Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
Foram encontradas 26.608 questões
Assinale a alternativa que não contém um substantivo no grau aumentativo:
plural de ANCIÃO é:
O livro de Machado de Assis é uma obra fantástica. O termo destacado pode ser classificado como:
Exemplos de classes nominais invariáveis são os(as):
Leia o excerto de Fiquei afásica, artigo de divulgação científica, publicado na Roseta (em 2022), revista de popularização da ciência, e responda às questões de 10 a 15.
Texto 4:
Fiquei afásica
O cérebro de uma pessoa afásica trabalha de forma diferente de uma pessoa não afásica, o que afeta, na maioria das vezes, o uso linguístico.
Lou-Ann Kleppa
Perdi as palavras de um dia
pro outro
Não uso mais “enfim”, “sabe?”
Entendo o que me dizem, mas
se tento falar
Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ
Fiquei afásica
Perdi o controle da escolha
Só me resta o gesto
Não uso mais “obrigado”, “até”
O som que sai não é sequer uma palavra
dessa língua
Só sai TISSA TISSA TISSA TÁ
Fiquei afásica
Depois do AVC
minha vida para/pa-ra-li-sou
Sou paciente, passiva, sujeito sem ação
Quero voltar pra mim
inventar nova comunicação
Por enquanto só sai TISSA TISSA TISSA TÁ
Fiquei afásica
Você já tentou passar um dia inteiro sem dizer qualquer palavra? A não ser que você esteja socialmente isolado ou tenha feito voto de silêncio, se você conseguir desenvolver suas atividades rotineiras sem dizer uma palavra ao longo de 24h, então isso foi uma opção e provavelmente não uma imposição. Agora imagine uma pessoa que, da noite pro dia, não seja mais capaz de usar as palavras da sua língua materna.
Para preservar a identidade da pessoa afásica, chamaremos de Liliane uma moça que, aos 33 anos de idade, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC, popularmente conhecido como derrame). Este episódio neurológico fez com que um pedacinho do hemisfério esquerdo do cérebro de Liliane parasse de receber fluxo de sangue. E isto deixou duas sequelas marcantes nela: os membros do lado direito do corpo perderam força e mobilidade e a linguagem dela foi afetada.
A perna direita arrastava na caminhada e a mão direita não segurava mais objetos (escrever com caneta ou lápis deixou de ser possível), mas isso não a impedia de digitar no celular. Perceba que Liliane conseguiu se adaptar a uma limitação do seu corpo digitando no celular com a mão esquerda.
A princípio, sua linguagem falada se reduzia a um automatismo: espontaneamente (quando não lia ou repetia palavras), ela só produzia TISSA (TÁ). Chegaram até a chamá-la de Ticiane, tão característico tinha virado o TISSA dela. “Oi, tudo bem?” “TISSA.” “Aceita mais uma fatia de bolo?” “TISSA”, Liliane procurou tratamento fonoaudiológico e entendeu que sua dificuldade não era mecânica: era a linguagem dela que estava afetada.
Gestos como descascar frutas, cortar alimentos ou desenhar algo podem estar preservados. O problema não é articulatório (localizado na boca ou na mão), mas afeta as funções da linguagem no cérebro.
Liliane procurou um grupo de extensão universitária e foi acolhida num grupo interdisciplinar em que atuavam fonoterapeutas, terapeutas ocupacionais e linguistas. Lá ela conheceu pessoas com os mais diversos tipos de afasias e seus acompanhantes. Alino grupo, ela entendeu que a afasia é uma decorrência de lesão cerebral. [...]
Há casos de pessoas com afasia que acompanham um grupo como esses por 10 anos, por exemplo. Voltar não só para a linguagem, mas para as atividades linguageiras e se sentir aceito na sociedade novamente demanda tempo e paciência. [...]
Ao saber que neologismos são palavras formadas, sobremodo, a partir das necessidades culturais, analise a formação das palavras no poema exposto no Texto 4. Assinale a alternativa com a análise CORRETA.
Responda às questões 8 e 9, a partir do texto que se apresenta na sequência:
Texto 3:
Estudante cria talher para pacientes com Mal de Parkinson
O projeto foi desenvolvido pelo Centro Universitário de Brasília (CEUB) e impede que o alimento caia durante o tremor nas mãos dos pacientes.
23 de janeiro de 2023
“Mesmo com os tremores, 2 o alimento se mantém no talher”
Davi Mogrovejo, aluno do curso de engenharia elétrica do Centro Universitário de Brasília (CEUB), desenvolveu um talher eletrônico com o objetivo de ajudar pessoas com Mal de Parkinson. O equipamento impede que o alimento caia em função dos tremores nas mãos dos pacientes.
Mesmo com os tremores, o alimento se mantém no talher. Foram utilizados sensores e o equipamento foi testado em vários pacientes. Muito além da tecnologia, em si, o objetivo é que o aparelho seja acessível. Atualmente, no mercado, aparelhos com o mesmo objetivo são vendidos por cerca de R$ 3 mil. Existem várias outras pesquisas e protótipos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas diagnosticadas com a doença.
Leia mais em: https://forbes.com.br/forbessaude/2023/01/estudantes-criam-talher-para-pacientes-com-mal-de-parkinson/
Coma análise de “Mesmo com os tremores, o alimento se mantém no talher. ”, assinale a opção CORRETA para “mesmo."
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que ocorre um advérbio modificando diretamente outro advérbio.
Analise as sentenças a seguir quanto aos adjetivos empregados. Assinale aquela em que o grau da qualidade expressa pelo adjetivo está no superlativo relativo.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.
A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo
Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.
A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.
“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.
Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”
Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.
Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia /2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-cores-muda-conforme-envelhecemos-diz-estudo.ghtml>
As palavras a seguir foram retiradas do texto. Analise-as e assinale a alternativa em que um dos processos de formação da palavra dada é a derivação parassintética.
Leia a charge a seguir para responder às questões de 10 a 12.
Quino. Mafalda.
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica um numeral do tipo ordinal.
Leia a charge a seguir para responder às questões de 10 a 12.
Quino. Mafalda.
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que se verifica um substantivo composto.
Leia a charge para responder às questões de 1 a 9.
Quino. Mafalda.
A palavra “não”, que ocorre nos dois primeiros quadrinhos, é classificada gramaticalmente como um advérbio de:
Leia a charge para responder às questões de 1 a 9.
Quino. Mafalda.
As palavras “de” e “com”, que ocorrem no terceiro quadrinho, têm o papel gramatical de:
Leia a charge para responder às questões de 1 a 9.
Quino. Mafalda.
As palavras “massas” e “farinhas” são substantivos da língua portuguesa, que permitem algum tipo de flexão. A terminação dessas palavras, na forma como ocorrem no contexto apresentado, indica:
Leia a charge para responder às questões de 1 a 9.
Quino. Mafalda.
No contexto utilizado, a palavra “porcaria” desempenha o papel gramatical de um:
A partir da leitura do texto abaixo, analise o que é solicitado e responda as questões de 1 a 6.
Brasil registra mais de 1 milhão de casos de dengue em 2024; mortes chegam a 214
Com a alta de casos, sete estados (AC, GO, MG, ES, RJ, SC e SP) e o Distrito Federal declararam emergência em saúde pública por causa da dengue.
Por Mariana Garcia, g1
29/02/2024 15h53
Segundo dados do Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde desta quinta-feira (29), o país registrou 1.017.278 casos nas primeiras oito semanas deste ano. No mesmo período do ano passado, o Brasil tinha 207.475 casos. Até o momento, 214 mortes foram confirmadas desde janeiro e 687 seguem em investigação. Em 2023, foram 149 óbitos entre as semanas 01 e 08.
Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), comenta que o início precoce de alta de casos, que ainda estão em ascensão, chamou atenção no comportamento da dengue neste ano.
”Nesse 1 milhão de casos nós temos uma imprevisibilidade da dengue. Tem anos que a temporada começa mais cedo e acalma mais cedo. Tem anos que a temporada vai num platô. Tem anos que você tem um pico muito grande, mas curta duração”, analisa Kfouri.
Em entrevista recente ao g1, Kleber Luz, infectologista e consultor da Organização Mundial da Saúde (OMS) e Opas para a elaboração de diretrizes estratégicas para prevenção e controle das arboviroses, também analisou o comportamento da curva de casos em 2024. "A curva está tendo uma inclinação muito positiva desde o início do ano, e isso é ruim. O gráfico deveria subir mais lentamente, e não é isso que estamos vendo. A expectativa é que a gente bata todos os recordes de dengue em 2024, já que a largada começou com alta velocidade", disse.
'Dia D'
Com a alta de casos, sete estados do país (AC, GO, MG, ES, RJ, SC e SP) e o Distrito Federal declararam emergência em saúde pública por causa da dengue. Para conter o avanço da doença, o Ministério da Saúde disse que irá implementar um "Dia D" de mobilização nacional contra a dengue, no próximo sábado, 2 de março.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/dengue/noticia/2024/02/29/brasil-registra-mais-de-um-milhao-de-casos-de-dengue-em-2024.ghtml/Acesso em: 03 de mar. 2024
No trecho “Tem anos que a TEMPORADA começa mais cedo e acalma mais cedo.” A palavra em destaque é formada por uma?
A partir da leitura do texto abaixo, analise o que é solicitado e responda as questões de 1 a 6.
Brasil registra mais de 1 milhão de casos de dengue em 2024; mortes chegam a 214
Com a alta de casos, sete estados (AC, GO, MG, ES, RJ, SC e SP) e o Distrito Federal declararam emergência em saúde pública por causa da dengue.
Por Mariana Garcia, g1
29/02/2024 15h53
Segundo dados do Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde desta quinta-feira (29), o país registrou 1.017.278 casos nas primeiras oito semanas deste ano. No mesmo período do ano passado, o Brasil tinha 207.475 casos. Até o momento, 214 mortes foram confirmadas desde janeiro e 687 seguem em investigação. Em 2023, foram 149 óbitos entre as semanas 01 e 08.
Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), comenta que o início precoce de alta de casos, que ainda estão em ascensão, chamou atenção no comportamento da dengue neste ano.
”Nesse 1 milhão de casos nós temos uma imprevisibilidade da dengue. Tem anos que a temporada começa mais cedo e acalma mais cedo. Tem anos que a temporada vai num platô. Tem anos que você tem um pico muito grande, mas curta duração”, analisa Kfouri.
Em entrevista recente ao g1, Kleber Luz, infectologista e consultor da Organização Mundial da Saúde (OMS) e Opas para a elaboração de diretrizes estratégicas para prevenção e controle das arboviroses, também analisou o comportamento da curva de casos em 2024. "A curva está tendo uma inclinação muito positiva desde o início do ano, e isso é ruim. O gráfico deveria subir mais lentamente, e não é isso que estamos vendo. A expectativa é que a gente bata todos os recordes de dengue em 2024, já que a largada começou com alta velocidade", disse.
'Dia D'
Com a alta de casos, sete estados do país (AC, GO, MG, ES, RJ, SC e SP) e o Distrito Federal declararam emergência em saúde pública por causa da dengue. Para conter o avanço da doença, o Ministério da Saúde disse que irá implementar um "Dia D" de mobilização nacional contra a dengue, no próximo sábado, 2 de março.
Disponível em: https://g1.globo.com/saude/dengue/noticia/2024/02/29/brasil-registra-mais-de-um-milhao-de-casos-de-dengue-em-2024.ghtml/Acesso em: 03 de mar. 2024
Assinale a alternativa que indica a correta classificação morfológica dos termos sublinhados a seguir:
“No mesmo período do ano passado, o Brasil tinha 207.475 casos.”
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões 1 e 2.
Não ao racismo à brasileira: é preciso concretizar o que diz a Constituição
O Brasil foi o último país do mundo a abolir a escravidão e perpetua o racismo em atos de violência contra negros. Tristes e profundas marcas dos 358 anos de trabalho escravo ainda não foram apagadas nos 135 anos contados a partir da assinatura da Lei Áurea. Os casos no nosso país ligados a crimes de racismo não geram a mesma repercussão que nos Estados Unidos — como se viu em 2020 nos protestos pelo assassinato de George Floyd, em Minneapolis.
[...]
Não obstante a Constituição de 1988 expressar que um dos objetivos fundamentais da nossa República é “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”, a sociedade brasileira, em pleno século XXI, ainda se depara com — e, literalmente, se separa por — preconceitos motivados por questões raciais.
FRIEDE, Reis. Não ao racismo à brasileira: é preciso concretizar o que diz a Constituição. Gazeta do povo. Opinião, 28 jul. 2023. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/ opiniao/artigos/nao-racismo-concretizar-constituicao/. Acesso em: 30 ago. 2028. [Adaptado]
Releia este trecho.
“Não obstante a Constituição de 1988 expressar que um dos objetivos fundamentais da nossa República é “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” [...].”
A expressão destacada é classificada, no contexto apresentado, como
Assinale a alternativa em que todas as palavras são compostas.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
Pode faltar ovo no Brasil? Entenda a escassez em diversos países do mundo
Dos Estados Unidos, passando pela Europa e chegando à Nova Zelândia, o mundo enfrenta, neste início de ano, uma escassez global de ovos de galinha.
O curioso é que há explicações distintas para essa falta em diferentes partes do mundo.
A falta de ovos nos Estados Unidos se deve, principalmente, a um surto devastador de influenza aviária.
Segundo reportagem do jornal The Washington Post, citando dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o atual surto de gripe aviária já levou à morte mais de 44 milhões de aves poedeiras, ou cerca de 4% a 5% do plantel norte-americano.
"A gripe é o fator mais importante afetando o preço dos ovos", disse Maro Ibarburu, analista de mercado do Egg Industry Center da Universidade Estadual de Iowa, ao Washington Post. "Neste surto, em termos de aves poedeiras, nós perdemos dez milhões de aves a mais do que no último surto, em 2015."
Desde fevereiro de 2022, a epidemia de influenza aviária já atingiu, ao menos, quarenta e sete estados americanos. Iowa, maior estado produtor de ovos dos EUA, é o mais prejudicado.
Na Europa, além da gripe aviária, a alta dos custos dos grãos e da energia elétrica, em decorrência da guerra entre Rússia e Ucrânia, também afeta a oferta de ovos.
No Reino Unido, por exemplo, as principais redes de supermercado, como Tesco, Lidl e Asda, chegaram a impor limites de compra aos consumidores ao longo de 2022.
Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e do conselho administrativo de Instituto Ovos Brasil, tranquiliza os consumidores brasileiros: "por aqui, não devem faltar ovos. Mas uma produção menor em 2023 deve manter os preços elevados", alerta o executivo.
"Sofremos o problema do custo com mais força em 2020 devido à seca", lembra Santin.
De acordo com o executivo, é esse pico do preço do milho lá atrás, em 2020, que explica a queda na produção de ovos no país em 2022, que deverá se repetir em 2023.
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-64217978. Adaptado.
No Reino Unido, por exemplo, as principais redes de supermercado - Tesco, Lidl e Asda - chegaram a impor limites de compra aos consumidores.
Assinale a opção que contenha duas preposições.