Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2716584 Português

Leia com atenção o texto que segue, trecho de uma reportagem da Veja, de 01/06/16, para responder as questões 8, 9 e 10.


A HORA DO PÂNICO


Na segunda semana do governo Temer, cai o primeiro ministro flagrado em aberta conspiração para boicotar a Lava-jato. E, com isso, vem a público todo um universo que estava nas sombras: os políticos estão desesperados com o avanço das investigações DANIEL PEREIRA


EM 19 DE JUNHO DE 2015, a Polícia Federal prendeu os presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, as duas maiores empreiteiras do Brasil. Batizada de Erga Omnes, expressão latina que significa que a lei vale para todos, a ação teve o efeito de um terremoto em Brasília. Ficava claro para os políticos que ninguém seria poupado pela Operação Lava-jato, nem mesmo as figuras mais proeminentes da República. Ali, disseminou-se a convicção de que os políticos precisavam reagir, sob pena de também expiarem seus pecados na cadeia.

Analise as proposições abaixo relacionadas, que focalizam a organização sintática dos períodos e ainda algumas escolhas linguísticas, e,em seguida, assinale a alternativa que apresenta uma proposição FALSA:

Alternativas
Q2716583 Português

Leia com atenção o texto que segue, trecho de uma reportagem da Veja, de 01/06/16, para responder as questões 8, 9 e 10.


A HORA DO PÂNICO


Na segunda semana do governo Temer, cai o primeiro ministro flagrado em aberta conspiração para boicotar a Lava-jato. E, com isso, vem a público todo um universo que estava nas sombras: os políticos estão desesperados com o avanço das investigações DANIEL PEREIRA


EM 19 DE JUNHO DE 2015, a Polícia Federal prendeu os presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, as duas maiores empreiteiras do Brasil. Batizada de Erga Omnes, expressão latina que significa que a lei vale para todos, a ação teve o efeito de um terremoto em Brasília. Ficava claro para os políticos que ninguém seria poupado pela Operação Lava-jato, nem mesmo as figuras mais proeminentes da República. Ali, disseminou-se a convicção de que os políticos precisavam reagir, sob pena de também expiarem seus pecados na cadeia.

Listamos abaixo novas versões para algumas estruturas presentes na reportagem. Assinale a única que NÃO corresponde semanticamente ao texto:

Alternativas
Q2716424 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

“O ócio é necessário, pois o tédio é criativo.”


  1. O filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC-SP e ex-monge carmelita descalço, diz
  2. que estamos perdendo o GPS de nós mesmos ao nos preocuparmos mais com o objetivo do que
  3. com a jornada. Quando desprezamos a paisagem, deixamos de ampliar nosso repertório de
  4. imagens e a capacidade de criar – enfim, de viver.
  5. Em uma entrevista para o jornal Estadão, o professor, falando sobre a objetivação do
  6. tempo, disse que o mundo virtual faz com que as pessoas deixem de apreciar pequenas coisas,
  7. como a paisagem em uma viagem de carro, de ônibus ou de avião, para ficarem de cabeça baixa
  8. olhando seus smartphones. Um ponto muito interessante na fala do filósofo é a necessidade do
  9. ócio e do tédio na vida das pessoas, pois eles são propulsores da criatividade. “Não fossem eles,
  10. a roda, por exemplo, jamais teria sido inventada. Isso não quer dizer que não devemos trabalhar
  11. ou que devemos ficar estáticos esperando que uma possível ‘lâmpada’ de ideias apareça, e nossa
  12. vida, então, será plena em gozo”, diz. O que ele explana é que a praticidade da vida pós-moderna
  13. – ou seja, o fato de encontrarmos “tudo prontinho” – não nos permite criar, e que, ao ficarmos
  14. escravos, submissos às tecnologias, deixaremos de ser criativos.
  15. Diz Cortella: “existe uma instrumentalização do nosso tempo para impedir que sejamos
  16. capazes do ócio. O que é um passeio de fato? Aquilo que o francês chamava de ‘promedade’:
  17. ‘vou dar uma volta’. É você não ter rumo, não precisar saber __________ vai. Ócio não é
  18. vagabundagem; é diferente disso: é não ser obrigado a uma ocupação. Presidiário não tem ócio;
  19. desocupado não tem ócio. Ócio é quando você tem liberdade para fazer do seu tempo aquilo que
  20. deseja. Antigamente, a expressão de quem saía por aí de maneira livre era ‘vagamundo’ – em
  21. grego antigo – aliás, se diz ‘planetes’ e originou a palavra planeta, astro que fica dando voltas.
  22. Porém, depois a palavra virou vagabundo e ganhou conotação negativa.”
  23. Para o filósofo, “na sociedade capitalista, no mundo dos últimos 500 anos, dentro da ética
  24. protestante, a ideia de querer sair por aí, sem eira e nem beira, tornou-se absolutamente
  25. reprovável. Só o trabalho salva; só o trabalho dignifica. Aliás, como escreveram os nazistas nos
  26. campos de concentração, ‘só o trabalho liberta’. Certo? Há uma objetivação extremada do tempo
  27. livre hoje, a tal ponto que ficar desocupado é quase uma insuportabilidade.”
  28. O resultado, segundo Mario Sérgio, são crises de criatividade: “o tédio é absolutamente
  29. criativo. Você inventa coisas _________ não tem o que fazer. E a ausência hoje de tédio – pelo
  30. fato de ficarmos o tempo todo ocupados com algo – resulta numa vida que precisa ter meta e
  31. objetivo o tempo todo, como se fosse uma carreira. Despreza-se que a arte seria impossível com
  32. a ocupação contínua, mas só existe arte, filosofia, por conta da desocupação”, finaliza ele.

Fonte: http://www.portalraizes.com/cortellaociocriativo/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale V, se verdadeiras ou F, se falsas nas seguintes afirmativas sobre o texto.


( ) Na linha 05 e na linha 08, as palavras “professor” e “filósofo” referem-se, ambas, a Mário Sérgio Cortella (linha 01).

( ) Na linha 08, “seus” refere-se a “pessoas” (linha 06).

( ) Na linha 10, “Isso” refere-se ao fato de a roda ter sido inventada.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2080535 Português
TEXTO 01

A falta de água começa aqui

Notícia - 9 - abr – 2015

        O Greenpeace protestou hoje pelo fim do desmatamento em uma área recém-destruída no sul de Roraima (ver mapa abaixo). Pelo menos 4 mil hectares foram desmatados no Estado nos últimos seis meses. Enquanto a floresta cai, o sudeste do Brasil passa pelo mais grave colapso hídrico da história, com os reservatórios registrando níveis muito abaixo da média para a estação chuvosa. A mensagem "A falta de água começa aqui", colocada em uma área do tamanho de 504 campos de futebol de mata queimada e destruída, é uma lembrança importante de que as florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima e parte vital do ciclo da água. Sem floresta não tem água.

        Em expedições de monitoramento da paisagem a partir da análise de alertas do desmatamento do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) do Imazon, o Greenpeace comprovou a derrubada de grandes extensões de floresta na região da BR-174, que liga Manaus, no Amazonas, a Boa Vista, em Roraima, além de queimadas e muita extração de madeira. A retirada de madeira costuma ser o primeiro passo no ciclo de destruição da floresta. Geralmente, o que acontece depois é a remoção da mata por completo para abrir espaço para outras atividades econômicas, como pecuária e soja.

        A situação em Roraima é tão caótica que chega a ser pitoresca. Investigações da Polícia Federal revelaram um esquema criminoso de exploração de madeira envolvendo empresas, proprietários rurais, servidores públicos e engenheiros florestais. Entre as principais irregularidades estão fraudes no sistema de controle e transporte irregular de madeira – como um caminhão que consegue transportar madeira para duas áreas diferentes ao mesmo tempo ou uma super-motocicleta de 250 cilindradas capaz de transportar 41 metros cúbicos de madeira – o equivalente a 41 caixas d'água de mil litros cheias!

        Uma das empresas investigadas, a RR Madeiras, tem forte atuação na região e apresenta um longo histórico de irregularidades ambientais. A empresa já foi multada pelo IBAMA em R$ 1,3 milhão por exploração e transporte ilegal de madeira. A RR Madeiras teve suas operações suspensas duas vezes – em 2012 e 2014. Seu proprietário, José Dalmo Zani, foi preso em 2012 durante a operação Salmo 96:12 da Polícia Federal por participar de uma "vasta rede criminosa envolvendo atividades de extração, comércio e transporte de produtos florestais".

        (...)
        Cerca de 19% da floresta amazônica foram destruídos nos últimos 40 anos. Os impactos do desmatamento já podem ser sentidos para muito além das fronteiras da floresta. Mais e mais estudos apontam para a relação entre floresta e a produção de chuva. Só a Amazônia transpira, diariamente, 20 bilhões de toneladas de vapor de água para a atmosfera – volume superior à vazão do rio Amazonas. Toda essa umidade forma os "rios voadores" que são levados, com o vento, para outras regiões do País, irrigando plantações e enchendo reservatórios de água. Ao desmatar a Amazônia, interferimos de forma extremamente negativa no ciclo da água.

    "Eventos extremos, como episódios de seca – muito parecidos com a crise enfrentada pelo Sudeste – se tornarão cada vez mais frequentes e mais intensos com as mudanças do clima. Manter a floresta em pé é o nosso passaporte para o futuro, um estoque de fichas para amenizar os efeitos severos das mudanças climáticas", diz Cristiane Mazzetti, da campanha Amazônia do Greenpeace. "Ao proteger as florestas, garantimos qualidade de vida. Com floresta, tem água, tem comida, tem clima ameno".

(http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Desmatamento-A-falta-de-agua-comeca- qui/?gclid=CIn405aVmc8CFYcGkQodPsIEYA) 
Com base no texto, é possível afirmar corretamente sobre a floresta amazônica: 
Alternativas
Q2080533 Português
TEXTO 01

A falta de água começa aqui

Notícia - 9 - abr – 2015

        O Greenpeace protestou hoje pelo fim do desmatamento em uma área recém-destruída no sul de Roraima (ver mapa abaixo). Pelo menos 4 mil hectares foram desmatados no Estado nos últimos seis meses. Enquanto a floresta cai, o sudeste do Brasil passa pelo mais grave colapso hídrico da história, com os reservatórios registrando níveis muito abaixo da média para a estação chuvosa. A mensagem "A falta de água começa aqui", colocada em uma área do tamanho de 504 campos de futebol de mata queimada e destruída, é uma lembrança importante de que as florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima e parte vital do ciclo da água. Sem floresta não tem água.

        Em expedições de monitoramento da paisagem a partir da análise de alertas do desmatamento do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) do Imazon, o Greenpeace comprovou a derrubada de grandes extensões de floresta na região da BR-174, que liga Manaus, no Amazonas, a Boa Vista, em Roraima, além de queimadas e muita extração de madeira. A retirada de madeira costuma ser o primeiro passo no ciclo de destruição da floresta. Geralmente, o que acontece depois é a remoção da mata por completo para abrir espaço para outras atividades econômicas, como pecuária e soja.

        A situação em Roraima é tão caótica que chega a ser pitoresca. Investigações da Polícia Federal revelaram um esquema criminoso de exploração de madeira envolvendo empresas, proprietários rurais, servidores públicos e engenheiros florestais. Entre as principais irregularidades estão fraudes no sistema de controle e transporte irregular de madeira – como um caminhão que consegue transportar madeira para duas áreas diferentes ao mesmo tempo ou uma super-motocicleta de 250 cilindradas capaz de transportar 41 metros cúbicos de madeira – o equivalente a 41 caixas d'água de mil litros cheias!

        Uma das empresas investigadas, a RR Madeiras, tem forte atuação na região e apresenta um longo histórico de irregularidades ambientais. A empresa já foi multada pelo IBAMA em R$ 1,3 milhão por exploração e transporte ilegal de madeira. A RR Madeiras teve suas operações suspensas duas vezes – em 2012 e 2014. Seu proprietário, José Dalmo Zani, foi preso em 2012 durante a operação Salmo 96:12 da Polícia Federal por participar de uma "vasta rede criminosa envolvendo atividades de extração, comércio e transporte de produtos florestais".

        (...)
        Cerca de 19% da floresta amazônica foram destruídos nos últimos 40 anos. Os impactos do desmatamento já podem ser sentidos para muito além das fronteiras da floresta. Mais e mais estudos apontam para a relação entre floresta e a produção de chuva. Só a Amazônia transpira, diariamente, 20 bilhões de toneladas de vapor de água para a atmosfera – volume superior à vazão do rio Amazonas. Toda essa umidade forma os "rios voadores" que são levados, com o vento, para outras regiões do País, irrigando plantações e enchendo reservatórios de água. Ao desmatar a Amazônia, interferimos de forma extremamente negativa no ciclo da água.

    "Eventos extremos, como episódios de seca – muito parecidos com a crise enfrentada pelo Sudeste – se tornarão cada vez mais frequentes e mais intensos com as mudanças do clima. Manter a floresta em pé é o nosso passaporte para o futuro, um estoque de fichas para amenizar os efeitos severos das mudanças climáticas", diz Cristiane Mazzetti, da campanha Amazônia do Greenpeace. "Ao proteger as florestas, garantimos qualidade de vida. Com floresta, tem água, tem comida, tem clima ameno".

(http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Desmatamento-A-falta-de-agua-comeca- qui/?gclid=CIn405aVmc8CFYcGkQodPsIEYA) 
De acordo com o texto, sobre a situação do desmatamento em Roraima, analise os itens abaixo e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA:
  I. A Polícia Federal descobriu a existência de um esquema criminoso de exploração de madeira envolvendo exclusivamente madeireiras e fiscais do Ibama.  II. Fraudes no sistema de controle e transporte irregular de madeira figura entre as mais destacadas irregularidades. III. Um dos casos citados envolve veículo transportador que, pela fraude, faz transporte para dois locais diferentes ao mesmo tempo.
Alternativas
Q2080532 Português
TEXTO 01

A falta de água começa aqui

Notícia - 9 - abr – 2015

        O Greenpeace protestou hoje pelo fim do desmatamento em uma área recém-destruída no sul de Roraima (ver mapa abaixo). Pelo menos 4 mil hectares foram desmatados no Estado nos últimos seis meses. Enquanto a floresta cai, o sudeste do Brasil passa pelo mais grave colapso hídrico da história, com os reservatórios registrando níveis muito abaixo da média para a estação chuvosa. A mensagem "A falta de água começa aqui", colocada em uma área do tamanho de 504 campos de futebol de mata queimada e destruída, é uma lembrança importante de que as florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima e parte vital do ciclo da água. Sem floresta não tem água.

        Em expedições de monitoramento da paisagem a partir da análise de alertas do desmatamento do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) do Imazon, o Greenpeace comprovou a derrubada de grandes extensões de floresta na região da BR-174, que liga Manaus, no Amazonas, a Boa Vista, em Roraima, além de queimadas e muita extração de madeira. A retirada de madeira costuma ser o primeiro passo no ciclo de destruição da floresta. Geralmente, o que acontece depois é a remoção da mata por completo para abrir espaço para outras atividades econômicas, como pecuária e soja.

        A situação em Roraima é tão caótica que chega a ser pitoresca. Investigações da Polícia Federal revelaram um esquema criminoso de exploração de madeira envolvendo empresas, proprietários rurais, servidores públicos e engenheiros florestais. Entre as principais irregularidades estão fraudes no sistema de controle e transporte irregular de madeira – como um caminhão que consegue transportar madeira para duas áreas diferentes ao mesmo tempo ou uma super-motocicleta de 250 cilindradas capaz de transportar 41 metros cúbicos de madeira – o equivalente a 41 caixas d'água de mil litros cheias!

        Uma das empresas investigadas, a RR Madeiras, tem forte atuação na região e apresenta um longo histórico de irregularidades ambientais. A empresa já foi multada pelo IBAMA em R$ 1,3 milhão por exploração e transporte ilegal de madeira. A RR Madeiras teve suas operações suspensas duas vezes – em 2012 e 2014. Seu proprietário, José Dalmo Zani, foi preso em 2012 durante a operação Salmo 96:12 da Polícia Federal por participar de uma "vasta rede criminosa envolvendo atividades de extração, comércio e transporte de produtos florestais".

        (...)
        Cerca de 19% da floresta amazônica foram destruídos nos últimos 40 anos. Os impactos do desmatamento já podem ser sentidos para muito além das fronteiras da floresta. Mais e mais estudos apontam para a relação entre floresta e a produção de chuva. Só a Amazônia transpira, diariamente, 20 bilhões de toneladas de vapor de água para a atmosfera – volume superior à vazão do rio Amazonas. Toda essa umidade forma os "rios voadores" que são levados, com o vento, para outras regiões do País, irrigando plantações e enchendo reservatórios de água. Ao desmatar a Amazônia, interferimos de forma extremamente negativa no ciclo da água.

    "Eventos extremos, como episódios de seca – muito parecidos com a crise enfrentada pelo Sudeste – se tornarão cada vez mais frequentes e mais intensos com as mudanças do clima. Manter a floresta em pé é o nosso passaporte para o futuro, um estoque de fichas para amenizar os efeitos severos das mudanças climáticas", diz Cristiane Mazzetti, da campanha Amazônia do Greenpeace. "Ao proteger as florestas, garantimos qualidade de vida. Com floresta, tem água, tem comida, tem clima ameno".

(http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Desmatamento-A-falta-de-agua-comeca- qui/?gclid=CIn405aVmc8CFYcGkQodPsIEYA) 
Segundo Cristiane Mazzetti, conforme o texto, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q2080531 Português
TEXTO 01

A falta de água começa aqui

Notícia - 9 - abr – 2015

        O Greenpeace protestou hoje pelo fim do desmatamento em uma área recém-destruída no sul de Roraima (ver mapa abaixo). Pelo menos 4 mil hectares foram desmatados no Estado nos últimos seis meses. Enquanto a floresta cai, o sudeste do Brasil passa pelo mais grave colapso hídrico da história, com os reservatórios registrando níveis muito abaixo da média para a estação chuvosa. A mensagem "A falta de água começa aqui", colocada em uma área do tamanho de 504 campos de futebol de mata queimada e destruída, é uma lembrança importante de que as florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima e parte vital do ciclo da água. Sem floresta não tem água.

        Em expedições de monitoramento da paisagem a partir da análise de alertas do desmatamento do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) do Imazon, o Greenpeace comprovou a derrubada de grandes extensões de floresta na região da BR-174, que liga Manaus, no Amazonas, a Boa Vista, em Roraima, além de queimadas e muita extração de madeira. A retirada de madeira costuma ser o primeiro passo no ciclo de destruição da floresta. Geralmente, o que acontece depois é a remoção da mata por completo para abrir espaço para outras atividades econômicas, como pecuária e soja.

        A situação em Roraima é tão caótica que chega a ser pitoresca. Investigações da Polícia Federal revelaram um esquema criminoso de exploração de madeira envolvendo empresas, proprietários rurais, servidores públicos e engenheiros florestais. Entre as principais irregularidades estão fraudes no sistema de controle e transporte irregular de madeira – como um caminhão que consegue transportar madeira para duas áreas diferentes ao mesmo tempo ou uma super-motocicleta de 250 cilindradas capaz de transportar 41 metros cúbicos de madeira – o equivalente a 41 caixas d'água de mil litros cheias!

        Uma das empresas investigadas, a RR Madeiras, tem forte atuação na região e apresenta um longo histórico de irregularidades ambientais. A empresa já foi multada pelo IBAMA em R$ 1,3 milhão por exploração e transporte ilegal de madeira. A RR Madeiras teve suas operações suspensas duas vezes – em 2012 e 2014. Seu proprietário, José Dalmo Zani, foi preso em 2012 durante a operação Salmo 96:12 da Polícia Federal por participar de uma "vasta rede criminosa envolvendo atividades de extração, comércio e transporte de produtos florestais".

        (...)
        Cerca de 19% da floresta amazônica foram destruídos nos últimos 40 anos. Os impactos do desmatamento já podem ser sentidos para muito além das fronteiras da floresta. Mais e mais estudos apontam para a relação entre floresta e a produção de chuva. Só a Amazônia transpira, diariamente, 20 bilhões de toneladas de vapor de água para a atmosfera – volume superior à vazão do rio Amazonas. Toda essa umidade forma os "rios voadores" que são levados, com o vento, para outras regiões do País, irrigando plantações e enchendo reservatórios de água. Ao desmatar a Amazônia, interferimos de forma extremamente negativa no ciclo da água.

    "Eventos extremos, como episódios de seca – muito parecidos com a crise enfrentada pelo Sudeste – se tornarão cada vez mais frequentes e mais intensos com as mudanças do clima. Manter a floresta em pé é o nosso passaporte para o futuro, um estoque de fichas para amenizar os efeitos severos das mudanças climáticas", diz Cristiane Mazzetti, da campanha Amazônia do Greenpeace. "Ao proteger as florestas, garantimos qualidade de vida. Com floresta, tem água, tem comida, tem clima ameno".

(http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Desmatamento-A-falta-de-agua-comeca- qui/?gclid=CIn405aVmc8CFYcGkQodPsIEYA) 
Conforme o texto, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q2080529 Português
TEXTO 01

A falta de água começa aqui

Notícia - 9 - abr – 2015

        O Greenpeace protestou hoje pelo fim do desmatamento em uma área recém-destruída no sul de Roraima (ver mapa abaixo). Pelo menos 4 mil hectares foram desmatados no Estado nos últimos seis meses. Enquanto a floresta cai, o sudeste do Brasil passa pelo mais grave colapso hídrico da história, com os reservatórios registrando níveis muito abaixo da média para a estação chuvosa. A mensagem "A falta de água começa aqui", colocada em uma área do tamanho de 504 campos de futebol de mata queimada e destruída, é uma lembrança importante de que as florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima e parte vital do ciclo da água. Sem floresta não tem água.

        Em expedições de monitoramento da paisagem a partir da análise de alertas do desmatamento do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) do Imazon, o Greenpeace comprovou a derrubada de grandes extensões de floresta na região da BR-174, que liga Manaus, no Amazonas, a Boa Vista, em Roraima, além de queimadas e muita extração de madeira. A retirada de madeira costuma ser o primeiro passo no ciclo de destruição da floresta. Geralmente, o que acontece depois é a remoção da mata por completo para abrir espaço para outras atividades econômicas, como pecuária e soja.

        A situação em Roraima é tão caótica que chega a ser pitoresca. Investigações da Polícia Federal revelaram um esquema criminoso de exploração de madeira envolvendo empresas, proprietários rurais, servidores públicos e engenheiros florestais. Entre as principais irregularidades estão fraudes no sistema de controle e transporte irregular de madeira – como um caminhão que consegue transportar madeira para duas áreas diferentes ao mesmo tempo ou uma super-motocicleta de 250 cilindradas capaz de transportar 41 metros cúbicos de madeira – o equivalente a 41 caixas d'água de mil litros cheias!

        Uma das empresas investigadas, a RR Madeiras, tem forte atuação na região e apresenta um longo histórico de irregularidades ambientais. A empresa já foi multada pelo IBAMA em R$ 1,3 milhão por exploração e transporte ilegal de madeira. A RR Madeiras teve suas operações suspensas duas vezes – em 2012 e 2014. Seu proprietário, José Dalmo Zani, foi preso em 2012 durante a operação Salmo 96:12 da Polícia Federal por participar de uma "vasta rede criminosa envolvendo atividades de extração, comércio e transporte de produtos florestais".

        (...)
        Cerca de 19% da floresta amazônica foram destruídos nos últimos 40 anos. Os impactos do desmatamento já podem ser sentidos para muito além das fronteiras da floresta. Mais e mais estudos apontam para a relação entre floresta e a produção de chuva. Só a Amazônia transpira, diariamente, 20 bilhões de toneladas de vapor de água para a atmosfera – volume superior à vazão do rio Amazonas. Toda essa umidade forma os "rios voadores" que são levados, com o vento, para outras regiões do País, irrigando plantações e enchendo reservatórios de água. Ao desmatar a Amazônia, interferimos de forma extremamente negativa no ciclo da água.

    "Eventos extremos, como episódios de seca – muito parecidos com a crise enfrentada pelo Sudeste – se tornarão cada vez mais frequentes e mais intensos com as mudanças do clima. Manter a floresta em pé é o nosso passaporte para o futuro, um estoque de fichas para amenizar os efeitos severos das mudanças climáticas", diz Cristiane Mazzetti, da campanha Amazônia do Greenpeace. "Ao proteger as florestas, garantimos qualidade de vida. Com floresta, tem água, tem comida, tem clima ameno".

(http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Desmatamento-A-falta-de-agua-comeca- qui/?gclid=CIn405aVmc8CFYcGkQodPsIEYA) 
Tomando por base o texto, quanto à RR Madeiras, é CORRETO assegurar que:
Alternativas
Q2080528 Português
TEXTO 01

A falta de água começa aqui

Notícia - 9 - abr – 2015

        O Greenpeace protestou hoje pelo fim do desmatamento em uma área recém-destruída no sul de Roraima (ver mapa abaixo). Pelo menos 4 mil hectares foram desmatados no Estado nos últimos seis meses. Enquanto a floresta cai, o sudeste do Brasil passa pelo mais grave colapso hídrico da história, com os reservatórios registrando níveis muito abaixo da média para a estação chuvosa. A mensagem "A falta de água começa aqui", colocada em uma área do tamanho de 504 campos de futebol de mata queimada e destruída, é uma lembrança importante de que as florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima e parte vital do ciclo da água. Sem floresta não tem água.

        Em expedições de monitoramento da paisagem a partir da análise de alertas do desmatamento do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) do Imazon, o Greenpeace comprovou a derrubada de grandes extensões de floresta na região da BR-174, que liga Manaus, no Amazonas, a Boa Vista, em Roraima, além de queimadas e muita extração de madeira. A retirada de madeira costuma ser o primeiro passo no ciclo de destruição da floresta. Geralmente, o que acontece depois é a remoção da mata por completo para abrir espaço para outras atividades econômicas, como pecuária e soja.

        A situação em Roraima é tão caótica que chega a ser pitoresca. Investigações da Polícia Federal revelaram um esquema criminoso de exploração de madeira envolvendo empresas, proprietários rurais, servidores públicos e engenheiros florestais. Entre as principais irregularidades estão fraudes no sistema de controle e transporte irregular de madeira – como um caminhão que consegue transportar madeira para duas áreas diferentes ao mesmo tempo ou uma super-motocicleta de 250 cilindradas capaz de transportar 41 metros cúbicos de madeira – o equivalente a 41 caixas d'água de mil litros cheias!

        Uma das empresas investigadas, a RR Madeiras, tem forte atuação na região e apresenta um longo histórico de irregularidades ambientais. A empresa já foi multada pelo IBAMA em R$ 1,3 milhão por exploração e transporte ilegal de madeira. A RR Madeiras teve suas operações suspensas duas vezes – em 2012 e 2014. Seu proprietário, José Dalmo Zani, foi preso em 2012 durante a operação Salmo 96:12 da Polícia Federal por participar de uma "vasta rede criminosa envolvendo atividades de extração, comércio e transporte de produtos florestais".

        (...)
        Cerca de 19% da floresta amazônica foram destruídos nos últimos 40 anos. Os impactos do desmatamento já podem ser sentidos para muito além das fronteiras da floresta. Mais e mais estudos apontam para a relação entre floresta e a produção de chuva. Só a Amazônia transpira, diariamente, 20 bilhões de toneladas de vapor de água para a atmosfera – volume superior à vazão do rio Amazonas. Toda essa umidade forma os "rios voadores" que são levados, com o vento, para outras regiões do País, irrigando plantações e enchendo reservatórios de água. Ao desmatar a Amazônia, interferimos de forma extremamente negativa no ciclo da água.

    "Eventos extremos, como episódios de seca – muito parecidos com a crise enfrentada pelo Sudeste – se tornarão cada vez mais frequentes e mais intensos com as mudanças do clima. Manter a floresta em pé é o nosso passaporte para o futuro, um estoque de fichas para amenizar os efeitos severos das mudanças climáticas", diz Cristiane Mazzetti, da campanha Amazônia do Greenpeace. "Ao proteger as florestas, garantimos qualidade de vida. Com floresta, tem água, tem comida, tem clima ameno".

(http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Desmatamento-A-falta-de-agua-comeca- qui/?gclid=CIn405aVmc8CFYcGkQodPsIEYA) 
Segundo o texto, é resultado da ação do Greenpeace: 
Alternativas
Q2080527 Português
TEXTO 01

A falta de água começa aqui

Notícia - 9 - abr – 2015

        O Greenpeace protestou hoje pelo fim do desmatamento em uma área recém-destruída no sul de Roraima (ver mapa abaixo). Pelo menos 4 mil hectares foram desmatados no Estado nos últimos seis meses. Enquanto a floresta cai, o sudeste do Brasil passa pelo mais grave colapso hídrico da história, com os reservatórios registrando níveis muito abaixo da média para a estação chuvosa. A mensagem "A falta de água começa aqui", colocada em uma área do tamanho de 504 campos de futebol de mata queimada e destruída, é uma lembrança importante de que as florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima e parte vital do ciclo da água. Sem floresta não tem água.

        Em expedições de monitoramento da paisagem a partir da análise de alertas do desmatamento do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) do Imazon, o Greenpeace comprovou a derrubada de grandes extensões de floresta na região da BR-174, que liga Manaus, no Amazonas, a Boa Vista, em Roraima, além de queimadas e muita extração de madeira. A retirada de madeira costuma ser o primeiro passo no ciclo de destruição da floresta. Geralmente, o que acontece depois é a remoção da mata por completo para abrir espaço para outras atividades econômicas, como pecuária e soja.

        A situação em Roraima é tão caótica que chega a ser pitoresca. Investigações da Polícia Federal revelaram um esquema criminoso de exploração de madeira envolvendo empresas, proprietários rurais, servidores públicos e engenheiros florestais. Entre as principais irregularidades estão fraudes no sistema de controle e transporte irregular de madeira – como um caminhão que consegue transportar madeira para duas áreas diferentes ao mesmo tempo ou uma super-motocicleta de 250 cilindradas capaz de transportar 41 metros cúbicos de madeira – o equivalente a 41 caixas d'água de mil litros cheias!

        Uma das empresas investigadas, a RR Madeiras, tem forte atuação na região e apresenta um longo histórico de irregularidades ambientais. A empresa já foi multada pelo IBAMA em R$ 1,3 milhão por exploração e transporte ilegal de madeira. A RR Madeiras teve suas operações suspensas duas vezes – em 2012 e 2014. Seu proprietário, José Dalmo Zani, foi preso em 2012 durante a operação Salmo 96:12 da Polícia Federal por participar de uma "vasta rede criminosa envolvendo atividades de extração, comércio e transporte de produtos florestais".

        (...)
        Cerca de 19% da floresta amazônica foram destruídos nos últimos 40 anos. Os impactos do desmatamento já podem ser sentidos para muito além das fronteiras da floresta. Mais e mais estudos apontam para a relação entre floresta e a produção de chuva. Só a Amazônia transpira, diariamente, 20 bilhões de toneladas de vapor de água para a atmosfera – volume superior à vazão do rio Amazonas. Toda essa umidade forma os "rios voadores" que são levados, com o vento, para outras regiões do País, irrigando plantações e enchendo reservatórios de água. Ao desmatar a Amazônia, interferimos de forma extremamente negativa no ciclo da água.

    "Eventos extremos, como episódios de seca – muito parecidos com a crise enfrentada pelo Sudeste – se tornarão cada vez mais frequentes e mais intensos com as mudanças do clima. Manter a floresta em pé é o nosso passaporte para o futuro, um estoque de fichas para amenizar os efeitos severos das mudanças climáticas", diz Cristiane Mazzetti, da campanha Amazônia do Greenpeace. "Ao proteger as florestas, garantimos qualidade de vida. Com floresta, tem água, tem comida, tem clima ameno".

(http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Desmatamento-A-falta-de-agua-comeca- qui/?gclid=CIn405aVmc8CFYcGkQodPsIEYA) 
As passagens abaixo foram retiradas do texto. Marque a opção em que há uma clara relação de oposição de dados ou informações quanto ao que se diz: 
Alternativas
Q2080526 Português
TEXTO 01

A falta de água começa aqui

Notícia - 9 - abr – 2015

        O Greenpeace protestou hoje pelo fim do desmatamento em uma área recém-destruída no sul de Roraima (ver mapa abaixo). Pelo menos 4 mil hectares foram desmatados no Estado nos últimos seis meses. Enquanto a floresta cai, o sudeste do Brasil passa pelo mais grave colapso hídrico da história, com os reservatórios registrando níveis muito abaixo da média para a estação chuvosa. A mensagem "A falta de água começa aqui", colocada em uma área do tamanho de 504 campos de futebol de mata queimada e destruída, é uma lembrança importante de que as florestas são fundamentais para assegurar o equilíbrio do clima e parte vital do ciclo da água. Sem floresta não tem água.

        Em expedições de monitoramento da paisagem a partir da análise de alertas do desmatamento do SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) do Imazon, o Greenpeace comprovou a derrubada de grandes extensões de floresta na região da BR-174, que liga Manaus, no Amazonas, a Boa Vista, em Roraima, além de queimadas e muita extração de madeira. A retirada de madeira costuma ser o primeiro passo no ciclo de destruição da floresta. Geralmente, o que acontece depois é a remoção da mata por completo para abrir espaço para outras atividades econômicas, como pecuária e soja.

        A situação em Roraima é tão caótica que chega a ser pitoresca. Investigações da Polícia Federal revelaram um esquema criminoso de exploração de madeira envolvendo empresas, proprietários rurais, servidores públicos e engenheiros florestais. Entre as principais irregularidades estão fraudes no sistema de controle e transporte irregular de madeira – como um caminhão que consegue transportar madeira para duas áreas diferentes ao mesmo tempo ou uma super-motocicleta de 250 cilindradas capaz de transportar 41 metros cúbicos de madeira – o equivalente a 41 caixas d'água de mil litros cheias!

        Uma das empresas investigadas, a RR Madeiras, tem forte atuação na região e apresenta um longo histórico de irregularidades ambientais. A empresa já foi multada pelo IBAMA em R$ 1,3 milhão por exploração e transporte ilegal de madeira. A RR Madeiras teve suas operações suspensas duas vezes – em 2012 e 2014. Seu proprietário, José Dalmo Zani, foi preso em 2012 durante a operação Salmo 96:12 da Polícia Federal por participar de uma "vasta rede criminosa envolvendo atividades de extração, comércio e transporte de produtos florestais".

        (...)
        Cerca de 19% da floresta amazônica foram destruídos nos últimos 40 anos. Os impactos do desmatamento já podem ser sentidos para muito além das fronteiras da floresta. Mais e mais estudos apontam para a relação entre floresta e a produção de chuva. Só a Amazônia transpira, diariamente, 20 bilhões de toneladas de vapor de água para a atmosfera – volume superior à vazão do rio Amazonas. Toda essa umidade forma os "rios voadores" que são levados, com o vento, para outras regiões do País, irrigando plantações e enchendo reservatórios de água. Ao desmatar a Amazônia, interferimos de forma extremamente negativa no ciclo da água.

    "Eventos extremos, como episódios de seca – muito parecidos com a crise enfrentada pelo Sudeste – se tornarão cada vez mais frequentes e mais intensos com as mudanças do clima. Manter a floresta em pé é o nosso passaporte para o futuro, um estoque de fichas para amenizar os efeitos severos das mudanças climáticas", diz Cristiane Mazzetti, da campanha Amazônia do Greenpeace. "Ao proteger as florestas, garantimos qualidade de vida. Com floresta, tem água, tem comida, tem clima ameno".

(http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Desmatamento-A-falta-de-agua-comeca- qui/?gclid=CIn405aVmc8CFYcGkQodPsIEYA) 
Tomando por base o primeiro parágrafo do texto, leia os itens quanto ao que se pode concluir:
  I. A região sudeste brasileira vive um gravíssimo quadro de escassez hídrica, que já é considerado o mais severo já registrado até hoje.  II. Uma mensagem “A falta de água começa aqui”, que ocupa uma imensa área desmatada com fogo, alerta para a importância da preservação florestal e do acesso à água. III. A estabilidade climática e parte do ciclo da água têm nas florestas um elemento determinante para seu equilíbrio. 
Alternativas
Q2063722 Português
Analise as afirmativas referentes ao texto e, em seguida assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2058812 Português
    Com uma inusitada mistura de compostos orgânicos que “não estava em seus planos”, a empresa chilena Grupo Avance garante ter descoberto uma inovadora fórmula de detergente que funciona como repelente do mosquito Aedes aegypti, portador do Zika vírus e da dengue, entre outras doenças. “Chegamos ______ isso por meio de uma convergência de trabalhos, nunca buscamos uma solução para o Zika. Tínhamos grafeno, pó de cobre, lactona e os juntamos. Isso é tudo”, afirmou ______ Agência Efe o gerente geral do Grupo Avance, o bioquímico Mario Reyes.
       Reyes assegura que uma lavagem de roupa com esse detergente é suficiente para evitar a picada do inseto que nos últimos meses mantém em alerta as regiões tropicais da América Latina.
      O químico explicou que a ideia foi criar um “bioaditivo” que, ao ser adicionado ao detergente tradicional, ____________ as peças de roupa das pessoas que moram ou viajam às áreas afetadas pela presença do mosquito portador. “Produzimos lactona, um inseticida natural não tóxico; desenvolvemos grafeno, que impede a passagem do mosquito, e pó de cobre, um antibacteriano por excelência”, detalhou o especialista ao explicar como aconteceu essa descoberta inusitada.
     Se for comprovada cientificamente, essa descoberta poderia ser de grande ajuda perante a propagação do Zika em países como México, Paraguai, Uruguai e Brasil. Segundo Mario Reyes, a “barreira biológica” causada pelo uso generalizado do detergente poderia evitar a massificação do contágio, ao cortar o ciclo de reprodução dos mosquitos. “Para pôr ovos, as fêmeas necessitam de sangue de mamíferos. Se não tem, diminui a população. Essa é a estratégia de controle”, comentou. 
     O laboratório do Grupo Avance, localizado em uma zona industrial ao norte de Santiago, __________ muito dos complexos centros de experimentação, e seus cientistas sequer utilizam luvas ou óculos protetores. Reyes declarou que isso é porque os mais de 20 produtos distribuídos por sua companhia e elaborados por sua equipe de trabalho “são inofensivos para os seres humanos”.
     “Todos os relatórios toxicológicos ______________ a inocuidade de nossos produtos”, garantiu. Ao falar da comercialização do repelente do mosquito Aedes aegypti, o bioquímico chileno assegurou que seu preço “não superaria o de um detergente comum, porque a quantidade utilizada por lavagem é baixíssima”. Mesmo assim, descartou a distribuição em massa do produto, devido a que o foco de seu laboratório está em “desenvolver tecnologias”. “Nosso músculo comercial é frágil. Só testamos tecnologias e as entregamos. Isso fazemos muito bem”, ressaltou. “É possível que hoje não possamos chegar ao mercado com esse detergente, mas o vírus sempre estará presente; portanto, há um mercado”, concluiu o químico, que define a si mesmo como um “marginal da ciência”.

http://saude.terra.com.br/... - adaptado.
No texto, Mario Reyes é referido de diferentes formas, EXCETO de:
Alternativas
Q2058811 Português
    Com uma inusitada mistura de compostos orgânicos que “não estava em seus planos”, a empresa chilena Grupo Avance garante ter descoberto uma inovadora fórmula de detergente que funciona como repelente do mosquito Aedes aegypti, portador do Zika vírus e da dengue, entre outras doenças. “Chegamos ______ isso por meio de uma convergência de trabalhos, nunca buscamos uma solução para o Zika. Tínhamos grafeno, pó de cobre, lactona e os juntamos. Isso é tudo”, afirmou ______ Agência Efe o gerente geral do Grupo Avance, o bioquímico Mario Reyes.
       Reyes assegura que uma lavagem de roupa com esse detergente é suficiente para evitar a picada do inseto que nos últimos meses mantém em alerta as regiões tropicais da América Latina.
      O químico explicou que a ideia foi criar um “bioaditivo” que, ao ser adicionado ao detergente tradicional, ____________ as peças de roupa das pessoas que moram ou viajam às áreas afetadas pela presença do mosquito portador. “Produzimos lactona, um inseticida natural não tóxico; desenvolvemos grafeno, que impede a passagem do mosquito, e pó de cobre, um antibacteriano por excelência”, detalhou o especialista ao explicar como aconteceu essa descoberta inusitada.
     Se for comprovada cientificamente, essa descoberta poderia ser de grande ajuda perante a propagação do Zika em países como México, Paraguai, Uruguai e Brasil. Segundo Mario Reyes, a “barreira biológica” causada pelo uso generalizado do detergente poderia evitar a massificação do contágio, ao cortar o ciclo de reprodução dos mosquitos. “Para pôr ovos, as fêmeas necessitam de sangue de mamíferos. Se não tem, diminui a população. Essa é a estratégia de controle”, comentou. 
     O laboratório do Grupo Avance, localizado em uma zona industrial ao norte de Santiago, __________ muito dos complexos centros de experimentação, e seus cientistas sequer utilizam luvas ou óculos protetores. Reyes declarou que isso é porque os mais de 20 produtos distribuídos por sua companhia e elaborados por sua equipe de trabalho “são inofensivos para os seres humanos”.
     “Todos os relatórios toxicológicos ______________ a inocuidade de nossos produtos”, garantiu. Ao falar da comercialização do repelente do mosquito Aedes aegypti, o bioquímico chileno assegurou que seu preço “não superaria o de um detergente comum, porque a quantidade utilizada por lavagem é baixíssima”. Mesmo assim, descartou a distribuição em massa do produto, devido a que o foco de seu laboratório está em “desenvolver tecnologias”. “Nosso músculo comercial é frágil. Só testamos tecnologias e as entregamos. Isso fazemos muito bem”, ressaltou. “É possível que hoje não possamos chegar ao mercado com esse detergente, mas o vírus sempre estará presente; portanto, há um mercado”, concluiu o químico, que define a si mesmo como um “marginal da ciência”.

http://saude.terra.com.br/... - adaptado.
Em conformidade com o texto, analisar a sentença abaixo:
Pó de cobre é um antibacteriano (1ª parte). Segundo o bioquímico Reyes, o valor do repelente produzido não seria maior do que o preço de um detergente comum (2ª parte).
A sentença está:
Alternativas
Q2058810 Português
    Com uma inusitada mistura de compostos orgânicos que “não estava em seus planos”, a empresa chilena Grupo Avance garante ter descoberto uma inovadora fórmula de detergente que funciona como repelente do mosquito Aedes aegypti, portador do Zika vírus e da dengue, entre outras doenças. “Chegamos ______ isso por meio de uma convergência de trabalhos, nunca buscamos uma solução para o Zika. Tínhamos grafeno, pó de cobre, lactona e os juntamos. Isso é tudo”, afirmou ______ Agência Efe o gerente geral do Grupo Avance, o bioquímico Mario Reyes.
       Reyes assegura que uma lavagem de roupa com esse detergente é suficiente para evitar a picada do inseto que nos últimos meses mantém em alerta as regiões tropicais da América Latina.
      O químico explicou que a ideia foi criar um “bioaditivo” que, ao ser adicionado ao detergente tradicional, ____________ as peças de roupa das pessoas que moram ou viajam às áreas afetadas pela presença do mosquito portador. “Produzimos lactona, um inseticida natural não tóxico; desenvolvemos grafeno, que impede a passagem do mosquito, e pó de cobre, um antibacteriano por excelência”, detalhou o especialista ao explicar como aconteceu essa descoberta inusitada.
     Se for comprovada cientificamente, essa descoberta poderia ser de grande ajuda perante a propagação do Zika em países como México, Paraguai, Uruguai e Brasil. Segundo Mario Reyes, a “barreira biológica” causada pelo uso generalizado do detergente poderia evitar a massificação do contágio, ao cortar o ciclo de reprodução dos mosquitos. “Para pôr ovos, as fêmeas necessitam de sangue de mamíferos. Se não tem, diminui a população. Essa é a estratégia de controle”, comentou. 
     O laboratório do Grupo Avance, localizado em uma zona industrial ao norte de Santiago, __________ muito dos complexos centros de experimentação, e seus cientistas sequer utilizam luvas ou óculos protetores. Reyes declarou que isso é porque os mais de 20 produtos distribuídos por sua companhia e elaborados por sua equipe de trabalho “são inofensivos para os seres humanos”.
     “Todos os relatórios toxicológicos ______________ a inocuidade de nossos produtos”, garantiu. Ao falar da comercialização do repelente do mosquito Aedes aegypti, o bioquímico chileno assegurou que seu preço “não superaria o de um detergente comum, porque a quantidade utilizada por lavagem é baixíssima”. Mesmo assim, descartou a distribuição em massa do produto, devido a que o foco de seu laboratório está em “desenvolver tecnologias”. “Nosso músculo comercial é frágil. Só testamos tecnologias e as entregamos. Isso fazemos muito bem”, ressaltou. “É possível que hoje não possamos chegar ao mercado com esse detergente, mas o vírus sempre estará presente; portanto, há um mercado”, concluiu o químico, que define a si mesmo como um “marginal da ciência”.

http://saude.terra.com.br/... - adaptado.
Segundo o texto, analisar os itens abaixo:
I - A mistura resultante de grafeno, pó de cobre e lactona pode funcionar como repelente do mosquito Aedes aegypti, segundo a empresa chilena Grupo Avance.
II - Lactona é um inseticida natural não tóxico.
III - Grafeno impede a passagem do mosquito pela roupa lavada com o detergente, composto pelo bioaditivo que a empresa chilena descobriu.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2056885 Português

    A imagem que a sociedade geralmente guarda sobre os índios que habitam o país é, como qualquer visão estereotipada, um grande conjunto de clichês. Índios andam nus, usam “mim” no lugar de “eu”, são ingênuos e não têm acesso à tecnologia. O problema é que essa visão, que carrega bem mais equívocos do que os listados aqui, tem servido como critério para leigos definirem o que deve ser um índio. Qualquer indivíduo indígena que fuja da imagem ___________ pela sociedade, é acusado de ter “perdido suas raízes” – como se fossemos, nós, homens brancos, que tivéssemos o poder e o direito de definir o que são as raízes de outro povo. __________ dos povos? Ninguém nunca ouviu falar.

    Pouca gente ouviu falar deles, mas os indígenas contemporâneos estão em toda parte. Você sabia que há aldeias hoje em dia duramente cavadas e sufocadas dentro das cidades? Pois é, nem todo índio mora na Amazônia. Segundo o CENSO do IBGE de 2010, 324 mil indígenas (o que significa 36% do total) vivem em áreas urbanas. São Paulo, a grande metrópole, é a quarta cidade com maior população indígena do país em números absolutos. São 12.977 índios vivendo na selva de pedra. Está surpreso?

   O espanto causado por esses dados dá a dimensão do quanto desconhecemos sobre os índios de hoje. Não, eles não são mais aqueles homens de tanga trocando hospitalidade por espelhinhos – se é que um dia foram somente isso. Nesse sentido, um projeto encabeçado por Artur Tixiliski, fotógrafo brasileiro radicado na Inglaterra, é uma das poucas necessárias iniciativas de levar a público a vida do índio moderno no Brasil.

    O projeto se chama “Moderno e Indígena” e procura retratar por meio de fotos e documentários a vida do índio moderno que vive em áreas urbanas do país. Há dois principais motivos para que esses índios vivam em áreas urbanas. Um deles é a migração dos territórios tradicionais em busca de melhores condições de vida na cidade. Outra situação é quando os limites das cidades alcançam as fronteiras de seus territórios, que anteriormente ficavam afastados desses limites.

    Se por um lado eles usam roupas, celulares e computador, por outro, ainda possuem elementos da sua cultura tradicional, como a língua, a religião e a exemplar organização interna da comunidade, algo que faz falta na cultura dos “não índios”.


http://causasperdidas.literatortura.com/... - adaptado.

De acordo com o texto, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2056477 Português
Netos faltam a jantar preparado pelo avô e internet se revolta

Enquanto a internet brasileira está um verdadeiro campo de batalha, lá fora as preocupações são, digamos, mais afetuosas.
Uma foto publicada pela jovem Kelsey Harmon no Twitter, que mostra seu avô cabisbaixo comendo hambúrguer sozinho, acabou viralizando e mobilizando milhares de usuários.
O idoso, de Oklahoma, nos EUA, tinha preparado 12 hambúrgueres caseiros para seus seis netos, mas só Kelsey apareceu. Ela compartilhou a história na rede social.
"Jantar com vovô esta noite. Ele fez 12 hambúrgueres para seus 6 netos, mas só eu apareci", postou a jovem na quarta-feira (16), com um emoji choroso.
A postagem já teve mais de 142 mil retuítes e 233 mil curtidas, além de comentários como "eu iria no lugar dos netos", "quem dera ter meus avós vivos" e até lições de moral como "as pessoas precisam dar mais valor à família".
"Cheguei, sentei e peguei um prato, mas ele queria esperar todo mundo chegar. Esperamos meia hora e ele decidiu comer só um. Passou mais meia hora e nada. Percebi que ele estava chateado, ele tinha até feito sorvete caseiro, que adorávamos quando éramos crianças. Fiz questão de conversar com ele o tempo todo e fazer companhia", contou a neta ao "Buzzfeed" americano.
Os outros cinco netos chegaram a sofrer represália nas redes sociais. Um deles, Brock, viu a postagem da prima e conseguiu correr até a casa do avô, e em seguida postou sua própria foto. "Vovô disse que me perdoa e que vocês são incríveis por tê-lo tornado famoso", escreveu Brock.
A história rendeu memes e lições de moral [...].

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br/voceviu/2016/03/10001033-netos-faltam-a-jantar-preparado-pelo-avo-e-internet-se-revolta.shtml. Acesso em: 19 mar 2016. 
Compreender os sentidos do texto é, dentre várias habilidades, compreender também a significação das palavras. Haja vista o assunto, assinale a alternativa que traz a palavra moral na mesma acepção que na sentença “A história rendeu memes e lições de moral”: 
Alternativas
Q2056476 Português
Netos faltam a jantar preparado pelo avô e internet se revolta

Enquanto a internet brasileira está um verdadeiro campo de batalha, lá fora as preocupações são, digamos, mais afetuosas.
Uma foto publicada pela jovem Kelsey Harmon no Twitter, que mostra seu avô cabisbaixo comendo hambúrguer sozinho, acabou viralizando e mobilizando milhares de usuários.
O idoso, de Oklahoma, nos EUA, tinha preparado 12 hambúrgueres caseiros para seus seis netos, mas só Kelsey apareceu. Ela compartilhou a história na rede social.
"Jantar com vovô esta noite. Ele fez 12 hambúrgueres para seus 6 netos, mas só eu apareci", postou a jovem na quarta-feira (16), com um emoji choroso.
A postagem já teve mais de 142 mil retuítes e 233 mil curtidas, além de comentários como "eu iria no lugar dos netos", "quem dera ter meus avós vivos" e até lições de moral como "as pessoas precisam dar mais valor à família".
"Cheguei, sentei e peguei um prato, mas ele queria esperar todo mundo chegar. Esperamos meia hora e ele decidiu comer só um. Passou mais meia hora e nada. Percebi que ele estava chateado, ele tinha até feito sorvete caseiro, que adorávamos quando éramos crianças. Fiz questão de conversar com ele o tempo todo e fazer companhia", contou a neta ao "Buzzfeed" americano.
Os outros cinco netos chegaram a sofrer represália nas redes sociais. Um deles, Brock, viu a postagem da prima e conseguiu correr até a casa do avô, e em seguida postou sua própria foto. "Vovô disse que me perdoa e que vocês são incríveis por tê-lo tornado famoso", escreveu Brock.
A história rendeu memes e lições de moral [...].

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br/voceviu/2016/03/10001033-netos-faltam-a-jantar-preparado-pelo-avo-e-internet-se-revolta.shtml. Acesso em: 19 mar 2016. 
Reescrever frases é um ótimo exercício de escrita e de interpretação, uma vez que se deve atentar para a manutenção de sentidos do texto e se exige um conhecimento vocabular satisfatório ao menos, além de, atualmente, ser necessário atentar para o Acordo Ortográfico agora em vigor. Tendo em vista o tema, assinale a alternativa que reescreve incorretamente a sentença “O idoso, de Oklahoma, nos EUA, tinha preparado 12 hambúrgueres caseiros para seus seis netos, mas só Kelsey apareceu” (l. 5 e 6):
Alternativas
Q2056472 Português
Netos faltam a jantar preparado pelo avô e internet se revolta

Enquanto a internet brasileira está um verdadeiro campo de batalha, lá fora as preocupações são, digamos, mais afetuosas.
Uma foto publicada pela jovem Kelsey Harmon no Twitter, que mostra seu avô cabisbaixo comendo hambúrguer sozinho, acabou viralizando e mobilizando milhares de usuários.
O idoso, de Oklahoma, nos EUA, tinha preparado 12 hambúrgueres caseiros para seus seis netos, mas só Kelsey apareceu. Ela compartilhou a história na rede social.
"Jantar com vovô esta noite. Ele fez 12 hambúrgueres para seus 6 netos, mas só eu apareci", postou a jovem na quarta-feira (16), com um emoji choroso.
A postagem já teve mais de 142 mil retuítes e 233 mil curtidas, além de comentários como "eu iria no lugar dos netos", "quem dera ter meus avós vivos" e até lições de moral como "as pessoas precisam dar mais valor à família".
"Cheguei, sentei e peguei um prato, mas ele queria esperar todo mundo chegar. Esperamos meia hora e ele decidiu comer só um. Passou mais meia hora e nada. Percebi que ele estava chateado, ele tinha até feito sorvete caseiro, que adorávamos quando éramos crianças. Fiz questão de conversar com ele o tempo todo e fazer companhia", contou a neta ao "Buzzfeed" americano.
Os outros cinco netos chegaram a sofrer represália nas redes sociais. Um deles, Brock, viu a postagem da prima e conseguiu correr até a casa do avô, e em seguida postou sua própria foto. "Vovô disse que me perdoa e que vocês são incríveis por tê-lo tornado famoso", escreveu Brock.
A história rendeu memes e lições de moral [...].

Fonte: http://f5.folha.uol.com.br/voceviu/2016/03/10001033-netos-faltam-a-jantar-preparado-pelo-avo-e-internet-se-revolta.shtml. Acesso em: 19 mar 2016. 
O texto retoma assuntos bastante presentes nos dias atuais: a ausência na vida familiar e, por outro lado, a repercussão das redes sociais na vida das pessoas. Acerca do texto, é incorreto afirmar que: 
Alternativas
Q2056466 Português
O último poema
Assim eu quereria meu último poema
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação

(BANDEIRA, Manuel. O último poema. Disponível em: http://www.revistabula.com/564-os-10-melhores-poemasde-manuel-bandeira/. Acesso em: 19 mar 2015).
Os verbos utilizados no texto são de grande valia para a compreensão da obra de Manuel Bandeira, assim como de todas as demais construções textuais, pois dão mostras de pensamento do eu-lírico, bem como este trata o objeto de seu pensamento. A partir dos verbos usados no texto acima, assinale a alternativa verdadeira: 
Alternativas
Respostas
28381: B
28382: B
28383: E
28384: D
28385: B
28386: C
28387: B
28388: A
28389: A
28390: C
28391: D
28392: B
28393: B
28394: C
28395: D
28396: A
28397: D
28398: C
28399: B
28400: D