Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3327430 Português

O texto abaixo, da escritora Martha Medeiros, serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a elas.


Na terra do “Se”


Se quem luta por um mundo melhor soubesse que toda revolução começa por revolucionar antes a si próprio.

Se aqueles que vivem intoxicando sua família e seus amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças, reconhecendo que são responsáveis por tudo o que lhes acontece.

Se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos defendêssemos contra quem nos faz mal.

Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, enaltecendo apenas o amor e a paz, sem se envolver com as escolhas particulares de devotos.

Se a gente percebesse que tudo o que é feito em nome do amor (e isso não inclui o ciúme e a posse) tem 100% de chance de gerar boas reações e resultados positivos.

Se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar opiniões contrárias às suas sem precisar agredir e despejar sua raiva.

Se fôssemos mais divertidos para nos vestir e mobiliar nossa casa, e menos reféns de convencionalismo.

Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la.

Se todos lessem bons livros.

Se as pessoas soubessem que quase sempre vale mais a pena gastar dinheiro com coisas que não vão para dentro dos armários, como viagens, filmes e festas para celebrar a vida.

Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar.

Se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.

Se percebêssemos a diferença entre ter uma vida sensacional e uma vida sensacionalista.

Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa do que uma instituição: é a instituição que deve servir a ela, e não o contrário.

Se quem não tem bom humor reconhecesse sua falta e fizesse dessa busca a mais importante da sua vida.

Se as pessoas não se manifestassem agressivamente contra tudo só para tentar provar que são inteligentes.

Se fôssemos mais feras em tudo e menos preguiçosos. 

Se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para não emburrecer.

Se.


https://mpenhahist.blogspot.com/p/textos-interessantes.html/texto levemente modificado por Márcia Rebêlo e capturado em 25/04/2024 

Com base no texto em questão, julgue as premissas abaixo e, na sequência, assinale a opção correta. 


I. No trecho: “Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos...”, o trecho grifado é classificado sintaticamente como “complemento nominal”.


II. O trecho seguinte: “Se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade não existe...” é classificado como período simples, já que possui apenas uma oração.


III. Em: “Se não tivéssemos tanto medo da solidão...”, o vocábulo “medo” é um substantivo abstrato.


IV. No trecho: “Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar”, a palavra “cachorro-quente” perdeu o hífen. Ficando, portanto, da seguinte forma: “cachorro quente”.


V. Em: “Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa...”, o verbo “acreditássemos” está concordando com o pronome “nós”, que se encontra implícito.   


Conforme o julgamento das premissas, são verdadeiras 

Alternativas
Q3327081 Português
Assinale a alternativa que utiliza corretamente o termo “maior” para se referir a uma característica relacionada à extensão física de determinadas realidades: 
Alternativas
Q3327018 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Henry Ford nasceu há 161 anos e a indústria automóvel nunca mais viria a ser a mesma

    No último dia 30 de julho, celebrou-se o 161º aniversário do nascimento de Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, um dos nomes mais importantes na história mundial do automóvel e reconhecido pelas suas ideias revolucionárias para a época, que viriam a dar um contributo importante para o desenvolvimento dos automóveis tal como os conhecemos hoje.
    Henry Ford nasceu numa quinta em Dearborn, nos EUA, em 1863, sendo o mais velho de seis irmãos. Desde cedo mostrou um grande interesse pela mecânica e construiu o seu primeiro motor a vapor aos 15 anos. A carreira de Ford como construtor de automóveis iniciou-se em 1893 quando desenvolveu um grande interesse pelos motores de combustão interna que o levaram a construir um pequeno modelo monocilíndrico a gasolina. Uma versão posterior do motor viria a equipar o seu primeiro automóvel, que ficou completo em 1896.
    Após algumas atribulações, Henry Ford fundou em 1903 a Ford Motor Company em Detroit, cidade que a partir daí ficou conhecida como o “berço da indústria automóvel”. Mas foi apenas o 20º projeto da marca que popularizou o automóvel e revolucionou a indústria automóvel – o Ford Model T foi produzido durante 19 anos entre 1908 e 1927, tendo sido vendidas mais de 15 milhões de unidades nesse período.
Em 1913, a Ford criou uma linha de montagens para automóveis, que reduzia o custo de produção e elevava a produtividade: o sistema não demorou a mostrar suas vantagens – no ano seguinte, a Ford contava com 13 mil funcionários e produziu cerca de 300 mil automóveis, enquanto outras 299 fabricantes que somavam 66.350 empregados produziram cerca de 280 mil unidades.
    A ideia era simples – e, por isso mesmo, genial. Em vez de um funcionário acompanhar o carro e montá-lo por inteiro, passou a ser responsável por apenas uma etapa da construção. Com isso, o veículo passou a ser montado por diversos empregados, cada um respondendo por um procedimento. Dizse que Henry Ford adotou o sistema baseado em processos similares usados pela fabricante de revólveres Colt e pela Singer, que produzia máquinas de costura.
    O principal destaque do Model T, além do processo de fabrico, foi o preço acessível. Para se ter ideia, na época do seu lançamento, o carro custava 850 dólares, mas o preço caía todos os anos e em 1927, quando deixou de ser produzido, o T custava 290 dólares! O carro tornou-se tão popular que não é exagerado afirmar-se que na década de 1920 a maioria dos condutores americanos aprendeu a conduzir num Model T.
    Em 1919, Henry aposentou-se pela primeira vez e colocou o filho Edsel no seu lugar. No entanto, o herdeiro morreu de cancro aos 49 anos e o pai voltou à presidência. Ocupou o cargo até 1945, aos 82 anos, quando renunciou e indicou o neto mais velho para o posto. Henry Ford faleceu em 7 de abril de 1947. 

Fonte: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/henry-fordnasceu-ha-161-anos-e-a-industria-automovel-nunca-maisviria-a-ser-a-mesma/ (adaptado).
No trecho "Desde cedo mostrou um grande interesse pela mecânica", a palavra "pela" é uma:
Alternativas
Q3326988 Português
TEXTO II

As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?

   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?

    [...]

(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
No título, que adjetivo mostra ao leitor de qual tipo de brincadeira a reportagem fala?
Alternativas
Q3326985 Português
TEXTO II

As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?

   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?

    [...]

(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
Releia este trecho: “Mas e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam?”
Nessa frase, o adjetivo “sofisticados” é o mesmo que:
Alternativas
Q3326983 Português
TEXTO I

A RAPOSA E O CORVO

    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!

(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Analise o trecho: “Por fim o corvo abriu o bico...” Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical do vocábulo “bico”, nesse contexto:
Alternativas
Q3326982 Português
TEXTO I

A RAPOSA E O CORVO

    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!

(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Analise o trecho: “Um corvo roubou um belo pedaço de carne...” Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical do vocábulo “belo” nesse contexto:
Alternativas
Q3326937 Português
TEXTO I

CILADA VERBAL

Há vários modos de matar um homem:
Com o tiro, a fome, a espada ou com a
Palavra — envenenada.
Não é preciso força.
Basta que a boca solte
A frase engatilhada
E o outro morre
— na sintaxe emboscada.

(Affonso Romano de Sant’Anna,in O Globo,1995.Aud.A palavra: expressão e criatividade. Gil Carlos Pereira. São Paulo: Moderna,1997. P.37). 
Analise o vocábulo “engatilhada”. Marque a alternativa que apresenta o processo de formação dessa palavra:
Alternativas
Q3326269 Português
Em relação à flexão dos adjetivos, marque a alternativa que contém um superlativo absoluto: 
Alternativas
Q3326235 Português

O texto abaixo serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a cada questão.


A JABUTICABEIRA 


Um jovem se aproximou de um senhor idoso e perguntou:

- Que planta é esta que o senhor está cuidando?

- É uma jabuticabeira - respondeu o velho.

- E ela demora quanto tempo para dar frutos?

- Ah, pelo menos uns quinze anos - informou o homem.

- E o senhor espera viver tanto tempo assim? – indagou irônico, o rapaz.

- Não, não creio que viva tudo isso, pois já estou no fim da minha jornada, disse o ancião.

- Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?

E o velhinho respondeu calmamente:

- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas se todos pensassem como você... Que seria de nós, se não plantássemos hoje a semente que servirá de alimento amanhã?

Não podemos estar voltados somente para nós mesmos. Temos que pensar, também, nas gerações que estão por vir.

Temos que dar nossa colaboração. Muitas medidas tomadas hoje repercutirão no futuro.

Tomara que você sinta orgulho de poder fazer, de alguma forma, parte dele e ter dado a sua contribuição.


https://mpenhahist.blogspot.com/p/textos-interessantes.html/capturado em 27/04/2024 

Em relação à classificação morfológica das palavras, leia as informações abaixo e após marque a assertiva que possua a análise correta. 
Alternativas
Q3323905 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O argumento contra aumentar número de dias de trabalho presencial no escritório


Um motivo frequentemente mencionado para justificar o trabalho presencial é que ele ajuda a incentivar a conexão da equipe.

O número de empregadores que vêm convocando seus funcionários para trabalhar de quatro a cinco dias por semana no escritório está aumentando. O argumento se concentra na importância da colaboração e na sensação de pertencimento − e alguns líderes acreditam que estes atributos só podem ser promovidos em um ambiente físico compartilhado.

Há dados, no entanto, que mostram que a quantidade de dias de comparecimento ao escritório não apresentam correlação direta com esse sentido de conexão.

Existe apenas 1% de diferença entre o número de funcionários que se sentem conectados à sua organização trabalhando presencialmente quatro ou cinco dias por semana e os que trabalham dois ou três dias no escritório, segundo uma pesquisa global analisada pela BBC.

E esta leve diferença foi verificada em favor do último grupo, em que 60% dos entrevistados se sentem conectados à sua organização. A pesquisa envolveu 1.115 empregados e foi realizada pela Leesman − uma empresa com sede em Londres que oferece informações sobre o mercado de trabalho.

"Simplesmente não parece haver muitos ganhos com o número de dias que as pessoas passam no escritório", segundo Allison English, vice-diretora-executiva da Leesman.

"O que importa é a qualidade, não a quantidade do tempo", explica ela. "Na verdade, observamos que, quanto maior o número de dias presenciais, menor a satisfação geral do funcionário com o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Isso prejudica seu engajamento e sua conexão com a organização.

Existem evidências de que uma combinação de autonomia e dois a três dias presenciais por semana incentiva o engajamento dos funcionários e sua conexão com seu empregador.

Dados do instituto Gallup indicam que um em cada cinco trabalhadores norte-americanos pesquisados declarou ter um "melhor amigo" no trabalho. E, em uma meta-análise de mais de 100 mil locais de trabalho em todo o mundo, o Gallup concluiu que estes relacionamentos próximos entre funcionários contribuem para o aumento do desempenho e reduzem a rotatividade.

No entanto, à medida que os índices de ocupação dos escritórios começam a aumentar e mais empresas de alto perfil põem fim ao trabalho à distância, English afirma que os líderes podem passar a exigir cronogramas fixos, por sua relativa simplicidade.

"Os patrões têm milhares de outras preocupações, além de saber se alguém está trabalhando em casa com produtividade", explica ela. "Eles acham mais fácil gerenciar de cima para baixo e liderar presencialmente."

"Em uma economia mais lenta, os líderes não querem perder tempo procurando uma forma de trabalho diferente e mais complexa, até porque muitos deles preferem padrões de tempo integral no escritório, fazendo uso total dos seus imóveis corporativos." 

Em muitos casos, os dias presenciais obrigatórios não levam em conta o ritmo natural das semanas de trabalho dos profissionais, segundo English. Por isso, eles criam desconexão entre os líderes e os trabalhadores.

"Às vezes, os funcionários precisam apenas de um tempo de concentração trabalhando em casa e mantêm o escritório como um local para se conectar ocasionalmente com as equipes, sem que o empregador estipule em quais dias deve ser feito o quê", explica ela.

Com cada vez mais patrões exigindo mais dias de trabalho no escritório, os profissionais agora passam boa parte dos seus dias de trabalho presencial na frente das telas de computador, em ambientes de trabalho mal preparados para a era do trabalho híbrido, em vez de realmente se conectarem com os colegas, segundo English.

"Muitos funcionários têm funções que, normalmente, podem ser desempenhadas de forma remota na maior parte do tempo. O aumento dos dias presenciais faz com que o tempo de concentração precise ser cumprido em escritórios movimentados, que não têm cabines de reunião. Os dias de trabalho são ocupados por ligações virtuais, em ambientes muitas vezes piores do que a privacidade das suas casas."

A qualidade do tempo presencial também é prejudicada pela necessidade de "ficar ocupado", diz Tomas Chamorro-Premuzic, professor de Psicologia Corporativa do University College de Londres.

Os funcionários passam dias no escritório parecendo ocupados frente a gerentes desconfiados, que não estão preparados para liderar suas equipes em trabalho híbrido. Eles imaginam que os profissionais são mais produtivos quando estão dentro do seu ângulo de visão.

"O problema é a falta de confiança e a incapacidade de avaliar resultados por parte do gerente", explica Chamorro-Premuzic. "Isso causa falta de engajamento e produtividade do lado do funcionário."

Por outro lado, o funcionário pode se sentir conectado à sua organização comparecendo ao escritório ocasionalmente. Isso porque é mais provável que ele sinta que é de confiança e capaz de passar seus dias presenciais colaborando com a empresa.

"As pessoas tendem a gostar de mais liberdade e flexibilidade", segundo Chamorro-Premuzic. "E, de qualquer forma, a maior parte do trabalho dos profissionais do conhecimento [aqueles que usam principalmente seus conhecimentos, informações e inteligência para desenvolver seus trabalhos] é realizada em frente a uma tela de computador, com a 'cultura' da organização frequentemente transmitida pelos meios digitais, como [as plataformas] Zoom, Slack e por e-mail."

"Por isso, ir ao escritório uma ou duas vezes por semana complementa essa cultura digital com as interações analógicas."

Ao longo do tempo, a menos que os patrões planejem os dias presenciais com mais cuidado, pensamento e coordenação, segundo English, os profissionais podem encontrar outros empregadores mais abertos.

"Se os funcionários forem microgerenciados e tratados como crianças, eles irão enfrentar uma sensação de frustração permanente", afirma ela. "Os melhores irão encontrar novos cargos que sejam mais flexíveis e haverá mais funcionários de nível médio infelizes, cumprindo as rigorosas exigências."

O resultado é que, quanto mais os empregadores exigem a volta dos funcionários ao escritório para criar conexões, mais eles podem acabar criando desconexões.

"O escritório oferece a oportunidade de ser um fator de conexão incrivelmente forte como a manifestação física de uma empresa, uma ferramenta para que todos remem com a mesma cadencia, voltados ao mesmo destino", explica English.

"Mas, sem um pouco de flexibilidade, o risco é que as organizações fiquem com mais pessoas nas margens, satisfeitas em simplesmente ficarem sentadas no barco, acompanhando as ondas."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz55dm56vmjo 
Em relação a morfologia, analise as afirmativas do trecho abaixo:

"Se os funcionários forem microgerenciados e tratados como crianças, eles irão enfrentar uma sensação de frustração permanente", afirma ela.
"Os melhores irão encontrar novos cargos que sejam mais flexíveis e haverá mais funcionários de nível médio infelizes, cumprindo as rigorosas exigências."' 

I.O vocábulo "se" é uma conjunção.
II.Os vocábulos "os", "uma" e "as" são artigos .
III.Os vocábulos "funcionários" e "rigorosas" são substantivos.
IV.Os vocábulos "novos" e "infelizes" são adjetivos que variam em número e gênero para concordarem com os substantivos "cargos" e "funcionários".
V.O vocábulo "criança" é um substantivo sobrecomum.
VI.Em "novos cargos que sejam mais flexíveis" o "que" é uma conjunção integrante.
VII.O verbo"ir" é regular.

Estão corretas:
Alternativas
Q3323668 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Doping corporativo': a venda ilegal de remédio para TDAH que invadiu a Faria Lima


Marta lutava contra o cansaço no dia a dia. Sem foco para enfrentar atividades do trabalho, numa grande empresa em São Paulo, e ganhando peso, ela achou uma boa ideia quando recomendaram um endocrinologista famoso que poderia ajudá-la.

"A consulta custou R$1.200 e durou apenas 5 minutos. Eu e meu marido saímos com a mesma receita: Ozempic para emagrecer e Venvanse para ter foco — uma combinação que ele aparentemente prescreve para todos."

Ela conta que tentou argumentar se aquele caminho, medicamentoso, seria o único possível para resolver suas queixas. Mas acabou seguindo a receita.

"A experiência com o Venvanse foi a mais impactante. De amor e ódio, eu diria. No primeiro dia, senti um hiperfoco e bem-estar incríveis, fui mais produtiva e motivada, mas sabia que isso era efeito do remédio."

Os comprimidos, prescritos para TDAH e compulsão alimentar, aumentam a liberação dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina nas sinapses, que são as conexões entre os neurônios.

Essas substâncias, deficientes em quem tem os quadros citados, são cruciais para a regulação do humor, atenção e comportamento impulsivo.

"Mas em organismos onde os níveis já são adequados, o aumento pode causar efeitos indesejáveis, como insônia, ansiedade, irritabilidade, impaciência e até agressividade. Casos mais graves incluem convulsões e problemas cardiovasculares", diz Marcos Gebara, psiquiatra e professor convidado do curso de Pós-Graduação de Psiquiatria da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

"Em pessoas predispostas a problemas psíquicos, esses efeitos podem piorar significativamente."

Gebara e outros médicos consultados pela reportagem afirmam que o uso dos comprimidos por pessoas sem diagnósticos que o justifique tem sido cada vez mais comum, e que muitos usuários não sabem ou ignoram que o Venvanse contém anfetamina, uma substância que pode causar dependência.

"O uso requer um acompanhamento médico, sempre. A dependência é um risco, especialmente se a pessoa aumentar as doses sem indicação."

Com medo justamente de que pudesse ficar dependente da 'sensação de superpoder', Marta expressou suas preocupações, mas o médico insistiu que o uso era seguro.

"Foi aí que busquei outro profissional, que me ajudou a parar com o remédio, entendendo minha preocupação com os efeitos a longo prazo. Foi difícil aceitar a vida sem Venvanse. Me senti deprimida por algumas semanas."

Amanda também teve acesso ao remédio por prescrição médica e sem ter nenhum dos diagnósticos para os quais a droga é indicada.

Foi ela que, se sentindo esgotada e incapaz de dar conta dos dois empregos que levava, pediu a uma nutróloga que receitasse Venvanse. Ela conta que a médica pediu exames, e com os resultados em dia, forneceu a receita.

"Eu usava os comprimidos esporadicamente, apenas nos dias em que precisava de um desempenho melhor no trabalho. Percebi que me dava um foco e energia extras, mas no dia seguinte estava extremamente cansada e precisava dormir mais para compensar."

Depois que as últimas caixas acabaram, Amanda cogitou pular a fase da consulta médica e comprar os comprimidos direto no mercado ilegal.

"Tinha colegas que me indicaram os caminhos: por grupos nas redes sociais e até com esquemas diretamente com farmácias de rua", conta.

Mas por fim, assim como Marta, ela também relata ter parado de usar o remédio por medo de uma dependência da qual não conseguisse mais voltar atrás.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9786n92z37ofragmentoadapt ado
Em "Foi ela que, se sentindo esgotada e incapaz de dar conta dos dois empregos que levava, pediu a uma nutróloga que receitasse Venvanse".
Os adjetivos "Esgotada" e "incapaz" fizeram a devida concordância com o pronome "ela". Em uma das alternativas abaixo o adjetivo NÃO está concordando com o vocábulo representado. Qual?
Alternativas
Q3323667 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Doping corporativo': a venda ilegal de remédio para TDAH que invadiu a Faria Lima


Marta lutava contra o cansaço no dia a dia. Sem foco para enfrentar atividades do trabalho, numa grande empresa em São Paulo, e ganhando peso, ela achou uma boa ideia quando recomendaram um endocrinologista famoso que poderia ajudá-la.

"A consulta custou R$1.200 e durou apenas 5 minutos. Eu e meu marido saímos com a mesma receita: Ozempic para emagrecer e Venvanse para ter foco — uma combinação que ele aparentemente prescreve para todos."

Ela conta que tentou argumentar se aquele caminho, medicamentoso, seria o único possível para resolver suas queixas. Mas acabou seguindo a receita.

"A experiência com o Venvanse foi a mais impactante. De amor e ódio, eu diria. No primeiro dia, senti um hiperfoco e bem-estar incríveis, fui mais produtiva e motivada, mas sabia que isso era efeito do remédio."

Os comprimidos, prescritos para TDAH e compulsão alimentar, aumentam a liberação dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina nas sinapses, que são as conexões entre os neurônios.

Essas substâncias, deficientes em quem tem os quadros citados, são cruciais para a regulação do humor, atenção e comportamento impulsivo.

"Mas em organismos onde os níveis já são adequados, o aumento pode causar efeitos indesejáveis, como insônia, ansiedade, irritabilidade, impaciência e até agressividade. Casos mais graves incluem convulsões e problemas cardiovasculares", diz Marcos Gebara, psiquiatra e professor convidado do curso de Pós-Graduação de Psiquiatria da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

"Em pessoas predispostas a problemas psíquicos, esses efeitos podem piorar significativamente."

Gebara e outros médicos consultados pela reportagem afirmam que o uso dos comprimidos por pessoas sem diagnósticos que o justifique tem sido cada vez mais comum, e que muitos usuários não sabem ou ignoram que o Venvanse contém anfetamina, uma substância que pode causar dependência.

"O uso requer um acompanhamento médico, sempre. A dependência é um risco, especialmente se a pessoa aumentar as doses sem indicação."

Com medo justamente de que pudesse ficar dependente da 'sensação de superpoder', Marta expressou suas preocupações, mas o médico insistiu que o uso era seguro.

"Foi aí que busquei outro profissional, que me ajudou a parar com o remédio, entendendo minha preocupação com os efeitos a longo prazo. Foi difícil aceitar a vida sem Venvanse. Me senti deprimida por algumas semanas."

Amanda também teve acesso ao remédio por prescrição médica e sem ter nenhum dos diagnósticos para os quais a droga é indicada.

Foi ela que, se sentindo esgotada e incapaz de dar conta dos dois empregos que levava, pediu a uma nutróloga que receitasse Venvanse. Ela conta que a médica pediu exames, e com os resultados em dia, forneceu a receita.

"Eu usava os comprimidos esporadicamente, apenas nos dias em que precisava de um desempenho melhor no trabalho. Percebi que me dava um foco e energia extras, mas no dia seguinte estava extremamente cansada e precisava dormir mais para compensar."

Depois que as últimas caixas acabaram, Amanda cogitou pular a fase da consulta médica e comprar os comprimidos direto no mercado ilegal.

"Tinha colegas que me indicaram os caminhos: por grupos nas redes sociais e até com esquemas diretamente com farmácias de rua", conta.

Mas por fim, assim como Marta, ela também relata ter parado de usar o remédio por medo de uma dependência da qual não conseguisse mais voltar atrás.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9786n92z37ofragmentoadapt ado
"Tinha colegas que me indicaram os caminhos: por grupos nas redes sociais e até com esquemas diretamente com farmácias de rua", conta.
"Mas por fim, assim como Marta, ela também relata ter parado de usar o remédio por medo de uma dependência da qual não conseguisse mais voltar atrás."

Identifique a alternativa em que os vocábulos destacados nas orações acima estão classificados, respectivamente, de forma CORRETA:
Alternativas
Q3322492 Português
O gentílico é o designativo da nação ou do povo a que alguém pertence. Nesse sentido, qual é o gentílico de Ibirataia/BA?
Alternativas
Q3322457 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mergulho na Amazônia urbana


A Amazônia é comumente associada à sua rica biodiversidade, mas há uma faceta pouco conhecida: sua versão urbana. Estudos revelam que comunidades indígenas pré-coloniais já praticavam formas de urbanismo, fazendo das indigeneidades urbanas um fenômeno ancestral. Atualmente, as mídias sociais estão disseminando experiências dos indígenas urbanos, desafiando estereótipos e buscando reconhecimento e direitos. Esses influenciadores ressaltam a continuidade da colonização e promovem a pluralidade das identidades indígenas.

Quando se fala em Amazônia, a primeira imagem que vem à cabeça da maioria das pessoas é uma rica paisagem natural composta pelos magníficos biomas amazônicos: igapós, terra firme, várzeas, campinas e os majestosos rios. Tudo isso é real e deve, sim, ser valorizado e preservado. Mas há um lado da região pouco conhecido − a Amazônia urbana, assim como uma vasta população indígena moradora dessas cidades.

Manaus (AM), com mais de 2 milhões de habitantes, e Belém (PA), com uma população de 1,3 milhão de pessoas, são as maiores cidades da região. Além dessas duas megacidades, a Amazônia abriga várias outras áreas urbanas de grande e médio porte espalhadas por essa vasta floresta.

Segundo o censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Manaus é a cidade com maior população de indígenas do país, com 71.713 pessoas que assim se identificam. Mas as cidades amazônicas não são um fenômeno somente do presente. Estudos recentes sobre a Amazônia pré-colonial revelam mais do que organizações sociais complexas; registram formas de urbanismo que agora estão sendo vislumbradas como alternativas ao modelo industrial para um futuro mais sustentável.

Esses estudos contribuem para uma mudança de paradigmas em nossa compreensão da Amazônia pré-colonial, nos afastando da perspectiva estereotipada condescendente da Amazônia indígena como composta por aldeias e acampamentos pequenos e efêmeros


(https://cienciahoje.org.br/artigo/mergulho-na-amazonia-urbana)
"Quando se fala em Amazônia, a primeira imagem que vem à cabeça da maioria das pessoas é uma rica paisagem natural composta pelos magníficos biomas amazônicos: igapós, terra firme, várzeas, campinas e os majestosos rios. Tudo isso é real e deve, sim, ser valorizado e preservado. Mas há um lado da região pouco conhecido − a Amazônia urbana, assim como uma vasta população indígena moradora dessas cidades"
Em relação as classes de palavras, analise as afirmativas relacionadas aos vocábulos do trecho acima:

I.Os vocábulos "natural", "magníficos" e "campinas" são adjetivos.
II."Amazônia" é substantivo próprio.
III."primeira" e "maioria" são numerais ordinais.
IV."cabeça", "igapós" e "imagem" são substantivos.
V."pessoas" é um substantivo sobrecomum.

Estão corretas:
Alternativas
Q3322395 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



    "Ilha de Marajó é como ficou conhecido um vasto arquipélago situado no estuário do rio Amazonas, mais precisamente no Estado do Pará, região Norte do Brasil. É considerado o maior arquipélago fluviomarinho do mundo. O Marajó apresenta clima equatorial e relevo modesto, sendo recoberto por florestas, campos e também mangues, um tipo de vegetação característico de áreas estuarinas. Detentor de uma enorme biodiversidade, o Arquipélago do Marajó é reconhecido pela enorme população de búfalos que vive na ilha.


    O Arquipélago do Marajó é dividido em 16 municípios, nos quais vivem cerca de 550 mil habitantes. Grande parte da população do arquipélago vive em áreas rurais e em cidades ribeirinhas, onde há baixa cobertura de infraestrutura social como aquela atrelada aos serviços de saneamento. Registra-se, além disso, baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para a maior parte dos municípios da região. Uma das exceções é Soure, com IDH de 0,615, considerado médio.


    O extrativismo vegetal, a agricultura e a pecuária bubalina são as principais atividades econômicas desenvolvidas no Marajó, além, é claro, do turismo." 


Fonte:https://brasilescola.uol.com.br/brasil/ilha-de-marajo.htm

Segundo a gramática normativa, os substantivos coletivos referem-se à reunião ou agrupamento de pessoas, seres, objetos, animais ou coisas da mesma espécie. Dessa forma, o coletivo de "ilha" é "arquipélago", logo, um arquipélago é um conjunto de ilhas agrupadas próximas umas das outras. Baseado nesse conceito, qual o coletivo de:


I. Búfalo; II. Filho; III. Viajante.


Marque a sequência correta:

Alternativas
Q3322393 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.



    "Ilha de Marajó é como ficou conhecido um vasto arquipélago situado no estuário do rio Amazonas, mais precisamente no Estado do Pará, região Norte do Brasil. É considerado o maior arquipélago fluviomarinho do mundo. O Marajó apresenta clima equatorial e relevo modesto, sendo recoberto por florestas, campos e também mangues, um tipo de vegetação característico de áreas estuarinas. Detentor de uma enorme biodiversidade, o Arquipélago do Marajó é reconhecido pela enorme população de búfalos que vive na ilha.


    O Arquipélago do Marajó é dividido em 16 municípios, nos quais vivem cerca de 550 mil habitantes. Grande parte da população do arquipélago vive em áreas rurais e em cidades ribeirinhas, onde há baixa cobertura de infraestrutura social como aquela atrelada aos serviços de saneamento. Registra-se, além disso, baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para a maior parte dos municípios da região. Uma das exceções é Soure, com IDH de 0,615, considerado médio.


    O extrativismo vegetal, a agricultura e a pecuária bubalina são as principais atividades econômicas desenvolvidas no Marajó, além, é claro, do turismo." 


Fonte:https://brasilescola.uol.com.br/brasil/ilha-de-marajo.htm

Conforme excerto: “É considerado o maior arquipélago fluviomarinho do mundo”, a palavra em destaque é um(a)
Alternativas
Q3321746 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

Assinale a alternativa em que o termo em destaque é um adjetivo.
Alternativas
Q3321564 Português
Há verbo conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo apenas em:
Alternativas
Respostas
7061: D
7062: D
7063: C
7064: D
7065: C
7066: B
7067: A
7068: D
7069: X
7070: X
7071: D
7072: B
7073: D
7074: D
7075: A
7076: B
7077: A
7078: C
7079: B
7080: A