Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Em favor da vacina
Cilene Pereira
Desde 2011 observa-se no Brasil a queda na cobertura vacinal relativa a várias enfermidades. A falta de adesão da população em relação às vacinas no Brasil passa, entre outros aspectos, pela desinformação, que deve ser combatida e exige esforços extras.
O controle das doenças por meio das vacinas, alcançado nas últimas décadas, levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça. “O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente ache que a vacina é desnecessária”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que as enfermidades readquiram força de transmissão.
Os grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública. Os ativistas fazem barulho nas redes sociais, onde proliferam tolices como a ideia de que os imunizantes são ineficazes ou que apresentam risco maior do que os benefícios. É mentira. Assim como também é falsa a tese de que a vacina tríplice viral (que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola) está associada ao autismo. Não há comprovação na literatura médica.
TRÊS EDITORIAL LTDA. Isto É, ano 41, nº 2535, 25 jul. 2018, p.42. Adaptado.
Considere as informações veiculadas no texto e informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) O ponto de vista da autora é marcado por um alarmismo velado.
( ) Os ativistas estão desprovidos de embasamento científico no que dizem.
( ) A epidemiologista consultada suscita, com a sua fala, deduções contraditórias.
( ) A prolixidade das palavras impede a compreensão do que se deseja informar ao leitor.
( ) A alusão temporal constitui um dos recursos argumentativos para a defesa do ponto de vista.
De acordo com as afirmações a sequência correta é
TEXTO II
IBGE: 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos
não frequentam escolas no país
21/12/2017 11h43 - Rio de Janeiro
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) 2016 divulgada hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos de idade não frequentavam escola, cursos pré-vestibular, técnico de nível médio ou de qualificação profissional no ano passado.
As razões mais frequentes para não estarem estudando foram por motivo de trabalho, seja porque trabalhava, estava procurando trabalho ou conseguiu trabalho que iria começar em breve (41%); não tinha interesse em continuar os estudos (19,7%); e por ter que cuidar dos afazeres domésticos ou de criança, adolescente, idosos ou pessoa com necessidades especiais (12,8%).
Os motivos relacionados ao mercado de trabalho para não ir à escola foram mais frequentes entre os homens (50,5%). Além disso, entre eles, 24,1% disseram não ter interesse, e 8,2% já tinham concluído o nível de estudo que desejavam.
Para as mulheres, o motivo relacionado a trabalho para não estudar também foi o mais frequente (30,5%); 26,1% delas alegaram ter que cuidar dos afazeres domésticos ou de criança, adolescente, idosos ou pessoa com necessidades especiais, proporção 30 vezes superior à observada entre os homens; e 14,9% não tinham interesse.
No Brasil, em 2016, havia 51,6 milhões de pessoas de 14 a 29 anos de idade. Desse total, 13,3% estavam ocupadas e estudavam; 20,5% não trabalhavam e não estudavam; 32,7% não trabalhavam, mas estudavam e 33,4% estavam ocupadas e não estudavam. [...]
CAMPOS, Ana Cristina. IBGE: 24,8 milhões das pessoas de 14 a
29 anos não frequentam escolas no país. Disponível em: < http://
agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-12/ibge-248-milhoesdas-pessoas-de-14-29-anos-nao-frequentam-escolas-no-pais>.
Acesso
em: 10 jan. 2018.
TEXTO I
Vida de Acompanhante
Ana teve que fazer uma pequena intervenção cirúrgica e me convidou para ser seu acompanhante na casa de saúde. Bem, normalmente evito passar até na porta de um hospital (atravesso sempre para o outro lado da rua, receoso de apagar diante de um bafo mais forte de éter). Aquela situação, porém, não me permitia simplesmente bater em retirada. Mesmo assim, o medo falou mais alto e bem que tentei cair fora.
- Escuta, Ana, quero lhe dizer que me sinto profundamente honrado com o convite que você me faz para ser seu partner no hospital mas... Será que vai pegar bem? Será que o pessoal do hospital não vai reparar de você ter o próprio marido como acompanhante? Você sabe como é esse pessoal de hospital, fala demais. Vão dizer que você é uma mulher absorvente, ciumenta, que não larga o marido nem para ser operada.
- Se você não quiser ir - disse ela muito segura - eu chamo outra pessoa.
- Não, Ana. Que é isso? Eu vou, claro. Tamos aí, firme e forte. O problema é que não tenho muita experiência. Talvez pudéssemos chamar outra pessoa para ir com a gente. Na minha vida, só entrei como acompanhante em baile de formatura. O convite do hospital dá direito a levar quantos acompanhantes?
- Um. Um só. E vai ser você. Ou será que você está com medo?
- Quem, eu? - dei aquela do machão. - Você não me conhece... Sou uma fera braba dentro de um hospital.
- Tenho a impressão de que você está com medo.
Não adianta fingir, pensei. Resolvi me entregar:
- Morrendo, Ana. Tô morrendo de medo. Não sei se vou agüentar. Tenho pavor de entrar em hospital, aquele clima, aquele cheiro... Veja, já estou suando só de pensar.
- Fique tranqüilo - disse ela me afagando - não precisa se preocupar. Não vou deixá-lo sozinho.
- Você jura? Mas e quando você estiver na sala de cirurgia, quem vai tomar conta de mim?
- Fique calmo, bobinho. Deixo minha irmã tomando conta de você. Eu volto logo. Qualquer coisa, estarei ao seu lado.
A conversa foi muito reconfortante. Ana procurou me dar força e, depois de ouvila durante três horas, senti que já estava psicologicamente preparado para enfrentar a situação de acompanhante. [...]
NOVAES, Carlos Eduardo. Vida de acompanhante. In: A cadeira do dentista. Coleção Para gostar de ler. 8.ed.. São Paulo: Ática, 2005, p. 26-27.
A respeito das personagens principais do texto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A mulher decide conseguir ajuda para que o marido perca o receio de acompanhá-la.
II. A mulher revela ter pouca paciência com o comportamento do homem.
III. O homem concorda em acompanhar a esposa para que ela possa passar por uma cirurgia.
IV. A mulher era muito ciumenta, por isso queria a companhia do marido.
V. O homem consegue disfarçar o medo que tem de entrar em hospitais.
TEXTO I
Vida de Acompanhante
Ana teve que fazer uma pequena intervenção cirúrgica e me convidou para ser seu acompanhante na casa de saúde. Bem, normalmente evito passar até na porta de um hospital (atravesso sempre para o outro lado da rua, receoso de apagar diante de um bafo mais forte de éter). Aquela situação, porém, não me permitia simplesmente bater em retirada. Mesmo assim, o medo falou mais alto e bem que tentei cair fora.
- Escuta, Ana, quero lhe dizer que me sinto profundamente honrado com o convite que você me faz para ser seu partner no hospital mas... Será que vai pegar bem? Será que o pessoal do hospital não vai reparar de você ter o próprio marido como acompanhante? Você sabe como é esse pessoal de hospital, fala demais. Vão dizer que você é uma mulher absorvente, ciumenta, que não larga o marido nem para ser operada.
- Se você não quiser ir - disse ela muito segura - eu chamo outra pessoa.
- Não, Ana. Que é isso? Eu vou, claro. Tamos aí, firme e forte. O problema é que não tenho muita experiência. Talvez pudéssemos chamar outra pessoa para ir com a gente. Na minha vida, só entrei como acompanhante em baile de formatura. O convite do hospital dá direito a levar quantos acompanhantes?
- Um. Um só. E vai ser você. Ou será que você está com medo?
- Quem, eu? - dei aquela do machão. - Você não me conhece... Sou uma fera braba dentro de um hospital.
- Tenho a impressão de que você está com medo.
Não adianta fingir, pensei. Resolvi me entregar:
- Morrendo, Ana. Tô morrendo de medo. Não sei se vou agüentar. Tenho pavor de entrar em hospital, aquele clima, aquele cheiro... Veja, já estou suando só de pensar.
- Fique tranqüilo - disse ela me afagando - não precisa se preocupar. Não vou deixá-lo sozinho.
- Você jura? Mas e quando você estiver na sala de cirurgia, quem vai tomar conta de mim?
- Fique calmo, bobinho. Deixo minha irmã tomando conta de você. Eu volto logo. Qualquer coisa, estarei ao seu lado.
A conversa foi muito reconfortante. Ana procurou me dar força e, depois de ouvila durante três horas, senti que já estava psicologicamente preparado para enfrentar a situação de acompanhante. [...]
NOVAES, Carlos Eduardo. Vida de acompanhante. In: A cadeira do dentista. Coleção Para gostar de ler. 8.ed.. São Paulo: Ática, 2005, p. 26-27.
Releia o seguinte fragmento, retirado do 1º parágrafo do texto.
“Bem, normalmente evito passar até na porta de um hospital (atravesso sempre para o outro lado da rua, receoso de apagar diante de um bafo mais forte de éter).”.
A ideia presente nesse fragmento entra em contradição com qual dos trechos a seguir?
Sobre os aspectos étnicos e raciais na literatura brasileira,
I. a presença do negro na literatura brasileira não escapa ao tratamento marginalizador que, desde as instâncias fundadoras, marca a etnia no processo de construção da sociedade brasileira.
II. a matéria negra, embora só ganhe presença mais significativa a partir do século XIX, surge na literatura brasileira desde o século XVI, nos versos satíricos e demolidores de Gregório de Matos.
III. evidenciam-se, na trajetória do negro no discurso literário nacional, dois posicionamentos: a condição negra como objeto, numa visão distanciada do escritor sobre o negro (Bernardo Guimarães e Castro Alves, no Romantismo; Aluísio de Azevedo e Adolfo Caminha, no Realismo, por exemplo) e o negro como sujeito, numa atitude compromissada do escritor negro (Luiz Gama no Romantismo; Cruz e Souza no Simbolismo: Lima Barreto no Pré-modernismo).
IV. Na terceira geração romântica brasileira, os poetas interessam-se mais pela idealização amorosa, em um sentimentalismo exacerbado, do que pelo conflito entre liberdade e escravidão, que atingia a sociedade da época.
V. Desde os anos de 1970, a designação literatura negra, tal como vem sendo utilizada no Brasil e em outros países da América, vincula-se à uma literatura feita por negros ou por descendentes assumidos de negros e emerge no bojo de uma situação histórica dada, configuradora da reivindicação pelos negros de determinados valores caracterizadores de uma identidade própria.
É correto apenas o que se afirma em
Leia os textos simbolistas I e II.
Texto I
Alucinação
Cruz e Sousa
Ó solidão do Mar, ó amargor das vagas,
Ondas em convulsões, ondas em rebeldias,
Desespero do Mar, furiosa ventania,
Boca em fel dos tritões engasgada de pragas.
Velhas chagas do sol, ensanguentadas chagas
De ocasos purpurais de atroz melancolia,
Luas tristes, fatais, da atra mudez sombria
Da trágica ruína em vastidões pressagas.
Para onde tudo vai, para onde tudo voa,
Sumido, confundido, esboroado, à toa,
No caos tremendo e nu dos tempos a rolar?
Que Nirvana genial há de engolir tudo isto
- Mundos de Inferno e Céu, de Judas e de Cristo,
Luas, chagas do sol e turbilhões do Mar?!
Texto II
Ismália
Alphonsus de Guimaraens
Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar…
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar…
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar…
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar…
Estava perto do céu,
Estava longe do mar…
E como um anjo pendeu
As asas para voar…
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar…
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par…
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar…
Escreva 1 para as características relativas ao Texto I, de Cruz e Sousa; 2 para as características relativas ao Texto II, de Alphonsus de Guimaraens e 3 para o que é comum aos Textos I e II.
( ) Morte como símbolo da eterna busca.
( ) Valorização das sensações provenientes de sentidos diferentes.
( ) Decadência anunciada em todos os elementos da natureza.
( ) Relações entre o mundo visível e o mundo das essências.
( ) Separação da matéria e do espírito sobrevivente às contingências terrenas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Escreva (1) para o que caracteriza a linguagem literária e (2) para o que caracteriza a linguagem não literária.
( ) A essência da linguagem está na palavra, que é usada por escritores e poetas em todo o seu potencial significativo e sonoro, estabelecendo interação entre autor e seus leitores/ouvintes.
( ) Caracteriza-se pelo predomínio do sentido conotativo (ou figurado), que é aquele que as palavras e expressões adquirem em um dado contexto, quando o seu sentido literal é modificado.
( ) Caracteriza-se pelo predomínio do sentido denotativo (ou literal), que é aquele que a palavra e as expressões são tomadas em sua significação “básica”, a qual pode ser apreendida sem ajuda do cotexto e do contexto.
( ) Linguagem típica de textos com função utilitária, ou seja, que têm como finalidade predominante satisfazer a alguma necessidade específica, como informar, argumentar, convencer, dentre outras.
A sequência correta, de cima para baixo, é
Leia atentamente o seguinte parágrafo:
“Viver é mesmo uma ginástica. O coração se contorce para bombear o sangue que, por sua vez, corre o corpo inteiro. A respiração estica e encolhe os pulmões. O aparelho digestivo se dobra e desdobra com o alimento. Tudo na vida animal é movimento – músculos que se contraem, músculos que se estendem. Graças a cerca de 650 músculos o homem pode, além de viver, ficar em pé, andar, dançar, falar, piscar os olhos, cair na gargalhada, prorromper em lágrimas, expressar no rosto suas emoções, escrever e ler este texto. Portanto, o desempenho da musculatura é muito mais forte que mera força bruta”.
Revista Superinteressante, n. 2, 1988.
Considerando o parágrafo acima, assinale a afirmação verdadeira.
Leia o seguinte parágrafo:
“A dita Era da Televisão é, relativamente, nova. Embora os princípios técnicos de base sobre os quais repousa a transmissão televisual já estivessem em experimentação entre 1908 e 1914, nos Estados Unidos, no decorrer de pesquisas sobre a amplificação eletrônica, somente na década de vinte chegou-se ao tubo catódico, principal peça do aparelho de tevê. Após várias experiências por sociedades eletrônicas, tiveram início, em 1939, as transmissões regulares entre Nova Iorque e Chicago - mas quase não havia aparelhos particulares. A guerra impôs um hiato às experiências. A ascensão vertiginosa do novo veículo deu-se após 1945. No Brasil, a despeito de algumas experiências pioneiras de laboratório (Roquete Pinto chegou a interessar-se pela transmissão da imagem), a tevê só foi mesmo implantada em setembro de 1950, com a inauguração do Canal 3 (TV Tupi), por Assis Chateaubriand. Nesse mesmo ano, nos Estados Unidos, já havia cerca de cem estações, servindo a doze milhões de aparelhos. Existem hoje mais de 50 canais em funcionamento, em todo o território brasileiro, e perto de 4 milhões de aparelhos receptores.” [dados de 1971] (Muniz Sodré)
Fonte: http://www.pead.letras.ufrj.br/tema09/coesaogramatical.ht ml. Acesso em 15/09/2018.
Considerando o parágrafo acima, escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir.
( ) O objetivo do parágrafo é mostrar a evolução da televisão ao longo do tempo, o que define o critério de organização exclusivamente por tempo.
( ) As expressões indicadoras de tempo e de lugar, ao longo do parágrafo, evidenciam a ordenação por tempo e espaço simultaneamente.
( ) Quando se escreve sobre fatos, ideias ou fenômenos, com o objetivo de mostrar sua evolução ao longo do tempo e em diferentes lugares, deve-se organizar o parágrafo por um dos critérios (tempo ou espaço).
( ) Há no parágrafo, dentre outras, a correspondência: experimentação (fato) – entre 1908 e 1914 (tempo) – nos Estados Unidos (espaço).
A sequência correta, de cima para baixo, é
Leia atentamente o seguinte parágrafo:
“O livro foi sempre considerado o baluarte em que poderiam confiar os pessimistas da cultura de massa no momento em que tivessem de salvar do incêndio a cultura autêntica. Todavia, agora, e cada vez mais, esses pessimistas têm razões de sobra para se desesperar. O livro, ao qual tinham acesso apenas as minorias privilegiadas, passa a figurar no cardápio da classe média e do proletariado. Os últimos anos marcaram o aparecimento em grande estilo dos livros de bolso, ostensivamente concorrendo com jornais e revistas nas bancas e na disputa das horas de ócio dos leitores. As edições de livros de bolso se multiplicaram. O livro, antes privilégio da gente de espírito e sensibilidade, de repente é elevado à categoria de produto de consumo para a massa, tratado no mesmo nível do sabão de coco e do sabonete. O livro penetra na drugstore e a cultura é equiparada a um comprimido que se compra para dor de cabeça. A cultura veiculada pelo livro adquire então o aspecto vulgar que faz a ira dos inimigos da cultura de massa: o de tratar com simplicidade coisas por natureza complicadas”. (Charles R. Wright)
Fonte: SOARES, M. B. Técnica de redação: as articulações linguísticas como técnica de pensamento. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1978.
No que diz respeito ao parágrafo acima, é correto
afirmar que
Considerando que a questão da definitivização também pode ser incluída na substituição, leia o texto a seguir e analise as afirmações que se seguem e escreva V para as verdadeiras e F para as falsas.
Papos-de-anjo
Ingredientes:
18 gemas
4 claras
2 xícaras de açúcar
2 1/2 xícaras de água
Modo de fazer:
Bater bem as gemas. Em separado bater as claras em neve firme e juntá-las às gemas. Levar ao forno em forminhas untadas e polvilhadas com farinha.
À parte preparar uma calda com o açúcar e a água, acrescentando um aromatizante. Quando os docinhos estiverem cozidos, colocá-los na calda e deixá-los ferver até ficarem bem embebidos. Colocá-los numa compoteira ou num prato de cristal e deixar esfriar.
Fonte: https://www.passeidireto.com. Acesso em 15/09/2018.
( ) A informação nova é caracteristicamente introduzida por expressões indefinidas e subsequentemente referida por expressões definidas.
( ) Na lista de ingredientes, são introduzidas as entidades “novas”, que, ao serem mencionadas no Modo de fazer, tomam a forma de expressões indefinidas.
( ) No Modo de fazer, há tanto entidades já “dadas”: as gemas, as claras, o açúcar, a água; quanto entidades “novas”: uma calda, um aromatizante, uma compoteira.
( ) Numa sequência, um referente indefinido deve, para que se mantenha a identidade referencial, ser retomado por outro indefinido.
( ) Para que se mantenha a identidade referencial, uma entidade definida só pode ser retomada por outra definida.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Atente para o texto a seguir.
O educador Paulo Freire afirmou que “a leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele” (FREIRE, 1987). No viés da leitura do mundo pela palavra, vê-se emergir uma tecnologia de linguagem cujo espaço de apreensão de sentido não é apenas composto por palavras, mas, junto com elas, encontram-se sons, gráficos e diagramas, todos lançados sobre uma mesma superfície perceptual, amalgamados uns sobre os outros formando um todo significativo e de onde sentidos são complexamente disponibilizados aos navegantes do oceano digital. É assim o hipertexto.
Considerando o texto acima, é correto afirmar que
Na leitura, leva-se em conta que
Cascão (de joelhos): Por favor, Mônica! Me dá um teco desse sorvete! Me dá um teco desse sorvete!
Mônica: Oh, Cascão! Por que esse desespero todo?
Cascão: Estou ficando com água na boca!
Fonte: https://brainly.com.br/tarefa/1475204. Acesso em
19/08/2018. Adaptação.
I. o texto possui, além da parte visível constituída por sua materialidade linguística (o explícito), uma parte invisível (o implícito).
II. o ato de ler é uma atividade que requer a mobilização de conhecimentos: linguístico, enciclopédico, comunicacional, de textos, entre outros.
III. o texto é resultado da “soma” de palavras, frases ou de outros textos, organizado de determinado modo, dentre tantos outros possíveis.
É correto o que consta em
O liberalismo é uma importante teoria política e econômica que exprime os anseios da burguesia. Surge em oposição ao absolutismo dos reis e à teoria econômica do mercantilismo, defendendo os direitos da iniciativa privada e restringindo o mais possível as atribuições do Estado. Locke foi o primeiro teórico liberal.
Presenciou na Inglaterra as lutas pela
deposição dos Stuarts, tendo se refugiado na
Holanda por razões políticas. De lá regressa
quando, vitoriosa a Revolução de 1688,
Guilherme de Orange é chamado para
consolidar a nova monarquia parlamentar
inglesa. (Maria Lúcia de Arruda Aranha in
História da Educação).
O liberalismo é uma importante teoria política e econômica que exprime os anseios da burguesia. Surge em oposição ao absolutismo dos reis e à teoria econômica do mercantilismo, defendendo os direitos da iniciativa privada e restringindo o mais possível as atribuições do Estado. Locke foi o primeiro teórico liberal.
Presenciou na Inglaterra as lutas pela
deposição dos Stuarts, tendo se refugiado na
Holanda por razões políticas. De lá regressa
quando, vitoriosa a Revolução de 1688,
Guilherme de Orange é chamado para
consolidar a nova monarquia parlamentar
inglesa. (Maria Lúcia de Arruda Aranha in
História da Educação).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou seu perfil no Twitter para ameaçar o mandatário do Irã, Hassan Rohani, e disse que o país pode enfrentar "consequências que poucos na história sofreram antes".
A declaração chegou horas depois de Rohani alertar para Trump "não brincar com fogo", ou "se arrependerá". "Tenha em mente que você não pode provocar o povo iraniano com a desculpa da segurança e dos interesses de seu país. O Irã é soberano e não será o faztudo de ninguém", disse o presidente iraniano, acrescentando que um conflito entre os EUA e a nação persa seria "a mãe de todas as guerras". No Twitter, Trump disse para Rohani "nunca mais ameaçar os Estados Unidos de novo". "Ou você sofrerá consequências que poucos através da história sofreram antes. Não somos mais um país que apoiará suas dementes palavras de violência e morte.
Cuidado!", escreveu o presidente, em letras maiúsculas, como se estivesse gritando.
Além disso, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, acusou o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, de ter um fundo especulativo "secreto" com US$ 95 bilhões em ativos. Os recursos, segundo Pompeo, são usados pela Guarda Revolucionária do país persa. "O nível de corrupção e riqueza entre os líderes do regime demonstra que o Irã é administrado por algo que se parece mais com a máfia do que com um governo", reforçou.
A primeira resposta à Casa Branca veio do chefe da Justiça iraniana, Sadeg Larijani, que disse que as declarações de Trump foram feitas por uma "pessoa incapaz e estúpida". "Qualquer ação pouco sábia dos EUA levará a uma resposta inesquecível do Irã", disse.
Em abril passado, o presidente norte-americano rasgou o acordo sobre o programa nuclear iraniano, assinado em 2015, na gestão Obama, com outras cinco potências: China, Rússia, Reino Unido, França e Alemanha.
Desde então, os países remanescentes
tentam salvar o pacto, mas as sanções impostas
pelos EUA podem impedir que empresas
multinacionais invistam na economia iraniana.
(www.terra.com.br/noticias/mundo- 23.07.18)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou seu perfil no Twitter para ameaçar o mandatário do Irã, Hassan Rohani, e disse que o país pode enfrentar "consequências que poucos na história sofreram antes".
A declaração chegou horas depois de Rohani alertar para Trump "não brincar com fogo", ou "se arrependerá". "Tenha em mente que você não pode provocar o povo iraniano com a desculpa da segurança e dos interesses de seu país. O Irã é soberano e não será o faztudo de ninguém", disse o presidente iraniano, acrescentando que um conflito entre os EUA e a nação persa seria "a mãe de todas as guerras". No Twitter, Trump disse para Rohani "nunca mais ameaçar os Estados Unidos de novo". "Ou você sofrerá consequências que poucos através da história sofreram antes. Não somos mais um país que apoiará suas dementes palavras de violência e morte.
Cuidado!", escreveu o presidente, em letras maiúsculas, como se estivesse gritando.
Além disso, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, acusou o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, de ter um fundo especulativo "secreto" com US$ 95 bilhões em ativos. Os recursos, segundo Pompeo, são usados pela Guarda Revolucionária do país persa. "O nível de corrupção e riqueza entre os líderes do regime demonstra que o Irã é administrado por algo que se parece mais com a máfia do que com um governo", reforçou.
A primeira resposta à Casa Branca veio do chefe da Justiça iraniana, Sadeg Larijani, que disse que as declarações de Trump foram feitas por uma "pessoa incapaz e estúpida". "Qualquer ação pouco sábia dos EUA levará a uma resposta inesquecível do Irã", disse.
Em abril passado, o presidente norte-americano rasgou o acordo sobre o programa nuclear iraniano, assinado em 2015, na gestão Obama, com outras cinco potências: China, Rússia, Reino Unido, França e Alemanha.
Desde então, os países remanescentes
tentam salvar o pacto, mas as sanções impostas
pelos EUA podem impedir que empresas
multinacionais invistam na economia iraniana.
(www.terra.com.br/noticias/mundo- 23.07.18)