Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Analisando a locução verbal presente na frase, os verbos encontram-se, respectivamente, nos:
Feita a leitura do texto, responda à questão
Rica e pobre campanha
Na campanha eleitoral deste ano há uma coisa da qual os partidos e os candidatos não poderão se queixar, porque, além de ser farta a coleção de temas que estão a exigir discussões sérias e profundas, quem for aos palanques vai contar com a generosidade do Fundo Eleitoral, que ampliou suas reservas de R$ 2 bi para R$ 6 bi, violência praticada pelos deputados contra a seriedade, depois de obterem sanção presidencial com a lógica da extorsão. Aporte-se a esse tesouro o Fundo Partidário, mesmo que bem mais modesto, com R$ 1 bi, mas longe de estar na indigência. Obra do Congresso ao avançar no dinheiro que sai suado do bolso do povo. Acho que já reproduzi aqui o que, certa vez, disse o senador americano John Randolph: o mais delicioso dos privilégios é mesmo gastar o dinheiro dos outros… Sem dúvida.
Não será, portanto, por falta de dinheiro que a campanha teria de se empobrecer quanto ao conteúdo, nem abrir mão de um alto nível, para se empenhar apenas no destino dos candidatos; mas, acima de tudo, que se transformasse numa eficiente jornada cívica, ajudando a instruir a natureza e a responsabilidade do voto.
Feitas algumas comparações com o resto do mundo, algumas já conhecidas, observa-se que o Brasil pode ser incluído entre os que mais produzem maldades nas campanhas eleitorais, porque, na leva das verbas vultosas dos fundos, elegem-se poucos bem intencionados e muitos com ideias e planos perversos, valendo-se do dinheiro da população para trabalhar exatamente contra os interesses dela.
Um ponto de observação, a partir dessa terrível realidade, recomenda que o eleitor deve se tornar mais exigente com o voto. Adotar extremo cuidado com os lobos que se vestem com pele de cordeiro, os que balem falsamente, dificultando a fácil identificação dos maus. Porque se os indesejados não trazem estrela na testa e não há como adivinhá-los, tudo concorre para que o voto se acautele cada vez mais, e não afunde no pântano da política armada pelos maus caracteres, que são muitos e nenhum pudor.
Se a realidade política dos nossos dias revela o mundo de armadilhas e tramas contra os interesses nacionais, maior é a insegurança de grande parcela da população; e exatamente por isso não se pode abrir mão da guarda. Portanto, desconfiar das promessas vãs, seguidas de falsos sorrisos e agrados fáceis. Que assim seja neste 2022, para que o brasileiro não continue sendo criticado como gente que não sabe votar. Há anos, disse Pelé, num intervalo de suas habilidades com a bola, que o brasileiro precisava aprender a votar, referindo-se à pobreza da representação nas casas dos poderes. Hoje, o professor Daniel Ibrahim Marun, que vai publicar ensaio sobre eleições em países que visitou, como México, Canadá e Espanha, chega a conclusão muito próxima do atleta, garantindo que todos os males brotam e prosperam do descuido dos eleitores, principalmente quando votam com excesso de paixão ou ódio exagerado. Estejam eles na terra de Pelé ou em qualquer lugar do mundo (Wilson Cid – Jornal do Brasil, 01/02/ 2022).
Observe o uso da partícula “OS” nos fragmentos textuais abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a CORRETA classificação morfológica do item nas três ocorrências, respectivamente:
“[...] Adotar extremo cuidado com os lobos que se vestem com pele de cordeiro, OS que balem falsamente, dificultando a fácil identificação dos maus. Porque se OS indesejados não trazem estrela na testa e não há como adivinhá-lOS, tudo concorre para que o voto se acautele cada vez mais [...]”
Leia o texto abaixo e, em seguida, responda à questão).
O outro
Atentos ao visual, candidatos usam roupas para disfarçar características durante programa eleitoral, como altura, peso e calvície. (Eleições, 21 ago. 2000)
Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores - além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria. O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior é que combinava um visual péssimo - baixinho, gordinho, careca- com uma congênita inabilidade para falar em público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa grana nisso, desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.
O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar. Em poucas semanas, o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase. Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o caracterizava.
E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu. Mas como? Então era aquele o tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o comprovou, mostrando a identidade. Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu com amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele, sim, podia fazer uma grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.
Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições, resolvera passar dois anos em alguma praia do Caribe.
Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgando multidões. Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre.
(Moacyr Scliar - Folha de São Paulo, 28 de agosto de 2000).
Analise o emprego dos elementos em destaque nos diferentes contextos estruturais e avalie as classificações fornecidas para cada item.
I. “Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores - além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria”. (Adjetivo com função de modalizador).
II. “O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar”. (Locução prepositiva com função de modalizador).
III. “Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda.”. (Advérbio de intensidade usado com valor de negação).
IV. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. (Advérbio de afirmação usado com valor de ênfase).
V. “E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre. (Locução conjuntiva usado com valor enfático).
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o texto abaixo e, em seguida, responda à questão).
O outro
Atentos ao visual, candidatos usam roupas para disfarçar características durante programa eleitoral, como altura, peso e calvície. (Eleições, 21 ago. 2000)
Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito. Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores - além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria. O problema era arrumar votos. Não tinha amigos, não era conhecido, nem sequer recebera um apelido pitoresco que pudesse usar na propaganda. Mas o pior não era isso. O pior é que combinava um visual péssimo - baixinho, gordinho, careca- com uma congênita inabilidade para falar em público. Em desespero, resolveu procurar um marqueteiro. Estava disposto a gastar uma boa grana nisso, desde que pudesse adquirir uma nova imagem, uma imagem capaz de garantir a eleição.
O marqueteiro, famoso, exigiu honorários salgados, mas garantiu resultados. Que, de fato, não se fizeram esperar. Em poucas semanas, o candidato era outro. Mais magro, mais alto (saltos especiais) com uma bela peruca, parecia agora um galã de novela. Além disso, transformara-se num fantástico orador, um orador capaz de galvanizar o público com uma única frase. Se foi eleito? Foi eleito com uma avalanche de votos. O que representou um duplo alívio: de um lado, conquistava o cargo tão sonhado. De outro, podia deixar de lado a peruca, os sapatos com saltos especiais e a dieta. E também podia falar normalmente, no tom meio fanhoso que o caracterizava.
E aí começaram as surpresas desagradáveis. Quando foi tomar posse, ninguém o reconheceu. Mas como? Então era aquele o tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o comprovou, mostrando a identidade. Não foi a única contrariedade. Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas. Bom mesmo, concluiu com amargura, era o Outro, aquele que o marqueteiro tinha inventado. Aquele, sim, podia fazer uma grande carreira, chegando quem sabe à Presidência.
Mas onde estava o Outro? Só uma pessoa poderia ajudá-lo nessa busca, o marqueteiro. Só que o marqueteiro tinha sumido. Com o dinheiro ganho nas eleições, resolvera passar dois anos em alguma praia do Caribe.
Todas as noites o vereador sonha com o Outro. Vê-o na Câmara, discursando, empolgando multidões. Mas não sabe o que fazer para encontrá-lo. Sabe, sim, o que dirá se isso um dia acontecer. E o que dirá, numa voz fanhosa e emocionada, será: o senhor pode contar com meu voto - para sempre.
(Moacyr Scliar - Folha de São Paulo, 28 de agosto de 2000).
Avalie as proposições e as marque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Em: “Ele queria muito ser eleito. Não: ele precisava muito ser eleito.”, o advérbio NÃO admite a substituição, sem prejuízo semântico, pela expressão “ou melhor”, com valor de retificação.
( ) Em: “Estava atrás de um emprego que lhe desse um bom salário, mordomias e verbas para gastar na contratação de assessores - além, claro, das múltiplas oportunidades que, como vereador, teria.”, o item COMO na expressão “como vereador”, corresponde a “na condição de”.
( ) Em: “Logo descobriu que, como vereador, era péssimo: não sabia falar, não convencia ninguém, sequer era procurado por lobistas.”, o item LOGO se caracteriza como uma conjunção com valor de conclusão.
( ) Em: “Então era aquele o tipo charmoso, magnético, da tevê e dos cartazes? Era ele sim, como o comprovou, mostrando a identidade.”, a estrutura Era ele sim, como o comprovou pode ser parafraseada, sem prejuízo semântico, por: “Era ele sim, como comprovou ser”.
( ) Em: “Bom mesmo, concluiu com amargura, era aquele que o marqueteiro tinha inventado”, a forma verbal composta “tinha inventado” tem como estrutura correspondente a forma verbal simples INVENTOU, no pretérito perfeito.










No período acima, é correto afirmar que há





( ) “[...] novas tecnologias como a do hidrogênio verde prometem acelerar ainda mais a expansão dos combustíveis livres de carbono.” (Auxiliar modal - noção de desejo/compromisso).
( ) “Um bom exemplo de como esse apelo tem funcionado foi demonstrado na mais recente edição do Internationale AutomobilAusstellung (IAA) [...]” (Auxiliar aspectual - noção de tempo frequentativo).
( ) “Toda a mostra foi dedicada aos carros elétricos, em um reflexo de como a indústria automobilística tem se esforçado para se adequar aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”. (Auxiliar modal - noção de compromisso/esforço).
( ) “[...] a Volkswagen pretende fazer com que os elétricos representem 70% de suas vendas na Europa e 50% nos Estados Unidos e na China nos próximos anos”. (Auxiliar modal - noção de obrigação).
A sequência CORRETA é:
1. SUBSTANTIVO
2. ADJETIVO
3. ADVÉRBIO
ξ “[...] luxo mesmo, indispensável ( ), é fabricar modelos com materiais sustentáveis [...]”.
ξ “ O setor tem se mostrado bastante ( ) criatativo na incorporação de compostos verdes [...]”.
ξ “[...] o tecido é incrivelmente ( ) resistente.”
ξ “Os elegantes ( ) modelos da inglesa Jaguar serão lançados com tapetes e detalhes produzidos a partir de lixo encontrado nos oceanos [...]”.
ξ “A virada verde das grifes de luxo da indústria automobilística é uma entre várias tentativas recentes ( ) do setor de mudar sua imagem.
A sequência numérica CORRETA é:
O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.
TEXTO 1
“SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS
[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.
Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.
Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”
Fonte: https://revistacontinente.com.br/
O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.
TEXTO 1
“SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS
[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.
Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.
Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”
Fonte: https://revistacontinente.com.br/
Assinale a opção em que os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.
O número de pronomes presentes na frase é de:
Assinale a opção que contenha o número correto de preposições na frase.