Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Analise as seguintes assertivas e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas quanto aos itens analisados no estudo apresentado pelo texto.
( ) Medo de altura.
( ) Sensibilidade ao ruído.
( ) Nível de atenção.
( ) Agressão e comportamentos compulsivos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


( ) Caso passe por um animal na pista, é importante que o motorista sinalize para o motorista que vem na direção contrária. Para isso, buzinar e dar luz alta é o recomendado.
( ) Os abastecimentos do automóvel podem ser uma oportunidade para fazer verificações básicas no veículo, como nível do óleo e condições dos pneus.
( ) É fundamental que, ao se fazer uma manobra, o motorista sinalize com antecedência.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:








No período acima, o termo sublinhado apresenta mormente valor

I. Embora houvesse um período na história em que o Brasil, em sua capitania de São José do Rio Preto, tivesse alto lucro com a exploração e a produção da commodity, um verdadeiro “ciclo da manteiga de tartaruga”, não há, contraditoriamente, nos livros de História, referências desenvolvidas ao evento. II. O texto afirma que o nome “manteiga” constitui na realidade uma impropriedade semântica, o que pode ser comprovado ao se conhecer o processo de produção da commodity. III. Se houvesse sustentabilidade na produção, o Brasil teria alcançado, em mais cinquenta anos, lugar de destaque econômico com a comercialização da manteiga de tartaruga.
Assinale
No fim do século XVIII e começo do XIX, a despeito de algumas grandes fogueiras, a melancólica festa de punição vai-se extinguindo. Nessa transformação, misturaram-se dois processos. Não tiveram nem a mesma cronologia, nem as mesmas razões de ser. De um lado, a supressão do espetáculo punitivo. O cerimonial da pena vai sendo obliterado e passa a ser apenas um novo ato de procedimento ou de administração. A punição pouco a pouco deixou de ser uma cena. E tudo o que pudesse implicar de espetáculo desde então terá um cunho negativo; e como as funções da cerimônia penal deixavam pouco a pouco de ser compreendidas, ficou a suspeita de que tal rito que dava um “fecho” ao crime mantinha com ele afinidades espúrias: igualando-o, ou mesmo ultrapassando-o em selvageria, acostumando os espectadores a uma ferocidade de que todos queriam vê-los afastados, mostrando-lhes a frequência dos crimes, fazendo o carrasco se parecer com criminoso, os juízes com os assassinos, invertendo no último momento os papéis, fazendo do supliciado um objeto de piedade e de admiração.
A execução pública é vista então como uma fornalha em que se acende a violência. A punição vai-se tornando, pois, a parte mais velada do processo penal, provocando várias consequências: deixa o campo da percepção quase diária e entra no da consciência abstrata; sua eficácia é atribuída à sua fatalidade, não à sua intensidade visível; a certeza de ser punido é que deve desviar o homem do crime e não mais o abominável teatro; a mecânica exemplar da punição muda as engrenagens.
Michel Foucault. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução:
Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item seguinte.
O texto aponta para uma reflexão sobre o sistema de punição
de criminosos: a violência envolvida na pena pode fazê-la se
parecer com os crimes que se deseja evitar.
No fim do século XVIII e começo do XIX, a despeito de algumas grandes fogueiras, a melancólica festa de punição vai-se extinguindo. Nessa transformação, misturaram-se dois processos. Não tiveram nem a mesma cronologia, nem as mesmas razões de ser. De um lado, a supressão do espetáculo punitivo. O cerimonial da pena vai sendo obliterado e passa a ser apenas um novo ato de procedimento ou de administração. A punição pouco a pouco deixou de ser uma cena. E tudo o que pudesse implicar de espetáculo desde então terá um cunho negativo; e como as funções da cerimônia penal deixavam pouco a pouco de ser compreendidas, ficou a suspeita de que tal rito que dava um “fecho” ao crime mantinha com ele afinidades espúrias: igualando-o, ou mesmo ultrapassando-o em selvageria, acostumando os espectadores a uma ferocidade de que todos queriam vê-los afastados, mostrando-lhes a frequência dos crimes, fazendo o carrasco se parecer com criminoso, os juízes com os assassinos, invertendo no último momento os papéis, fazendo do supliciado um objeto de piedade e de admiração.
A execução pública é vista então como uma fornalha em que se acende a violência. A punição vai-se tornando, pois, a parte mais velada do processo penal, provocando várias consequências: deixa o campo da percepção quase diária e entra no da consciência abstrata; sua eficácia é atribuída à sua fatalidade, não à sua intensidade visível; a certeza de ser punido é que deve desviar o homem do crime e não mais o abominável teatro; a mecânica exemplar da punição muda as engrenagens.
Michel Foucault. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução:
Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item seguinte.
O texto informa que, até o final do século XVIII e início do
século XIX, a pena adotada para punir aqueles que cometiam
crimes consistia em queimá-los em fogueiras.
No fim do século XVIII e começo do XIX, a despeito de algumas grandes fogueiras, a melancólica festa de punição vai-se extinguindo. Nessa transformação, misturaram-se dois processos. Não tiveram nem a mesma cronologia, nem as mesmas razões de ser. De um lado, a supressão do espetáculo punitivo. O cerimonial da pena vai sendo obliterado e passa a ser apenas um novo ato de procedimento ou de administração. A punição pouco a pouco deixou de ser uma cena. E tudo o que pudesse implicar de espetáculo desde então terá um cunho negativo; e como as funções da cerimônia penal deixavam pouco a pouco de ser compreendidas, ficou a suspeita de que tal rito que dava um “fecho” ao crime mantinha com ele afinidades espúrias: igualando-o, ou mesmo ultrapassando-o em selvageria, acostumando os espectadores a uma ferocidade de que todos queriam vê-los afastados, mostrando-lhes a frequência dos crimes, fazendo o carrasco se parecer com criminoso, os juízes com os assassinos, invertendo no último momento os papéis, fazendo do supliciado um objeto de piedade e de admiração.
A execução pública é vista então como uma fornalha em que se acende a violência. A punição vai-se tornando, pois, a parte mais velada do processo penal, provocando várias consequências: deixa o campo da percepção quase diária e entra no da consciência abstrata; sua eficácia é atribuída à sua fatalidade, não à sua intensidade visível; a certeza de ser punido é que deve desviar o homem do crime e não mais o abominável teatro; a mecânica exemplar da punição muda as engrenagens.
Michel Foucault. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução:
Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item seguinte.
No trecho “acostumando os espectadores a uma ferocidade
de que todos queriam vê-los afastados, mostrando-lhes a
frequência dos crimes” (primeiro parágrafo), as formas
pronominais “los” e “lhes” retomam “todos”.
Texto para o item.
Internet:<tribunadonorte.com.br>
Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item no que se refere à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“previsto” (linha 31) – “projeto” (linha 30)
Texto para o item.
Internet:<tribunadonorte.com.br>
Considerando os mecanismos de coesão no texto, julgue o item no que se refere à correta correspondência entre o termo destacado e o respectivo elemento de referência.
“pronto” (linha 27) – “o complexo” (linha 28)
Texto para o item.
Internet:<tribunadonorte.com.br>
Acerca do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Entende-se da leitura do texto que o único entrave para
a assinatura do protocolo de intenções para a
construção do polo cloroquímico no estado do Rio
Grande do Norte é a falta de recursos financeiros
imediatos do poder público estadual, o que requer
negociação com a iniciativa privada.
