Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q1283763 Português
A palavra “couve-flor” é formada por:
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Q1283758 Português
Na quinta linha do texto lê-se “berrando e fazendo gestos”. A palavra “e”, nesse caso, é uma:
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Q1281992 Português
Analise as palavras abaixo com suas respectivas abreviaturas, e assinale C, se corretas, ou I, se incorretas: ( ) comunicação – com. ( ) conselheiro – conse. ( ) palavra – pal. ( ) praça – pra. ( ) seguinte – seg. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Ano: 2018 Banca: IESES Órgão: CRM-SC Prova: IESES - 2018 - CRM-SC - Médico Fiscal |
Q1281151 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.

A moça em prantos

    O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.
    Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.
    Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.
    E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.
    Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?
    Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.
(Carlos Heitor Cony, Folha de São Paulo, 04/05/2003) 
A palavra TRISTEZA que aparece no trecho: Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.” Deve ser classificada como:
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Q1281108 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.

Se essa ainda é a situação de Portugal e era, até bem pouco, a do Brasil, havemos de convir em que no Brasil-colônia, essencialmente rural, com a ojeriza que lhe notaram os nossos historiadores pela vida das cidades - simples pontos de comércio ou de festividades religiosas -, estas não podiam exercer maior influência sobre a evolução da língua falada, que, sem nenhum controle normativo, por séculos “voou com as suas próprias asas”.
(Celso Cunha, in A Língua Portuguesa e a Realidade Brasileira)
As palavras Brasil e Portugal, no texto, estão grafadas com as letras iniciais maiúsculas. Assinale a alternativa que justifique o uso dessa grafia:
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Q1280964 Português

Medos à beira do abismo

    "De que a senhora tem medo?", foi a pergunta bastante original numa dessas entrevistas recentes.

    Pensei e disse: morro de medo de muita coisa, mas acho que, com o tempo, passei a ser mais corajosa (e achei, eu mesma, graça do que dizia). Principalmente, medo de qualquer mal que possa acontecer a pessoas que eu amo. Acidente, assalto, doença. Sei o que é sentir-se impotente quando algo gravíssimo acontece com alguma delas. No fundo mais fundo da mente, vem a indagação insensata e tola, mas pungente: como não pude proteger meu filho adulto de uma morte súbita no mar que ele amava?

    Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política, ninguém levando porrada – como diria Fernando, o Pessoa. Empregamos palavras grandiosas, até solenes, que usamos como tapa-olhos ou máscaras para que a verdade não nos cuspa na cara, e nos defendemos do rumor que nos ameaça botando fones de ouvido enquanto caminhamos na esteira, para ficarmos em forma.

    Mas, individualmente, temos medo e solidão; como país, presenciamos escândalos nunca antes vistos. A violência é cotidiana, o narcotráfico nos ameaça, mais pessoas foram assassinadas por aqui do que nas guerras ao redor do mundo nos últimos anos. Andamos encolhidos dentro de casa. Estão cada vez mais altos os muros do medo e do silêncio.

    A gente se lamenta, dá palpites e entrevistas, organiza seminários. Resultado? Parece que nenhum. Eleições? Melhor não saber. Mas sou da tribo (não tão pequena) dos que não se conformam. Não acredito em revolução a não ser pessoal. Em algumas coisas, sou antipaticamente individualista. Quando reuniões, comissões, projetos e planos não resolvem – é o mais comum –, pode-se tentar o mais simples. Às vezes, ser simples é original: começar pela gente mesmo. Em casa. Com as drogas, por exemplo, por que não?

    Cada vez que, seja por trágica dependência, seja por aquilo que minha velha mãe chamava "fazer-se de interessante", um de nós consome uma droga qualquer (mesmo o cigarrinho de maconha dividido com a turma), está botando no cano de uma arma a bala – perdida ou não – que vai matar uma criança, uma mãe de família, um trabalhador. Nosso filho, quem sabe.

    Disfarçamos nossos tantos medos. Fingimos ser superiores, batendo grandes papos sobre dinheiro, futebol, sacanagem, política.

    Há quem me deteste por essas afirmações, dizendo que sou moralista, radical. Não sou. Apenas observo, acompanho, muito drama desnecessário, talvez evitável – mas a gente preferia ignorar o abismo. Há muitos anos, visitei várias vezes uma famosa clínica de reabilitação em São Paulo. Alguém muito querido de amigos meus estava lá internado, e voltava com frequência. O que vi, senti, me disseram e eu mesma presenciei nunca vai me deixar.

    Num jantar, há muitos anos, um conhecido desabafou com grande culpa que costumava fazer-se de pai amigão fumando maconha com os filhos adolescentes, para estar mais próximo deles. Um dos meninos sofreu gravíssimos problemas de adicção pelo resto da vida, morreu de overdose e nem todo o amor dos pais, dos irmãos, ajudou em nada.

    Sim, a vida pode ser muito cruel. Nas tragédias familiares, só há vítimas, embora alguns devam ser mais responsáveis do que outros. Não tem graça nenhuma brincar na beira do abismo.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2018/09/medos-abeira-do-abismo-cjmmrnsma00w301pilpj8qa05.html Acesso em 11 nov. 2018 

Os termos destacados têm natureza adverbial, EXCETO em
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Q1280919 Português

SEJA GENTIL

Lya Luft

    De volta ao Brasil para votar, depois de muito necessárias férias, que há séculos não tirávamos, entrei num turbilhão que, de longe, mesmo com internet, não me parecia tão nocivo. Mas foi pior do que eu pensava: raiva, ódio, insultos, calúnias, intolerância absoluta, mentiras, dissolução de laços bem bonitos e dignos entre amigos e família – por causa da política. Dos políticos. De nós mesmos, que nos tornamos raivosos, intolerantes, capazes das mais loucas afirmações. Expressamos nessa batalha muito de nossas mágoas e frustrações.

    Mas, inesperadamente, no Face, encontro uma imagem linda, comovente, quase irreal neste mundo que anda pra lá de besta: uma camiseta, um elefante (meu bicho preferido), com flores atrás de uma orelha, óculos coloridos, e a legenda (estou traduzindo): “NUM MUNDO EM QUE VOCÊ PODE SER QUALQUER COISA, SEJA GENTIL”. Ou, se quiserem, seja bondoso. Tolerante. Humano. 

    A violência desde sempre me assusta: não precisa ser a física, de um tapa, um empurrão, uma voz alterada, mas a emocional, da acusação injusta, da invencionice maligna, da desconsideração com humanidade, cortesia, e democracia – ah, a palavra tão usada, mal usada, abusada.

    Os que a defendem são muitas vezes os mais intolerantes, arrogantes e ignorantes que não conhecem nem medem o peso das palavras (dizia meu pai, “o pior burro é o burro falante”): correto é só o que eu penso, bom é só o que eu faço, o resto é tudo bandido, fascista, maldoso, ignorante, explorador de pobres e desvalidos, pisa em cima da cultura, despreza a saúde etc, etc, etc. (Poderia ser uma linha inteira de etcs.)

    Basta refletir um pouco, abrir olhos e orelhas, ver que estamos numa situação-limite. Este pobre país nunca esteve tão por baixo, com tantos miseráveis, doentes não atendidos, podridão em vez de saneamento (sem falar na podridão moral), desrespeito, precariedade em vez de infraestrutura, cultura muito esquisita, e a maioria sem saber o que pensar. Ou começando a pensar, o que é bom. Pois andam acontecendo mudanças no país, e há quem comece a respirar: será mesmo, será?

    Então resolvi hoje falar dessa camiseta, desse elefantinho, dessa gentileza que deveria ser o habitual, e acho que não é. Na maioria das vezes, em família, amigos, trabalho, não acontece muito e, quando ocorre, até nos admiramos: olha só, que cara educado, bondoso, camarada. A gente se sente bem com ele, e não é artificial, nem imposto. O beijo de bom-dia em casa, alguma indagação sobre como foi a noite, ou a festa, ou como poderá ser a prova na escola, o novo amigo, ou o ombro que ontem doía tanto. Pequenas, miúdas coisas que fazem a vida, uma vida boa, uma vida humana como deveria ser: pausas para respirar, para se olhar, para escutar... para reencontrar com prazer.

    Claro que a vida não é esse mar de rosas e risos. Mas pode ser, muito mais vezes do que tem sido. Podemos tentar viver e conviver, e votar, e torcer, e trabalhar, estudar, viajar, comer, dormir, sem o incrível estresse da raiva, do xingamento, do insulto, e dos maus desejos e da desinformação fatal.

    Viva o elefantinho que nos propõe: neste vasto mundo em que você pode fazer tantas coisas, seja bondoso, seja gentil. Be kind.

Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2018/10/seja-gentil-cjn6v2p4a04so01pi6ynu3w4v.html Acesso em 11 nov. 2018 

Em: “De volta ao Brasil para votar, depois de muito necessárias férias, que há séculos não tirávamos, entrei num turbilhão que, de longe, mesmo com internet, não me parecia tão nocivo.”, muito é
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Q1279634 Português

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as conjunções às suas funções oracionais.

Coluna 1

1. por isso (l.03-04).

2. Mas (l. 04).

3. Como (l. 10).


Coluna 2

( ) Causal.

( ) Adversativa.

( ) Conclusiva.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Q1276090 Português

Analise a charge para responder a questão: 

Disponível em: https://brainly.com.br/tarefa/13173117. Acesso: 08 de dezembro de 2018.

No segundo quadrinho, é CORRETO afirmar que a primeira partícula “que” está exercendo função morfológica de:
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Q1276087 Português
Todos os sintagmas destacados nas frases abaixo são adverbiais, EXCETO:
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Q1276084 Português

Imagem associada para resolução da questão

É correto afirmar sobre as palavras nas setas da charge acima, exceto:

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Q1276075 Português
Embora triste com o episódio da palavra “teratologia”, Barroso disse que o humor ajuda.
O mesmo processo de formação da palavra sublinhada nessa frase é observado em:
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Q1276012 Português
Por que o criador do botão “curtir” do Facebook apagou as redes sociais do celular

    “A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.” Quem afirma isso não é um dos críticos tradicionais das redes sociais ou um psicólogo preocupado com o vício em internet, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão curtir nos primórdios do Facebook, ___ mais de dez anos.
    Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook, Instagram e Twitter ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu iPhone, em busca de mais “presença” no mundo off-line. “Percebi que frequentemente estava usando meu telefone como uma muleta, para filmar momentos em tempo real, ou que meu telefone vibrava e me tirava do momento enquanto eu tentava ter uma conexão emocional profunda com alguém”, conta. “(Temos que) permitir que pessoas não se comuniquem apenas on-line e compartilhem fotos de si mesmas, mas efetivamente se encontrem e tenham conexões profundas e verdadeiras pessoalmente”.
    A principal consequência inesperada, segundo o executivo, é o fato de as redes sociais hoje prenderem nossa atenção independentemente da nossa intenção - ou de nossa vontade. “Muitas vezes, nos vemos subindo e descendo telas no telefone, e 30 minutos depois sentimos que não foi um tempo bem gasto, sentimos que perdemos um pedaço do dia”, diz. “Eu acho que é muito importante dar atenção ___ isso e fazer essas escolhas sobre como eu quero passar meu dia.”
    Rosenstein afirma que há outros aplicativos em seu telefone, como Google Maps, ou aplicativos de meditação ou notas, que são ótimos para transformar seu telefone em algo mágico no seu bolso. “Se eu quiser fazer um carro vir até mim, posso fazer isso. Se quiser saber o caminho para um lugar, também posso. Esses aplicativos são muito úteis. Para os outros... bem, eu ainda uso redes sociais, mas ao esperar até voltar para o computador, sou capaz de moderar meu comportamento com mais facilidade e gastar 20 minutos por dia fazendo isso, em vez de algo que estou constantemente checando, mesmo inconscientemente”.

http://www.bbc.com/... - adaptado.
O trecho sublinhado em “A principal consequência inesperada, segundo o executivo, é o fato de as redes sociais hoje prenderem nossa atenção independentemente da nossa intenção” apresenta uma conjunção subordinativa:
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Q1276011 Português
Por que o criador do botão “curtir” do Facebook apagou as redes sociais do celular

    “A tecnologia só deve prender nossa atenção nos momentos em que nós queremos, conscientemente, prestar atenção nela. Em todos os outros casos, deve ficar fora do nosso caminho.” Quem afirma isso não é um dos críticos tradicionais das redes sociais ou um psicólogo preocupado com o vício em internet, mas justamente o executivo responsável pela criação do botão curtir nos primórdios do Facebook, ___ mais de dez anos.
    Depois de perceber que as notificações de aplicativos como o próprio Facebook, Instagram e Twitter ocupavam boa parte do seu dia, eram distrativas e o afastavam das relações na vida real, o matemático Justin Rosenstein decidiu apagar todas as redes sociais, aplicativos de e-mails e notícias de seu iPhone, em busca de mais “presença” no mundo off-line. “Percebi que frequentemente estava usando meu telefone como uma muleta, para filmar momentos em tempo real, ou que meu telefone vibrava e me tirava do momento enquanto eu tentava ter uma conexão emocional profunda com alguém”, conta. “(Temos que) permitir que pessoas não se comuniquem apenas on-line e compartilhem fotos de si mesmas, mas efetivamente se encontrem e tenham conexões profundas e verdadeiras pessoalmente”.
    A principal consequência inesperada, segundo o executivo, é o fato de as redes sociais hoje prenderem nossa atenção independentemente da nossa intenção - ou de nossa vontade. “Muitas vezes, nos vemos subindo e descendo telas no telefone, e 30 minutos depois sentimos que não foi um tempo bem gasto, sentimos que perdemos um pedaço do dia”, diz. “Eu acho que é muito importante dar atenção ___ isso e fazer essas escolhas sobre como eu quero passar meu dia.”
    Rosenstein afirma que há outros aplicativos em seu telefone, como Google Maps, ou aplicativos de meditação ou notas, que são ótimos para transformar seu telefone em algo mágico no seu bolso. “Se eu quiser fazer um carro vir até mim, posso fazer isso. Se quiser saber o caminho para um lugar, também posso. Esses aplicativos são muito úteis. Para os outros... bem, eu ainda uso redes sociais, mas ao esperar até voltar para o computador, sou capaz de moderar meu comportamento com mais facilidade e gastar 20 minutos por dia fazendo isso, em vez de algo que estou constantemente checando, mesmo inconscientemente”.

http://www.bbc.com/... - adaptado.
Considerando-se seu sentido no texto, as palavras “efetivamente” (segundo parágrafo) e “inconscientemente” (quarto parágrafo) poderiam ser respectivamente substituídas, sem alteração de sentido ou incorreção gramatical, por:
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Q1275978 Português

A “prisão de luxo” da Noruega


      “Nós não temos grades. Temos janelas”. É assim que Linn Andreassen, que atua como guarda na prisão de Halden, na Noruega, descreve o lugar – conhecido como “a cadeia mais humanizada do mundo”. “Você se sente uma pessoa, não um bicho. Acho isso muito importante”, diz ela. Halden é considerada “de luxo” por muitos e é a menina dos olhos do programa norueguês de encarceramento, que se diz focado na “reabilitação” dos presos, e não em sua “punição”. Ela está inserida em um sistema prisional que passa longe da realidade da superlotação vista em outros países, e que tem, entre outras características, estímulos ao trabalho e à educação dos detentos e instalações carcerárias adequadas.

      Neste sentido, os presos do país levam uma vida o mais perto possível do normal: cozinham, estudam e trabalham, por exemplo. “Para alguns deles, é a primeira oportunidade de acesso à educação”, diz Andreassen. “Não é só uma reabilitação, mas também uma habilitação”, acrescenta. “Nossas medidas e propostas aqui são baseadas em uma nova vida lá fora, fazendo alguma coisa. Neste sentido, eu acho que Halden é bem-sucedida”.

      O sistema prisional do país tem sido alvo de críticas, ________ muitos o consideram demasiadamente brando. Mas é difícil argumentar que não funcione. Quando os presos deixam a cadeia, a maioria se mantém fora das grades. A taxa de reincidência criminal na Noruega era, em 2016, de 20%, a mais baixa do mundo. Em outros países, como o Reino Unido, chegava a 46%, e nos EUA 76% das pessoas que deixavam a prisão voltavam nos cinco anos seguintes. A baixa taxa de reincidência é vista como resultado, por exemplo, de o sistema de Justiça enxergar que retirar a liberdade de seus cidadãos já é castigo suficiente.

      Nesse contexto, os presos possuem acesso à educação de alta qualidade – assim como a oportunidades para trabalhar, receber apoio de saúde mental e permanecer auto-suficientes ao cozinhar suas próprias refeições. Esse apoio é ainda reforçado pelos guardas da prisão, que estão entre os mais bem treinados do mundo e são encorajados a passar tempo com os detentos. Outra medida adotada no país foi a contratação de arquitetos para redesenhar as prisões a partir do zero – concentrando-se em diminuir qualquer tensão ou conflito entre os presos.

      Após a libertação, eles recebem, ainda, ajuda para se reintegrar na sociedade – uma vez que lhes é dado suporte para encontrar habitação e emprego. “É claro que alguém que fez outras pessoas sofrerem deveria sofrer consequências. Mas nós temos que focar na pessoa e no ________ de isso ter ocorrido. Como podemos fazer dar certo lá fora, para que não aconteça de novo?”, diz Andreassen. “Eles serão os meus vizinhos, serão os seus vizinhos. E nós queremos que eles ajam da melhor forma possível”.

http://www.bbc.com/... - adaptado. 

Considerando-se os substantivos compostos, assinalar a alternativa que apresenta plural INCORRETO:
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Q1275966 Português

Analise as seguintes afirmativas sobre formação de palavras do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) desigualdade é um vocábulo formado por derivação parassintética.

( ) repercutem e discriminadas contêm prefixos.

( ) negro, no quarto parágrafo (principalmente), é um vocábulo formado por derivação imprópria.

( ) zombaria contém sufixo que indica “lugar onde há...”, assim como lavanderia ou tabacaria.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Q1275821 Português
Em qual das orações abaixo à classificação de “que” e de “se”, dada entre parênteses e em itálico, está CORRETA?
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Q1275562 Português

Pouco ou nada a fazer


      A palavra “empatia” têm história recente. Surgiu há pouco mais de um século, mas foi somente depois de 1940 que passou a ter conotação parecida com “simpatia” ou “compaixão”. O conceito, segundo Steven Pinker, no livro Os Anjos Bons da Nossa Natureza, assim se resume: “A benevolência para com os outros depende _____ fazermos de conta que somos eles, sentindo o que sentem, pondo-nos no lugar deles, assumindo seu ponto _____ vista ou enxergando o mundo com os seus olhos”. Pela segunda vez, com um intervalo de apenas um ano, imagens de crianças sírias desfalecidas espumando pela boca assustaram o mundo – e, naturalmente, levaram a compaixão, simpatia e empatia _____ o drama escancarado.

      Mais de setenta pessoas morreram e outras 500 apresentaram sintomas de intoxicação após um ataque químico na cidade de Douma, próximo a Damasco. A indignação se dirigiu contra o ditador sírio Bashar Assad, cujas forças cercavam o local. O presidente americano Donald Trump, que está reinventando o conceito de diplomacia em tempo real, tuitou ameaçando retaliar. Mas nem mesmo o homem mais poderoso do mundo pôde evitar uma repetição da tragédia. “Nós só podemos olhar as cenas e lamentar, porque não há muito que se possa fazer para influenciar a situação”, diz o cientista político Peter Feaver, que foi assessor de segurança estratégica da Casa Branca entre 2005 e 2007. No ano passado, fotos de menores agonizando na cidade de Khan Sheikoun levaram Trump a disparar 59 mísseis Tomahawk contra as pistas de onde os aviões sírios partiram para realizar o ataque químico. Mas a estrutura foi reconstruída, e Assad continuou recorrendo a esse tipo de arsenal.

https://veja.abril.com.br/... - adaptado

A palavra “reconstruída” (segundo parágrafo) foi formada por:
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Q1275561 Português

Pouco ou nada a fazer


      A palavra “empatia” têm história recente. Surgiu há pouco mais de um século, mas foi somente depois de 1940 que passou a ter conotação parecida com “simpatia” ou “compaixão”. O conceito, segundo Steven Pinker, no livro Os Anjos Bons da Nossa Natureza, assim se resume: “A benevolência para com os outros depende _____ fazermos de conta que somos eles, sentindo o que sentem, pondo-nos no lugar deles, assumindo seu ponto _____ vista ou enxergando o mundo com os seus olhos”. Pela segunda vez, com um intervalo de apenas um ano, imagens de crianças sírias desfalecidas espumando pela boca assustaram o mundo – e, naturalmente, levaram a compaixão, simpatia e empatia _____ o drama escancarado.

      Mais de setenta pessoas morreram e outras 500 apresentaram sintomas de intoxicação após um ataque químico na cidade de Douma, próximo a Damasco. A indignação se dirigiu contra o ditador sírio Bashar Assad, cujas forças cercavam o local. O presidente americano Donald Trump, que está reinventando o conceito de diplomacia em tempo real, tuitou ameaçando retaliar. Mas nem mesmo o homem mais poderoso do mundo pôde evitar uma repetição da tragédia. “Nós só podemos olhar as cenas e lamentar, porque não há muito que se possa fazer para influenciar a situação”, diz o cientista político Peter Feaver, que foi assessor de segurança estratégica da Casa Branca entre 2005 e 2007. No ano passado, fotos de menores agonizando na cidade de Khan Sheikoun levaram Trump a disparar 59 mísseis Tomahawk contra as pistas de onde os aviões sírios partiram para realizar o ataque químico. Mas a estrutura foi reconstruída, e Assad continuou recorrendo a esse tipo de arsenal.

https://veja.abril.com.br/... - adaptado

Assinalar a alternativa na qual a palavra destacada é uma preposição:
Alternativas
Q1275559 Português

Pouco ou nada a fazer


      A palavra “empatia” têm história recente. Surgiu há pouco mais de um século, mas foi somente depois de 1940 que passou a ter conotação parecida com “simpatia” ou “compaixão”. O conceito, segundo Steven Pinker, no livro Os Anjos Bons da Nossa Natureza, assim se resume: “A benevolência para com os outros depende _____ fazermos de conta que somos eles, sentindo o que sentem, pondo-nos no lugar deles, assumindo seu ponto _____ vista ou enxergando o mundo com os seus olhos”. Pela segunda vez, com um intervalo de apenas um ano, imagens de crianças sírias desfalecidas espumando pela boca assustaram o mundo – e, naturalmente, levaram a compaixão, simpatia e empatia _____ o drama escancarado.

      Mais de setenta pessoas morreram e outras 500 apresentaram sintomas de intoxicação após um ataque químico na cidade de Douma, próximo a Damasco. A indignação se dirigiu contra o ditador sírio Bashar Assad, cujas forças cercavam o local. O presidente americano Donald Trump, que está reinventando o conceito de diplomacia em tempo real, tuitou ameaçando retaliar. Mas nem mesmo o homem mais poderoso do mundo pôde evitar uma repetição da tragédia. “Nós só podemos olhar as cenas e lamentar, porque não há muito que se possa fazer para influenciar a situação”, diz o cientista político Peter Feaver, que foi assessor de segurança estratégica da Casa Branca entre 2005 e 2007. No ano passado, fotos de menores agonizando na cidade de Khan Sheikoun levaram Trump a disparar 59 mísseis Tomahawk contra as pistas de onde os aviões sírios partiram para realizar o ataque químico. Mas a estrutura foi reconstruída, e Assad continuou recorrendo a esse tipo de arsenal.

https://veja.abril.com.br/... - adaptado

Quanto a conjunções, o trecho “Surgiu há pouco mais de um século, mas foi somente depois de 1940 que passou a ter conotação parecida com ‘simpatia’ ou ‘compaixão’.” (primeiro parágrafo) apresenta conjunção:
Alternativas
Respostas
18941: E
18942: D
18943: D
18944: A
18945: A
18946: D
18947: A
18948: D
18949: B
18950: D
18951: B
18952: B
18953: A
18954: C
18955: B
18956: A
18957: C
18958: D
18959: C
18960: A