Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Lei de Abuso de Autoridade não ameaça qualquer prática jurisdicional
Em corpos diferenciados do funcionalismo público emerge, naturalmente, um corporativismo construído pelo elitismo do seu “espírito de corpo”. Trata-se, de fato, de um anel protetor do bom e do mau uso que seus membros podem fazer de suas prerrogativas. Um exemplo disso é a que o País assiste agora, perplexo: a reação à lei que combate os possíveis abusos de autoridade nos Três Poderes da República.
(...)
Eventuais dúvidas sobre julgamentos são analisadas com recurso a instâncias jurídicas superiores (colegiadas), porque só outros juízes podem avaliar a razoabilidade de outro juiz. O preparo da ação e o julgamento são influenciados por muitos fatores (inclusive a “visão de mundo” de cada um deles). O importante, entretanto, é que, se o paciente não se conformar com o resultado, há a possibilidade de recorrer a instâncias superiores que, eventualmente, terão a oportunidade de corrigi-lo. Esses parcos conhecimentos me levaram nos últimos 70 anos a aceitar tal mecanismo como satisfatório para minimizar os riscos do sistema.
É por isso que estou surpreso com a reação corporativista contra a Lei de Abuso de Autoridade, que, obviamente, não ameaça qualquer prática jurisdicional que obedeça ao espírito e à letra da Lei. Sobre o poder do Congresso de produzi-la e aprová-la, e o poder do presidente de sancioná-la ou vetá-la parcialmente, não há dúvidas. Entretanto, a palavra final sobre ela (pela rejeição de eventuais vetos) pertence ao Congresso. Mas há um problema lógico muito interessante, apontado pelo competente Elio Gaspari. No caso de eventual denúncia de abuso de autoridade, quem vai julgá-lo? O próprio Judiciário! Logo, se um funcionário da Receita, do Coaf, um promotor ou um juiz se julga ameaçado, porque será “controlado” pelo próprio Judiciário, é porque ele não acredita em nada do que foi dito acima! (...)
(Delfim Netto, revista Carta Capital, adaptado, 28 de agosto de 2019)
Essas mudanças no trabalho, mesmo com foco em inteligência emocional, vão causar desemprego?
Quais habilidades serão essenciais para o trabalhador do futuro não perder seu emprego?
Quais empregos vão surgir?
1. Advérbio de lugar. 2. Adjetivo derivado. 3. Adjetivo primitivo. 4. Pronome indefinido.
( ) Acima. ( ) Pacífica. ( ) Ninguém. ( ) Fria.
A sequência está correta em
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Depressão e Ansiedade: a síndrome que atinge 20 milhões de brasileiros
Por Elisa Martins


I. Trata-se de um substantivo sobrecomum, pois, apesar apresenta um só gênero, se refere a ambos. II. Caso suprimíssemos o acento agudo da palavra, ela formaria uma palavra inexistente em Língua Portuguesa. III. A palavra é acentuada devido à mesma regra de acentuação que determina a acentuação da palavra “saída”.
Quais estão corretas?



I. Trata-se de substantivo comum de dois gêneros por ter uma forma para ambos os gêneros. II. É uma palavra polissílaba e paroxítona. III. A palavra foi formada por derivação sufixal a partir do substantivo “pesquisa”.
Quais estão corretas?
I - É difícil saber qual é a gravidade mínima para fazê-la funcionar. II - Ninguém nunca foi lá para testar, é óbvio.
É INCORRETO o expresso em: