Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Questões Discursivas

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Q488904 Português
Conforme as ideias contidas no texto II,

a fase jurisdicional da persecução penal tem início após o oferecimento da denúncia pelo promotor de justiça.
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Q488903 Português
Conforme as ideias contidas no texto II,

a fase do inquérito policial em que são coletadas as informações e as provas que irão formar o convencimento do titular da ação penal é denominada opinio delecti.
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Q488895 Português
Com base nas ideias contidas no texto I, julgue o item a seguir.

Montesquieu busca a explicação dos fundamentos do Estado ou da sociedade civil de forma análoga à dos metafísicos.
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Q488827 Português
                                MAGISTRA PUBLICA NOVOS NÚMEROS

       A revista Magistra do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas (CCAAB) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) publicou no último mês os Números 3 e 4 do Volume 26 do periódico. A edição de Número 3 apresenta artigos e comunicações científicas nas áreas de Ciências do Solo; Ciência e Tecnologia de Alimentos; Engenharia Agrícola; Fitotecnia; Fitossanidade; e Engenharia e Recursos Florestais. Já o Número 4 contém artigos nas áreas de Biologia Celular e Molecular; Desenvolvimento Rural; Fitotecnia; Melhoramento dos Recursos Genéticos Vegetais; e Zootecnia.

      Com tiragem trimestral, a Magistra divulga artigos e comunicações científicas. Filiada à Associação Brasileira de Editores Científicos, pode ainda ter conteúdos publicados na sessão Fórum, a convite do Conselho Editorial. A publicação conta com um editor-geral da UFRB, além de editores adjuntos e associados, muitas vezes de outras instituições, como a Embrapa, por exemplo.

      Submissões - A Magistra está recebendo novas submissões por meio do sistema SEER (Open Journal Systems), e os interessados podem submeter seus manuscritos na página eletrônica da revista. Todo o conteúdo encontra-se em formato PDF e está disponível para download.

                                           FONTE: http://www.ufrb.edu.br/agencia/pesquisa-academica/.3853-revista.. 
                                                                                        magistra-publica-novos-numeros [adaptado]
Uma pessoa que não conhece bem qual o perfil das revistas acadêmicas universitárias poderá, ao ler o trecho “divulga artigos e comunicações científicas”, imaginar que a revista Magistra publica artigos
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Q487248 Português
Organizar um enunciado significa articular aspectos pragmáticos, semânticos e formais. No ensino da organização linguística do enunciado descritivo, tópico da Proposta Curricular do Conteúdo Básico Comum (CBC), o professor precisa de algumas condições. Sobre o processo de ensino, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. Para que o aluno produza uma sequência descritiva de modo reflexivo e consciente, necessita antes reconhecer quais recursos linguísticos podem ser acionados na produção desse gênero textual.
II. É importante que o professor avalie se o uso dos recursos, na estruturação dos enunciados descritivos, foram adequados e produziram o sentido desejado pelo autor, no ato da produção dos textos.
III. O aluno deve saber reconhecer como as frases e as partes de estruturas sintáticas se prestam a descrição e de como o uso diferenciado desses recursos sempre produz o mesmo sentido.

Estão corretas as afirmativas:
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Q487245 Português
Entender o papel dos recursos linguísticos na organização de qualquer enunciado é condição indispensável para o desenvolvimento das potencialidades de leitura e escrita; do falar e do ouvir, motivo de o ensino da organização linguística do enunciado narrativo estar presente na Proposta Curricular do Conteúdo Básico Comum (CBC). Sobre o ensino desse tópico, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. Para melhor caracterizar os enunciados de textos narrativos, é interessante levar em conta as características gerais do discurso narrativo.
II. Na medida em que o discurso narrativo coloca em cena personagens, muito frequentemente recorrerão as anáforas pronominais de 3ª pessoa.
III. Geralmente, não se encena a interação verbal entre o narrador e seu alocutário: tal encenação e típica dos discursos interativos. Os enunciados narrativos serão, por isso, predominantemente declarativos, marcados por entoação assertiva na língua falada e ponto-final na escrita.

Estão corretas as afirmativas:
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Q487243 Português
Ao trabalhar posicionamentos enunciativos do texto, tópico que consta da Proposta Curricular do Conteúdo Básico Comum (CBC), o professor deve estar ciente de algumas condições de aprendizado. De acordo com as orientações do Centro de Referência Virtual do Professor, criado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, assinale a alternativa incorreta.
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Q487242 Português
O estudo dos posicionamentos enunciativos do texto faz parte do Eixo Temático I da Proposta Curricular do Conteúdo Básico Comum (CBC). Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta:
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Q487241 Português
O conceito de modalização deve ser bem estruturado junto à classe, variando as atividades e os exemplos, que devem ser sempre apresentados em enunciados e textos. Sobre o ensino desse tópico, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. O professor deve comparar critérios de classificação dos recursos de modalização do grupo ou turma com os critérios sistematizados por estudiosos e pesquisadores e apresentados.
II. Os alunos devem ter acesso a listas prontas de modalizadores para memorizá-las.
III. Em provas, o professor deve evitar questões apenas de classificação dos recursos de modalização, preferindo aquelas que avaliem a compreensão do texto pelo aluno e aquelas em que ele faça uso consciente de algum recurso para modalizar textos.

Estão corretas as afirmativas:
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Q487240 Português
No Eixo Temático I da Proposta Curricular do Conteúdo Básico Comum (CBC), é previsto o estudo do tópico Modalização e argumentatividade. Sobre o ensino desse tema, analise as afirmativas e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) 0 estudo de recursos de modalização da língua não favorece a compreensão de enunciados e textos, mas sim o uso argumentativo que se pode fazer deles.
( ) Modalização e a possibilidade de qualquer voz deixar no texto pistas de sua perspectiva diante de algum conteúdo temático, de suas intenções e grau de comprometimento com o que diz, o que, por sua vez, orienta o destinatário previsto na construção de um “retrato” da enunciação.
( ) 0 aluno deve compreender e usar, produtiva e autonomamente, mecanismos de modalização e argumentatividade em textos de diferentes gêneros.
( )A maneira como o locutor pronuncia as palavras e os enunciados não é índice de modalização.
( ) Na língua escrita, para obter efeitos de sentido similares aos prosódicos, usamos marcações gráficas: sinais de pontuação, aspas, negritos e itálicos, variação de fonte ou tipo de letra, de tamanho ou corpo da fonte etc.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

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Q487239 Português
Para o ensino das vozes do texto, o Centro de Referência Virtual do Professor, criado pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, propõe atividades como identificar vozes locutoras no texto e seus respectivos alocutários. Em relação às atividades propostas, assinale a alternativa incorreta.
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Q487238 Português
A proposta curricular da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais trata de tópicos a serem desenvolvidos pelo professor. Entre os estudos, destacam-se as vozes do texto. Sobre o ensino desse tópico, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. Um dos aspectos do funcionamento discursivo refere-se as vozes que perpassam o discurso, ou seja, reconhecer que sujeitos representam as vozes presentes no texto e saber que quem fala sempre é o autor da voz.
II.Uma das principals condições para aprender vozes do verbo refere-se a compreensão de que se há sujeitos que se enunciam; esses sujeitos falam de lugar determinado. Essa relação de pertencimento a um determinado espaço social encontra-se afetada pela ideologia. Este é o foco central: saber que os sujeitos que enunciam são portadores de outras vozes, além da própria voz.
III. Muito frequentemente, o aluno toma autor e locutor como termos sinônimos.

Estão corretas as afirmativas:
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Q487199 Português
Texto I

                        Ler devia ser proibido

      A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.
      Afinal de contas, ler faz muito mal as pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que Ihe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Don Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu- se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tornou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.
      Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.
      Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: O conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?
      Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que Ihe é devido.
      Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.
      Não, não deem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.
      Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verossimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.
      O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas leem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria urn livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incômodas. É esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversive do que a leitura?
      É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metros, ou no silêncio da alcova... Ler deve se coisa rara, não para qualquer um.
      Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.
      Para obedecer não é preciso enxergar, o silencio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.
      Além disso, a leitura promove a comunicação de dores, alegrias, tantos outros sentimentos... A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna coletivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do outro. Sim, a leitura devia ser proibida.
      Ler pode tornar o homem perigosamente humano.

                                                                                                                              (Guiomar de Grammon)


Tendo em vista o sentido global do texto, assinale a alternativa cuja frase sintetize a tese do texto:
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Q485688 Português
    [...]ser independente significa bem mais do que ser livre para viver como se quer: significa, basicamente, viver com valores que façam a vida ser digna de ser vivida. Não basta um estado de espírito. Não basta, como diz o samba, “vestir a camisa amarela e sair por aí". Tampouco basta sentir-se autônomo, fazendo parte do bando. É preciso algo mais. Ora, um dos valores que vêm sendo retomados pelos filósofos e que cabem como uma luva nessa questão é o da resistência. Na raiz da palavra resisterese encontra um sentido: “ficar de pé". E ficar de pé implica manter vivas, intactas dentro de si, as forças da lucidez. Essa é uma exigência que se impõe tanto em tempos de guerra quanto em tempos de paz. Sobretudo nesses últimos, quando costumamos achar que está tudo bem, que está tudo “numa boa"; quando recebemos informações de todos os lados, sem tentar, nem ao menos, analisá-las, e terminamos por engolir qualquer coisa.

    Resistir como forma de ser independente é, talvez, uma maneira de encontrar um significado no mundo. Daí que, para celebrar a independência, vale mesmo é desconstruir o mundo, desnudar suas estruturas, investigar a informação. Fazer isso sem cansaço para depois termos vontade de, novamente, desejá-lo, inventá-lo e construí-lo; de reencontrar o caminho da sensibilidade diante de uma paisagem, ao abrir um livro ou a porta de um museu. Independência, sim, para defendermos a vida, para defendermos valores para ela, para que ela tenha um sentido. Independência de pé, com lucidez e prioridades. Clareza, sim, para não continuarmos a assistir, impotentes, ao espetáculo da própria impotência.

                   (PRIORE, Mary Del. Histórias e conversas de mulher. São Paulo: Planeta, 2013, p. 281)

De acordo com o texto, a afirmativa correta é:
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Q485684 Português
                                          Conselhos ao candidato

    Certa vez um enamorado da Academia, homem ilustre e aliás perfeitamente digno de pertencer a ela, escreveu-me sondando-me sobre as suas possibilidades como candidato. Não pude deixar de sentir o bem conhecido calefrio aquerôntico, porque então éramos quarenta na Casa de Machado de Assis e falar de candidatura aos acadêmicos sem que haja vaga é um pouco desejar secretamente a morte de um deles. O consultado poderá dizer consigo que “praga de urubu não mata cavalo". Mas, que diabo, sempre impressiona. Não impressionou ao conde Afonso Celso, de quem contam que respondeu assim a um sujeito que lhe foi pedir o voto para uma futura vaga:

    -Não posso empenhar a minha palavra. Primeiro porque o voto é secreto; segundo porque não há vaga; terceiro porque a futura vaga pode ser a minha, o que me poria na posição de não poder cumprir com a minha palavra, coisa a que jamais faltei em minha vida.

    Se eu tivesse alguma autoridade para dar conselhos ao meu eminente patrício, dir-lhe-ia que o primeiro dever de um candidato é não temer a derrota, não encará-la como uma capitis diminutio, não enfezar com ela. Porque muitos dos que se sentam hoje nas poltronas azuis do Trianon, lá entraram a duras penas, depois de uma ou duas derrotas. Afinal a entrada para a Academia depende muito da oportunidade e de uma coisa bastante indefinível que se chama “ambiente". Fulano? Não tem ambiente. [...]

    Sempre ponderei aos medrosos ou despeitados da derrota que é preciso considerar a Academia com certo senso de humour. Não tomá-la como o mais alto sodalício intelectual do país. Sobretudo nunca se servir da palavra “sodalício", a que muitos acadêmicos são alérgicos. Em mim, por exemplo, provoca sempre urticária.
    
    No mais, é desconfiar sempre dos acadêmicos que prometem: “Dou-lhe o meu voto e posso arranjar-lhe mais um". Nenhum acadêmico tem força para arranjar o voto de um colega. Mas vou parar, que não pretendi nesta crônica escrever um manual do perfeito candidato.

     (BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1993, vol. único, p. 683-684)

*aquerôntico =relativo ou pertencente a Aqueronte, um dos rios do Inferno, atravessado pelos mortos na embarcação conduzida pelo barqueiro Caronte.

*capitis diminutio:expressão latina de caráter jurídico empregada para designar a diminuição de capacidade legal.

No Dicionário Houaiss encontra-se que sodalício é palavra que designa grupo ou sociedade de pessoas que vivem juntas ou convivem em uma agremiação; confraria.

Deduz-se corretamente que, segundo o autor, o emprego da palavra reflete
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Q485498 Português
A matéria informa que as orientações contidas na cartilha levaram em consideração alguns dados objetivos.

Que dados são esses?
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Q485497 Português
A comparação do título da reportagem com o texto integral permite afirmar que o
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Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: DPE-MT Prova: FGV - 2015 - DPE-MT - Advogado |
Q485249 Português
Texto 1

“Brasileiro adora elogio de estrangeiro. Ninguém questiona quando falam bem da gente. Quando nos criticam, porém, a história é outra. Quem nos critica é mal-intencionado – ou quer nos colonizar.

Se a revista Economist publica na capa o Cristo Redentor em forma de foguete, com a manchete 'o Brasil decola', é chamada de “a melhor revista do mundo". Se traz o mesmo Cristo Redentor voando desgovernado, com a pergunta 'O Brasil estragou tudo?', é acusada de 'instrumento do capital internacional'.

Muito da dificuldade que encontramos em lidar com a crítica decorre de insegurança em relação a nossa identidade nacional. Não sabemos bem quem somos."

(Alexandre Vidal Porto. Folha de São Paulo.)

A primeira das capas da revista Economist dizia “O Brasil decola".

Com essas palavras, certamente, a revista se referia
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Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: DPE-MT Prova: FGV - 2015 - DPE-MT - Advogado |
Q485245 Português
Texto 1

“Brasileiro adora elogio de estrangeiro. Ninguém questiona quando falam bem da gente. Quando nos criticam, porém, a história é outra. Quem nos critica é mal-intencionado – ou quer nos colonizar.

Se a revista Economist publica na capa o Cristo Redentor em forma de foguete, com a manchete 'o Brasil decola', é chamada de “a melhor revista do mundo". Se traz o mesmo Cristo Redentor voando desgovernado, com a pergunta 'O Brasil estragou tudo?', é acusada de 'instrumento do capital internacional'.

Muito da dificuldade que encontramos em lidar com a crítica decorre de insegurança em relação a nossa identidade nacional. Não sabemos bem quem somos."

(Alexandre Vidal Porto. Folha de São Paulo.)

Segundo o cronista, o brasileiro
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Q485034 Português
Imagem associada para resolução da questão

Sobre a charge, assinale a opção que indica a leitura inadequada.
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Respostas
32101: C
32102: E
32103: E
32104: B
32105: C
32106: D
32107: C
32108: B
32109: A
32110: A
32111: D
32112: B
32113: C
32114: A
32115: D
32116: C
32117: E
32118: C
32119: E
32120: D