Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2488558 Português
Na escuridão miserável


   Eram sete horas da noite quando entrei no carro, ali no Jardim Botânico. Senti que alguém me observava, enquanto punha o motor em movimento. Voltei-me e dei com uns olhos grandes e parados como os de um bicho, a me espiar, através do vidro da janela, junto ao meio-fio. Eram de uma negrinha mirrada, raquítica, um fiapo de gente encostado ao poste como um animalzinho, não teria mais que uns sete anos. Inclinei-me sobre o banco, abaixando o vidro:

   – O que foi, minha filha? – perguntei, naturalmente, pensando tratar-se de esmola.

   – Nada não senhor – respondeu-me, a medo, um fio de voz infantil.

   – O que é que você está me olhando aí?

   – Nada não senhor – repetiu.– Tou esperando o ônibus...

   – Onde é que você mora?

   – Na Praia do Pinto.

   – Vou para aquele lado. Quer uma carona?

   Ela vacilou, intimidada. Insisti, abrindo a porta:

   – Entra aí, que eu te levo.

   Acabou entrando, sentou-se na pontinha do banco, e enquanto o carro ganhava velocidade, ia olhando duro para a frente, não ousava fazer o menor movimento. Tentei puxar conversa:

   – Como é o seu nome?

   – Teresa.

   – Quantos anos você tem, Teresa?

   – Dez.

   – E o que estava fazendo ali, tão longe de casa?

   – A casa da minha patroa é ali.

   – Patroa? Que patroa?

   Pela sua resposta, pude entender que trabalhava na casa de uma família no Jardim Botânico: lavava roupa, varria a casa, servia a mesa. Entrava às sete da manhã, saía às oito da noite.

   – Hoje saí mais cedo. Foi jantarado.

   – Você já jantou?

   – Não. Eu almocei.

   – Você não almoça todo dia?

   – Quando tem comida pra levar, eu almoço: mamãe faz um embrulho de comida pra mim.

   – E quando não tem?

   – Quando não tem, não tem – e ela até parecia sorrir, me olhando pela primeira vez. Na penumbra do carro, suas feições de criança, esquálidas, encardidas de pobreza, podiam ser as de uma velha. Eu não me continha mais de aflição, pensando nos meus filhos bem nutridos – um engasgo na garganta me afogava no que os homens experimentados chamam de sentimentalismo burguês:

   – Mas não te dão comida lá? – perguntei, revoltado.

   – Quando eu peço eles dão. Mas descontam no ordenado, mamãe disse pra eu não pedir.

   – E quanto é que você ganha?

   Diminuí a marcha, assombrado, quase parei o carro. Ela mencionara uma importância ridícula, uma ninharia, não mais que alguns trocados. Meu impulso era voltar, bater na porta da tal mulher e meter-lhe a mão na cara.

   – Como é que você foi parar na casa dessa... foi parar nessa casa? – perguntei ainda, enquanto o carro, ao fim de uma rua do Leblon, se aproximava das vielas da Praia do Pinto. Ela disparou a falar:

    – Eu estava na feira com mamãe e então a madame pediu para eu carregar as compras e aí noutro dia pediu a mamãe pra eu trabalhar na casa dela, então mamãe deixou porque mamãe não pode deixar os filhos todos sozinhos e lá em casa é sete meninos fora dois grandes que já são soldados pode parar que é aqui moço, obrigado.

    Mal detive o carro, ela abriu a porta e saltou, saiu correndo, perdeu-se logo na escuridão miserável da Praia do Pinto.


(SABINO, Fernando. A Companheira de Viagem. Rio de Janeiro. Sabiá, 1972.)
– O que foi, minha filha? – perguntei, naturalmente, pensando tratar-se de esmola.” (2º§) O que leva o cronista a supor que a menina “queria esmola”?
Alternativas
Q2488557 Português
Na escuridão miserável


   Eram sete horas da noite quando entrei no carro, ali no Jardim Botânico. Senti que alguém me observava, enquanto punha o motor em movimento. Voltei-me e dei com uns olhos grandes e parados como os de um bicho, a me espiar, através do vidro da janela, junto ao meio-fio. Eram de uma negrinha mirrada, raquítica, um fiapo de gente encostado ao poste como um animalzinho, não teria mais que uns sete anos. Inclinei-me sobre o banco, abaixando o vidro:

   – O que foi, minha filha? – perguntei, naturalmente, pensando tratar-se de esmola.

   – Nada não senhor – respondeu-me, a medo, um fio de voz infantil.

   – O que é que você está me olhando aí?

   – Nada não senhor – repetiu.– Tou esperando o ônibus...

   – Onde é que você mora?

   – Na Praia do Pinto.

   – Vou para aquele lado. Quer uma carona?

   Ela vacilou, intimidada. Insisti, abrindo a porta:

   – Entra aí, que eu te levo.

   Acabou entrando, sentou-se na pontinha do banco, e enquanto o carro ganhava velocidade, ia olhando duro para a frente, não ousava fazer o menor movimento. Tentei puxar conversa:

   – Como é o seu nome?

   – Teresa.

   – Quantos anos você tem, Teresa?

   – Dez.

   – E o que estava fazendo ali, tão longe de casa?

   – A casa da minha patroa é ali.

   – Patroa? Que patroa?

   Pela sua resposta, pude entender que trabalhava na casa de uma família no Jardim Botânico: lavava roupa, varria a casa, servia a mesa. Entrava às sete da manhã, saía às oito da noite.

   – Hoje saí mais cedo. Foi jantarado.

   – Você já jantou?

   – Não. Eu almocei.

   – Você não almoça todo dia?

   – Quando tem comida pra levar, eu almoço: mamãe faz um embrulho de comida pra mim.

   – E quando não tem?

   – Quando não tem, não tem – e ela até parecia sorrir, me olhando pela primeira vez. Na penumbra do carro, suas feições de criança, esquálidas, encardidas de pobreza, podiam ser as de uma velha. Eu não me continha mais de aflição, pensando nos meus filhos bem nutridos – um engasgo na garganta me afogava no que os homens experimentados chamam de sentimentalismo burguês:

   – Mas não te dão comida lá? – perguntei, revoltado.

   – Quando eu peço eles dão. Mas descontam no ordenado, mamãe disse pra eu não pedir.

   – E quanto é que você ganha?

   Diminuí a marcha, assombrado, quase parei o carro. Ela mencionara uma importância ridícula, uma ninharia, não mais que alguns trocados. Meu impulso era voltar, bater na porta da tal mulher e meter-lhe a mão na cara.

   – Como é que você foi parar na casa dessa... foi parar nessa casa? – perguntei ainda, enquanto o carro, ao fim de uma rua do Leblon, se aproximava das vielas da Praia do Pinto. Ela disparou a falar:

    – Eu estava na feira com mamãe e então a madame pediu para eu carregar as compras e aí noutro dia pediu a mamãe pra eu trabalhar na casa dela, então mamãe deixou porque mamãe não pode deixar os filhos todos sozinhos e lá em casa é sete meninos fora dois grandes que já são soldados pode parar que é aqui moço, obrigado.

    Mal detive o carro, ela abriu a porta e saltou, saiu correndo, perdeu-se logo na escuridão miserável da Praia do Pinto.


(SABINO, Fernando. A Companheira de Viagem. Rio de Janeiro. Sabiá, 1972.)
Segundo Maria da Garça Costa Val, “textualidade é a característica fundamental dos textos, orais ou escritos, que faz com que eles sejam percebidos como textos. Não é inerente a eles, pois uma mesma sequência linguística, falada ou escrita, pode ser considerada como texto legítimo por uns e parecer um absurdo, sem sentido, para outros”. Em relação ao texto, é improvável inferir que o cronista:
Alternativas
Q2488540 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
“Parem o mundo, eu quero descer” 

Há cerca de dois meses, após sete anos de profissão, foi exatamente isso que decidi fazer. Não foi uma escolha fácil, mas percebi que era necessário dar uma pausa para cuidar de mim: do meu corpo, da minha mente, da minha saúde e, principalmente, do ritmo do meu dia a dia.
Assim como muitos aqui, sempre busquei mais: mais conquistas acadêmicas, mais conhecimento, mais cursos, mais trabalho, mais salário, mais cargos, mais reconhecimentos...
     Porém, no turbilhão do dia a dia, os anos passaram voando. E lá se foram dois anos de intercâmbio em países diferentes, graduação, pós-graduação e anos de experiência profissional, sendo cinco deles no mercado financeiro – para quem faz parte desse mundo, sabe a loucura que é a Faria Lima.
Sou extremamente grata a todas essas etapas que me levaram até aqui, mas a rotina tomou conta e percebi que havia perdido um pouco de mim nesse processo. Não me identifico como “Faria Limer”, tampouco sou a mesma menina que ingressou em jornalismo anos atrás. [...]
Crises de enxaqueca e noites de insônia se tornaram cada vez mais frequentes. Imagine como seria daqui a 5, 10, 15 anos? Por isso, decidi parar o mundo e descer dele por um tempo. Neste momento, estou oficialmente dando uma “pausa”. Para mim, o ideal seria ter um luxuoso período sabático, mas, por enquanto, estou dando uma pausa, ao menos, do mundo corporativo e vivendo de freelances.
E como essa desaceleração já fez diferença! Percebi que esse universo de horas a fio na frente de um computador, reuniões diárias, fechamentos e metas já não me satisfazem. E, apesar de sentir medo (e muito!), decidi iniciar uma transição de carreira para algo que sempre despertou minha curiosidade. Comecei cursos relacionados às terapias e pretendo, no próximo ano, iniciar uma faculdade de psicologia.
Não sei o que os próximos meses, quiçá anos, me reservam, mas sei que me reconectar comigo mesma, com um dia a dia mais simples e tranquilo, ao lado do meu cachorro, tem valido mais do que qualquer bônus já recebido. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 5 mar. 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista o significado que se pode inferir de termos que foram usados na construção do texto.

I. O termo “Faria Lima” foi usado para designar um determinado lugar onde se situa um grande mercado financeiro.
II. O termo “Faria Limer” foi usado para se referir a alguém que trabalha no centro financeiro designado Faria Lima.
III. A expressão “período sabático” foi usado referindo-se a um período de descanso que a pessoa doa a ela mesma.
IV. O termo “freelances” foi usado para se referir a trabalhos autônomos, sem vínculos empregatícios.
V. O termo “turbilhão” foi usado para designar a agitação provocada pelas inúmeras tarefas cotidianas.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2488538 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.
Texto 01
“Parem o mundo, eu quero descer” 

Há cerca de dois meses, após sete anos de profissão, foi exatamente isso que decidi fazer. Não foi uma escolha fácil, mas percebi que era necessário dar uma pausa para cuidar de mim: do meu corpo, da minha mente, da minha saúde e, principalmente, do ritmo do meu dia a dia.
Assim como muitos aqui, sempre busquei mais: mais conquistas acadêmicas, mais conhecimento, mais cursos, mais trabalho, mais salário, mais cargos, mais reconhecimentos...
     Porém, no turbilhão do dia a dia, os anos passaram voando. E lá se foram dois anos de intercâmbio em países diferentes, graduação, pós-graduação e anos de experiência profissional, sendo cinco deles no mercado financeiro – para quem faz parte desse mundo, sabe a loucura que é a Faria Lima.
Sou extremamente grata a todas essas etapas que me levaram até aqui, mas a rotina tomou conta e percebi que havia perdido um pouco de mim nesse processo. Não me identifico como “Faria Limer”, tampouco sou a mesma menina que ingressou em jornalismo anos atrás. [...]
Crises de enxaqueca e noites de insônia se tornaram cada vez mais frequentes. Imagine como seria daqui a 5, 10, 15 anos? Por isso, decidi parar o mundo e descer dele por um tempo. Neste momento, estou oficialmente dando uma “pausa”. Para mim, o ideal seria ter um luxuoso período sabático, mas, por enquanto, estou dando uma pausa, ao menos, do mundo corporativo e vivendo de freelances.
E como essa desaceleração já fez diferença! Percebi que esse universo de horas a fio na frente de um computador, reuniões diárias, fechamentos e metas já não me satisfazem. E, apesar de sentir medo (e muito!), decidi iniciar uma transição de carreira para algo que sempre despertou minha curiosidade. Comecei cursos relacionados às terapias e pretendo, no próximo ano, iniciar uma faculdade de psicologia.
Não sei o que os próximos meses, quiçá anos, me reservam, mas sei que me reconectar comigo mesma, com um dia a dia mais simples e tranquilo, ao lado do meu cachorro, tem valido mais do que qualquer bônus já recebido. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 5 mar. 2024. Adaptado.
A passagem do texto que corresponde à ideia expressa no título é
Alternativas
Q2488404 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O momento em que sua filha descobre a verdade sobre você.

Antes mesmo de ter uma filha já morria de medo disso: algum dia ela vai perceber que eu não sei de nada. Sim, porque é pra isso, em grande parte, que se tem filhos, pra que alguém no mundo acredite, nem que seja por alguns anos, que você sabe alguma coisa. E é por isso, também, que se odeia tanto os adolescentes: não é porque eles acham que os pais são idiotas, mas porque eles perceberam que os pais são idiotas. No caso da minha filha, a queda do mito paterno aconteceu um pouco mais cedo do que eu imaginava, mais precisamente aos três dias de vida.

Minha filha não chorou quando nasceu. Só choramos nós, os pais, emocionados de ter uma filha que não chora. Nasceu sorrindo, vê se pode, dizíamos nós, chorando. Depois chorei outra vez quando ela mamou na mãe, e chorei de novo quando vi os avós vendo a neta, e sendo avós pela primeira vez. Acho que foi ali que ela começou a suspeitar: quem é esse cara chorando o tempo todo? Barbudo, trinta anos na cara, chorando desse jeito? Será que ele tem algum problema?

A epifania aconteceu mesmo quando a gente chegou em casa e, pela primeira vez, ela chorou. E a partir daí não parava de chorar. Mamava e chorava e mamava. No meio da madrugada, quando a mãe dela dormia um sono merecido, peguei minha filha no colo e fomos pra sala. Achei que fosse resolver no mano a mano.

Foi ali, só nós dois, no lusco-fusco, que ela percebeu tudo. Aos três dias de vida, vi no fundo dos seus olhos que ela tinha descoberto que o seu pai não fazia a menor ideia do que tava fazendo. E foi ali que ela começou a chorar de verdade.

Desculpa, cheguei a dizer, desculpa ter feito você nascer de um pai que não sabe de nada, tanta gente escolada por aí e você veio parar logo na casa desse marinheiro de primeira viagem, esse sujeito que tá chorando mais que você, desculpa, filha, desculpa. E ela chorou mais ainda ao ver sua suspeita confirmada.

Desde então assisti milhões de vídeos no YouTube sobre como fazer um bebê parar de chorar. Vira pro lado, shh, shh [...]. Passou, passou, passou. Até agora não encontrei nenhum vídeo sobre como fazer um pai parar de chorar. 

Filha, vou precisar de você. Seu pai também, coitado, acabou de nascer. Tá perdidinho. Me ensina a parar de chorar que nisso você já tá melhor que eu.


Gregório Duvivier (Ator, humorista, roteirista e escritor brasileiro. Ficou conhecido pelo seu trabalho no cinema e no teatro.) Jornal Folha de São Paulo
Percebe-se que o texto foi narrado em:
Alternativas
Q2488361 Português
Entenda a Lei Brasileira de Inclusão


     A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.

     A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo com os dados do IBGE.

     A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.

     A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.

     No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.

   Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.

     A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.

    Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia.

    Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.


(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
A UNESCO define analfabeto funcional como toda pessoa que sabe escrever seu próprio nome, assim como ler e escrever frases simples, porém incapaz de interpretar o que lê e de usar a leitura e a escrita em atividades cotidianas, impossibilitando seu desenvolvimento pessoal e profissional. É correto afirmar que o analfabeto funcional
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Q2488360 Português
Entenda a Lei Brasileira de Inclusão


     A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.

     A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo com os dados do IBGE.

     A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.

     A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.

     No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.

   Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.

     A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.

    Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia.

    Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.


(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
Foucambert (1994, p.11) afirma que “a leitura não é tarefa apenas da escola. É por isso também que a formação dos professores deve incluir contato com os pais, com bibliotecas de bairro e de empresa, com associações, de maneira a estabelecer intercâmbio entre as ações de informação e formação”. Quanto à leitura, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2488359 Português
Entenda a Lei Brasileira de Inclusão


     A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.

     A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo com os dados do IBGE.

     A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.

     A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.

     No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.

   Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.

     A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.

    Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia.

    Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.


(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
Segundo Magda Soares (2004), “alfabetização e letramento são, no estado atual do conhecimento sobre a aprendizagem inicial da língua escrita, indissociáveis, simultâneos e interdependentes: a criança alfabetiza-se, constrói seu conhecimento do sistema alfabético e ortográfico da língua escrita, em situações de letramento, isto é, no contexto de e por meio da interação com material escrito real, e não artificialmente construído, e de sua participação em práticas sociais de leitura e escrita”. A partir do que afirma Soares, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2488357 Português
Entenda a Lei Brasileira de Inclusão


     A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.

     A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo com os dados do IBGE.

     A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.

     A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.

     No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.

   Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.

     A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.

    Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia.

    Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.


(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
A partir das informações do texto, analise as afirmativas a seguir quanto ao entendimento de deficiência ou pessoa com deficiência.


I. A deficiência é um fenômeno biológico e individual, sendo um conjunto de impedimentos provocados por alterações na estrutura física e funções corporais do indivíduo.

II. A deficiência está além das barreiras estruturais físicas e chega à desvantagem social sofrida pelas pessoas devido às barreiras ambientais.

III. Para a Lei Brasileira de Inclusão, a pessoa com deficiência é aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial.


Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2488353 Português
Entenda a Lei Brasileira de Inclusão


     A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.

     A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo com os dados do IBGE.

     A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.

     A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.

     No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.

   Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.

     A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.

    Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia.

    Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.


(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
“A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de vacância de 180 dias, [...]” (2º§). De acordo com o contexto, assinale o significado correto de “vacância”.
Alternativas
Q2488352 Português
Entenda a Lei Brasileira de Inclusão


     A Lei Brasileira de Inclusão – LBI, também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, é um conjunto de normas destinadas a assegurar e a promover, em igualdade de condições, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social e a cidadania.

     A Lei foi editada em 06 de julho de 2015, mas entrou em vigor no dia 03 de janeiro de 2016, após cumprir um período de vacância de 180 dias, passando a beneficiar mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, de acordo com os dados do IBGE.

     A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados pelo Brasil, em Nova York, no dia 30 de março de 2007.

     A principal inovação da LBI foi a mudança no conceito jurídico de “deficiência”, que deixou de ser considerada como uma condição estática e biológica da pessoa, passando a ser tratada como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo.

     No entanto, mais do que o conceito de deficiência, a LBI trata de diversas ferramentas para garantir que todos os direitos das pessoas com deficiência sejam respeitados, e para que possam se defender da exclusão, da discriminação, do preconceito e da ausência de acesso real a todos os setores da sociedade.

   Tamanha a gama de ferramentas introduzidas pela LBI, que dentre o seu texto encontram-se dispositivos que alteraram normas estabelecidas no Código Eleitoral, Código de Defesa do Consumidor, Estatuto das Cidades, Código Civil, Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, dentre outras.

     A LBI assegura às pessoas com deficiência a oferta de sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, de acordo com suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.

    Estabeleceu, ainda, o dever do poder público, dentre outros, de instituir projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia.

    Importante destacar que a LBI estabelece que as instituições privadas, de qualquer nível ou modalidade, devem cumprir todas as políticas de inclusão e oferecimento de atendimento educacional especializado, sendo proibida a cobrança de valores adicionais de qualquer natureza em suas mensalidades, anuidades e matrículas.


(Ivan Almeida. Disponível em: https://www.politize.com.br/lei-brasileira-de-inclusao/. Fragmento. Acesso em: 12/2002.)
De acordo com o texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2488327 Português

Leia o texto e responda a questão.


Teatro Goiânia: primeiro teatro da capital


Foi criado em 1942, com o nome de Cine Teatro Goiânia, durante o batismo cultural da nova capital de Goiás. Durante um longo período, funcionou apenas como cinema. Era o Cine Goiânia, que marcou época na memória da cidade por dispor de excelentes projetores e pelo conforto que a casa oferecia ao público.

       Em 1978 foi transformado somente em teatro. Para não destruir um patrimônio histórico e preservar a memória, foram conservados os detalhes arquitetônicos, sem comprometer o requinte e o alto padrão técnico com que foi adotado. Com capacidade para 723 espectadores, o Teatro Goiânia possui palco versátil, amplo e bom equipamento de som e iluminação. 

De acordo com o texto, por qual motivo o Cine Teatro Goiânia marcou época na memória da cidade?
Alternativas
Q2488229 Português
Assinale a alternativa onde temos uma frase optativa.  
Alternativas
Q2488225 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por não ir ao Vietnã, carioca perdeu o título de Miss Mundo. (Bento Andreato).


 “Isto é uma feira de carne humana, libertem nossas irmãs!”, bradavam militantes feministas em 11 de novembro de 1971, na porta de um teatro em Londres, enquanto trocavam sopapos com os policiais. Do lado de dentro ocorria a decisão do Miss Mundo. Ignorando os protestos, a carioca Lúcia Petterle, então com 22 anos, se emocionava ao ser eleita a vencedora do concurso, a única brasileira a alcançar o título até hoje. “Minha vitória é a contribuição que dou à juventude do meu país”, disse na ocasião.

A estudante de Medicina havia se tornado miss por acaso – e a contragosto –, ao ser “forçada” por amigos a disputar um concurso de beleza. Seu carisma e medidas perfeitas a fizeram ganhar outras disputas, até ser eleita em Londres a mulher mais bonita do mundo.

Porém, seu reinado não duraria muito. Convidada a passar o fim do ano no Vietnã para apresentar-se aos militares norte-americanos, Lúcia recusou. Foi proibida de usar o título de Miss Mundo a partir de então. Formou-se em Medicina e hoje é médica pediatra no Rio de Janeiro. (https://www.google.com.br/)

Na oração “Porém, seu reinado não duraria muito”, temos uma frase:  
Alternativas
Q2488222 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por não ir ao Vietnã, carioca perdeu o título de Miss Mundo. (Bento Andreato).


 “Isto é uma feira de carne humana, libertem nossas irmãs!”, bradavam militantes feministas em 11 de novembro de 1971, na porta de um teatro em Londres, enquanto trocavam sopapos com os policiais. Do lado de dentro ocorria a decisão do Miss Mundo. Ignorando os protestos, a carioca Lúcia Petterle, então com 22 anos, se emocionava ao ser eleita a vencedora do concurso, a única brasileira a alcançar o título até hoje. “Minha vitória é a contribuição que dou à juventude do meu país”, disse na ocasião.

A estudante de Medicina havia se tornado miss por acaso – e a contragosto –, ao ser “forçada” por amigos a disputar um concurso de beleza. Seu carisma e medidas perfeitas a fizeram ganhar outras disputas, até ser eleita em Londres a mulher mais bonita do mundo.

Porém, seu reinado não duraria muito. Convidada a passar o fim do ano no Vietnã para apresentar-se aos militares norte-americanos, Lúcia recusou. Foi proibida de usar o título de Miss Mundo a partir de então. Formou-se em Medicina e hoje é médica pediatra no Rio de Janeiro. (https://www.google.com.br/)

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa incorreta.  
Alternativas
Q2488177 Português
Leia o poema a seguir e responda a questão.

CONSERTAM-SE PANELA, BACIA E PENICO. QUEM QUER?
Roseana Murray

Mal a cozinheira
ouve o grito,
junta as panelas
tortas, furadas,
sem cabo e esquisitas.
Desce correndo
as escadas do sobrado,
entrega ao consertador
o seu maior tesouro,
e, maravilhada, acompanha
seus movimentos.
As mãos do homem
batem, pregam, colam,
acariciam,
e logo as panelas
estarão outra vez
no fogo, estalando seus temperos,
espalhando pela casa
os mais maravilhosos
cheiros.
De acordo com o poema, no verso “ouve o grito” a autora faz referência ao grito de quem? 
Alternativas
Q2487957 Português

Leia o texto para responder à questão.


Bandeira Branca. (Compositores: Laercio Alves / Max Nunes). 


Bandeira branca, amor,

Não posso mais,

Pela saudade que me invade

Eu peço paz.

Bandeira branca, amor,

Não posso mais,

Pela saudade que me invade

Eu peço paz.

Saudade, mal de amor, de amor,

Saudade, dor que dói demais,

Vem, meu amor,

Bandeira branca, eu peço paz.

Bandeira branca, amor,

Não posso mais,

Pela saudade que me invade

Eu peço paz.

Bandeira branca, amor,

Não posso mais,

Pela saudade que me invade

Eu peço paz.

Saudade, mal de amor, de amor,

Saudade, dor que dói demais,

Vem, meu amor,

Bandeira branca, eu peço paz.

Saudade, mal de amor, de amor,

Saudade, dor que dói demais,

Vem, meu amor,

Bandeira branca, eu peço paz.

Bandeira branca, amor, (bandeira branca, amor),

Não posso mais, não posso mais,

Pela saudade que me invade

Eu peço paz.

Bandeira branca, amor,

Não posso mais,

Pela saudade que me invade

Eu peço paz.  

Com base na leitura do texto, marque a alternativa incorreta.  
Alternativas
Q2487787 Português
Na frase, “Cuidado! Não dirija alcoolizado!”, o termo “Cuidado!” possui sentido de:
Alternativas
Q2487783 Português
Leia a notícia a seguir e responda o item.

Ziraldo, pai do Menino Maluquinho, deixa legado na cultura e na arte do Brasil

O Brasil perdeu ontem, sábado (06), aos 91 anos, um de seus mais aclamados artistas: Ziraldo, o aclamado cartunista, desenhista, escritor e jornalista, cujas obras marcaram a infância de diversas gerações. Conhecido por personagens icônicos como “O Menino Maluquinho” e a “Turma do Pererê”, Ziraldo deixou seu legado imortalizado não só nos livros infantis, mas também na memória coletiva do país.
No texto, o termo “icônicos” faz referência:
Alternativas
Q2487782 Português
Leia a notícia a seguir e responda o item.

Ziraldo, pai do Menino Maluquinho, deixa legado na cultura e na arte do Brasil

O Brasil perdeu ontem, sábado (06), aos 91 anos, um de seus mais aclamados artistas: Ziraldo, o aclamado cartunista, desenhista, escritor e jornalista, cujas obras marcaram a infância de diversas gerações. Conhecido por personagens icônicos como “O Menino Maluquinho” e a “Turma do Pererê”, Ziraldo deixou seu legado imortalizado não só nos livros infantis, mas também na memória coletiva do país.
De acordo com o texto, a expressão “pai do Menino Maluquinho”, indica que Ziraldo:
Alternativas
Respostas
6501: A
6502: C
6503: E
6504: D
6505: A
6506: D
6507: A
6508: D
6509: B
6510: D
6511: D
6512: C
6513: A
6514: B
6515: E
6516: D
6517: E
6518: D
6519: C
6520: D