Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1938223 Português

Texto para os item.





Carl Sagan. Não existem perguntas imbecis. In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: <nerdking.net.br> (com adaptações) 

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


A palavra “Algo”, em “Algo aconteceu” (início do quarto parágrafo), refere-se ao conjunto de comportamentos descritos no terceiro parágrafo, tais como o fato de os adolescentes ficarem preocupados com a possibilidade de fazer perguntas estúpidas. 

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Q1938222 Português

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Carl Sagan. Não existem perguntas imbecis. In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: <nerdking.net.br> (com adaptações) 

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


De acordo com o texto, toda pergunta é um grito para compreender o mundo, mesmo o questionamento “Por que a Lua é redonda?”, caracterizado pelo autor como uma pergunta ingênua. 

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Q1938221 Português

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Carl Sagan. Não existem perguntas imbecis. In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: <nerdking.net.br> (com adaptações) 

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


O sexto parágrafo concentra-se em mostrar que a pergunta “Por que a grama é verde?”, mencionada no parágrafo anterior, não é uma pergunta simples, uma vez que se relaciona com outras questões que ainda estão em aberto no campo da ciência.

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Q1938220 Português

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Carl Sagan. Não existem perguntas imbecis. In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: <nerdking.net.br> (com adaptações) 

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Para defender a ideia de que não existem perguntas estúpidas, o autor menciona, como estratégia argumentativa, diferentes situações por ele vivenciadas ou observadas. 

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Q1938219 Português

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Carl Sagan. Não existem perguntas imbecis. In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: <nerdking.net.br> (com adaptações) 

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Depreende-se do texto que um adulto que tente responder às perguntas profundas feitas por uma criança, ainda que não consiga fornecer uma resposta completa, pode contribuir para que ela não perca o interesse pela ciência.

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Q1938218 Português

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Carl Sagan. Não existem perguntas imbecis. In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: <nerdking.net.br> (com adaptações) 

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


O autor argumenta que a ciência e a matemática, apesar de não contribuírem diretamente para a realização de conquistas importantes para um adolescente, como a compra de um carro esportivo, são importantes por estimularem o desenvolvimento de senso crítico.

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Q1938217 Português

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Carl Sagan. Não existem perguntas imbecis. In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: <nerdking.net.br> (com adaptações) 

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Segundo o texto, a principal razão para adolescentes deixarem de fazer perguntas aparentemente estúpidas e perderem o prazer do descobrimento é a pressão exercida por seus colegas, especialmente no ambiente escolar. 

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Q1938216 Português

Texto para os item.





Carl Sagan. Não existem perguntas imbecis. In: O mundo assombrado pelos demônios:
a ciência vista como uma vela no escuro. Internet: <nerdking.net.br> (com adaptações) 

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


O primeiro parágrafo do texto introduz questionamentos que, segundo o autor, são problemas científicos profundos ainda não resolvidos plenamente.

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Q1938128 Português
Laços de Família

Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.

Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.

Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.


LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 19. Fragmento.
Qual trecho abaixo representa o clímax da narrativa? 
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Q1938126 Português
Laços de Família

Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.

Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.

Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.


LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 19. Fragmento.
O que retrata a narrativa do texto acima? 
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Q1937894 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


A respeito dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


No último parágrafo, o termo “as”, que antecede “farejava” (linha 24), retoma “A minha ignorância de viver” (linha 23) e “a natureza das minhas preocupações” (linhas 23 e 24). 

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Q1937892 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


A respeito dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


Na linha 28, o termo “ele”, em “Com ele, era assim”, retoma “o homem”. 

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Q1937882 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Infere-se do último parágrafo que o gerente do hotel utilizava anedotas como estratégia para intimidar o narrador. 

Alternativas
Q1937881 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Depreende-se do último parágrafo que o doutor Felício era um dos “amigos bons” (linha 29) a que se refere o narrador. 

Alternativas
Q1937880 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Infere-se do trecho “Eu nunca compreendi tanto a avareza como naqueles dias em que dei alma ao dinheiro, e o senti tão forte para os elementos da nossa felicidade externa ou interna...” (linhas 21 e 22) que o narrador conferia muita importância ao dinheiro por considerá-lo fonte exclusiva de felicidade exterior ou interior. 

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Q1937879 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


O narrador revela ter passado por um estado de solidão, sendo esta evidenciada, no terceiro parágrafo, pelo uso reiterado do adjetivo “só”, em “Sentia-me só, só naquele grande e imenso formigueiro humano, só, sem parentes, sem amigos, sem conhecidos que uma desgraça pudesse fazer amigos” (linhas 16 e 17). 

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Q1937878 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Conforme se depreende do segundo parágrafo, o narrador estava otimista e acreditava que sua situação de vida mudaria caso ele conseguisse entregar a carta do coronel ao Deputado Castro; porém, após várias tentativas frustradas de encontrar o Deputado, o narrador foi tomado por um estado de angústia, o que se infere do terceiro parágrafo. 

Alternativas
Q1937876 Português

Texto para o item.




Lima Barreto. Recordações do Escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Ática, 1995.

Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br/>  (com adaptações).


Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


No texto, a expressão “um representante da grande nação brasileira” (linha 1) faz referência aos cidadãos do Brasil, de modo geral. 

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Q1937357 Português

O Texto a seguir refere-se ao item. 


Adaptado de: https://www.novaserrana.mg.gov.br/portal/noticias/0/3/1559/comunicado--respostas-de-oficios. Acesso em: 16 mar. 2022. 

Considerando os aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o seguinte item. 


A necessidade de transparência e de otimização dos recursos públicos e as demandas complexas e urgentes do município constituem razões para a solicitação de informações por parte do vereador.  

Alternativas
Q1937351 Português


O Texto a seguir refere-se ao item. 



ELES NÃO APRENDEM


Estudo monitora psicopatas condenados por crimes violentos e descobre que eles respondem mal a penalizações como forma de aprendizado


        O neurologista norte-americano James Fallon já estudava há décadas o cérebro de pacientes diagnosticados com distúrbios psíquicos quando ficou sabendo de seis assassinatos na família de seu pai. Decidiu, então, fazer uma tomografia, e, ao analisar o resultado, encontrou características semelhantes às apresentadas por psicopatas. “Minha mãe teve quatro abortos espontâneos, então, quando cheguei, me trataram como um garoto de ouro. Se tivesse sido tratado normalmente, talvez fosse hoje meio barra-pesada”, ele diz.

        Fallon agora se reconhece como psicopata. Ele faz parte da corrente que acredita que é possível diagnosticar a psicopatia a partir de anomalias no cérebro, teoria ainda contestada por parte da comunidade médica, mas que acaba de ganhar um reforço importante. Um estudo feito pela Universidade de Montreal e pelo King's College London analisou 12 homens condenados por conduta violenta e diagnosticados clinicamente como psicopatas e outros 20 condenados pelo mesmo motivo, mas diagnosticados apenas como antissociais. Eles jogaram uma espécie de jogo da memória enquanto estavam dentro de uma máquina de ressonância magnética. As regras eram alteradas com frequência, e a ideia era justamente observar como eles se adaptavam a essas mudanças — errar é uma forma de aprendizado, já que o cérebro costuma entender a mensagem, representada no jogo pela perda de pontos, e deixa de repetir o padrão que levou à punição.

        Os psicopatas tiveram mais dificuldades que os antissociais para aprender com as penalidades, e duas áreas do cérebro apresentaram comportamentos anormais. “Nosso estudo desafia a visão de que psicopatas têm baixa sensibilidade neural a punições”, dizem os pesquisadores. “Em vez disso, o problema é que existem alterações no sistema de processamento de informações responsável pelo aprendizado”. A expectativa é que a descoberta seja útil na busca por novos tratamentos para prevenir ações violentas.

Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/05/psicopatas-podem-se-recuperar-ao-serem-penalizados.html. Acesso em: 16 mar. 2022.

Considerando os aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item. 


Em “[...] eles respondem mal a penalizações [...]”, o termo em destaque tem o mesmo sentido que em “Hoje está calor. Mal posso esperar para ir à praia.”. 

Alternativas
Respostas
22581: E
22582: E
22583: C
22584: C
22585: C
22586: E
22587: E
22588: E
22589: C
22590: C
22591: E
22592: E
22593: C
22594: C
22595: E
22596: C
22597: C
22598: E
22599: C
22600: E