Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1295772 Português

      Ninguém  conseguirá  trabalhar  em  equipe  se  não  aprender a ouvir. Ninguém aprenderá a ouvir se não aprender  a se colocar no lugar dos outros. 

Augusto Cury.


Assinale a alternativa que apresenta a palavra cujo significado resumiria adequadamente o texto acima.  

Alternativas
Q1295397 Português

Texto para as questão.

Internet: <www.noticiasterra.com> (com adaptações).

O texto tem como objetivo
Alternativas
Q1295318 Português
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre análise e reflexão linguística.


( ) A prática da análise linguística requer ações metalinguísticas e epilinguísticas. Estas constituem uma reflexão sobre os recursos expressivos que levam à construção de noções que categorizam tais recursos; aquelas abarcam toda espécie de reflexão sobre diferentes formas de dizer.
( ) A prática docente, ainda muito comum, de partir de noções prontas, exemplificá-las e, por meio de exercícios, fixar uma reflexão reverbera em uma mera fixação da metalinguagem utilizada. É preciso enfatizar as atividades de conhecimento em detrimento das inócuas práticas de reconhecimento.
( ) Mostrar ao aluno, em suas produções textuais, um problema detectado em determinado trecho é oportunizar a ele uma reflexão necessária à reelaboração do texto. Assim, atitudes como anotações, ao lado da folha de redação, do tipo “problemas de coesão”, são indicadores para uma reflexão por parte do aluno e, também, constituem-se em importante oportunidade para aprender.
( ) As atividades de análise linguística, seja em caráter prospectivo, quando ocorrem antes da produção; seja em caráter retrospectivo, após o texto ter sido elaborado e avaliado ou durante a produção, podem ser de grande importância para ampliar a apropriação, por parte dos alunos, das habilidades e dos conhecimentos necessários para rever e aprimorar as suas produções.
( ) Ao trabalhar na perspectiva da análise linguística, o professor reporta-se ao estudo da gramática tradicional e a questões relacionadas ao propósito do texto, como adequação do texto aos objetivos pretendidos e análise dos recursos expressivos utilizados, entre outros elementos.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1295317 Português
Analise as afirmativas abaixo sobre gêneros discursivos primários e secundários.


1. Os gêneros primários são formados em situações de comunicação verbal espontânea e servem de componentes aos gêneros secundários que os absorvem e os modificam.
2. “Em casa de ferreiro, espeto de pau”. Esse é um exemplo de gênero primário, assim como a crônica. Ambos retratam situações comunicativas mais intrinsecamente voltadas ao cotidiano.
3. Os gêneros têm uma identidade e eles são entidades poderosas que, na produção textual, condicionam-nos a escolhas que não podem ser totalmente livres nem aleatórias, seja sob o ponto de vista do léxico, grau de formalidade ou natureza dos temas. Os gêneros limitam nossa ação na escrita.
4. Os gêneros secundários caracterizam-se pela escrita, pelas formas padronizadas de organização da linguagem e pelo fato de desempenharem funções mais ou menos formalizadas no processo de construção da cultura do povo; por outro lado, sabe-se que os modos de expressão oral e escrito por si só não são suficientes para a classificação de um gênero como primário ou secundário.
5. O professor deve ensinar ao aluno a “fórmula” dos gêneros primários e secundários; por exemplo, a estrutura de um artigo de opinião ou de uma crônica. Assim, poderá ajudar a compreensão dos efeitos de sentido causados pelo uso de um gênero discursivo em detrimento de outro, na sua dimensão verbal.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1295315 Português
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1295313 Português
Assinale a alternativa correta, considerando a linguagem como forma de interação.
Alternativas
Q1295311 Português
Analise as afirmativas abaixo, considerando a linguagem como forma de interação.


1. Partindo-se da premissa que a capacidade comunicativa já se acha muito bem desenvolvida no aluno quando ele chega à escola, esta não deve ensinar o que ele já sabe. Isso implica dizer que a escola não ensina a língua, mas usos da língua e formas não corriqueiras de comunicação oral e escrita.
2. As pessoas falam para serem “ouvidas”, às vezes para serem respeitadas e também para exercer uma influência no ambiente em que realizam os atos linguísticos. O poder da palavra é o poder de mobilizar a autoridade acumulada pelo falante e concentrá-la num ato linguístico.
3. O que o indivíduo faz ao usar a língua é traduzir, exteriorizar um pensamento, ou transmitir informações a outrem, seu interlocutor. Isso precisa ser feito com ideias claras que devem ser expressas de forma lógica, precisa, sem equívocos e sem ambiguidades, buscando a perfeição.
4. O texto é um produto da codificação de um emissor a ser decodificado pelo seu interlocutor que deve já conhecer o código usado. O papel do interlocutor passa a ser passivo, uma vez que a informação deve ser recebida tal qual havia na mente do emissor.
5. Um texto não se esclarece em seu pleno funcionamento apenas no âmbito da língua, mas exige aspectos sociais e cognitivos.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Q1294345 Português
Em relação à ambiguidade, analise as afirmações que seguem:

I. Ambiguidade diz respeito à indeterminação de sentido que certas palavras ou expressões apresentam, dificultando a compreensão do enunciado.
II. A ambiguidade estrutural está relacionada ao posicionamento de determinada expressão em um enunciado.
III. A ambiguidade lexical é desencadeada, às vezes, pelo uso de uma palavra que não permite identificação precisa de seu referente no texto.
IV. A ambiguidade pode ser resultado do uso de uma palavra ou expressão que, em um contexto específico, ganha sentido oposto ou diverso daquele que costuma ser utilizado.

Quais estão corretas?
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Q1293133 Português

Essa coisa da realidade, essa dificuldade, esse suposto  confronto  entre  poesia  e  realidade,  talvez  ele  não  exista  verdadeiramente, ou será que existe? Manuel Bandeira tem  razão  quando  diz  que  estamos  imersos  em  poesia  e  isso  é  uma grande verdade. Ao mesmo tempo, João Cabral também  está  certo  quando  diz,  nos  versos  finais  de  Uma  faca  só  lâmina,  que  a  realidade  arrebenta  com  toda  palavra;  isso  também é uma verdade. São contradições? São. Mas o que  importa  é  que  ambos  dizem  verdades. É  que  a  realidade  é  uma  coisa  muito  difícil,  imensamente  difícil  de  saber.  As  palavras,  quer  dizer,  essa  coisa  da  fala,  como  se  fosse  um  canto  geral,  uma  música,  uma  verdadeira  música  que  o  homem diz nas circunstâncias mais banais,  têm um  sentido  de uma intensidade admirável; não há no mundo palavra que  seja uma palavra perdida, ao contrário das balas. As palavras  acertam  fundo;  todo  o  discurso  humano  é  um  canto  realmente  extraordinário.  Isso  ultrapassa  o  país,  isso  ultrapassa as fronteiras. Agora, o ouvido é pequeno, o ouvido  é insuficiente, o ouvido realmente não dá, não tem a medida  do diapasão desse canto, que é o canto da realidade, do qual,  no  entanto,  não  desistimos,  não  desanimamos  de  escutar  onde quer que estejamos.


Francisco Alvim. In: Flora Süssekind e Tânia Dias (org.).   

Cultura brasileira hoje: diálogos. Rio de Janeiro: 

 Fundação Casa de Rui Barbosa, 2018. p. 236.   

Internet:<http://www.casaruibarbosa.gov.br/>

(com adaptações).


Com  base  no  texto  acima,  assinale  a  alternativa  correta  acerca de literatura, cultura e realidade. 


Alternativas
Q1293131 Português
Quando nasci, um anjo torto  desses que vivem na sombra  disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.   Carlos Drummond de Andrade. Poema de Sete Faces. In Alguma Poesia. Belo Horizonte: Pindorama, 1930, p. 15. 
Quando nasci veio um anjo safado  O chato dum querubim  E decretou que eu tava predestinado  A ser errado assim  Já de saída a minha estrada entortou  Mas vou até o fim 
Francisco Buarque de Holanda. Até o fim. In: Chico Buarque.   Rio de Janeiro: Marola Edições Musicais, 1978.   Internet: <www.chicobuarque.com.br>. 
Assinale a alternativa correta quanto às  relações existentes  entre  o  trecho  do  poema  de  Drummond  e  o  da  letra  da  canção de Chico Buarque de Holanda. 
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Q1293130 Português
Com relação aos períodos literários e ao contexto histórico brasileiro, assinale a alternativa correta.
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Q1293129 Português
      Pelas precedentes considerações se manifesta que não é ofício do poeta narrar o que aconteceu; é, sim, o de representar  o que poderia acontecer, quer dizer: o que é possível segundo a verossimilhança e a necessidade. Com efeito, não diferem o  historiador e o poeta, por escreverem verso ou prosa (pois que bem poderiam ser postas em verso as obras de Heródoto, e nem  por isso deixariam de  ser histórias,  se  fossem em verso o que eram em prosa),  ̶  diferem,  sim, em que diz um as coisas que  sucederam, e outro as que poderiam suceder.
Aristóteles (tradução de Eudoro de Sousa). Poética. Porto: Casa da Moeda, 1986, p. 50.  
O  texto acima apresenta uma  das  primeiras iniciativas  no  sentido  de  formular  um  conceito  de literatura a  partir  de  uma  das  especificidades  da  linguagem  literária  que  a  difere  das  demais  expressões  culturais.  Sendo  assim,  assinale  a  alternativa  que  apresenta o conceito de literatura com base em uma especificidade da linguagem literária que dialoga com a anunciada no texto  de Aristóteles.

Alternativas
Q1293128 Português

Iracema inquieta veio pela várzea seguindo o rastro do esposo até o tabuleiro. As sombras doces vestiam os campos quando  ela  chegou  à  beira  do  lago.  Seus  olhos  viram  a  seta  do  esposo  fincada  no  chão,  o  goiamum  trespassado,  o  ramo  partido,  e  encheram‐se de pranto.  

— Ele manda que Iracema ande para trás, como o goiamum, e guarde sua lembrança, como o maracujá guarda sua flor  todo o tempo, até morrer.     

A filha dos tabajaras retraiu os passos lentamente, sem volver o corpo, nem tirar os olhos da seta de seu esposo, e tornou  à cabana.   


 José de Alencar. Iracema. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1975, p. 162‐163.

Imagem associada para resolução da questão 

José Maria de Medeiros. Iracema (1884 óleo s/tela – 167,5 x 250,2 cm Rio de Janeiro, Museu Nacional de Belas Artes). InENCICLOPÉDIA Itaú   Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Internet: .   Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978‐85‐7979‐060‐7. 


Nesse  trecho  do  romance  de  Alencar,  a  vontade  da  tabajara  Iracema  –  ficar  ao  lado  do  esposo,  o  português Martim  –  está  submetida à ordem do marido: que ela volte atrás e espere por ele até morrer, se necessário for. Essa cena literária simboliza o  contexto histórico em que se desenvolveu o texto de Alencar. Assinale a alternativa que apresenta esse contexto e a forma como ele é simbolizado pela linguagem pictórica no quadro de Medeiros.  

Alternativas
Q1293124 Português
A corrente da linguística que concebe que as línguas humanas são sistemas computacionais que ganham corpo biologicamente como órgãos da mente/cérebro, possuem natureza modular e operam de forma mais ou menos autônoma, é denominada de
Alternativas
Q1293123 Português
No que diz respeito à descrição sincrônica da língua, é correto afirmar que
Alternativas
Q1293122 Português
Relativamente poucos falantes de uma língua conhecem bem a sua evolução histórica; e, no entanto, aprendendo‐a naturalmente na infância, chegam a falá‐la de acordo com certos princípios sistemáticos ou “regras”, “imanentes” nos enunciados que ouvem à sua volta. Na linguística moderna, a esse processo, por que passam as crianças desde a infância, dá‐se o nome de
Alternativas
Q1293120 Português
Texto para a questão.

     Língua  é  produto  do  meio  social  e,  uma  vez  constituída,  tem  um  papel  ativo  no  processo  de  conhecimento e comportamento do homem. A língua não é  uma  nomenclatura,  que  se  sobrepõe  a  uma  realidade   pré‐categorizada, ela é que classifica a  realidade. Tomemos  um exemplo: em português, chama‐se de posse a investidura,  por  exemplo,  na  presidência  da  República;  em  inglês,  inauguration; em  francês, investiture. A palavra portuguesa  dá  ideia  de  assenhorear‐se  de  alguma  coisa,  de  domínio;  a  inglesa  indica  apenas  começo;  a  francesa  diz  respeito  ao  recebimento de uma função. Esses termos têm, sem dúvida,  relação com a maneira como concebemos o poder do Estado. 

     A  língua  desenvolve‐se  historicamente  e,  uma  vez  constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o  mundo.  Quando  Wilhelm  von  Stock  traduzia  Antero  de  Quental para o alemão, escreveu ao poeta português sobre a  dificuldade  de  verter  para  o  alemão  o  soneto  Mors‐Amor,  porque as duas figuras alegóricas – o Amor e a Morte – têm  gêneros  diferentes  nas  duas  línguas  (o amor/ die  Liebe –  a  morte/der  Tod).  Responde  Antero  que  “esse  é  um  caso  interessante de influência da língua sobre a imaginação”, pois  representam a morte como mulher os falantes de uma língua  em que a palavra para designá‐la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.

José Luiz Fiorin. Língua, discurso e política. In: Alea: Estudos   Neolatinos, v. 11, n.º 1, p. 148‐165, 2009. 
Quanto aos aspectos linguísticos usados na construção dos sentidos, é correto afirmar que o texto
Alternativas
Q1293119 Português
Texto para a questão.

     Língua  é  produto  do  meio  social  e,  uma  vez  constituída,  tem  um  papel  ativo  no  processo  de  conhecimento e comportamento do homem. A língua não é  uma  nomenclatura,  que  se  sobrepõe  a  uma  realidade   pré‐categorizada, ela é que classifica a  realidade. Tomemos  um exemplo: em português, chama‐se de posse a investidura,  por  exemplo,  na  presidência  da  República;  em  inglês,  inauguration; em  francês, investiture. A palavra portuguesa  dá  ideia  de  assenhorear‐se  de  alguma  coisa,  de  domínio;  a  inglesa  indica  apenas  começo;  a  francesa  diz  respeito  ao  recebimento de uma função. Esses termos têm, sem dúvida,  relação com a maneira como concebemos o poder do Estado. 

     A  língua  desenvolve‐se  historicamente  e,  uma  vez  constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o  mundo.  Quando  Wilhelm  von  Stock  traduzia  Antero  de  Quental para o alemão, escreveu ao poeta português sobre a  dificuldade  de  verter  para  o  alemão  o  soneto  Mors‐Amor,  porque as duas figuras alegóricas – o Amor e a Morte – têm  gêneros  diferentes  nas  duas  línguas  (o amor/ die  Liebe –  a  morte/der  Tod).  Responde  Antero  que  “esse  é  um  caso  interessante de influência da língua sobre a imaginação”, pois  representam a morte como mulher os falantes de uma língua  em que a palavra para designá‐la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.

José Luiz Fiorin. Língua, discurso e política. In: Alea: Estudos   Neolatinos, v. 11, n.º 1, p. 148‐165, 2009. 
A respeito dos aspectos linguísticos do trecho “‘esse é um caso interessante de influência da língua sobre a imaginação’, pois representam a morte como mulher os falantes de uma língua em que a palavra para designá‐la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.”, é correto afirmar que
Alternativas
Q1293118 Português
Texto para a questão.

     Língua  é  produto  do  meio  social  e,  uma  vez  constituída,  tem  um  papel  ativo  no  processo  de  conhecimento e comportamento do homem. A língua não é  uma  nomenclatura,  que  se  sobrepõe  a  uma  realidade   pré‐categorizada, ela é que classifica a  realidade. Tomemos  um exemplo: em português, chama‐se de posse a investidura,  por  exemplo,  na  presidência  da  República;  em  inglês,  inauguration; em  francês, investiture. A palavra portuguesa  dá  ideia  de  assenhorear‐se  de  alguma  coisa,  de  domínio;  a  inglesa  indica  apenas  começo;  a  francesa  diz  respeito  ao  recebimento de uma função. Esses termos têm, sem dúvida,  relação com a maneira como concebemos o poder do Estado. 

     A  língua  desenvolve‐se  historicamente  e,  uma  vez  constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o  mundo.  Quando  Wilhelm  von  Stock  traduzia  Antero  de  Quental para o alemão, escreveu ao poeta português sobre a  dificuldade  de  verter  para  o  alemão  o  soneto  Mors‐Amor,  porque as duas figuras alegóricas – o Amor e a Morte – têm  gêneros  diferentes  nas  duas  línguas  (o amor/ die  Liebe –  a  morte/der  Tod).  Responde  Antero  que  “esse  é  um  caso  interessante de influência da língua sobre a imaginação”, pois  representam a morte como mulher os falantes de uma língua  em que a palavra para designá‐la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.

José Luiz Fiorin. Língua, discurso e política. In: Alea: Estudos   Neolatinos, v. 11, n.º 1, p. 148‐165, 2009. 
Segundo o texto, é correto concluir que as línguas
Alternativas
Q1293087 Português

Texto para a questão.




Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma

breve história do amanhã. São Paulo: Companhia

das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).

O texto constitui uma proposta de reflexão crítica acerca
Alternativas
Respostas
24661: E
24662: D
24663: B
24664: D
24665: D
24666: A
24667: C
24668: D
24669: E
24670: D
24671: B
24672: C
24673: A
24674: E
24675: A
24676: A
24677: A
24678: E
24679: B
24680: C