Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1711049 Português

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2019/12/fossil-de-300/ – texto adaptado especialmente

para esta prova.)

Assinale a alternativa que apresenta o assunto principal do texto.
Alternativas
Q1710882 Português

NOVO PREDADOR


O Tiranossauro Rex é, possivelmente, um dos dinossauros mais populares do mundo. Não é à toa que a criatura, que viveu onde hoje é a América do Norte, está presente desde produtos infantis até filmes de Hollywood. 

Agora, evidências de um novo predador foram descobertas na Austrália, com os seus fósseis indicando que ele foi tão grande quanto o Tiranossauro Rex. De acordo com estudo liderado pelo paleontólogo Anthony Romilio, da Universidade de Queensland, na Austrália, a descoberta foi feita através de uma pegada fossilizada existente onde já havia sido uma mina de carvão.

"Essas trilhas foram feitas por dinossauros que caminharam pelas florestas de pântano, que antes ocupavam muito da paisagem que hoje é o sul de Queensland", conta o pesquisador. Junto de seus colegas de estudos, Romilio documentou o total de 20 fósseis de rastros de dinossauros.

Enquanto a menor das criaturas tinha apenas o tamanho de uma ema, a maior possuía um pouco menos de três metros de altura e 10 metros de comprimento, sendo quase do tamanho de um Tiranossauro Rex, mas mais fino e alongado. A pegada deste novo grande carnívoro tem quase 80 centímetros de comprimento e o rastro fossilizado em que se encontrava conta com, aproximadamente, 160 milhões de anos, sendo ele, então, 90 milhões de anos mais velho que fósseis já encontrados do Tiranossauro Rex. 

Com base nas pegadas individuais e nas trilhas nas quais cada uma delas foi encontrada, os paleontólogos conseguem descobrir como se moviam estes animais de duas pernas, informação que traz conclusões sobre a forma em que eles viajavam pelos ambientes em que passavam. Boa parte dos dinossauros grandes costumavam andar em ritmo de caminhada, com passos mais curtos devido ao tamanho de suas pernas. Porém, duas das trilhas encontradas pelos pesquisadores apontavam para um tamanho de passo maior, típico de animais em fuga.

Essa distância entre os passos sugere, então, que esses grandes dinossauros se movimentavam em velocidades de até 35 quilômetros por hora. A fim de comparação, um ser humano consegue correr cerca de 24 quilômetros por hora. A mais recente descoberta dos paleontólogos, segundo Romilio, preenche um vazio nos registros de dinossauros australianos. Até o momento, os maiores dinossauros encontrados no país estão na classe herbívora, como o Brontossauro e Mutaburrassauro. 

Por Natalie Rosa, em 2020 (disponível em: https://bit.ly/30aSUOg). Com adaptações.

Leia o texto 'NOVO PREDADOR' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. As informações presentes no texto permitem concluir que a menor das criaturas encontradas tinha apenas o tamanho de uma ema, a maior possuía um pouco menos de três metros de altura e 10 metros de comprimento, sendo quase do tamanho de um Tiranossauro Rex, mas mais fino e alongado.

II. O novo grande carnívoro, cujas evidências foram descobertas na Austrália, e o rastro fossilizado em que se encontrava, contam com, aproximadamente, 160 milhões de anos, sendo ele, então, 90 milhões de anos mais velho que os fósseis já encontrados do Tiranossauro Rex, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1710881 Português

NOVO PREDADOR


O Tiranossauro Rex é, possivelmente, um dos dinossauros mais populares do mundo. Não é à toa que a criatura, que viveu onde hoje é a América do Norte, está presente desde produtos infantis até filmes de Hollywood. 

Agora, evidências de um novo predador foram descobertas na Austrália, com os seus fósseis indicando que ele foi tão grande quanto o Tiranossauro Rex. De acordo com estudo liderado pelo paleontólogo Anthony Romilio, da Universidade de Queensland, na Austrália, a descoberta foi feita através de uma pegada fossilizada existente onde já havia sido uma mina de carvão.

"Essas trilhas foram feitas por dinossauros que caminharam pelas florestas de pântano, que antes ocupavam muito da paisagem que hoje é o sul de Queensland", conta o pesquisador. Junto de seus colegas de estudos, Romilio documentou o total de 20 fósseis de rastros de dinossauros.

Enquanto a menor das criaturas tinha apenas o tamanho de uma ema, a maior possuía um pouco menos de três metros de altura e 10 metros de comprimento, sendo quase do tamanho de um Tiranossauro Rex, mas mais fino e alongado. A pegada deste novo grande carnívoro tem quase 80 centímetros de comprimento e o rastro fossilizado em que se encontrava conta com, aproximadamente, 160 milhões de anos, sendo ele, então, 90 milhões de anos mais velho que fósseis já encontrados do Tiranossauro Rex. 

Com base nas pegadas individuais e nas trilhas nas quais cada uma delas foi encontrada, os paleontólogos conseguem descobrir como se moviam estes animais de duas pernas, informação que traz conclusões sobre a forma em que eles viajavam pelos ambientes em que passavam. Boa parte dos dinossauros grandes costumavam andar em ritmo de caminhada, com passos mais curtos devido ao tamanho de suas pernas. Porém, duas das trilhas encontradas pelos pesquisadores apontavam para um tamanho de passo maior, típico de animais em fuga.

Essa distância entre os passos sugere, então, que esses grandes dinossauros se movimentavam em velocidades de até 35 quilômetros por hora. A fim de comparação, um ser humano consegue correr cerca de 24 quilômetros por hora. A mais recente descoberta dos paleontólogos, segundo Romilio, preenche um vazio nos registros de dinossauros australianos. Até o momento, os maiores dinossauros encontrados no país estão na classe herbívora, como o Brontossauro e Mutaburrassauro. 

Por Natalie Rosa, em 2020 (disponível em: https://bit.ly/30aSUOg). Com adaptações.

Leia o texto 'NOVO PREDADOR' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que a descoberta do novo predador foi feita através de uma pegada fossilizada existente onde já havia sido uma mina de carvão.

II. Evidências de um novo predador foram descobertas na Austrália, com os seus fósseis indicando que ele foi tão grande quanto o Tiranossauro Rex, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1710880 Português

NOVO PREDADOR


O Tiranossauro Rex é, possivelmente, um dos dinossauros mais populares do mundo. Não é à toa que a criatura, que viveu onde hoje é a América do Norte, está presente desde produtos infantis até filmes de Hollywood. 

Agora, evidências de um novo predador foram descobertas na Austrália, com os seus fósseis indicando que ele foi tão grande quanto o Tiranossauro Rex. De acordo com estudo liderado pelo paleontólogo Anthony Romilio, da Universidade de Queensland, na Austrália, a descoberta foi feita através de uma pegada fossilizada existente onde já havia sido uma mina de carvão.

"Essas trilhas foram feitas por dinossauros que caminharam pelas florestas de pântano, que antes ocupavam muito da paisagem que hoje é o sul de Queensland", conta o pesquisador. Junto de seus colegas de estudos, Romilio documentou o total de 20 fósseis de rastros de dinossauros.

Enquanto a menor das criaturas tinha apenas o tamanho de uma ema, a maior possuía um pouco menos de três metros de altura e 10 metros de comprimento, sendo quase do tamanho de um Tiranossauro Rex, mas mais fino e alongado. A pegada deste novo grande carnívoro tem quase 80 centímetros de comprimento e o rastro fossilizado em que se encontrava conta com, aproximadamente, 160 milhões de anos, sendo ele, então, 90 milhões de anos mais velho que fósseis já encontrados do Tiranossauro Rex. 

Com base nas pegadas individuais e nas trilhas nas quais cada uma delas foi encontrada, os paleontólogos conseguem descobrir como se moviam estes animais de duas pernas, informação que traz conclusões sobre a forma em que eles viajavam pelos ambientes em que passavam. Boa parte dos dinossauros grandes costumavam andar em ritmo de caminhada, com passos mais curtos devido ao tamanho de suas pernas. Porém, duas das trilhas encontradas pelos pesquisadores apontavam para um tamanho de passo maior, típico de animais em fuga.

Essa distância entre os passos sugere, então, que esses grandes dinossauros se movimentavam em velocidades de até 35 quilômetros por hora. A fim de comparação, um ser humano consegue correr cerca de 24 quilômetros por hora. A mais recente descoberta dos paleontólogos, segundo Romilio, preenche um vazio nos registros de dinossauros australianos. Até o momento, os maiores dinossauros encontrados no país estão na classe herbívora, como o Brontossauro e Mutaburrassauro. 

Por Natalie Rosa, em 2020 (disponível em: https://bit.ly/30aSUOg). Com adaptações.

Leia o texto 'NOVO PREDADOR' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que as trilhas descobertas foram feitas por dinossauros que caminharam pelas florestas de pântano, que antes ocupavam muito da paisagem que hoje é o sul de Queensland.

II. Com base nas pegadas individuais e nas trilhas nas quais cada uma delas foi encontrada, os paleontólogos conseguem descobrir como se moviam os animais de duas pernas encontrados, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1710879 Português

NOVO PREDADOR


O Tiranossauro Rex é, possivelmente, um dos dinossauros mais populares do mundo. Não é à toa que a criatura, que viveu onde hoje é a América do Norte, está presente desde produtos infantis até filmes de Hollywood. 

Agora, evidências de um novo predador foram descobertas na Austrália, com os seus fósseis indicando que ele foi tão grande quanto o Tiranossauro Rex. De acordo com estudo liderado pelo paleontólogo Anthony Romilio, da Universidade de Queensland, na Austrália, a descoberta foi feita através de uma pegada fossilizada existente onde já havia sido uma mina de carvão.

"Essas trilhas foram feitas por dinossauros que caminharam pelas florestas de pântano, que antes ocupavam muito da paisagem que hoje é o sul de Queensland", conta o pesquisador. Junto de seus colegas de estudos, Romilio documentou o total de 20 fósseis de rastros de dinossauros.

Enquanto a menor das criaturas tinha apenas o tamanho de uma ema, a maior possuía um pouco menos de três metros de altura e 10 metros de comprimento, sendo quase do tamanho de um Tiranossauro Rex, mas mais fino e alongado. A pegada deste novo grande carnívoro tem quase 80 centímetros de comprimento e o rastro fossilizado em que se encontrava conta com, aproximadamente, 160 milhões de anos, sendo ele, então, 90 milhões de anos mais velho que fósseis já encontrados do Tiranossauro Rex. 

Com base nas pegadas individuais e nas trilhas nas quais cada uma delas foi encontrada, os paleontólogos conseguem descobrir como se moviam estes animais de duas pernas, informação que traz conclusões sobre a forma em que eles viajavam pelos ambientes em que passavam. Boa parte dos dinossauros grandes costumavam andar em ritmo de caminhada, com passos mais curtos devido ao tamanho de suas pernas. Porém, duas das trilhas encontradas pelos pesquisadores apontavam para um tamanho de passo maior, típico de animais em fuga.

Essa distância entre os passos sugere, então, que esses grandes dinossauros se movimentavam em velocidades de até 35 quilômetros por hora. A fim de comparação, um ser humano consegue correr cerca de 24 quilômetros por hora. A mais recente descoberta dos paleontólogos, segundo Romilio, preenche um vazio nos registros de dinossauros australianos. Até o momento, os maiores dinossauros encontrados no país estão na classe herbívora, como o Brontossauro e Mutaburrassauro. 

Por Natalie Rosa, em 2020 (disponível em: https://bit.ly/30aSUOg). Com adaptações.

Leia o texto 'NOVO PREDADOR' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. A pegada do novo grande carnívoro, cujas evidências foram descobertas na Austrália, tem quase 80 metros de comprimento, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.

II. O Tiranossauro Rex, que viveu onde hoje é a América do Norte, está presente desde produtos infantis até filmes de Hollywood, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1710878 Português

NOVO PREDADOR


O Tiranossauro Rex é, possivelmente, um dos dinossauros mais populares do mundo. Não é à toa que a criatura, que viveu onde hoje é a América do Norte, está presente desde produtos infantis até filmes de Hollywood. 

Agora, evidências de um novo predador foram descobertas na Austrália, com os seus fósseis indicando que ele foi tão grande quanto o Tiranossauro Rex. De acordo com estudo liderado pelo paleontólogo Anthony Romilio, da Universidade de Queensland, na Austrália, a descoberta foi feita através de uma pegada fossilizada existente onde já havia sido uma mina de carvão.

"Essas trilhas foram feitas por dinossauros que caminharam pelas florestas de pântano, que antes ocupavam muito da paisagem que hoje é o sul de Queensland", conta o pesquisador. Junto de seus colegas de estudos, Romilio documentou o total de 20 fósseis de rastros de dinossauros.

Enquanto a menor das criaturas tinha apenas o tamanho de uma ema, a maior possuía um pouco menos de três metros de altura e 10 metros de comprimento, sendo quase do tamanho de um Tiranossauro Rex, mas mais fino e alongado. A pegada deste novo grande carnívoro tem quase 80 centímetros de comprimento e o rastro fossilizado em que se encontrava conta com, aproximadamente, 160 milhões de anos, sendo ele, então, 90 milhões de anos mais velho que fósseis já encontrados do Tiranossauro Rex. 

Com base nas pegadas individuais e nas trilhas nas quais cada uma delas foi encontrada, os paleontólogos conseguem descobrir como se moviam estes animais de duas pernas, informação que traz conclusões sobre a forma em que eles viajavam pelos ambientes em que passavam. Boa parte dos dinossauros grandes costumavam andar em ritmo de caminhada, com passos mais curtos devido ao tamanho de suas pernas. Porém, duas das trilhas encontradas pelos pesquisadores apontavam para um tamanho de passo maior, típico de animais em fuga.

Essa distância entre os passos sugere, então, que esses grandes dinossauros se movimentavam em velocidades de até 35 quilômetros por hora. A fim de comparação, um ser humano consegue correr cerca de 24 quilômetros por hora. A mais recente descoberta dos paleontólogos, segundo Romilio, preenche um vazio nos registros de dinossauros australianos. Até o momento, os maiores dinossauros encontrados no país estão na classe herbívora, como o Brontossauro e Mutaburrassauro. 

Por Natalie Rosa, em 2020 (disponível em: https://bit.ly/30aSUOg). Com adaptações.

Leia o texto 'NOVO PREDADOR' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:


I. O texto menciona que duas das trilhas encontradas pelos pesquisadores apontavam para um tamanho de passo menor que 5 centímetros, típico de animais em fuga.

II. Até o momento, os maiores dinossauros encontrados na África do Sul estão na classe carnívora, como o Brontossauro e Mutaburrassauro, conforme mencionado pelo texto.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1710508 Português
Assinale a alternativa, cujas palavras denotativas, indicam adição.
Alternativas
Q1710503 Português





INDIFERENÇA. (Guilherme de Almeida).


Hoje, voltas-me o rosto, se ao teu lado

Passo. E eu, baixo os meus olhos se te avisto.

E assim fazemos, como se com isto,

Pudéssemos varrer nosso passado.


Passo esquecido de te olhar, coitado!

Vais, coitada, esquecida de que existo.

Como se nunca me tivesses visto,

Como se eu sempre não te houvesse amado


Mas, se às vezes, sem querer nos entrevemos,

Se quando passo, teu olhar me alcança

Se meus olhos te alcançam quando vais


Ah! Só Deus sabe!Só nós dois sabemos.

Volta-nos sempre a pálida lembrança

Daqueles tempos que não voltam mais!

De acordo com o poema, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1710441 Português

Como comecei a escrever


De acordo com o texto, o autor
Alternativas
Q1710435 Português

Como comecei a escrever


“Naquela época os programas de rádio faziam tanto sucesso quanto os de televisão hoje em dia, e quando eu tinha 10 anos, uma revista semanal do Rio, especializada em rádio, mantinha um concurso permanente de crônicas sob o título ‘O Que Pensam Os Rádio-Ouvintes’” (L. 9-13). No trecho acima, o pronome sublinhado se refere
Alternativas
Q1710247 Português
Estudos genéricos selecionaram variedades de café arábica para a Região Amazônica.



Estudos desenvolvidos pela Embrapa Rondônia durante 13 anos apontam a cultivar de café arábica Catucaí Amarelo 2SL como muito produtiva para a Região Amazônica. Desenvolvida pela Fundação Procafé, ela já era indicada para plantio no sul de Minas Gerais, mas as análises genéticas conduzidas pela Embrapa comprovaram o seu potencial produtivo também em temperaturas elevadas, possibilitando estender a recomendação de plantio para Rondônia, em regiões acima de 300 metros de altitude, com temperaturas médias próximas de 26°C.

Os estudos duraram 13 anos e selecionaram a cultivar e duas linhagens entre 57 genótipos de café arábica avaliados, pois elas mostraram produtividade acima de 35 sacas por hectare, acima da média brasileira de 30 sacas por hectare.

Além disso, a qualidade da bebida superou as expectativas, alcançando notas superiores a 80 pontos, na escala de 0 a 100 da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA), o que a coloca na categoria de café especial, de acordo com os padrões internacionais de qualidade. O Catucaí Amarelo apresentou corpo acentuado, cremoso, baixa acidez e sabores que remetem ao caramelo e chocolates.

Segundo o pesquisador da Embrapa, Alexsandro Teixeira, a seleção do material genético mais adaptado à região e a adoção dos cafeicultores, quanto ao manejo diferenciado do café arábica, foram os principais desafios para alcançar a indicação da cultivar.

Primeiro arábica para a Amazônia

Rondônia é o quinto maior produtor de café do País e o segundo da espécie canéfora (conilon e robusta). Seu cultivo é realizado por cerca de 20 mil produtores familiares e, exclusivamente, da espécie canéfora. “A indicação de uma cultivar da espécie arábica é estratégica para o estado, pois atende a demanda por esse tipo de grão na região amazônica, tanto para a produção de cafés especiais, ou gourmets, quanto para a utilização em blends, que é a mistura de grãos de cafés arábica e canéfora”, explica Teixeira. Atualmente, todo o café arábica consumido no norte do País é oriundo de outras regiões produtoras, como Minas Gerais e São Paulo.

Mais de uma década de pesquisa

No início de 2005, a Embrapa Rondônia e a Embrapa Café, em parceria com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), deram início às pesquisas de melhoramento genético da espécie Coffea arabica L. nas condições climáticas da Amazônia. O objetivo foi avaliar e selecionar genótipos de café arábica nas condições de baixas altitudes e temperaturas elevadas.

As principais características buscadas durante o processo seletivo foram a produtividade e o ciclo de maturação tardio. Ao longo dos anos, observou-se que o café arábica amadurece mais cedo em regiões de clima quente, o que, para as condições amazônicas, coincide com as altas precipitações dos meses de fevereiro a março, dificultando a secagem dos frutos.

As cultivares de café arábica disponíveis atualmente são adaptadas às regiões de altitudes elevadas e temperaturas amenas, com médias anuais entre 18ºC e 23ºC, ao contrário do que ocorre na Amazônia Ocidental, onde são verificadas baixas altitudes e temperaturas médias elevadas, em torno de 25ºC a 27ºC durante todo o ano. Temperaturas acima de 23ºC provocam crescimento e desenvolvimento acelerado dos frutos (ciclo precoce), o que, em determinadas situações, pode ocasionar a perda de qualidade dos grãos. Outro fato prejudicial é a combinação de temperaturas elevadas e alta umidade do ar durante o florescimento, ocasionando o abortamento excessivo de flores.

O resultado das pesquisas oferece aos produtores uma opção de plantio de uma cultivar de café arábica adaptada às condições amazônicas e o acesso a um nicho de mercado interessante, já que todo o café dessa espécie consumido na Região Norte vem de outros estados.


Produtividade alcançou 51 sacas/há.
[...]
(Fonte: https://www.rondoniagora.com/agronegocio/estudos-geneticos-selecionam-variedade-de-cafearabica-para-a-regiao-amazonica - texto adaptado). 
Segundo a notícia, o Estado de Rondônia é:
Alternativas
Q1710246 Português
Estudos genéricos selecionaram variedades de café arábica para a Região Amazônica.



Estudos desenvolvidos pela Embrapa Rondônia durante 13 anos apontam a cultivar de café arábica Catucaí Amarelo 2SL como muito produtiva para a Região Amazônica. Desenvolvida pela Fundação Procafé, ela já era indicada para plantio no sul de Minas Gerais, mas as análises genéticas conduzidas pela Embrapa comprovaram o seu potencial produtivo também em temperaturas elevadas, possibilitando estender a recomendação de plantio para Rondônia, em regiões acima de 300 metros de altitude, com temperaturas médias próximas de 26°C.

Os estudos duraram 13 anos e selecionaram a cultivar e duas linhagens entre 57 genótipos de café arábica avaliados, pois elas mostraram produtividade acima de 35 sacas por hectare, acima da média brasileira de 30 sacas por hectare.

Além disso, a qualidade da bebida superou as expectativas, alcançando notas superiores a 80 pontos, na escala de 0 a 100 da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA), o que a coloca na categoria de café especial, de acordo com os padrões internacionais de qualidade. O Catucaí Amarelo apresentou corpo acentuado, cremoso, baixa acidez e sabores que remetem ao caramelo e chocolates.

Segundo o pesquisador da Embrapa, Alexsandro Teixeira, a seleção do material genético mais adaptado à região e a adoção dos cafeicultores, quanto ao manejo diferenciado do café arábica, foram os principais desafios para alcançar a indicação da cultivar.

Primeiro arábica para a Amazônia

Rondônia é o quinto maior produtor de café do País e o segundo da espécie canéfora (conilon e robusta). Seu cultivo é realizado por cerca de 20 mil produtores familiares e, exclusivamente, da espécie canéfora. “A indicação de uma cultivar da espécie arábica é estratégica para o estado, pois atende a demanda por esse tipo de grão na região amazônica, tanto para a produção de cafés especiais, ou gourmets, quanto para a utilização em blends, que é a mistura de grãos de cafés arábica e canéfora”, explica Teixeira. Atualmente, todo o café arábica consumido no norte do País é oriundo de outras regiões produtoras, como Minas Gerais e São Paulo.

Mais de uma década de pesquisa

No início de 2005, a Embrapa Rondônia e a Embrapa Café, em parceria com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), deram início às pesquisas de melhoramento genético da espécie Coffea arabica L. nas condições climáticas da Amazônia. O objetivo foi avaliar e selecionar genótipos de café arábica nas condições de baixas altitudes e temperaturas elevadas.

As principais características buscadas durante o processo seletivo foram a produtividade e o ciclo de maturação tardio. Ao longo dos anos, observou-se que o café arábica amadurece mais cedo em regiões de clima quente, o que, para as condições amazônicas, coincide com as altas precipitações dos meses de fevereiro a março, dificultando a secagem dos frutos.

As cultivares de café arábica disponíveis atualmente são adaptadas às regiões de altitudes elevadas e temperaturas amenas, com médias anuais entre 18ºC e 23ºC, ao contrário do que ocorre na Amazônia Ocidental, onde são verificadas baixas altitudes e temperaturas médias elevadas, em torno de 25ºC a 27ºC durante todo o ano. Temperaturas acima de 23ºC provocam crescimento e desenvolvimento acelerado dos frutos (ciclo precoce), o que, em determinadas situações, pode ocasionar a perda de qualidade dos grãos. Outro fato prejudicial é a combinação de temperaturas elevadas e alta umidade do ar durante o florescimento, ocasionando o abortamento excessivo de flores.

O resultado das pesquisas oferece aos produtores uma opção de plantio de uma cultivar de café arábica adaptada às condições amazônicas e o acesso a um nicho de mercado interessante, já que todo o café dessa espécie consumido na Região Norte vem de outros estados.


Produtividade alcançou 51 sacas/há.
[...]
(Fonte: https://www.rondoniagora.com/agronegocio/estudos-geneticos-selecionam-variedade-de-cafearabica-para-a-regiao-amazonica - texto adaptado). 
Avalie as alternativas e indique a incorreta, conforme a notícia.
Alternativas
Q1710231 Português
Relacione as colunas sobre figuras e marque a alternativa verdadeira.

Coluna I.

A- Denotação. B- Conotação. C- Figuras de linguagem. D- Figuras de palavras. E- Figuras de pensamento. F- Figuras sintáticas. G- Figuras fonéticas.

Coluna II.

(1) São recursos expressivos que se encontram na combinação das palavras, quando o conteúdo da frase expressa um jogo de conceitos. (2) São recursos expressivos que se revelam pelo modo não convencional com que as palavras são trabalhadas. (3) É o emprego da palavra fora do seu sentido normal: a ela é atribuído um significado novo, um sentido figurado. Ele é criado pelas circunstâncias, pelo contexto em que se encontra a palavra. é um tipo de emprego em que ela (a palavra) fica sujeita a mais de uma interpretação. Ela é própria da linguagem literária, porque os textos literários expressam o imaginário do autor, uma realidade criada por ele, fictícia. O objetivo do autor é puramente estético, artístico; ela é também muito usada na linguagem falada. (4) São recursos expressivos que se obtêm quando as palavras adquirem um sentido novo, diferente do convencional. (5) É o emprego da palavra no seu sentido usual. O significado usual, ou convencional da palavra, é o primeiro informado no dicionário. É um tipo de emprego em que a palavra fica sujeita a apenas uma interpretação. Ela é própria da linguagem informativa, científica, ou técnica, porque os textos dessa natureza exigem informações claras, objetivas, exatas. (6) São recursos expressivos que se mostram nos aspectos sonoros das palavras. (7) São recursos expressivos que se encontram na organização não convencional, ou usual, dos termos na frase.
Alternativas
Q1710223 Português
Mar Português. (Fernando Pessoa).


Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar,
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
De acordo com o poema, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta: ( ) As formas verbais “choraram, rezaram, ficaram por casar” mostram o sofrimento, a dor provocada pela destruição e fim do amor maternal, filial e enamorado.

( ) O eu poético, na 1ª estrofe, refere-se aos sofrimentos passados pelos familiares dos marinheiros, as pessoas que partiram, corajosamente, para aquela aventura marítima, falando que mães, esposas, noivas, filhos dos que embarcaram, choraram tanto, que suas lágrimas tornaram o mar salgado. Tudo isto por um único objetivo: “Para que fosses nosso, ó mar!

( ) O eu lírico faz um questionamento: “Valeu a pena?” A resposta afirmativa é imediata: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena.”

( ) O poema tem como tema o mar: desgraça e glória do povo português.

( ) O poema tem três partes. A 1ª parte, os dois primeiros versos, da 1ª estrofe, é uma explicação do poeta, falando da dor e desgraças que o mar causou aos portugueses. A 2ª parte, os quatro últimos versos da 1ª estrofe, justificam o lado negativo que o mar trouxe à nação lusitana: “Para que o mar fosse nosso, mães choraram, filhos rezaram em vão e noivas ficaram por casar.” A 3ª parte, toda a 2ª estrofe, o eu lírico pergunta se valeu a pena suportar tais desgraças, e ele mesmo, prontamente responde, que tudo vale a pena ao ser humano dotado de uma alma com aspirações infinitas, que toda vitória implica passar além da dor, “além do Bojador,”(O Cabo Bojador era conhecido como o Cabo do Medo, recifes de arestas pontiagudas fervilhavam aquela região, tornando a navegação muito arriscada), se Deus fez do mar um local de tantos perigos e medos, a verdade é, que conquistado, torna-se ele, o espelho das grandes glórias: “Deus pôs o perigo e o abismo no mar, mas nele é que espelhou o céu, ou seja, a Glória.”
Alternativas
Q1710183 Português
A respeito do texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Mantém-se a correção e o sentido do texto ao se substituir “há 30 anos” (l. 03) por “30 anos atrás”; no entanto, seria incorreto preservar o verbo haver e acrescentar o advérbio “atrás” (ficando “há 30 anos atrás”).

( ) O segmento “O que” (l. 04) é constituído de dois pronomes – um demonstrativo e um relativo – e funciona como sujeito de “viria”.

( ) Os termos “entidades” (l. 07) e “a dupla” (l. 13) são anafóricos; o primeiro retoma “androide” (l. 05), “o pequeno David” (l. 05 e 06) e “os anfitriões de Westworld” (l. 06); o segundo retoma “o português António Damásio e seu colega americano Kingson Man” (l. 12).

( ) Depreende-se do texto que “você, um golfinho ou um cão” (l. 18) são seres que temem morrer e são capazes de sentir afeto.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1709295 Português
O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?
Por LOPES, 2016 (trecho de artigo adaptado).

O homem leão é uma pequena escultura pré-histórica com a altura de 29,6 centímetros. Foi toda esculpida no marfim de um único dente de mamute por meio de uma pedra lascada. Os fragmentos da estatueta foram descobertos em 1939, na caverna conhecida como Hohlenstein Stadel, localizada nos Alpes Suábios, ao sul da Alemanha.
Devido ao início da Segunda Guerra Mundial, o estudo dos fragmentos teve de ser deixado de lado e eles acabaram ficando esquecidos por trinta anos. Só após esse período, a estatueta começou a ser refeita. Foi quando cerca de 200 fragmentos começaram a revelar uma forma humana com cabeça de animal.
A primeira publicação do trabalho, em 1970, pelo Dr. Joachim Hahn, causou furor no meio especializado. Mas ainda era indefinido se a cabeça era de um urso ou de um felino. Na década seguinte, mais pedaços foram descobertos e, em 1989, a cabeça pôde ser completada. Surgiu, então, a figura de um ser humano com cabeça de leão (COOK, 2013, p. 28).
A primeira datação por carbono 14 sugeriu a idade de 30.000 anos. Nova e mais precisa datação, em 2013, revelou 40.000 anos. Tal descoberta ganhou manchetes de jornais no exterior e foi capa interna da famosa revista National Geographic, inclusive em sua edição brasileira (WALTER, 2015).
A paleontóloga e arqueóloga Elisabeth Schmid defendeu que a estatueta de Hohlenstein Stadel se tratava da figura de uma mulher leão (COOK, 2013, p. 30). Até agora não se chegou a um consenso, exceto o de provisoriamente chamála pelo nome de ‘humano leão’ – Löwenmensch, que no idioma alemão pertence ao gênero neutro. Em português algo semelhante a ‘pessoa leão’ (leon person).

(LOPES, Anchyses Jobim. Arte da era glacial - arte das cavernas: e o primeiro totem da humanidade (ou, não é que Totem e tabu pode estar certo?). Estud. psicanal, Belo Horizonte, n. 45, p. 15-36, jul. 2016.) 
Leia o texto 'O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Quando a estatueta do homem leão começou a ser refeita, cerca de 200 fragmentos começaram a revelar uma forma humana com cabeça de animal, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto. II. Após a análise do texto, é possível inferir que o homem leão é uma pequena escultura pré-histórica com a altura de 29,6 centímetros e que foi toda esculpida no marfim de um único dente de mamute, por meio de uma pedra lascada.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1709294 Português
O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?
Por LOPES, 2016 (trecho de artigo adaptado).

O homem leão é uma pequena escultura pré-histórica com a altura de 29,6 centímetros. Foi toda esculpida no marfim de um único dente de mamute por meio de uma pedra lascada. Os fragmentos da estatueta foram descobertos em 1939, na caverna conhecida como Hohlenstein Stadel, localizada nos Alpes Suábios, ao sul da Alemanha.
Devido ao início da Segunda Guerra Mundial, o estudo dos fragmentos teve de ser deixado de lado e eles acabaram ficando esquecidos por trinta anos. Só após esse período, a estatueta começou a ser refeita. Foi quando cerca de 200 fragmentos começaram a revelar uma forma humana com cabeça de animal.
A primeira publicação do trabalho, em 1970, pelo Dr. Joachim Hahn, causou furor no meio especializado. Mas ainda era indefinido se a cabeça era de um urso ou de um felino. Na década seguinte, mais pedaços foram descobertos e, em 1989, a cabeça pôde ser completada. Surgiu, então, a figura de um ser humano com cabeça de leão (COOK, 2013, p. 28).
A primeira datação por carbono 14 sugeriu a idade de 30.000 anos. Nova e mais precisa datação, em 2013, revelou 40.000 anos. Tal descoberta ganhou manchetes de jornais no exterior e foi capa interna da famosa revista National Geographic, inclusive em sua edição brasileira (WALTER, 2015).
A paleontóloga e arqueóloga Elisabeth Schmid defendeu que a estatueta de Hohlenstein Stadel se tratava da figura de uma mulher leão (COOK, 2013, p. 30). Até agora não se chegou a um consenso, exceto o de provisoriamente chamála pelo nome de ‘humano leão’ – Löwenmensch, que no idioma alemão pertence ao gênero neutro. Em português algo semelhante a ‘pessoa leão’ (leon person).

(LOPES, Anchyses Jobim. Arte da era glacial - arte das cavernas: e o primeiro totem da humanidade (ou, não é que Totem e tabu pode estar certo?). Estud. psicanal, Belo Horizonte, n. 45, p. 15-36, jul. 2016.) 
Leia o texto 'O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que na década de 1980 mais pedaços foram descobertos e em 1989 a cabeça do homem leão pôde ser completada, revelando uma bela imagem com mais de um metro de altura, feita totalmente em vidro vulcânico. II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, quando foi completada, a estatueta do homem leão revelou a figura de um ser humano com corpo de peixe, sendo essa a mais antiga figura artística feita por um ser humano que se tem conhecimento.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1709293 Português
O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?
Por LOPES, 2016 (trecho de artigo adaptado).

O homem leão é uma pequena escultura pré-histórica com a altura de 29,6 centímetros. Foi toda esculpida no marfim de um único dente de mamute por meio de uma pedra lascada. Os fragmentos da estatueta foram descobertos em 1939, na caverna conhecida como Hohlenstein Stadel, localizada nos Alpes Suábios, ao sul da Alemanha.
Devido ao início da Segunda Guerra Mundial, o estudo dos fragmentos teve de ser deixado de lado e eles acabaram ficando esquecidos por trinta anos. Só após esse período, a estatueta começou a ser refeita. Foi quando cerca de 200 fragmentos começaram a revelar uma forma humana com cabeça de animal.
A primeira publicação do trabalho, em 1970, pelo Dr. Joachim Hahn, causou furor no meio especializado. Mas ainda era indefinido se a cabeça era de um urso ou de um felino. Na década seguinte, mais pedaços foram descobertos e, em 1989, a cabeça pôde ser completada. Surgiu, então, a figura de um ser humano com cabeça de leão (COOK, 2013, p. 28).
A primeira datação por carbono 14 sugeriu a idade de 30.000 anos. Nova e mais precisa datação, em 2013, revelou 40.000 anos. Tal descoberta ganhou manchetes de jornais no exterior e foi capa interna da famosa revista National Geographic, inclusive em sua edição brasileira (WALTER, 2015).
A paleontóloga e arqueóloga Elisabeth Schmid defendeu que a estatueta de Hohlenstein Stadel se tratava da figura de uma mulher leão (COOK, 2013, p. 30). Até agora não se chegou a um consenso, exceto o de provisoriamente chamála pelo nome de ‘humano leão’ – Löwenmensch, que no idioma alemão pertence ao gênero neutro. Em português algo semelhante a ‘pessoa leão’ (leon person).

(LOPES, Anchyses Jobim. Arte da era glacial - arte das cavernas: e o primeiro totem da humanidade (ou, não é que Totem e tabu pode estar certo?). Estud. psicanal, Belo Horizonte, n. 45, p. 15-36, jul. 2016.) 
Leia o texto 'O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A primeira datação por carbono 14 sugeriu a idade de 30.000 anos ao homem leão, afirma o texto. A nova e mais precisa datação, em 2013, revelou 40.000 anos, como se pode concluir a partir da análise das informações do texto. II. Após a análise do texto, é possível concluir que os fragmentos da estatueta do homem leão foram descobertos em 1939, na caverna conhecida como Hohlenstein Stadel, localizada nos Alpes Suábios, ao sul da Alemanha.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1709292 Português
O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?
Por LOPES, 2016 (trecho de artigo adaptado).

O homem leão é uma pequena escultura pré-histórica com a altura de 29,6 centímetros. Foi toda esculpida no marfim de um único dente de mamute por meio de uma pedra lascada. Os fragmentos da estatueta foram descobertos em 1939, na caverna conhecida como Hohlenstein Stadel, localizada nos Alpes Suábios, ao sul da Alemanha.
Devido ao início da Segunda Guerra Mundial, o estudo dos fragmentos teve de ser deixado de lado e eles acabaram ficando esquecidos por trinta anos. Só após esse período, a estatueta começou a ser refeita. Foi quando cerca de 200 fragmentos começaram a revelar uma forma humana com cabeça de animal.
A primeira publicação do trabalho, em 1970, pelo Dr. Joachim Hahn, causou furor no meio especializado. Mas ainda era indefinido se a cabeça era de um urso ou de um felino. Na década seguinte, mais pedaços foram descobertos e, em 1989, a cabeça pôde ser completada. Surgiu, então, a figura de um ser humano com cabeça de leão (COOK, 2013, p. 28).
A primeira datação por carbono 14 sugeriu a idade de 30.000 anos. Nova e mais precisa datação, em 2013, revelou 40.000 anos. Tal descoberta ganhou manchetes de jornais no exterior e foi capa interna da famosa revista National Geographic, inclusive em sua edição brasileira (WALTER, 2015).
A paleontóloga e arqueóloga Elisabeth Schmid defendeu que a estatueta de Hohlenstein Stadel se tratava da figura de uma mulher leão (COOK, 2013, p. 30). Até agora não se chegou a um consenso, exceto o de provisoriamente chamála pelo nome de ‘humano leão’ – Löwenmensch, que no idioma alemão pertence ao gênero neutro. Em português algo semelhante a ‘pessoa leão’ (leon person).

(LOPES, Anchyses Jobim. Arte da era glacial - arte das cavernas: e o primeiro totem da humanidade (ou, não é que Totem e tabu pode estar certo?). Estud. psicanal, Belo Horizonte, n. 45, p. 15-36, jul. 2016.) 
Leia o texto 'O que é o homem leão, de Hohlenstein Stadel?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A descoberta do homem leão ganhou manchetes de jornais no exterior e foi capa interna da famosa revista National Geographic, inclusive em sua edição brasileira, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto. II. As informações presentes no texto permitem concluir que o primeiro trabalho publicado em 1970, pelo Dr. Joachim Hahn, causou furor no meio especializado, apesar de ainda ser, na época, indefinido se a cabeça era de urso ou de um felino.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1709163 Português

Instrução: A questão de número refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


(Disponível em: https://www.minhavida.com.br/familia/materias/29436-7-cuidados-para-evitardesidratacao-das-criancas-no-verao - Texto especialmente adaptado para esta prova.)

Conforme o texto, um dos cuidados para evitar a desidratação em crianças é:
Alternativas
Respostas
28001: A
28002: A
28003: A
28004: A
28005: C
28006: D
28007: A
28008: D
28009: C
28010: A
28011: B
28012: A
28013: A
28014: A
28015: A
28016: A
28017: D
28018: A
28019: A
28020: A