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Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Questões Discursivas

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Q4042367 Português

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje



    Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.


    Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avós que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.


     Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.


     As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.


    A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do caÍé que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.


     No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informações armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.


    Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memorias se perde.


    Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçôes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.


     Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de fora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados intermediários. Quer dizer, a simples presença do celular já é capaz de desviar a atenção.


    A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.



Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauzio-

varella/noticia/2026/04 /perda- de- memoria -talvez- seja-a - queixa - ma is-

frequente- nas-consultas-medicas-de-hoje

cmoa7waeg00wi015b4bb5wsc8.html

No texto base, o vocábulo naturalidade deriva de um adjetivo e exprime uma qualidade ou um estado. Acerca do processo de formação desse vocábulo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4042075 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade


   Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.  


   Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade. 


   Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.


   O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar. 


Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado). 

No trecho “o ar fica mais quente e abafado”, os termos destacados exercem papel importante na caracterização do substantivo “ar”. Considerando a flexão e o emprego das classes gramaticais, as palavras sublinhadas são, ambas:  
Alternativas
Q4042074 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade


   Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.  


   Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade. 


   Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.


   O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar. 


Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado). 

No trecho “Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura”, a palavra uma aparece antes de “das metáforas” e contribui para a construção do sentido da frase. Nesse contexto, sua classificação e seu emprego indicam que ela:
Alternativas
Q4041784 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Sobre o emprego contextualizado de locuções, adjetivos e variados pronomes na extensão da superfície do texto em análise, avalie as assertivas abaixo:
I. No trecho A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência, o termo sublinhado classifica-se morfologicamente como um adjetivo, atribuindo uma forte e doentia característica restritiva ao substantivo antecedente.
II. Na passagem O caminho é pedregoso, o vocábulo sublinhado funciona estritamente como um verbo intransitivo no infinitivo que indica uma ação contÍnua de caminhar velozmente pelas pedras das ruas esburacadas.
III. No decisivo segmento Esse critério é objetivo, o elemento sublinhado atua morfossintaticamente como um pronome demonstrativo que aponta de modo certeiro e exato para uma clara informação explicada anteriormente no discurso narrado.
Está CORRETO o que se afirma em:  
Alternativas
Q4041422 Português





Disponível em:https://blogdoaftm.com.br/wpcontent/uploads/2024/06/5303.jpg Acesso em 06/03/ 2026.

Considere o enunciado “Eu sou uma criança do mundo atual, sou criado por celulares e tablets!”. A partir da análise das classes de palavras e de seu funcionamento textualdiscursivo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4041421 Português
ECA Digital: entenda a nova lei que protege crianças e adolescentes no ambiente online





Você já ouviu falar no ECA Digital? Em agosto de 2025, um vídeo do influenciador Felca viralizou nas redes sociais ao denunciar a crescente adultização de crianças e adolescentes em plataformas digitais. Ele expôs a quantidade de conteúdos em que meninas e meninos eram retratados com comportamentos, roupas e linguagens tipicamente adultos, muitas vezes com incentivo de algoritmos e monetização. A repercussão foi imediata e acendeu um alerta sobre os limites entre a liberdade de expressão e a exploração infantil nas redes.
     O episódio trouxe à tona um problema antigo que ganhou novas formas no ambiente virtual: o uso da imagem de crianças e adolescentes como meio de gerar engajamento e lucro. Entre discussões sobre responsabilidade das plataformas, papel das famílias e necessidade de políticas públicas, cresceu o consenso de que o Estatuto da Criança e do Adolescente, criado em 1990, precisava oferecer respostas aos desafios do mundo digital.
     Foi nesse contexto que nasceu o ECA Digital, uma atualização legislativa que amplia a proteção integral da infância e da adolescência para o ambiente online, acompanhando as transformações tecnológicas e sociais dos últimos anos.
     Sancionada em setembro de 2025, a Lei nº 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, representa uma ampliação do Estatuto da Criança e do Adolescente para o universo das tecnologias da informação e comunicação. Ela estabelece regras específicas para redes sociais, aplicativos, jogos eletrônicos e plataformas de streaming, definindo obrigações para empresas e reforçando a responsabilidade do Estado e da sociedade na proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
     O objetivo central da nova legislação é assegurar que os direitos fundamentais à dignidade, à privacidade, à segurança e ao desenvolvimento saudável sejam preservados também no mundo online. Assim como o ECA de 1990 trouxe avanços para o mundo físico, o ECA Digital busca garantir que o princípio da prioridade absoluta à infância e à adolescência se estenda para o espaço virtual.


PRINCIPAIS MUDANÇAS CAUSADAS PELO ECA DIGITAL

Verificação de idade e supervisão parental

    Uma das mudanças mais significativas do ECA Digital é a exigência de mecanismos confiáveis de verificação de idade. As plataformas não poderão mais se basear apenas na autodeclaração do usuário para permitir o acesso de menores de idade.
    Além disso, contas de crianças e adolescentes de até 16 anos deverão ser vinculadas a um responsável legal, com ferramentas de controle que permitam limitar tempo de uso, restringir contatos e aprovar compras em aplicativos e jogos. A medida pretende reduzir a exposição precoce e coibir práticas que contribuem para a adultização digital.

Design de segurança e restrições à monetização

    O ECA Digital determina que os serviços voltados ao público infantojuvenil sejam desenvolvidos seguindo os princípios de privacidade desde a concepção e proteção por padrão. Isso significa que a segurança e a privacidade devem estar integradas ao projeto desde o início, e não ser apenas um recurso adicional.
     Outra inovação proveniente do ECA Digital é a proibição da monetização e da publicidade direcionada a crianças e adolescentes com base em perfilamento comportamental. Ficam vedadas práticas como o uso de dados pessoais para manipular emoções, promover conteúdos inadequados ou estimular o consumo exagerado por meio de recompensas digitais e jogos com microtransações.

Transparência e responsabilidade das plataformas

    Empresas com mais de um milhão de usuários menores de 18 anos precisam publicar relatórios periódicos de transparência, apresentando dados sobre denúncias, remoção de conteúdos, medidas de proteção e uso de ferramentas de controle parental.
    As plataformas também devem agir rapidamente na remoção de conteúdos que representem risco, como exploração sexual, assédio, cyberbullying, discurso de ódio ou  incentivo a desafios perigosos. Em casos de descumprimento, poderão ser aplicadas sanções como multas, advertências, suspensão de serviços e até proibição de funcionamento no país.

Abrangência nacional e cooperação internacional

    A lei vale para qualquer serviço digital acessado por crianças e adolescentes no Brasil, mesmo que a empresa esteja sediada em outro país.
    A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi designada como órgão responsável pela fiscalização, atuando em conjunto com outras instituições, como o Ministério Público, o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e a Anatel.

ECA Digital e o papel das famílias, escolas e empresas

    Para as crianças e os adolescentes, o ECA Digital significa um ambiente virtual mais seguro e adequado à sua faixa etária, com menos exposição a conteúdos nocivos e maior controle sobre o uso de suas informações pessoais.
    Para as famílias, a lei oferece instrumentos mais claros de supervisão, fortalecendo o papel dos responsáveis na mediação do uso das telas. Não se trata de restringir o acesso à tecnologia, mas de garantir que ela seja utilizada de forma saudável, educativa e protetiva.
      As escolas também passam a ter um papel mais ativo na educação digital, orientando alunos sobre privacidade, cidadania e respeito no ambiente virtual. Já as organizações da sociedade civil, como a Fundação Abrinq, ganham uma nova frente de atuação para promover campanhas de conscientização e advocacy voltadas à infância conectada.
      Do lado das empresas de tecnologia, a lei impõe ajustes profundos. Será necessário rever políticas de privacidade, sistemas de autenticação, moderação de conteúdo e modelos de negócio baseados em publicidade infantil. A partir do ECA Digital, a lógica de “autorregulação” deixa de ser suficiente, uma vez que as empresas  passam a ter responsabilidades legais e éticas mais transparentes.

Desafios e próximos passos para aplicar o ECA Digital

    Apesar dos avanços, a implementação do ECA Digital apresenta desafios. O primeiro é tecnológico: desenvolver sistemas de verificação de idade que sejam eficazes sem comprometer a privacidade dos usuários. O segundo é institucional: garantir que os órgãos responsáveis tenham estrutura e recursos para fiscalizar e aplicar as sanções previstas.
     Há também um desafio cultural: promover uma mudança de mentalidade em relação à presença das crianças na internet. É preciso equilibrar liberdade, aprendizado e proteção, evitando tanto a exposição excessiva quanto o isolamento digital.
    O sucesso do ECA Digital depende, portanto, da cooperação entre governo, empresas, famílias e sociedade civil. Nenhuma dessas partes, sozinha, conseguirá garantir um ambiente online verdadeiramente seguro para as crianças e os adolescentes.

Disponível em: https://www.fadc.org.br/sites/default/files/inline images/ECA%20Digital%20pilares.pn
Considere o fragmento a seguir:
“Outra inovação proveniente do ECA Digital é a proibição da monetização e da publicidade direcionada a crianças e adolescentes com base em perfilamento comportamental.”
Com base no contexto do enunciado, assinale a alternativa correta sobre o funcionamento das classes de palavras presentes no trecho.
Alternativas
Q4041345 Português
Na construção das frases, as palavras exercem funções diferentes dentro do enunciado. É correto afirmar que:
Alternativas
Q4041309 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Você sabe o que é um mineral crítico?

    Minerais críticos são recursos essenciais para a economia de um país, cujo fornecimento está em risco, de modo que sua ausência pode gerar grandes impactos. Os minerais críticos podem variar de país para país, embora as listas sejam semelhantes, já que a comunidade global apresenta um consenso quanto ao seu fornecimento.

    Eles se distinguem dos minerais estratégicos, uma vez que estes têm mais foco no interesse nacional e na soberania do país; já os minerais críticos estão atrelados ao risco de fornecimento e à escassez. Minerais críticos têm grande importância para demandas de uma energia mais descarbonizada - a chamada transição energética. O Brasil possui uma posição privilegiada quanto à oferta e produção dos principais minerais críticos, a exemplo do nióbio, do lítio e de terras-raras.

    O conceito entre mineral crítico ou estratégico (até mesmo essencial), pode lrazer confusão. De fato, alguns países tratam como sinônimos, o que dificulta ainda mais a diferenciação. Dessa forma, podemos fazer uma breve distinção: 

• Minerais críticos estão mais associados ao risco de fornecimento ou escassez;

• Minerais estratégicos estão mais ligados à soberania nacional.

    Por exemplo, o Brasil é detentor de quase todo o niobio presente no planeta, concentrando mais de 90% das reservas naturais. Dessa forma, no Brasil, tal recurso metálico é considerado estratégico, sendo vital para sua economia. Porém, para outros países, importadores de nióbio, como EUA, da União Europeia e China, ele pode ser considerado como crítico, já que é um metalessencial para setores-chave e que depende de uma única fonte.

    Com isso, podemos concluir que minerais críticos estão atrelados à suscetibilidade no suprimento e à sua importância na cadeia de valor. Já os minerais estratégicos são caracterizados pela vantagem comercial que conferem ao país detentor desses recursos no mercado internacional.

Fonte: https://mundoed ucacao.uol.com.brlquimica/mineraiscriticos.htm (adaptado)
Considerando a reescrita de algumas afirmações presentes no texto, assinale a alternativa que apresenta plena adequação à norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q4041245 Português
Nos processos de formação de palavras, marque a coluna com parênteses de acordo com os significados das palavras da coluna numerada.

1- Derivação prefixal ou prefixação.
2- Derivação sufixal ou sufixação.
3- Derivação sufixal e prefixal.
4- Composição por aglutinação.

( ) Infeliz.
( ) Pernalta.
( ) Amoroso.
( ) Infelizmente.
Alternativas
Q4041242 Português
Dadas as orações:

I- Por que se demitiu?
II- Eles não explicaram os caminhos porque passaram.
III- Aurora não revelou o porquê de sua saída repentina.
IV- A porta está fechada, por que?

O uso dos porquês está correto:
Alternativas
Q4041143 Português
Marque a alternativa incorreta sobre masculino e feminino nos substantivos.
Alternativas
Q4041140 Português
Os tempos verbais situam o fato, ou a ação verbal, dentro de determinado momento, (durante o ato da comunicação, antes, ou depois dele). Sendo assim, assinale a alternativa que contenha noção de tempo presente.
Alternativas
Q4041139 Português
Captura_de tela 2026-05-06 093410.png (293×144)

Veja no quadro as palavras (encontro, coincidiram, infinita), depois assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4041137 Português
Aludindo-se à significação das palavras, determine onde temos antônimos. 
Alternativas
Q4041088 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
A formação de palavras constitui mecanismo importante de ampliação vocabular na Língua Portuguesa, podendo ocorrer por processos como derivação e composição. Considerando palavras empregadas no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4041084 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
Considerando a norma-padrão e os aspectos sintáticos de trechos do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4041083 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver


    Fui uma aluna apenas razoável. Gostava de aprender nosso idioma e amava Geografia - as capitais, fusos, cordilheiras, desertos. O resto, levava na base da decoreba. Cheguei ate aqui, deu para o gasto.

    Mas, fosse eu a dona da escola, corromperia o currículo padrão: os alunos aprenderiam a viver. O ensino de Português, por exemplo, seria associado à Literatura, mas sem obrigar a leitura de clássicos: transformaria a sala num grande sarau e numa empolgante oficina, onde todos produziriam os próprios poemas e autoficções. Elisa Lucinda seria a professora. 

    Matemática, o mínimo necessário, e muitas aulas de teatro. Texto, interpretação, dança, canto, choro, riso, circo. Cada aluno teria a oportunidade de se expressar para além do obvio, em contato direto com as próprias emoções. Neco Piccolo, você assume a turma.

    Ninguém se formaria sem saber tocar piano - ou violão, guitarra, violino, berimbau. E a manejar a arte da escultura - ou pintura, cerâmica, bordado. Além disso, inglês e espanhol na ponta da língua.

    Esporte teria horário expandido. Vôlei, futebol, ginástica, natação (sendo um sonho, orçamento ilimitado: piscinas!). Nenhum aluno parado. E yoga, pilates, exercícios de baixo impacto. Atividade física seria mais importante do que a tabela periódica. 

    Culinária. O valor dos nutrientes, a relação do alimento com saúde e longevidade. A escola teria pomar e horta. A garotada descascaria batata, provaria Írutas exóticas, criaria as próprias receitas. Bela Gil, Rita Lobo, Carla Pernambuco, nem precisam mandar currículo, o emprego é de vocês. 

    Filosofia seria indispensável (Viviane Mosé, te convoco). E aulas sobre política. O que é comunismo, fascismo, capitalismo, socialismo, democracia, tirania. Lições de ética e humanidade. A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, já que alguns pais acham difícil (ou chato) falar sobre isso na hora do jantar.

    Aulas sobre todas as religiões - todas - num contexto de cultura geral. Sem a obrigatoriedade da prática de nenhuma delas no ambiente da escola. 

    Para fechar o currículo, surpresa: haveria um período em que os alunos é que ensinariam os professores. Matéria: tecnologia. Desde o básico: uso de totens em aeroportos e manejo de três controles remotos ao mesmo tempo.

    Os estudantes teriam que frequentar as aulas de manhã e à tarde, pois haveria também Educação sexual, Educação financeira, Ambientalismo, Psicologia. Os cursos técnicos e as faculdades se encarregariam, depois, dos conteúdos especializados.

    Então eu acordei. Escutei alguém negando o aquecimento global, outro naturalizando feminicídios, outro ainda pedindo a volta da ditadura, e voltei a dormir.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
A respeito de aspectos gramaticais presentes em trechos do texto, analise as assertivas a seguir.

I. Em Fui uma aluna apenas razoável, a forma verbal fui atua como verbo de ligação.
II. Em O resto, levava na base da decoreba, a expressão na base da decoreba exerce valor adverbial, indicando modo.
III. Em A escola também discutiria escravidão, racismo, machismo, transfobia, os termos enumerados exercem função de objeto direto da forma verbal discutiria.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q4040769 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

 

Governança ambiental no Brasil: rumo aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)?

 

A governança ambiental pode ser entendida como um processo envolvendo múltiplos atores sociais e seus respectivos valores e interesses na elaboração, tomada de decisão e implementação de ações que visam à conservação ambiental. É composta tanto pela estrutura institucional formal (políticas públicas, conselhos gestores, áreas protegidas), como por arranjos institucionais informais (pactos, coalizões, movimentos sociais) envolvendo, além de organizações governamentais, a sociedade civil organizada e o setor privado, atuando em diversos níveis de organização sociopolítica - do local ao global. Portanto, é um termo amplo que pode englobar processos de gestão, gerenciamento e manejo.

Os valores, princípios e objetivos da governança ambiental são negociados e, portanto, não são estáveis - como no caso da gestão, do gerenciamento e do manejo -, mas variam de acordo com a participação relativa dos atores que entram e saem do processo.

A governança ambiental pode enfocar tanto as ações de conservação e uso sustentável da biodiversidade e serviços ecossistêmicos (tais como água e regulação climática), como as de remediação dos impactos das atividades humanas sobre a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos.

Em nível global, os esforços de governança ambiental na atualidade têm como foco os 17 ODS e suas 169 metas que compõem a Agenda 2030 da ONU. A construção desta agenda, que se iniciou durante a Rio +20, teve forte protagonismo do Brasil, e foi adotada por 193 países na Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, em 2015.

No entanto, os retrocessos impostos ao sistema de governança ambiental na última década, e principalmente no último ano (2019), indicam que o país caminha na direção oposta ao futuro almejado pela Agenda 2030. Vale ressaltar que os pactos e acordos internacionais contribuem para os arranjos de governança das nações, mas não têm sido suficientes para protagonizar as transformações urgentes e necessárias frente à crise ambiental planetária.

 

Fonte: SEIXAS, C. S. et al. Governança ambiental no Brasil: rumo aos

Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS)? Cadernos Gestão

Pública e Cidadania, São Paulo, v. 25, n. 81, p. i -21, 2020 (com adaptações).

O vocábulo governança apresenta formação morfológica específica, relacionada ao acréscimo de afixo ao radical. Considerando os processos de formação de palavras da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta a classificação CORRETA desse vocábulo. 
Alternativas
Q4040594 Português

A finalidade da sociedade e o bem comum

Por Gazeta do Povo

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao fragmento retirado do texto “miséria que impede suas vítimas de se dedicar a qualquer outra coisa”, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Os termos sublinhados no trecho são preposições.
( ) Os vocábulos “impede” e “dedicar” são considerados termos subordinantes.
( ) As expressões “de se dedicar” e “a qualquer coisa” são consideradas termos dependentes nesse contexto.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4040585 Português

A finalidade da sociedade e o bem comum

Por Gazeta do Povo

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).

 Sobre a palavra “inescapável”, analise as assertivas a seguir:

I. É formada por prefixo e sufixo.
II. Pertence à mesma família de “escapamento”.
III. O processo que a forma se denomina “composição”.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Respostas
921: B
922: C
923: B
924: B
925: D
926: C
927: B
928: D
929: C
930: D
931: A
932: A
933: D
934: D
935: A
936: D
937: A
938: A
939: A
940: D