Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Alberto Luiz Albertin e Rosa Maria de Moura Albertin. A evolução do comércio eletrônico no mercado brasileiro. In: Ministério da Ciência e
Tecnologia (org.). Internet comercial. Brasília: Secretaria de Política de Informática, 2005, v. 1, p. 135‐157 (com adaptações).
A palavra “cuja” (linha 7) retoma o termo “Internet” (linha 6).
Acerca do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Consideradas as relações coesivas do texto, entende-se que, no segmento "o que lhe garantirá mais liberdade" (linhas 8 e 9), o vocábulo "o" refere-se ao fato de o comerciante "migrar para seu próprio e-commerce" (linha 8).
De acordo com o texto, o investimento em um e-commerce próprio é vantajoso para o comerciante que almeja prosperar no mercado on-line.
Acerca do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O texto, que se caracteriza como dissertativo, trata do
mercado digital e da necessidade de se priorizar o
relacionamento entre marca/empresa e o público
consumidor para a obtenção de sucesso no e‐commerce.
Leia o texto para responder à questão.
A Oralidade na BNCC
De acordo com o descrito no texto, assinale a alternativa correta quanto ao ensino de oralidade.
Leia o texto para responder a questão.
Etimologia
Leia o texto para responder a questão.
Etimologia
Leia o texto para responder à questão.
Segundo Bakhtin, os gêneros do discurso são praticamente infinitos, nascendo de acordo com as necessidades de comunicação humana. O surgimento de gêneros não se liga diretamente à estabilidade relativa. Esta se refere ao fato de todo gênero combinar elementos estáveis, que lhe permitam ser identificado como o gênero que é, com variações dependentes do contexto de uso, das necessidades específicas de cada interação e da posição relativa do locutor.
A parte estável dá conta dessa identificação, e essa parte define basicamente o gênero. A parcela marcada pelo ‘relativamente’ dá conta desse seu dinamismo. Podemos alterar partes materiais do gênero sem que ele se altere como tal. As mudanças capazes de tornar o gênero outro gênero são aquelas que afetam seu foco, o endereçamento e o projeto enunciativo. Porque o gênero se define pragmaticamente em termos daquilo que realiza e daquele a quem se dirige.
Bakhtin é claro quanto a isso. Tema, forma de composição e estilo são meios técnicos de realização do gênero. Ninguém vai entender o gênero tentando identificar esses três elementos. Não são categorias. Apenas estão lá e não podem ser vistos de forma separada. Podemos mudá-los e manter o gênero. Eis o relativamente da expressão “relativamente estáveis”. Mas se mudarmos o projeto enunciativo, ou seja, aquilo que o gênero realiza, e o interlocutor a quem ele se dirige, na verdade, seu interlocutor típico, o gênero se torna outro. Claro que há mudanças do gênero, mas ele permanece o mesmo. Por vezes, ele apenas se diversifica.
Adaptado de: MORAES et al, F. Entrevista Especial VI:
Adail Sobral. 2019. Disponível em:
http://oconsoante.com.br/2019/04/09/entrevista-especial-vi/.
Leia o texto para responder à questão.
Segundo Bakhtin, os gêneros do discurso são praticamente infinitos, nascendo de acordo com as necessidades de comunicação humana. O surgimento de gêneros não se liga diretamente à estabilidade relativa. Esta se refere ao fato de todo gênero combinar elementos estáveis, que lhe permitam ser identificado como o gênero que é, com variações dependentes do contexto de uso, das necessidades específicas de cada interação e da posição relativa do locutor.
A parte estável dá conta dessa identificação, e essa parte define basicamente o gênero. A parcela marcada pelo ‘relativamente’ dá conta desse seu dinamismo. Podemos alterar partes materiais do gênero sem que ele se altere como tal. As mudanças capazes de tornar o gênero outro gênero são aquelas que afetam seu foco, o endereçamento e o projeto enunciativo. Porque o gênero se define pragmaticamente em termos daquilo que realiza e daquele a quem se dirige.
Bakhtin é claro quanto a isso. Tema, forma de composição e estilo são meios técnicos de realização do gênero. Ninguém vai entender o gênero tentando identificar esses três elementos. Não são categorias. Apenas estão lá e não podem ser vistos de forma separada. Podemos mudá-los e manter o gênero. Eis o relativamente da expressão “relativamente estáveis”. Mas se mudarmos o projeto enunciativo, ou seja, aquilo que o gênero realiza, e o interlocutor a quem ele se dirige, na verdade, seu interlocutor típico, o gênero se torna outro. Claro que há mudanças do gênero, mas ele permanece o mesmo. Por vezes, ele apenas se diversifica.
Adaptado de: MORAES et al, F. Entrevista Especial VI:
Adail Sobral. 2019. Disponível em:
http://oconsoante.com.br/2019/04/09/entrevista-especial-vi/.
“A expressão norma/culta/comum/standard designa o conjunto de fenômenos linguísticos que ocorrem em situações mais monitoradas de fala e escrita. Esse vínculo com os usos monitorados e com as práticas da cultura escrita leva os falantes a lhe atribuir um valor social positivo, a recobri-la com uma capa de prestígio social” (FARACO, 2008, p. 71).
“É também indispensável distinguir a norma culta falada da norma culta escrita. Isso porque há fenômenos que ocorrem na fala culta (pela sua grande proximidade com a linguagem urbana), mas não ocorrem na escrita culta ou chegam mesmo a ser criticados quando nela aparecem” (FARACO, 2008, p. 50).
Disponível em: FARACO, Carlos Alberto. Norma Culta
Brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola,
2008.
Texto 3 para responder à questão.

Disponível em: <https://www.insper.edu.br/>.
Acesso em: 31 maio 2021, com adaptações.
Texto 3 para responder à questão.

Disponível em: <https://www.insper.edu.br/>.
Acesso em: 31 maio 2021, com adaptações.


