem sobreviver, conta a história. Cruz credo! Dei o diálogo por encerrado.


(Adaptado. Revisão linguística. CARVALHO, V. S. O mal invisível que vem de longe. Disponível em: https://bit.ly/3dTCNuy. Acesso em: mar 2020)
Leia o texto 'O mal invisível que vem de longe' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A expressão “Ficou invisível” faz referência ao mal responsável pela contaminação. Como os vírus são seres microscópicos, a contaminação não é vista a “olho nu”, o que torna o “mal”, citado no texto, invisível.

II. O texto se configura numa narrativa construída em torno da pandemia causada pelo COVID-19. Elementos que justificam essa tese são apresentados em trechos como “Agora vem da boca, do contato, da secreção, passageiro de avião, a pegar em um e contaminar centenas, e, assim, sucessivamente, invadindo países e continentes...”.

III. O texto elabora uma crítica à individualidade e ao isolamento ocasionados pela pandemia relacionada ao COVID-19. Isso fica explicitado em excertos como “Estamos, suspeitos, confirmados e assustados, no mesmo barco, torcendo e rezando, para que o mal fique bem longe...”.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
28461: B
28462: B
28463: B
28464: C
28465: B
28466: B
28467: A
28468: C
28469: D
28470: B
28471: B
28472: C
28473: B
28474: C
28475: B
28476: B
28477: A
28478: B
28479: C
28480: C