Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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(__)Além de considerar o número de mortes devido às temperaturas extremas, o texto ainda considera os impactos financeiros gerados em decorrência da necessidade de atendimentos causados pelas altas e baixas temperaturas.
(__)O uso de medicamentos frequentes parece estar associado de forma positiva à como o corpo regula sua temperatura interna.
(__)Além de morte, as temperaturas extremas podem, também, estar a associadas a outros problemas de saúde.
(__)No Brasil, o número de mortes por calor é quatro vezes maior do que pelo frio.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Leia:
“Pedro acordou cedo, tomou café e saiu para brincar com seus amigos no parque.”
O que Pedro fez antes de sair para brincar?
De acordo com as ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue o seguinte item.
Segundo o texto, uma das vantagens do uso da CNV é propiciar a empatia entre as pessoas.
De acordo com as ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue o seguinte item.
Infere-se do segundo parágrafo do texto que a relevância da CNV no contexto do Ministério Público reside em impedir que acusações formuladas por seus agentes sejam influenciadas por divergências axiológicas entre as partes.
Medo do futuro 2:
a ascensão da inteligência artificial
A ciência que
poderia desafiar a morte combina tecnologias digitais aliadas à inteligência
artificial e à engenharia genética
"O homem é um deus em ruínas", escreveu o
americano Ralph Waldo Emerson no século 19. Desde que nossos antepassados
distantes contemplaram, pela primeira vez, a dimensão divina, vivemos uma
divisão profunda entre o nosso lado animal e o nosso lado capaz de imaginar o
eterno.
Essa natureza dual entre o animal e o semidivino, o mortal e
o imortal, é nossa característica mais marcante, tema de grandes livros e
pensamentos filosóficos. Hoje é, também, tema que inspira várias pesquisas
científicas, da engenharia genética à inteligência artificial. Será que a
ciência vai ser capaz de transformar o ser humano a ponto de redefinir nossa
relação com a morte?
Duzentos anos atrás, Mary Shelley publicava "Frankenstein", um romance gótico que continua sendo tão relevante
hoje quanto foi no início do século 19. A ideia de que a ciência pode vencer a morte é pelo menos tão antiga quanto os alquimistas. No caso de Shelley, a
ciência de ponta da época era o uso de correntes elétricas para estimular o
movimento muscular, relação descoberta por Luigi Galvani e Alessandro Volta.
Hoje, a ciência de ponta que poderia desafiar a morte
combina tecnologias digitais aliadas à inteligência artificial (IA) com a
engenharia genética. Dos vários temas correlatos, discuto aqui a IA e se
devemos ou não nos preocupar com esse tipo de tecnologia. Não que esteja
prestes a desafiar a morte, longe disso. Mas seu impacto no mundo em que
vivemos e no futuro da espécie humana deve ser considerado com cuidado, e
quanto antes melhor.
O mundo depende fundamentalmente dos computadores. Carros,
redes elétricas, aeroportos, trens, o sistema bancário, eleitoral, hospitais,
as atividades individuais e profissionais do leitor, nada escapa. Paralelamente
a essa dependência crescente, os computadores estão ficando mais espertos,
dominando o mundo um pouco mais a cada dia. Com isso, passam a controlar
tarefas cada vez mais complexas, tomando o lugar dos humanos.
Das cirurgias de alta precisão e diagnósticos médicos à
automação de fábricas e linhas de produção, da exploração e tratamento de
minérios em minas ou águas profundas ou em ambientes altamente radioativos até
tomadas de decisão no mercado de capitais, nada parece escapar das máquinas
digitais. Em breve, com veículos autônomos, será a vez dos caminhoneiros, dos
motoristas de ônibus escolares, dos motoristas de táxi, dos maquinistas,
criando um vácuo perigoso no mercado de trabalho, afetando milhões de pessoas,
que precisariam ser retreinadas.
Por enquanto, ao menos, a tecnologia digital está se
apoderando do mundo porque nós assim queremos. A questão, e temor de muitos, é
se isso pode mudar. Se as tecnologias de IA tornarem-se autônomas, capazes de
se programar e de ter intenções próprias, poderiam efetivamente controlar o
mundo. Este é o argumento do filósofo Nick Bostrom, em seu livro
"Superinteligência", da cruzada anti-IA do bilionário Elon Musk e do
medo do físico Stephen Hawking, dentre outros.
Um dos problemas dessa conversa é como definir inteligência.
Existe a IA do futuro, aquela que vemos nos filmes e livros de ficção
científica, e a do presente, que está muito longe dela. A gente vê o acrônimo
IA por toda a parte, algoritmos de aprendizado de máquinas, redes neurais,
programas que vão aprimorando sua eficiência por si mesmos, computadores que
ganham de mestres mundiais de xadrez e de Go.
Esse tipo de aplicação presente de IA não ameaça o futuro da
espécie humana. Por enquanto, refletem a inteligência de seus programadores
que, no fim das contas, se Nem aos interesses de suas empresas, tentando ganhar
nossa atenção e dinheiro. Níveis atuais de IA (que não chamaria de IA) cumprem
funções especificadas por seus programadores. Não têm autonomia ou intenção
própria.
Esta situação pode mudar? É aqui que começa o problema. Não
sabemos a resposta; não sabemos se uma máquina pode desenvolver autonomia e
autoconsciência. As IA de hoje estão muito, muito longe do famoso Hall, o
computador no filme (e livro) "2001: Uma Odisseia no Espaço", que
resolveu matar todos os humanos na espaçonave por não julgá-los competentes
para contatar alienígenas superinteligentes.
Por outro lado, avançar cegamente com a pesquisa em IA "porque podemos" me parece profundamente irresponsável. Muito antes de construirmos uma máquina de fato inteligente, se isso é realmente possível, a IA de menor porte causará sérios problemas sociais, redefinindo o mercado de trabalho e o tipo de habilidades e perícias que serão relevantes no futuro. Isso já está, aliás, acontecendo. Portanto, antes de nos preocuparmos com os primos do Hall dominando o mundo, deveríamos estar criando salvaguardas com a função de garantir que as máquinas que criamos estão aqui para servir a humanidade, e não para destruí-la aos poucos.
(Adaptado de: GLEISER, Marcelo. "Medo do futuro 2: a ascensão da inteligência artificial". Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2018/>Publicado em: 28 de out. de 2018. Acesso
em: 10 de mar. de 2025)
Com base no texto acima, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada da ideia central do fragmento.
Brasil registra recorde de denúncias de trabalho escravo em 2024, diz ministério
Com quase 4 mil denúncias no ano, Disque 100 teve o maior número de chamados desde sua criação, em 2011. Ao todo, foram 21,6 mil denúncias de trabalho escravo e análogo à escravidão.
Em 2024, o Brasil registrou o maior número de denúncias de trabalho escravo e análogo à escravidão da história do país, de acordo com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
Foram recebidas 3.959 denúncias em 12 meses, 15,4% a mais que em 2023 e o maior número desde que o Disque 100 foi criado, em 2011.
Do total de denúncias recebidas em 2024, cerca de 3.045 foram protocoladas. As vítimas incluem pessoas idosas, crianças, adolescentes, mulheres e pessoas com deficiência. Em 2025, até o momento, foram realizadas 262 denúncias.
Ainda de acordo com a pasta, o país vem batendo recordes consecutivos de denúncias desde 2021. Foram 1.918 relatos naquele ano, 2.084 em 2022 e 3.430 em 2023. Antes dessa sequência, o maior número em um único ano tinha sido de 1.743 denúncias em 2013.
Desde a criação do Disque 100, mais de 21,6 mil denúncias sobre trabalho escravo e análogo à escravidão foram recebidas no Brasil.
Nos últimos 30 anos, o governo federal resgatou cerca de 65,6 mil pessoas em condições de trabalho análogas à escravidão no Brasil, em mais de 8,4 mil ações fiscais. Os dados foram divulgados na terça-feira (28) pelo Ministério do Trabalho.
O levantamento considera os resultados desde 1995, ano em que foi reconhecida oficialmente a existência de formas contemporâneas de escravidão.
Desde 2003, mais de R$ 155 milhões em verbas trabalhistas e rescisórias foram pagos às vítimas. Não é possível contabilizar a quantia de anos anteriores, pois o seguro-desemprego do trabalhador resgatado foi implementado somente naquele ano.
Os resgates são realizados pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel, coordenado pelo Ministério do Trabalho, além das unidades regionais do órgão nos estados.
(https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2025/01/29/brasil-registra-recorde-de-denuncias-de-trabalhoescravo-em-2024-diz-ministerio.ghtml)
Brasileiros já podem solicitar autorização de viagem para o Reino Unido

Por Julia Buckley
(Disponível em: www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/brasileiros-ja-podem-solicitar-autorizacaode-viagem-para-reino-unido-veja-como/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Brasileiros já podem solicitar autorização de viagem para o Reino Unido

Por Julia Buckley
(Disponível em: www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/brasileiros-ja-podem-solicitar-autorizacaode-viagem-para-reino-unido-veja-como/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Em relação ao exposto pelo texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A solicitação do ETA pode ser feita por meio do site oficial do governo britânico, com a opção de utilizar um aplicativo móvel, sendo a verificação de segurança realizada automaticamente durante o preenchimento do formulário, sem a necessidade de apresentação física dos documentos.
( ) Em 2024, o ETA foi introduzido inicialmente para cidadãos do Conselho de Cooperação do Golfo, com planos de expansão para outros países não europeus, como os Estados Unidos, Canadá e Austrália, em 2025. Esse novo sistema veio para substituir o processo de visto, embora de maneira opcional para os países afetados.
( ) O ETA pode ser solicitado por meio de sites de terceiros, que podem exigir uma taxa, mas o processo é mais seguro quando realizado através dos canais oficiais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Brasileiros já podem solicitar autorização de viagem para o Reino Unido

Por Julia Buckley
(Disponível em: www.cnnbrasil.com.br/viagemegastronomia/viagem/brasileiros-ja-podem-solicitar-autorizacaode-viagem-para-reino-unido-veja-como/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Em 2025, a exigência do ETA será exclusivamente para cidadãos da União Europeia, enquanto viajantes de outros continentes continuarão a entrar no Reino Unido sem a necessidade do visto e da autorização eletrônica.
II. A introdução do ETA para cidadãos da União Europeia ocorreu em janeiro de 2025, sem exceções para residentes do Reino Unido após a expansão do esquema para 48 países.
III. O ETA é destinado a viagens de curto prazo, com duração de até seis meses, para turismo e negócios, mas também abrange outras categorias, como estudos e trabalho.
Quais estão corretas?
O trecho
“É a cartilha, é o livro escolar, é a literatura expressa graficamente, é o jornal.” mostra
“Mesmo a televisão – e mais do que ela o cinema – lança mão dos recursos da linguagem escrita (legenda) para facilitar a comunicação.”
A palavra entre parênteses significa
A imagem da escrita nessa frase mostra

