Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 36.971 questões

Q3166344 Português

Leia atentamente o poema Eterna mágoa, de Augusto dos Anjos, escritor brasileiro, para responder às questões de 1 a 5.



Eterna mágoa


O homem por sobre quem caiu a praga

Da tristeza do Mundo, o homem que é triste

Para todos os séculos existe

E nunca mais o seu pesar se apaga!


Não crê em nada, pois, nada há que traga

Consolo à Mágoa, a que só ele assiste.

Quer resistir, e quanto mais resiste

Mais se lhe aumenta e se lhe afunda a chaga.


Sabe que sofre, mas o que não sabe

E que essa mágoa infinda assim não cabe

Na sua vida, é que essa mágoa infinda


Transpõe a vida do seu corpo inerme;

E quando esse homem se transforma em verme

É essa mágoa que o acompanha ainda!

Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – A principal temática do poema é a angústia existencial e sua inevitabilidade.
II – O homem retratado no poema é caracterizado por sua falta de crença em qualquer coisa que possa trazer consolo à sua mágoa.
III – É possível afirmar que o homem retratado no poema tenta resistir ao sofrimento e obtém considerável êxito.

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q3165869 Português
        De acordo com o Plano das Nações Unidas sobre Discursos de Ódio, a prática do discurso de ódio se caracteriza como um tipo de comunicação falada, escrita ou comportamental que ataca ou utiliza linguagem pejorativa ou discriminatória em referência a uma pessoa ou grupo, com base em fatores de identidade, como religião, etnia, gênero, entre outros. Diferentemente da desinformação (prática não intencional de compartilhamento de informações imprecisas), ou da distribuição intencional de informações falsas com o intuito de provocar dano, o discurso de ódio se expressa de forma violenta contra grupos delimitados.

        O discurso de ódio online pode ser reproduzido em diferentes formatos, mas geralmente contém características típicas do meio digital, como o anonimato do(a) autor(a), o alcance expandido do ataque, a instantaneidade da mensagem e a formação de comunidades em torno do discurso.

Eduardo Georjão Fernandes e Valentina Fonseca da Luz.
O papel das políticas públicas no combate ao discurso de ódio na Internet.
Internet:<agenciagov.ebc.com.br> (com adaptações).

Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item que se segue.


O texto informa que discursos de ódio são um tipo de comunicação que se materializa de modo violento e que ataca uma pessoa ou grupos específicos.

Alternativas
Q3165863 Português
        Analisando-se a literatura produzida sobre justiça restaurativa desde o final da década de 70 do século passado, verifica-se que há diferentes abordagens, produzidas por estudiosos dos mais diversos campos do conhecimento (filosofia, psicologia social, antropologia, ciências jurídicas, pedagogia, assistência social, entre outros), incluídos acadêmicos, facilitadores de justiça restaurativa, servidores públicos e entusiastas da justiça restaurativa que buscam disseminar e fortalecer a sua implementação em nível institucional.

         Dada essa pluralidade de abordagens, surgiram diversas definições de justiça restaurativa na literatura ao longo das últimas décadas, razão pela qual alguns autores atuais apontam que o conceito de justiça restaurativa ainda estaria “em aberto”. Contudo, parece haver na literatura certo consenso de que tal pluralidade seria algo positivo, por possibilitar a adaptação do conceito a diferentes contextos culturais. Alguns autores também sugerem que a justiça restaurativa seria um conceito “guarda-chuva”, ou seja, um conceito que abarca uma vasta gama de formulações, desde que sejam conservados os elementos essenciais da justiça restaurativa.

Fernanda Carvalho Dias de Oliveira Silva. A experiência e o saber da experiência da justiça restaurativa no Brasil: práticas, discursos e desafios. São Paulo: Blucher, 2021, p. 37-38 (com adaptações). 

A respeito das ideias e de aspectos discursivos e linguísticos do texto precedente, julgue o item subsecutivo.


O tema central do texto é o conceito de justiça restaurativa, cujos elementos essenciais são detalhados no texto com o objetivo de apresentar ao leitor uma proposta de definição desse conceito.

Alternativas
Q3165861 Português
        Analisando-se a literatura produzida sobre justiça restaurativa desde o final da década de 70 do século passado, verifica-se que há diferentes abordagens, produzidas por estudiosos dos mais diversos campos do conhecimento (filosofia, psicologia social, antropologia, ciências jurídicas, pedagogia, assistência social, entre outros), incluídos acadêmicos, facilitadores de justiça restaurativa, servidores públicos e entusiastas da justiça restaurativa que buscam disseminar e fortalecer a sua implementação em nível institucional.

         Dada essa pluralidade de abordagens, surgiram diversas definições de justiça restaurativa na literatura ao longo das últimas décadas, razão pela qual alguns autores atuais apontam que o conceito de justiça restaurativa ainda estaria “em aberto”. Contudo, parece haver na literatura certo consenso de que tal pluralidade seria algo positivo, por possibilitar a adaptação do conceito a diferentes contextos culturais. Alguns autores também sugerem que a justiça restaurativa seria um conceito “guarda-chuva”, ou seja, um conceito que abarca uma vasta gama de formulações, desde que sejam conservados os elementos essenciais da justiça restaurativa.

Fernanda Carvalho Dias de Oliveira Silva. A experiência e o saber da experiência da justiça restaurativa no Brasil: práticas, discursos e desafios. São Paulo: Blucher, 2021, p. 37-38 (com adaptações). 

A respeito das ideias e de aspectos discursivos e linguísticos do texto precedente, julgue o item subsecutivo.


Segundo as informações do texto, o fim da década de 70 do século passado marcou o início da abordagem do conceito de justiça restaurativa em diferentes áreas do saber.

Alternativas
Q3164758 Português

Leia o poema Os sapos, de Manuel Bandeira, para responder a questão.



Os sapos


Leia atentamente as afirmações a seguir:


I Os versos de Manuel Bandeira são metalinguísticos.


II No poema, são mencionadas três espécies de sapo.


III Os sapos mencionados no poema são alegorias


É (São) correta (s) a(s) afirmação(ões):

Alternativas
Q3164377 Português
As lições das escolas do Reino Unido que baniram celulares: 'Crianças deixaram de ser zumbis'

As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais parecem zumbis.

Quem diz isso é o diretor de uma escola em Sheffield, cidade no norte da Inglaterra, que recentemente proibiu o uso de smartphones, smartwatches (relógios com acesso à internet) ou fones de ouvido em suas dependências.

Qualquer aluno pego usando algum desses itens precisa entregá-los à direção da escola. Os aparelhos ficam na escola e só são devolvidos no dia seguinte.

Os alunos da escola, a Forge Valley School, disseram que demoraram um pouco para se acostumar com a ideia — mas que passaram a interagir muito mais com os demais colegas na ausência dos telefones.

Um novo ano escolar começou no mês passado no Reino Unido e diversos alunos e pais estão sendo surpreendidos com escolas que passaram a banir telefones celulares. A proibição não é uma política nacional — ela tem partido das próprias escolas, que reclamam do impacto negativo que diversos aparelhos têm no desenvolvimento acadêmico e no convívio social dos alunos.

No início deste ano, o Departamento de Educação emitiu orientações sobre como limitar o uso de celulares durante o turno escolar e para "minimizar a interrupção e melhorar o comportamento nas salas de aula". 

No Brasil, alguns municípios e estados criaram leis proibindo o uso de celulares e outros aparelhos. Recentemente, na terça-feira (12/11), a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto que proíbe celulares em escolas públicas e privadas. A proposta aguarda sanção do governador.

Tramita na Câmara um projeto semelhante, apoiado pelo governo federal.

Enquanto isso, no Reino Unido, cada vez mais escolas estão criando políticas próprias desse tipo.

No norte de Londres, 60 escolas estão revisando suas políticas sobre uso de telefones na escola após uma campanha da Smartphone Free Childhood (SFC), uma entidade que faz campanha para reduzir o uso de celulares entre crianças.

A entidade está pedindo aos pais que adiem a compra de smartphones até que seus filhos tenham pelo menos 14 anos. E também pede que acesso a mídias sociais só seja dado após os 16 anos.

A SFC também estimula que os pais comprem outros tipos de telefones que não são smartphones, e que só permitem chamadas e mensagens de texto. Alguns modelos têm jogos básicos (como Tetris) e têm acesso a podcasts e músicas, mas não à internet e redes sociais.

Segundo a SFC, em todo o Reino Unido, centenas de milhares de pais estão aderindo ao movimento. Só no norte de Londres, mais de 2,5 mil pais de quase 200 escolas apoiam a causa.

Ainda não' em vez de 'nunca'

A líder regional da SFC para o norte de Londres, Nova Eden, disse que o objetivo da campanha é fazer as crianças aprenderem a priorizar melhor sua curta infância, por exemplo passando tempo com a família ou aprendendo novas habilidades.

"O que estamos defendendo não é 'nunca', mas simplesmente 'ainda não'", ela disse.

"Enquanto os cérebros das crianças ainda estão se desenvolvendo, é muito mais saudável para elas aproveitarem a infância brincando, em vez de ficarem grudadas em smartphones e mídias sociais", diz a ativista.

"Nossa campanha não está sugerindo que as crianças não tenham telefone algum. Em vez disso, estamos sugerindo um telefone antigo que permite chamadas e mensagens, mas sem os perigos de ter a internet no bolso de uma criança por 12 horas por dia, onde estranhos podem entrar em contato com elas."

"As crianças não precisam de smartphones, as crianças precisam de uma infância."

Na escola Boston Grammar School, que proibiu smartphones, o vice-diretor disse que "onde antes você via alunos olhando para seus celulares, agora você vê interações".

"Nós queríamos remover essa toxicidade do nosso turno escolar. O que descobrimos foi uma redução significativa na quantidade de incidentes normais que teriam sido piorados por celulares."

A diretora de uma escola em Devon (sudoeste da Inglaterra) que proibiu o uso de celulares há cinco anos diz que os professores notaram melhorias no desempenho escolar e na vida social.

A UTC Plymouth permite que os alunos levem seus celulares para a escola, mas eles têm que entregá-los à direção no início do dia. A diretora Jo Ware disse que a política ajudou a elevar os padrões da escola.

Phoebe, uma aluna da Sacred Heart Catholic Academy em Liverpool, disse que a política de sua escola para smartphones ajuda os alunos a se concentrarem no trabalho.

"Se a regra não existisse, acho que as crianças usariam muito mais seus celulares", disse ela. "Isso ensina disciplina para as crianças não usarem seus celulares e realmente se concentrarem nas aulas."

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly245xq03xo)
"As crianças ficam grudadas em seus telefones celulares e nem sequer percebem nada ao seu redor. Elas mais parecem zumbis."
A campanha de proibição de celulares nas escolas tem ganhado destaque em notícias internacionais.
Ao analisar as ideias do texto, só NÃO se pode afirmar que: 
Alternativas
Q3164218 Português
Amuleto encontrado na Alemanha pode reescrever história do cristianismo; entenda


Descoberta arqueológica pode transformar entendimento sobre a expansão do cristianismo durante o Império Romano

Um pequeno amuleto de prata descoberto por arqueólogos na Alemanha pode transformar nossa compreensão sobre como o cristianismo se espalhou durante o Império Romano, segundo especialistas.

O minúsculo artefato, que mede pouco mais de três centímetros de comprimento, foi descoberto em 2018, em uma sepultura romana do século 3, nas proximidades de Frankfurt. Os arqueólogos o encontraram no esqueleto de um homem enterrado em um cemitério na cidade romana de Nida, um dos maiores e mais importantes sítios no estado central alemão de Hesse.

No entanto, só agora os pesquisadores conseguiram examinar uma fina folha de prata encontrada em seu interior. Junto com outros artefatos na sepultura, como um queimador de incenso e um jarro de barro, o amuleto foi encontrado sob o queixo do esqueleto. Também conhecido como filactério, provavelmente era usado em uma fita ao redor do pescoço do homem para fornecer proteção espiritual.

A folha "fina como um fio de cabelo" dentro do amuleto era tão frágil que teria simplesmente se desintegrado se os pesquisadores tivessem tentado desenrolá-la. No entanto, exames microscópicos e raios-x realizados em 2019 mostraram que havia palavras gravadas nela.

Foram necessários mais cinco anos antes que a equipe do Museu Arqueológico de Frankfurt descobrisse uma maneira de decifrar o que diziam. O avanço ocorreu em maio deste ano, quando pesquisadores do Centro Leibniz de Arqueologia em Mainz (Leiza) usaram scanners de tomografia computadorizada para analisar a folha.

Ivan Calandra, chefe do laboratório de imagem do Leiza, explicou o processo em um comunicado à imprensa: "O desafio na análise era que a folha de prata estava enrolada, mas após cerca de 1.800 anos, estava naturalmente também amassada e pressionada. Usando tomografia computadorizada, conseguimos escaneá-la em uma resolução muito alta e criar um modelo 3D."

Foi apenas através deste processo de desenrolar digitalmente a folha que o texto completo se tornou visível e pôde então ser decifrado. O que os pesquisadores descobriram os surpreendeu.

Evidência mais antiga do cristianismo

Na folha havia 18 linhas de texto em latim que faziam referências repetidas a Jesus Cristo, bem como a São Tito, um discípulo e confidente de São Paulo Apóstolo.

Como a sepultura onde o amuleto foi encontrado data de algum momento entre 230 e 270 d.C., o amuleto surge como a evidência mais antiga do cristianismo na Europa ao norte dos Alpes. Todas as descobertas anteriores são de pelo menos 50 anos depois disso, segundo o comunicado.

Na época do sepultamento, o cristianismo estava se tornando uma seita cada vez mais popular, mas identificar-se como cristão ainda era arriscado. Claramente, o homem enterrado, que se acredita ter entre 35 e 45 anos, sentia sua fé tão fortemente que a levou consigo para o túmulo.

Markus Scholz, arqueólogo e especialista em inscrições latinas e professor da Universidade Goethe de Frankfurt, decifrou meticulosamente o texto da "Inscrição Prateada de Frankfurt", como ficou conhecida. Descrevendo o processo complicado no comunicado, ele disse: "Às vezes levava semanas, até meses, para eu ter a próxima ideia. Consultei especialistas da história da teologia, entre outros, e pouco a pouco trabalhamos juntos para abordar o texto e finalmente decifrá-lo."

"Isso é incomum para este período. Normalmente, tais inscrições em amuletos eram escritas em grego ou hebraico", falou.


(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/amuleto-encontrado-na-alema nha-pode-reescrever-historia-do-cristianismo-entenda/)
"Descoberta arqueológica pode transformar entendimento sobre a expansão do cristianismo durante o Império Romano."
A respeito dessa descoberta, só NÃO se pode concluir que:
Alternativas
Q3164043 Português
Ler sem livros

   Nas sociedades do mundo digital todos leem e sempre se lê, para comunicar, informar-se, jogar. Porém, essas leituras que fazemos no cotidiano são cada vez menos leituras de livros. Se apropriam sobretudo dos textos breves das redes sociais. Esta observação inspirou a conferência que pronunciei na Casa do Saber de São Paulo no dia 2 de setembro de 2019. Meu texto discute as três dimensões do “ler sem livros”. Na perspectiva da extensão da definição da leitura significa que ler é também apoderar-se de textos que, muitas vezes, não são nem escritos, nem verbais. Como uma metáfora, o ler sem livros indica, paradoxalmente, não a identidade entre textos e imagens, mas a sua irredutibilidade. E, a partir de minha memória pessoal, enfatiza as leituras das infâncias sem biblioteca. Estas observações, biográficas, históricas e teóricas, podem ajudar, talvez, a entender as leituras sem livros de hoje, tornadas ainda mais frequentes pela pandemia do Covid-19.

   Há três anos a revista eletrônica espanhola Alabe me pediu para escrever um breve artigo sobre minhas lembranças de leitor e os livros que havia lido quando era criança e adolescente. Meu testemunho devia localizar-se em uma série de textos escritos por escritores, intelectuais ou professores que haviam aceitado o mesmo pedido. Devo dizer que a tarefa se tornou mais complexa e mais problemática do que pensavam os colegas que publicam esta excelente revista. Em primeiro lugar, como leitor de Pierre Bourdieu, conheço bem as seduções e enganos da ilusão biográfica. Escrever lembranças pessoais é sempre produzir (conscientemente ou não) uma representação de si mesmo que constrói um passado imaginado, desejado, que não corresponde necessariamente ao que aconteceu realmente. Não se trata de desmascarar mentiras ou falsificações intencionais, mas de localizar as imprecisas recordações do passado na imagem que cada um tem de si mesmo ou quer que os outros tenham dele ou dela. A “ego-história” está sempre ameaçada pelas rememorações das experiências, não como foram, mas como deviam ter sido para adequar-se ao presente do indivíduo.

(CHARTIER, Roger. Ler sem livros. In: Um mundo sem livros e sem livrarias? 1ª ed. São Paulo: Letraviva, 2020.)
De acordo com o primeiro parágrafo do texto “Ler sem livros”, de Roger Chartier, assinale a alternativa que corresponde à CORRETA interpretação e compreensão textual. 
Alternativas
Q3164039 Português
Aninha e Suas Pedras

Cora Coralina

Não te deixes destruir...
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas e não entraves seu uso
aos que têm sede. 
Sobre o poema de Cora, marque a alternativa que NÃO corresponde à correta compreensão e à interpretação do poema.
Alternativas
Q3163993 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

Menino dado 

      — Quer esse menininho para o senhor? 
Pode levar. 
    Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição? 

      — Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada... 

     Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita. 

     Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento: 

     — Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. 

   Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntar- lhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai. 

     — Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse. 

    A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância. 

    E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia: 
     
     — Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser. 


ANDRADE, C. D. Menino dado. Correio da Manhã.
Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19403/men ino-dado>. 
Depreende-se, com a leitura do texto, que: 
Alternativas
Q3163790 Português

Visão do Correio: nova temporada da dengue requer atenção 


Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes 

05/01/2025 


      O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.


     O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.


    Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.


       Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.


      Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior. Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______], passíveis de intervenção.



NOVA temporada da dengue requer atenção.

Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.

Disponível em:

https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2

025/01/7026676-visao-do-correio-novatemporada-da-dengue-requer-atencao.html.

Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.


Qual das palavras abaixo NÃO conecta adequadamente as ideias do último período do editorial? 
Alternativas
Q3163789 Português

Visão do Correio: nova temporada da dengue requer atenção 


Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes 

05/01/2025 


      O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.


     O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.


    Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.


       Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.


      Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior. Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______], passíveis de intervenção.



NOVA temporada da dengue requer atenção.

Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.

Disponível em:

https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2

025/01/7026676-visao-do-correio-novatemporada-da-dengue-requer-atencao.html.

Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.


Em qual dos trechos a seguir a palavra grifada veicula, dentre outros sentidos, a ideia de tempo?  
Alternativas
Q3163787 Português

Visão do Correio: nova temporada da dengue requer atenção 


Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes 

05/01/2025 


      O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.


     O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.


    Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.


       Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.


      Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior. Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______], passíveis de intervenção.



NOVA temporada da dengue requer atenção.

Correio Braziliense, 05 de janeiro de 2025.

Disponível em:

https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2

025/01/7026676-visao-do-correio-novatemporada-da-dengue-requer-atencao.html.

Acesso em: 05 jan. 2025. Adaptado.


Por “apagão de diagnósticos e assistência” (2º parágrafo), subentende-se que o número de pessoas infectadas pelo vírus da dengue no Brasil, em 2024,
Alternativas
Q3163768 Português

Em que parte do mundo vive o leão, o rei da selva?


    O leão (Panthera leo) é um mamífero carnívoro da família Felidae, considerado o felino mais social do mundo, pois vive em rebanhos de fêmeas aparentadas. É o que explica o Instituto Nacional de Zoologia e Biologia da Conservação do Smithsonian, parte do Smithsonian Institution, um museu e complexo de pesquisas dos Estados Unidos.

    Esses rebanhos podem ser compostos por várias fêmeas ou até 40 indivíduos, incluindo leões e leoas adultos, animais jovens de dois a quatro anos e filhotes, além de um ou mais machos residentes, descrevendo a fonte.

    Conhecido por seu rugido alto – que pode ser ouvido a oito milhas de distância – e pela juba abundante dos machos adultos, o leão ganhou ainda mais popularidade na cultura popular com a chegada da animação de “O Rei Leão” (1994), da Disney . Cerca de 25 anos depois, a produção ganhou uma nova versão, desta vez em live-action, a qual terá sua prequela lançada em 2024. Trata-se de “Mufasa, o Rei Leão”, que chega aos cinemas mundiais em 19 de dezembro.

    A nova produção não apenas convida a conhecer o fundo da história de Mufasa, mas também se torna uma boa oportunidade para aprender mais sobre o “rei da selva”, seu estado de preservação e seus hábitos no mundo animal.

Onde vivem os leões?

    Embora tenham ficado conhecidos como o “rei da selva”, esses mamíferos prosperaram em uma ampla variedade de habitats, desde reservas abertas até matas densas e florestas de espinhos secos, diz o Smithsonian Institution.

    Os leões africanos, por sua vez, vivem em barreiras ou savanas com grandes presas disponíveis – principalmente os animais ungulados (que são mamíferos que possuem cascos, como zebras, girafas e antílopes, por exemplo), além de território suficiente para caçar.

    Esses carnívoros podem viver na maioria dos habitats, exceto em florestas tropicais e desertas, acrescenta o Animal Diversity Web (ADW), um banco de dados on-line da Universidade de Michigan (nos Estados Unidos).

    Atualmente, o leão está distribuído principalmente no sul e no leste do continente africano, embora também seja encontrado na África Central e Ocidental. Em menor escala, também pode ser visto na Índia, onde uma pequena população da subespécie de leão indiano permanece na floresta de Gir.

    Fora da África Subsaariana, o leão já foi encontrado no norte da África, no sudoeste da Ásia (onde desapareceu da maioria dos países nos últimos 150 anos), e até na Europa Ocidental (onde foi extinto há quase 2 mil anos), além do leste da Índia.

O “rei da selva” está vulnerável à extinção

    De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os leões são os carnívoros que sobreviveram a maior contração da área onde vivem.

    Os dados de 2023 da agência mostram que o território atual ocupado pelos leões é de aproximadamente 6% de sua área histórica, o que significa um declínio de 33% desde 2005 e uma queda de 36% em três gerações de leões.

    Devido a essa baixa, o leão agora está listado como vulnerável à extinção, de acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN.

    “As principais ameaças aos leões incluem a perda contínua de habitat e a conversão de áreas seguras, o que fez com que várias subpopulações diminuíram e ficaram isoladas. Outras ameaças importantes incluem a matança indiscriminada (principalmente devido à retaliação ou matança preventiva para proteger a vida humana e o gado) e o esgotamento da base de presas”, observa a IUCN.

    Nos últimos anos, também a caça furtiva para obtenção de peças e a guerra surgiram como ameaças concretas à espécie, acrescenta o órgão de conservação.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2024/12/em-queparte-do-mundo-vive-o-leao-o-rei-da-selva (adaptado)

O texto afirma que o leão é um dos animais mais reconhecidos culturalmente, sendo associado à figura de "rei da selva". No entanto, as condições atuais da espécie mostram uma realidade preocupante. Segundo os dados da IUCN, qual é o estado de conservação atual dos leões, e o que ele representa?

Alternativas
Q3163767 Português

Em que parte do mundo vive o leão, o rei da selva?


    O leão (Panthera leo) é um mamífero carnívoro da família Felidae, considerado o felino mais social do mundo, pois vive em rebanhos de fêmeas aparentadas. É o que explica o Instituto Nacional de Zoologia e Biologia da Conservação do Smithsonian, parte do Smithsonian Institution, um museu e complexo de pesquisas dos Estados Unidos.

    Esses rebanhos podem ser compostos por várias fêmeas ou até 40 indivíduos, incluindo leões e leoas adultos, animais jovens de dois a quatro anos e filhotes, além de um ou mais machos residentes, descrevendo a fonte.

    Conhecido por seu rugido alto – que pode ser ouvido a oito milhas de distância – e pela juba abundante dos machos adultos, o leão ganhou ainda mais popularidade na cultura popular com a chegada da animação de “O Rei Leão” (1994), da Disney . Cerca de 25 anos depois, a produção ganhou uma nova versão, desta vez em live-action, a qual terá sua prequela lançada em 2024. Trata-se de “Mufasa, o Rei Leão”, que chega aos cinemas mundiais em 19 de dezembro.

    A nova produção não apenas convida a conhecer o fundo da história de Mufasa, mas também se torna uma boa oportunidade para aprender mais sobre o “rei da selva”, seu estado de preservação e seus hábitos no mundo animal.

Onde vivem os leões?

    Embora tenham ficado conhecidos como o “rei da selva”, esses mamíferos prosperaram em uma ampla variedade de habitats, desde reservas abertas até matas densas e florestas de espinhos secos, diz o Smithsonian Institution.

    Os leões africanos, por sua vez, vivem em barreiras ou savanas com grandes presas disponíveis – principalmente os animais ungulados (que são mamíferos que possuem cascos, como zebras, girafas e antílopes, por exemplo), além de território suficiente para caçar.

    Esses carnívoros podem viver na maioria dos habitats, exceto em florestas tropicais e desertas, acrescenta o Animal Diversity Web (ADW), um banco de dados on-line da Universidade de Michigan (nos Estados Unidos).

    Atualmente, o leão está distribuído principalmente no sul e no leste do continente africano, embora também seja encontrado na África Central e Ocidental. Em menor escala, também pode ser visto na Índia, onde uma pequena população da subespécie de leão indiano permanece na floresta de Gir.

    Fora da África Subsaariana, o leão já foi encontrado no norte da África, no sudoeste da Ásia (onde desapareceu da maioria dos países nos últimos 150 anos), e até na Europa Ocidental (onde foi extinto há quase 2 mil anos), além do leste da Índia.

O “rei da selva” está vulnerável à extinção

    De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os leões são os carnívoros que sobreviveram a maior contração da área onde vivem.

    Os dados de 2023 da agência mostram que o território atual ocupado pelos leões é de aproximadamente 6% de sua área histórica, o que significa um declínio de 33% desde 2005 e uma queda de 36% em três gerações de leões.

    Devido a essa baixa, o leão agora está listado como vulnerável à extinção, de acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN.

    “As principais ameaças aos leões incluem a perda contínua de habitat e a conversão de áreas seguras, o que fez com que várias subpopulações diminuíram e ficaram isoladas. Outras ameaças importantes incluem a matança indiscriminada (principalmente devido à retaliação ou matança preventiva para proteger a vida humana e o gado) e o esgotamento da base de presas”, observa a IUCN.

    Nos últimos anos, também a caça furtiva para obtenção de peças e a guerra surgiram como ameaças concretas à espécie, acrescenta o órgão de conservação.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2024/12/em-queparte-do-mundo-vive-o-leao-o-rei-da-selva (adaptado)

O texto descreve as condições e ameaças enfrentadas pelos leões ao longo da história. A espécie, que já habitou diversas regiões do mundo, agora está concentrada em áreas específicas. De acordo com o texto, qual é a principal razão para o declínio da área de ocupação dos leões?

Alternativas
Q3163766 Português

Em que parte do mundo vive o leão, o rei da selva?


    O leão (Panthera leo) é um mamífero carnívoro da família Felidae, considerado o felino mais social do mundo, pois vive em rebanhos de fêmeas aparentadas. É o que explica o Instituto Nacional de Zoologia e Biologia da Conservação do Smithsonian, parte do Smithsonian Institution, um museu e complexo de pesquisas dos Estados Unidos.

    Esses rebanhos podem ser compostos por várias fêmeas ou até 40 indivíduos, incluindo leões e leoas adultos, animais jovens de dois a quatro anos e filhotes, além de um ou mais machos residentes, descrevendo a fonte.

    Conhecido por seu rugido alto – que pode ser ouvido a oito milhas de distância – e pela juba abundante dos machos adultos, o leão ganhou ainda mais popularidade na cultura popular com a chegada da animação de “O Rei Leão” (1994), da Disney . Cerca de 25 anos depois, a produção ganhou uma nova versão, desta vez em live-action, a qual terá sua prequela lançada em 2024. Trata-se de “Mufasa, o Rei Leão”, que chega aos cinemas mundiais em 19 de dezembro.

    A nova produção não apenas convida a conhecer o fundo da história de Mufasa, mas também se torna uma boa oportunidade para aprender mais sobre o “rei da selva”, seu estado de preservação e seus hábitos no mundo animal.

Onde vivem os leões?

    Embora tenham ficado conhecidos como o “rei da selva”, esses mamíferos prosperaram em uma ampla variedade de habitats, desde reservas abertas até matas densas e florestas de espinhos secos, diz o Smithsonian Institution.

    Os leões africanos, por sua vez, vivem em barreiras ou savanas com grandes presas disponíveis – principalmente os animais ungulados (que são mamíferos que possuem cascos, como zebras, girafas e antílopes, por exemplo), além de território suficiente para caçar.

    Esses carnívoros podem viver na maioria dos habitats, exceto em florestas tropicais e desertas, acrescenta o Animal Diversity Web (ADW), um banco de dados on-line da Universidade de Michigan (nos Estados Unidos).

    Atualmente, o leão está distribuído principalmente no sul e no leste do continente africano, embora também seja encontrado na África Central e Ocidental. Em menor escala, também pode ser visto na Índia, onde uma pequena população da subespécie de leão indiano permanece na floresta de Gir.

    Fora da África Subsaariana, o leão já foi encontrado no norte da África, no sudoeste da Ásia (onde desapareceu da maioria dos países nos últimos 150 anos), e até na Europa Ocidental (onde foi extinto há quase 2 mil anos), além do leste da Índia.

O “rei da selva” está vulnerável à extinção

    De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), os leões são os carnívoros que sobreviveram a maior contração da área onde vivem.

    Os dados de 2023 da agência mostram que o território atual ocupado pelos leões é de aproximadamente 6% de sua área histórica, o que significa um declínio de 33% desde 2005 e uma queda de 36% em três gerações de leões.

    Devido a essa baixa, o leão agora está listado como vulnerável à extinção, de acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN.

    “As principais ameaças aos leões incluem a perda contínua de habitat e a conversão de áreas seguras, o que fez com que várias subpopulações diminuíram e ficaram isoladas. Outras ameaças importantes incluem a matança indiscriminada (principalmente devido à retaliação ou matança preventiva para proteger a vida humana e o gado) e o esgotamento da base de presas”, observa a IUCN.

    Nos últimos anos, também a caça furtiva para obtenção de peças e a guerra surgiram como ameaças concretas à espécie, acrescenta o órgão de conservação.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2024/12/em-queparte-do-mundo-vive-o-leao-o-rei-da-selva (adaptado)

Sobre as ideias do texto, analise as assertivas a seguir:



I. O leão é considerado o felino mais social do mundo por viver em rebanhos compostos por diversos indivíduos, incluindo machos, fêmeas e filhotes.


II. Apesar de chamado de “rei da selva”, os leões não habitam florestas tropicais ou desertos, preferindo savanas e planícies com presas disponíveis.


III. A IUCN destaca a destruição de habitats e a caça furtiva como algumas das principais ameaças à sobrevivência dos leões, que já perderam grande parte de sua área de ocupação histórica.


IV. O texto sugere que a extinção dos leões ocorreu principalmente devido à falta de adaptação ao clima europeu e asiático.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q3163655 Português

A compreensão e interpretação de textos exigem atenção à intenção comunicativa, à organização textual e aos elementos explícitos e implícitos. Sobre o tema, analise as afirmativas:



I. A denotação é o uso literal das palavras, enquanto a conotação traz significados subjetivos.


II. A interpretação textual deve considerar apenas o sentido denotativo das palavras.


III. Contexto e repertório cultural do leitor são elementos essenciais para a interpretação.



Sobre as afirmativas, é correto dizer que:

Alternativas
Q3163178 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Quais frutas secas são as melhores para a saúde? A ciência já sabe que elas fazem bem ao organismo 


    Nesta época de festas de fim de ano, com almoço e ceia de Natal, ceia de Ano Novo, as frutas secas se tornam destaque nas mesas de muitas famílias. E elas são uma ótima opção de alimento, mas não só nesse período, como para fazerem parte sempre da dieta alimentar do dia a dia.

    Embora a maioria das pessoas saiba que as frutas secas (como castanhas e nozes) contenham vitaminas e minerais, talvez você não saiba quantos benefícios à saúde estão associados a essas frutas secas saborosas.

    Algumas das vantagens que podem vir do consumo de frutas secas incluem a redução do risco de câncer, ossos mais fortes e, como elas mantêm os níveis de açúcar no sangue sob controle, um risco menor de contrair diabetes. Um estudo mostra que a ingestão de apenas 30 gramas de frutas secas por dia resulta em uma redução surpreendente de 21% no risco de doenças cardiovasculares.

    Talvez o mais surpreendente de tudo seja que, considerando seu alto teor calórico, as frutas secas consumidas com moderação não promovem ganho de peso – uma contradição das diretrizes dietéticas comuns da década de 1990.

    Na verdade, “as dietas que incluem a ingestão regular de frutas secas estão relacionadas à perda de peso”, afirma Deirdre Tobias, epidemiologista de obesidade e nutrição da Harvard Medical School, nos Estados Unidos.

    Isso se deve ao fato de que a gordura, a fibra e a proteína das frutas secas ajudam na sensação de saciedade, reduzem a fome e ajudam na saúde intestinal. Além disso, descobriu-se que há pelo menos 20% menos calorias do que o esperado nas castanhas, como amêndoas e nozes, porque algumas dessas calorias são excretadas nas fezes.

    A lista de benefícios do consumo das frutas secas se estende ainda mais à redução da pressão arterial, à melhora da função cognitiva, à redução dos níveis de colesterol e até mesmo à longevidade. “Se você deseja melhorar a qualidade da sua dieta, recomendo fortemente o consumo de mais frutas secas”, diz Katherine Zeratsky, nutricionista registrada na Mayo Clinic.

    Ao mesmo tempo, nem todas as frutas secas proporcionam os mesmos benefícios – e nenhuma noz deve ser consumida em excesso. “Mesmo que as calorias sejam menores do que a quantidade indicada na embalagem, um pequeno punhado de frutas secas ainda está carregado de calorias”, diz Jill Weisenberger, nutricionista registrada na Virgínia e autora de ”Prediabetes: A Complete Guide”.

    Algumas das melhores frutas para incluir em sua dieta compreendem: amêndoas, pistache, castanha-do-pará, amendoim e nozes.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/qual-e-omelhor-momento-para-comecar-um-novo-habito-e-realmente-mante-lo (adaptado).

Segundo o texto, por que é importante consumir frutas secas com moderação? 
Alternativas
Q3163177 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Quais frutas secas são as melhores para a saúde? A ciência já sabe que elas fazem bem ao organismo 


    Nesta época de festas de fim de ano, com almoço e ceia de Natal, ceia de Ano Novo, as frutas secas se tornam destaque nas mesas de muitas famílias. E elas são uma ótima opção de alimento, mas não só nesse período, como para fazerem parte sempre da dieta alimentar do dia a dia.

    Embora a maioria das pessoas saiba que as frutas secas (como castanhas e nozes) contenham vitaminas e minerais, talvez você não saiba quantos benefícios à saúde estão associados a essas frutas secas saborosas.

    Algumas das vantagens que podem vir do consumo de frutas secas incluem a redução do risco de câncer, ossos mais fortes e, como elas mantêm os níveis de açúcar no sangue sob controle, um risco menor de contrair diabetes. Um estudo mostra que a ingestão de apenas 30 gramas de frutas secas por dia resulta em uma redução surpreendente de 21% no risco de doenças cardiovasculares.

    Talvez o mais surpreendente de tudo seja que, considerando seu alto teor calórico, as frutas secas consumidas com moderação não promovem ganho de peso – uma contradição das diretrizes dietéticas comuns da década de 1990.

    Na verdade, “as dietas que incluem a ingestão regular de frutas secas estão relacionadas à perda de peso”, afirma Deirdre Tobias, epidemiologista de obesidade e nutrição da Harvard Medical School, nos Estados Unidos.

    Isso se deve ao fato de que a gordura, a fibra e a proteína das frutas secas ajudam na sensação de saciedade, reduzem a fome e ajudam na saúde intestinal. Além disso, descobriu-se que há pelo menos 20% menos calorias do que o esperado nas castanhas, como amêndoas e nozes, porque algumas dessas calorias são excretadas nas fezes.

    A lista de benefícios do consumo das frutas secas se estende ainda mais à redução da pressão arterial, à melhora da função cognitiva, à redução dos níveis de colesterol e até mesmo à longevidade. “Se você deseja melhorar a qualidade da sua dieta, recomendo fortemente o consumo de mais frutas secas”, diz Katherine Zeratsky, nutricionista registrada na Mayo Clinic.

    Ao mesmo tempo, nem todas as frutas secas proporcionam os mesmos benefícios – e nenhuma noz deve ser consumida em excesso. “Mesmo que as calorias sejam menores do que a quantidade indicada na embalagem, um pequeno punhado de frutas secas ainda está carregado de calorias”, diz Jill Weisenberger, nutricionista registrada na Virgínia e autora de ”Prediabetes: A Complete Guide”.

    Algumas das melhores frutas para incluir em sua dieta compreendem: amêndoas, pistache, castanha-do-pará, amendoim e nozes.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/qual-e-omelhor-momento-para-comecar-um-novo-habito-e-realmente-mante-lo (adaptado).

De acordo com o texto, qual é o principal motivo pelo qual as frutas secas não promovem ganho de peso, apesar de seu alto teor calórico? 
Alternativas
Q3163176 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Quais frutas secas são as melhores para a saúde? A ciência já sabe que elas fazem bem ao organismo 


    Nesta época de festas de fim de ano, com almoço e ceia de Natal, ceia de Ano Novo, as frutas secas se tornam destaque nas mesas de muitas famílias. E elas são uma ótima opção de alimento, mas não só nesse período, como para fazerem parte sempre da dieta alimentar do dia a dia.

    Embora a maioria das pessoas saiba que as frutas secas (como castanhas e nozes) contenham vitaminas e minerais, talvez você não saiba quantos benefícios à saúde estão associados a essas frutas secas saborosas.

    Algumas das vantagens que podem vir do consumo de frutas secas incluem a redução do risco de câncer, ossos mais fortes e, como elas mantêm os níveis de açúcar no sangue sob controle, um risco menor de contrair diabetes. Um estudo mostra que a ingestão de apenas 30 gramas de frutas secas por dia resulta em uma redução surpreendente de 21% no risco de doenças cardiovasculares.

    Talvez o mais surpreendente de tudo seja que, considerando seu alto teor calórico, as frutas secas consumidas com moderação não promovem ganho de peso – uma contradição das diretrizes dietéticas comuns da década de 1990.

    Na verdade, “as dietas que incluem a ingestão regular de frutas secas estão relacionadas à perda de peso”, afirma Deirdre Tobias, epidemiologista de obesidade e nutrição da Harvard Medical School, nos Estados Unidos.

    Isso se deve ao fato de que a gordura, a fibra e a proteína das frutas secas ajudam na sensação de saciedade, reduzem a fome e ajudam na saúde intestinal. Além disso, descobriu-se que há pelo menos 20% menos calorias do que o esperado nas castanhas, como amêndoas e nozes, porque algumas dessas calorias são excretadas nas fezes.

    A lista de benefícios do consumo das frutas secas se estende ainda mais à redução da pressão arterial, à melhora da função cognitiva, à redução dos níveis de colesterol e até mesmo à longevidade. “Se você deseja melhorar a qualidade da sua dieta, recomendo fortemente o consumo de mais frutas secas”, diz Katherine Zeratsky, nutricionista registrada na Mayo Clinic.

    Ao mesmo tempo, nem todas as frutas secas proporcionam os mesmos benefícios – e nenhuma noz deve ser consumida em excesso. “Mesmo que as calorias sejam menores do que a quantidade indicada na embalagem, um pequeno punhado de frutas secas ainda está carregado de calorias”, diz Jill Weisenberger, nutricionista registrada na Virgínia e autora de ”Prediabetes: A Complete Guide”.

    Algumas das melhores frutas para incluir em sua dieta compreendem: amêndoas, pistache, castanha-do-pará, amendoim e nozes.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/qual-e-omelhor-momento-para-comecar-um-novo-habito-e-realmente-mante-lo (adaptado).

Com base no texto, analise as assertivas a seguir:



I. As frutas secas, quando consumidas moderadamente, podem reduzir o risco de doenças cardiovasculares e melhorar a saúde intestinal.


II. A ingestão regular de frutas secas, mesmo em grandes quantidades, é recomendada por especialistas devido ao seu baixo impacto calórico.


III. O texto destaca que as frutas secas contêm fibras, proteínas e gorduras que promovem a saciedade e ajudam no controle do peso.


IV. Algumas frutas secas possuem mais calorias do que o indicado na embalagem, o que aumenta o risco de ganho de peso ao consumi-las.



Das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Respostas
1881: A
1882: C
1883: E
1884: E
1885: A
1886: A
1887: D
1888: C
1889: E
1890: D
1891: A
1892: A
1893: B
1894: B
1895: C
1896: A
1897: D
1898: B
1899: A
1900: A