Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Clarice Lispector. A paixão segundo G. H. Rio
de Janeiro: Rocco, 2009 (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo às ideia e ao aspecto linguístico do texto precedente.

Djamila Ribeiro. O que é lugar de fala? Belo Horizonte:
Letramento; Justificando, 2017 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do
texto precedente, julgue o item a seguir.

Djamila Ribeiro. O que é lugar de fala? Belo Horizonte:
Letramento; Justificando, 2017 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do
texto precedente, julgue o item a seguir.

Djamila Ribeiro. O que é lugar de fala? Belo Horizonte:
Letramento; Justificando, 2017 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do
texto precedente, julgue o item a seguir.

Djamila Ribeiro. O que é lugar de fala? Belo Horizonte:
Letramento; Justificando, 2017 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do
texto precedente, julgue o item a seguir.

Djamila Ribeiro. O que é lugar de fala? Belo Horizonte:
Letramento; Justificando, 2017 (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do
texto precedente, julgue o item a seguir.
O escritor Victor Hugo disse certa vez: “Há pessoas que têm uma biblioteca como os eunucos têm um harém”.
Essa mesma ideia sobre os livros se repete em:
A ambiguidade pode ser um problema textual, mas muitas vezes ela é intencionalmente produzida para que a expressão se torne mais efetiva, pela junção de dois sentidos.
A frase publicitária abaixo que NÃO apela para uma ambiguidade é:
“Deus existe. Não podemos nem queremos provar-nos isso; tentar tal coisa nos pareceria blasfêmia, assim como negar sua existência seria loucura. Deus existe porque existimos. Deus vive na nossa consciência, na consciência da humanidade, no universo que nos circunda.”
Alguns textos apresentam um conjunto de vocábulos pertencentes a um determinado campo do conhecimento.
No texto acima, do político italiano G. Mazzini, os vocábulos pertencentes ao campo da religião são:
Observe o texto a seguir.
“Frequentemente, entre nossos motivos de ação há um mais forte que(1) os demais: é aquele que(2) não é declarado”.
As palavras dessa frase que estabelecem coesão com o termo sublinhado são:
Observe o início estranho de um texto do humorista Millôr Fernandes: “Certa vez eu jogava uma partida de sinuca e só havia a bola sete na mesa. De modo que mastiguei-a lentamente, saboreando-lhe os bocados com prazer. Refiro-me à refeição que havia pedido ao garçom. Dei-lhe duas tacadas na cara. Estou me referindo à bola”.
A estranheza desse texto deriva do emprego de:
“...um senhor prudente não pode nem deve cumprir a palavra dada, quando tal observância lhe for prejudicial e quando as razões que levaram à sua promessa deixarem de existir.”
A afirmação adequada sobre um dos componentes desse segmento textual é:
Num julgamento determinado, o advogado de defesa disse o seguinte: “O réu, que aqui está sendo julgado por homicídio, sempre foi, senhores jurados, um ótimo pai de família e chegou a diretor da associação de moradores de seu bairro...”
A argumentação do advogado, nesse caso, mostra um problema de formulação, que é identificado como:
Um escritor russo – M. E. Saltykov – escreveu: “A vergonha é a preciosíssima capacidade do homem de relacionar seus comportamentos com as exigências daquela suprema consciência, que nos foi deixada de herança pela história da humanidade”.
Segundo esse pensamento, sente-se envergonhado quem:
Em Contos Fluminenses, Machado de Assis escreveu: “Não há erro venial, em matéria de costumes e de amor”.
Com essa frase, nosso famoso escritor afirma que:
O conhecido filósofo Schopenhauer disse certa vez: “Observei que o caráter de quase todos os homens parece particularmente adaptado a uma certa idade da vida, de modo que nela apresenta-se de forma mais proveitosa. Alguns são jovens amáveis, e depois isso passa, outros, homens enérgicos e ativos, dos quais a idade rouba todos os valores. Muitos se apresentam mais favoravelmente na velhice, quando são mais indulgentes por serem mais experientes e serenos”.
Tratando-se de um texto argumentativo, a observação correta é: