Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1715486 Português

TEXTO V 


LÍNGUA

Gosto de sentir a minha língua roçar

A língua de Luís de Camões.

Gosto de ser e de estar

E quero me dedicar

A criar confusões de prosódia

E um profusão de paródias

Que encurtem dores

E furtem cores como camaleões.

Gosto do Pessoa na pessoa

Da rosa no Rosa,

E sei que a poesia está para a prosa

Assim como o amor está para a amizade.

E quem há de negar que esta lhe é superior?

E deixa os portugais morrerem à míngua,

“Minha pátria é minha língua”

- Fala Mangueira

Flor do Lácio Sambódromo

Lusamérica latim em pó

O que quer

o que pode

Esta língua?

Caetano Veloso. Velô, 1984.


A música de Caetano, um verdadeiro poema, versa sobre língua portuguesa, chamada de a última flor do Lácio, região, ainda do Império Romano, em que se falam as línguas provindas do latim. A questão toma o poema como unidade de análise.

O poeta ainda expressa seu gosto pela transitoriedade e perenidade, que está expresso junto ao:
Alternativas
Q1715479 Português

TEXTO IV



Fonte: Super Interessante (Fevereiro, 2017) 

Afinal, a expressão “Será o Benedito”, dado o contexto do TEXTO IV, expressa:
Alternativas
Q1715477 Português
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://descomplica.com.br/artigo/4-imagens-que-vao-te-ajudar-a-nunca-mais-confundir-as-variacoes-linguisticas/4kq/

A tirinha acima mostra um tipo de variação linguística que se dá do ponto de vista geográfico, como bem ilustra o título “O GAÚCHO E O MINEIRO”. Como toda tirinha, há humor. Para interpretar esse humor, a que o gaúcho e o mineiro entendem por macho em face da interação estabelecida? 
Alternativas
Q1715473 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

A coerência textual pode ser assegurada por diversos mecanismos, entre os quais estão os semânticos e pragmáticos. As primeiras cinco linhas do TEXTO III apresentam um agrupamento de vocábulos que constituem, do ponto de vista denotado, uma rede semântica associada a trabalhos com costura, indústria da confecção, gerando concretamente produtos. Contudo, há deslocamentos de sentidos desses mesmos vocábulos, mantendo ainda a ideia de tecer, do feitio, enfim, de construir algo, só que não mais um produto da confecção, mas sim um estado da alma dos sujeitos. Esses sentidos construídos passam a ser conotados, dando sustentabilidade à coerência textual entre título e texto. Os vocábulos associados que passam a ser conotados são:
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Q1715471 Português

TEXTO II 


Fonte: http://www.ateliedasletras.com.br/2010/11/variacao-linguistica.html



Na tirinha acima, deparamo-nos com uma variedade linguística que faz uso do fonema [R] em vez do fonema [l], o que, linguisticamente, é explicável frente à proximidade articulatória de ambas as consoantes. O fenômeno da troca em contexto pós-vocálico já é descrito desde há muito. Em 1919, no Compêndio de gramática histórica portuguesa, de Joaquim Nunes, o autor destaca isso, ao dar os seguintes exemplos, verificados na língua popular: “azur” (azul), “corchão” (colchão), “sordado” (soldado) etc. Tudo isso apoia a produtividade desse uso em algumas variedades do português brasileiro.

O desconhecimento da existência de outras variedades linguísticas igualmente aceitas no uso do cotidiano provoca, certamente, incompreensões de toda ordem, que, durante a interação, rapidamente é retomada e adequada à situação para conduzir um diálogo compreensível entre os interlocutores. Na tirinha, isso não ocorre, daí o riso, humor característico desse gênero. Esse humor é garantido, junto ao TEXTO II, em função da interpretação de que o ato de fala:
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Q1715470 Português

TEXTO II 


Fonte: http://www.ateliedasletras.com.br/2010/11/variacao-linguistica.html



Na tirinha acima, deparamo-nos com uma variedade linguística que faz uso do fonema [R] em vez do fonema [l], o que, linguisticamente, é explicável frente à proximidade articulatória de ambas as consoantes. O fenômeno da troca em contexto pós-vocálico já é descrito desde há muito. Em 1919, no Compêndio de gramática histórica portuguesa, de Joaquim Nunes, o autor destaca isso, ao dar os seguintes exemplos, verificados na língua popular: “azur” (azul), “corchão” (colchão), “sordado” (soldado) etc. Tudo isso apoia a produtividade desse uso em algumas variedades do português brasileiro.

A tirinha junto ao TEXTO II expressa uma incompreensão, do ponto de vista semântico-pragmático, com relação à:
Alternativas
Q1715468 Português
TEXTO I 

Imagine um cenário em que você esteja às voltas com uma emergência e precise saber as horas.
Tão logo que encontre uma pessoa, você a indaga: Tem horas? Imediatamente a pessoa responde sim e segue andando. 
Considerando o cenário descrito junto ao TEXTO I, e em consonância com a cultura do nosso cotidiano e as boas práticas de convivência e solicitude, o que você esperaria que ocorresse:
Alternativas
Q1713752 Português
Em se tratando de interação, nas situações de comunicação, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta:
( ) Cada vez que interagimos com alguém, nos envolvemos em uma situação de comunicação. ( ) As pessoas envolvidas numa situação de comunicação são chamadas de interlocutores. ( ) O interlocutor que está falando é chamado locutário e o que está ouvindo, é o locutor. ( ) Dependendo da situação de comunicação, a linguagem usada pode ser mais formal, ou informal.
Alternativas
Q1713749 Português

Considere o seguinte texto para responder à próxima questão.



Ou isto ou aquilo: (Cecília Meireles).


Ou se tem chuva e não se tem sol,

ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,

ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,

quem fica no chão não sobe nos ares.


É uma grande pena que não se possa

estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,

ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…

e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,

se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda

qual é melhor: se é isto ou aquilo.


Quanto ao poema, marque a alternativa incorreta.
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Q1713728 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. No trecho “E nada melhor para isso [liderar de forma ampla] do que o uso devido da comunicação” está implícito que os chefes não conseguem comunicar-se efetivamente com seus colaboradores pela falta de empatia.

II. Uma das ideias presentes no texto é a de que a dificuldade de conquistar um emprego no setor privado tem levado muitos jovens a buscarem novas maneiras de obter qualificação, como os programas de mestrado e/ou doutorado.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713727 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O tema principal do texto é a dicotomia existente entre a linguagem adotada por crianças e jovens em comparação com o vocabulário dos idosos, a qual gera frequentes problemas de entendimento entre essas diferentes gerações.

II. A partir das informações do texto, é possível inferir que apenas é possível obter um diploma de doutorado se o estudante possuir um profundo conhecimento teórico sobre a língua e a cultura dos países europeus.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713726 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Pode-se inferir do texto que o chefe lança a culpa do equívoco na comunicação aos subordinados, pois não reconhece sua própria falha ao interagir. Essa atitude revela despreparo para a função de liderança e desconhecimento do poder da comunicação no ambiente empresarial.

II. Está comprovado no texto que os subordinados é que são culpados por não conseguirem entender os comandos de seus líderes. Como não priorizam a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus colaboradores, as empresas nacionais perdem muito ao não praticarem a efetiva comunicação.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713725 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. O texto mostra que se houver “ruídos” durante a comunicação (na relação entre quem “fala/escreve” e quem “ouve/lê”), podem acontecer equívocos que chegam a comprometer a mensagem. Este é um problema que atinge o patamar das empresas nacionais.

II. No texto, pode-se perceber a ideia de que os investimentos governamentais em programas de formação científica, como os cursos de doutorado, têm contribuído para colocar o Brasil em uma posição de destaque entre os países que mundialmente são referência em novas tecnologias.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713724 Português
Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?


Manter um bom nível de comunicação dentro das empresas é de primordial importância para o andamento do trabalho. Uma boa comunicação com as chefias é também essencial para que o profissional possa dar o seu melhor, assim como entender o que lhe é requisitado. Porém, uma palavra, de apenas três sílabas, na frase anterior, é o que pode colocar tudo a perder, ou a ganhar: entender.

O entendimento humano passa pelo processo de comunicação, todavia quando existem ruídos entre o emissor e receptor, a mensagem não é transmitida, ou pior, ela é entendida de maneira errada. E isso vem acontecendo muito ainda no patamar das empresas nacionais, que, por não prezarem a área de comunicação ou mesmo a qualificação de seus gestores, acabam pecando na maneira de informar seus colaboradores.

Muitas vezes, os chefes são pessoas que não reconhecem sua falha na comunicação e, assim, vão tocando o negócio sem priorizar esse bem, achando que o erro está em seu subordinado. Normalmente, quem não está preparado para este cargo, que requer o poder de comunicar, não ouve o que seus funcionários têm a dizer e, ainda, julga estar sempre com a razão. Isso acontece pelo desconhecimento que os chefes têm do poder da comunicação no ambiente empresarial.

Em uma organização, é preciso deixar claro quem são os líderes, e estes precisam deixar mais claro ainda para seus colaboradores que estão ali para guiar, orientar e apoiar. Os chefes devem entender que a comunicação em suas empresas, além de necessária, é um exercício de gentileza e respeito, por isso, não é só mandar, mas liderar de forma ampla, envolvendo e cativando os colaboradores de uma organização. E nada melhor para isso do que o uso devido da comunicação.


(TENHO doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem? Adaptado. Revisão linguística. Disponível em: https://bit.ly/3j3MyZD. Acesso em: mar 2020) 
Leia o texto 'Tenho doutorado e sou o chefe. Aqui quem manda sou eu. Então, por que não me entendem?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. É possível deduzir, a partir do texto, que, mesmo estando em uma posição hierárquica superior, a efetiva comunicação não depende somente dos líderes, isto é, como os comandos partem de uma relação horizontal, os colaboradores também precisam ter o poder de comunicar.

II. O texto atribui certa responsabilidade à figura do chefe (líder) pelo uso devido da comunicação, visto que ele é o responsável por guiar, orientar e apoiar seus colaboradores.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713525 Português


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/estilo-de-vida/obsessao-feliz-tornando-ansiosas-depressivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que indica um comportamento que NÃO esteja de acordo com as propostas da psicologia positiva de Martin Seligman.
Alternativas
Q1713524 Português


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/estilo-de-vida/obsessao-feliz-tornando-ansiosas-depressivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que expressa a discussão central do texto.
Alternativas
Q1713523 Português


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/estilo-de-vida/obsessao-feliz-tornando-ansiosas-depressivas/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Nas sessões de terapia, a jornalista Nereida teve que encarar suas atitudes erradas. II. As atividades praticadas por Nereida estão de acordo com os passos para se buscar o bem-estar. III. Uma das buscas do budismo é um estado constante de felicidade.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1713491 Português

TEXTO II


QUINO, J. L. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003

O recurso estilístico presente na fala de Mafalda, no 2º quadrinho, está corretamente apontado na opção:
Alternativas
Q1713488 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Pode-se perceber ao longo do poema a recorrência do vocábulo “outra”; essa repetição, nesse poema Eu Vejo uma Gravura, contribui para criar uma imagem de:
Alternativas
Q1713484 Português
TEXTO I
EU VEJO UMA GRAVURA

Eu vejo uma gravura
grande e rasa.
No primeiro plano
Uma casa.
À direita da casa
outra casa.
À esquerda da casa
outra casa.
Lá no fundo da casa outra casa.
Em frente da casa
uma vala:
onde escorre a lama
doutra casa.

E no chão da casa
outra vala:
onde escorre o esgoto
doutra casa.
Esta casa que eu vejo
não se casa
com o que chamamos
uma casa.
Pois as paredes são
Esburacadas
onde passam aranhas
e baratas.

E os telhados são
folhas de zinco.
E podem cair
a qualquer vento.
E matar a mulher
que mora dentro.
E matar a criança
que está dentro
da mulher que mora
nessa casa.
Ou da mulher que mora
noutra casa.

É preciso pintar
outra gravura
com casas de argamassa
na paisagem.

Crianças cantando
a segurança
da vida construída
à sua imagem.

JOANA EM FLOR, Reynaldo Jardim.
Textos como o acima apresentam caráter poético, pois podem ser considerados pertencentes ao gênero lírico, que, geralmente, utilizam uma linguagem carregada de subjetividade e emotividade. No entanto, no poema de Reynaldo Jardim, observa-se, pelas escolhas linguísticas do poeta, o predomínio de um determinado recurso de linguagem que se distancia, até certo ponto, da subjetividade comum aos poemas. Tal recurso está corretamente indicado na opção:
Alternativas
Respostas
27941: C
27942: A
27943: D
27944: A
27945: D
27946: A
27947: B
27948: A
27949: D
27950: D
27951: D
27952: B
27953: B
27954: A
27955: D
27956: B
27957: C
27958: B
27959: D
27960: A