Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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"E ainda mais pessoas foram atraídas para o bufê ao lado do banquete repleto de insetos."
"Alguns teriam argumentado que era o de sempre: peixe selvagem com infusão de capim-limão e limão, lombo grelhado com geleia de cebola, curry de legumes com leite de coco."
I.O vocábulo 'para o bufe' é agente da passiva.
II.'pessoas' é o núcleo do sujeito de 'foram'.
III.O vocábulo 'atraídas' é predicativo do sujeito.
IV.A forma verbal 'teriam' apresenta sujeito indeterminado.
V.'selvagem', 'grelhado' e 'de cebola' são adjuntos adnominais.
VI.No segundo período, há predicado verbal e predicado nominal.
Estão corretas:
( ) Exemplo de derivação parassintética ou parassíntese: desalmado.
( ) Exemplo de derivação sufixal ou sufixação: incapaz.
( ) Exemplo de derivação prefixal ou prefixação: papelaria.
( ) Exemplo de derivação regressiva: comprar (verbo), compra(substantivo).
( ) Exemplo de derivação imprópria: O olhar de Aurora era fascinante.

http://pensador.uol.com.br/img/pens/3e/b0/3eb0fad427de0156b81721aba97266ea.jpg
No texto, as palavras (e, de, se) são respectivamente:
Os vocábulos destacados no texto são, respectivamente, classificados como:
(__)O coletivo de 'insetos' é nuvem.
(__)'Animal' tem a mesma flexão no plural que 'fuzil'.
(__)Substantivo é a palavra que classifica o adjetivo.
(__)'Companheiro' é um substantivo que flexiona em gênero e número.
A sequência correta de preenchimentos dos parênteses é:
"O calor extremo estava fazendo as bananas amadurecerem rápido demais, resultando em grandes perdas para Emily e diversos outros agricultores que vivem no distrito de Karonga." "Então descobrimos como fazer vinho de banana", conta ela à BBC, enquanto descasca os limões usados para preservar o sabor das bananas na planta de processamento da Cooperativa Twitule."
I.O verbo "amadurecer" é intransitivo.
II."rápido" é predicativo do sujeito.
III."no distrito de Karonga" é adjunto adverbial de lugar.
IV.O "que" está como sujeito do verbo "viver".
V."descobrimos" apresenta um sujeito indeterminado. VI."de banana" é complemento nominal.
Estão corretas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Um comportamento fascinante
Aprisionar o ar em bolhas para respirar debaixo d'água é um movimento praticado por alguns tipos de insetos e aracnídeos, como besouros aquáticos e aranhas-de-sino-mergulhadoras. Até agora, os anolis são os únicos animais com espinha dorsal conhecidos por respirar usando bolhas.
"Este é um comportamento fascinante em lagartos", disse o Dr. Earyn McGee, um herpetologista especializado em lagartos e coordenador de engajamento de conservação no Zoológico de Los Angeles. "Este tipo de pesquisa aumentará nossa compreensão de como esses lagartos e possivelmente outros animais desenvolveram suas técnicas de respiração subaquática."
Para dar uma olhada mais de perto no método de respiração de bolhas dos anolis, Swierk coletou animais da espécie Anolis aquaticus na Estação Biológica de Las Cruces, na Costa Rica. O destino deles era uma "arena" próxima — um tanque de plástico transparente contendo água de riacho e pedras.
Em um grupo de anolis, os pesquisadores cobriram os focinhos e cabeças dos répteis (evitando cobrir as narinas) com uma fina camada de emoliente hidratante para evitar que bolhas de ar aderissem às cabeças dos anolis. Os cientistas então submergiram os anolis e os filmaram na arena até que eles emergissem.
No grupo de controle sem hidratante, todos os anolis produziram grandes bolhas que eles repetidamente usavam para respirar, a uma taxa de cerca de seis por minuto. Alguns anolis no grupo tratado com emoliente também produziram bolhas, mas elas eram muito menores e não grudavam na pele dos lagartos, como as bolhas de ar que puderam ser inaladas.
Em ambos os grupos, os anolis realizaram uma ação de bombeamento na garganta chamada bombeamento gular, que muitos tipos de lagartos usam para suplementar seus pulmões com oxigênio.
Para anolis mergulhadores, o bombeamento gular também pode desempenhar um papel na circulação do oxigênio armazenado, afetando o tempo que os anolis podem permanecer debaixo d'água. Mas nos experimentos, anolis hidratados que não conseguiam produzir bolhas cheias de oxigênio emergiram 67 segundos antes do que aqueles que usaram bolhas para respirar.
No entanto, essa tática de mergulho tem uma desvantagem.
"Um dos custos do mergulho é que eles ficam muito frios", disse Swierk. Riachos de montanha geralmente são frios e, como ectotérmicos, os anolis regulam a temperatura corporal por meio de seu ambiente.
"Eles pagam um custo de temperatura quando mergulham", ela disse. Estar muito frio "poderia reduzir sua capacidade de correr rapidamente, defender seus territórios contra invasores, cortejar companheiros ou digerir sua comida".
Outra desvantagem pode ser que, se um lagarto submerso ainda estiver visível, um predador pode simplesmente esperar que ele ressurja, disse McGee.
"Os lagartos só podem ficar submersos por um tempo", ela disse. "Como o lagarto sabe quando é seguro sair — ou eles apenas esgotam todo o ar e então emergem?"
O mecanismo da respiração de bolhas dos anolis é algo que Swierk espera entender por meio de colaborações com vários grupos de pesquisa. Uma parte do quebra-cabeça é se os formatos da cabeça dos anolis ou as estruturas microscópicas em suas escamas afetam o volume de ar que preenche suas bolhas. Outra questão não resolvida é como os anolis mergulhadores armazenam e circulam oxigênio enquanto estão debaixo d'água.
"Até onde sabemos agora, o oxigênio que o lagarto está usando, ele leva para debaixo d'água com ele", disse Swierk. Esse oxigênio pode ser armazenado em seus pulmões, em outras partes do sistema respiratório ou em bolsas de ar aderidas à sua pele, que são então incorporadas à bolha da cabeça.
O oxigênio também poderia se difundir para dentro da bolha a partir da água. "Mas não sabemos disso com certeza", Swierk acrescentou "Ainda estamos trabalhando nisso."
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-p roprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/
(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque -de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/)
"E ainda mais pessoas foram atraídas para o bufê ao lado do banquete repleto de insetos."
"Alguns teriam argumentado que era o de sempre: peixe selvagem com infusão de capim-limão e limão, lombo grelhado com geleia de cebola, curry de legumes com leite de coco."
I.O vocábulo 'para o bufe' é agente da passiva.
II.'pessoas' é o núcleo do sujeito de 'foram'.
III.O vocábulo 'atraídas' é predicativo do sujeito.
IV.A forma verbal 'teriam' apresenta sujeito indeterminado.
V.'selvagem', 'grelhado' e 'de cebola' são adjuntos adnominais.
VI.No segundo período, há predicado verbal e predicado nominal.
Estão corretas:


Internet:: <sema.df.gov.br>
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Na oração “e ainda foram implementadas ações de proteção das bacias do Descoberto e do Paranoá” (linhas 41 e 42), o vocábulo “ainda” (linha 42) é empregado como advérbio de tempo.


Internet:: <sema.df.gov.br>
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O termo “destinadas” (linha 45) funciona, no contexto sintático em que se insere, como adjetivo e pode ser correta e coerentemente substituído pela oração que se destinam.


Internet:: <sema.df.gov.br>
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
No segmento “a dados, metodologias e ferramentas” (linhas 22 e 23), o emprego da preposição “a” justifica‑se pela função sintática de objeto indireto exercida pelo referido segmento.
• ... caçambas sendo atiradas ao chão na madrugada, o asfalto sendo corroído, buracos por toda parte... (2º parágrafo)
• O espantoso é que, com toda a tecnologia de construção que a gente vê pelo mundo inteiro, ainda existam bate-estacas dinossáuricos... (3º parágrafo)
• Mas como manter teletrabalho com a insensatez das construções que, a cada momento, surgem repentinamente ao nosso redor? (3º parágrafo)
As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de:
Leia o texto para responder a questão.
Fábrica de doenças
Cumpre à risca a pauta para a qual deve a razão de existir o veículo de comunicação quando ergue o escudo da justiça em proteção de comunidades sob ataque, por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores.
É o caso de concordar com esta avaliação qualitativa, ao observar-se o padecer de várias gerações da localidade de Areias, em Arembepe, Camaçari, Região Metropolitana de Salvador.
São vidas rasuradas por incidências frequentes de doenças gravíssimas, não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele, em média muito acima dos registros das clínicas.
A hipótese falseável de maior probabilidade para explicar o trauma é a poluição emitida por fábrica de pigmentos, habituada a trocar de nome, como se o artifício pudesse livrar dos erros moral e técnico de espalhar enfermidades.
(Editorial. https://atarde.com.br/opiniao, 07.10.2023. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
O mal é da televisão
Camarada escritor:
Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai…
O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto.
Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Planificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas1 rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos.
(Pepetela. O Cão e os Caluandas. Adaptado)
