Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3394453 Português
Na frase “O motorista é cuidadoso.”, ao transformar o substantivo "motorista" para o feminino e para o plural, com os demais ajustes necessários, tem-se: 
Alternativas
Q3394451 Português
Assinalar a alternativa em que o diminutivo está CORRETO:
Alternativas
Q3394265 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 Vacinas inversas: esperança contra doenças

autoimunes


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).


Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.


Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.


É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.


Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024. 

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona processos de formação de palavras a seus exemplos retirados do texto:


Primeira coluna: processo de formação


(1) Derivação sufixal.


(2) Derivação prefixal.


(3) Derivação prefixal e sufixal.


Segunda coluna: exemplo


(__) autoimune


(__) imunológica


(__) pesquisadores


(__) incorretamente


(__) imunitário


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q3393876 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Memória muscular realmente existe?

Você se lembra do seu último programa de treinamento na academia, no clube ou na escola há muitos anos? Talvez você não se lembre, mas sabia que os nossos músculos esqueléticos sim? Esse tipo de músculo está ligado ao esqueleto e é responsável pelo movimento do corpo, dentre várias outras funções.
Você já deve ter percebido em seu corpo ou deve ter ouvido falar que o condicionamento físico (força muscular ou resistência à fadiga) melhora muito mais rápido quando você retorna ao treinamento (retreinamento) após um período afastado (destreinamento) comparado à condição em que você começa a treinar pela primeira vez, sem ter praticado aquele tipo de exercício antes − exemplo: musculação ou corrida. Sim, isso é verdade!
Estudos têm sugerido que esse efeito pode ser explicado por adaptações neurais, tanto no cérebro como nos nervos periféricos, mas principalmente por adaptações "exclusivamente" musculares relacionadas a duas teorias: i) "Memória" muscular celular e ii) "Memória" muscular molecular (ou epigenética). Mas o que seria a "memória" celular? Essa memória se refere às adaptações que ocorrem na estrutura e organização de compartimentos das células musculares, por exemplo, o aumento da quantidade de novos núcleos. Esse tipo de adaptação é importante para o aumento do DNA, uma molécula que contém todas as informações genéticas do organismo. E a "memória" molecular? Ela se refere a modificações no DNA do músculo, como a metilação, mas sem alterações na sequência ou quantidade do DNA.
Ambos os tipos de memórias poderiam levar a mudanças na expressão de genes relacionados ao crescimento (hipertrofia), força ou resistência à fadiga da musculatura e essas alterações seriam retidas no destreinamento, acelerando a adaptação muscular no retreinamento.
A compreensão da "memória muscular" pode ajudar não somente no desenvolvimento de intervenções mais eficazes para o condicionamento físico após um período de inatividade física, mas também na compreensão dos mecanismos de "reconfiguração molecular" estimulados pelo exercício físico em músculos de indivíduos idosos ou doentes.

Retirado e adaptado de: PESSOA, Pedro William Martins.; GONÇALVES, Dawit Albieiro Pinheiro. Memória muscular realmente existe? Nosso músculo se lembra do treinamento e se adapta mais rapidamente após um período "parado"? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 11 mar., 2024.

Assinale a alternativa na qual as alterações feitas não prejudicaram a gramática, isto é, indique a sentença que está formulada corretamente:
Alternativas
Q3393843 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Vacinas inversas: esperança contra doenças

autoimunes 


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T). 


Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.


Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a  resposta imune contra essa proteína.


Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.


É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.


Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.



Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.

Analise os seguintes trechos, retirados do texto:



Trecho I: Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


Trecho II: Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade.



Agora, analise as afirmações a seguir:


I. A primeira palavra em destaque exerce a função sintática de pronome relativo.


II. A segunda palavra em destaque exerce a função sintática de conjunção coordenativa explicativa.


III. A terceira palavra em destaque exerce a função sintática de conjunção subordinativa.



É correto o que se afirma em

Alternativas
Q3393729 Português
Leia o texto para responder à questão.

A preguiça

    Tenho uma simpatia visceral pela preguiça. Aquele bicho que passa a vida pendurado pelo rabo, de cabeça para baixo, e se dedica à contemplação das coisas pelo inverso. Há outros animais contemplativos na natureza, mas nenhum com tanta convicção da própria inutilidade. O boi, por exemplo, é lento e filosófico, mas há uma certa empáfia na sua ponderação. O boi tem o ar de quem está só esperando que lhe peçam uma opinião. O boi tem teses sobre a vida, é que até hoje ninguém se interessou em saber. O hipopótamo é outro falso acomodado. Só o fato de ser anfíbio denuncia uma inquietação secreta. O hipopótamo tinha outros planos. O elefante? Um megalomaníaco. Depressivo. Não passou da fase anal retentiva, o que se manifesta em excessivos cuidados com a higiene e em certos pudores irracionais. Um elefante nunca morre na frente dos outros, e o que é mais íntimo do que a morte? A vida é uma provação para o elefante. 
    A preguiça não quer nem saber. A preguiça é um macaco que deu errado, um equívoco da evolução, e ela se esforça para não chamar a atenção para o erro. Se me descobrirem, me extinguem. Uma vez perguntaram a Darwin sobre a preguiça e ele fingiu que procurava um lápis embaixo da mesa. Todo animal tem uma função no universo. Pode ser a mais prosaica, como comer formiga, mas tem. Menos a preguiça. A preguiça não serve para nada. É uma espectadora do drama da criação. E mesmo como espectadora é incompetente, pois vê tudo de cabeça para baixo. Ao contrário. O Sol não se levanta para a preguiça, ele cai do horizonte como um ovo da galinha. O céu é o chão e o chão é o céu da preguiça. O espantoso é que com tanto sangue lhe subindo à cabeça a preguiça não tivesse desenvolvido o melhor cérebro do mundo animal.
    Há quem diga que desenvolveu, que a preguiça já pensou em tudo e resolveu que não valia a pena. Com duas semanas de existência, com o sangue fazendo o cérebro crescer duas vezes mais depressa do que o de qualquer outra espécie, a preguiça já tinha esquematizado toda a progressão da vida na Terra, desde o homemmacaco até o Clóvis Bornay, desde a roda até o foguete e desde o tambor tribal até a ONU. E desistiu, antes de começar. Hoje o sangue lhe sobe à cauda, a preguiça não quer nem saber. Alguns frutos que estiverem à mão, pensamentos leves... Para a preguiça nenhuma crise é novidade: o mundo está de pernas para o ar há muito tempo.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise os excertos apresentados a seguir e assinale a alternativa em que a palavra destacada é um advérbio que exprime circunstância de tempo.
Alternativas
Q3393728 Português
Leia o texto para responder à questão.

A preguiça

    Tenho uma simpatia visceral pela preguiça. Aquele bicho que passa a vida pendurado pelo rabo, de cabeça para baixo, e se dedica à contemplação das coisas pelo inverso. Há outros animais contemplativos na natureza, mas nenhum com tanta convicção da própria inutilidade. O boi, por exemplo, é lento e filosófico, mas há uma certa empáfia na sua ponderação. O boi tem o ar de quem está só esperando que lhe peçam uma opinião. O boi tem teses sobre a vida, é que até hoje ninguém se interessou em saber. O hipopótamo é outro falso acomodado. Só o fato de ser anfíbio denuncia uma inquietação secreta. O hipopótamo tinha outros planos. O elefante? Um megalomaníaco. Depressivo. Não passou da fase anal retentiva, o que se manifesta em excessivos cuidados com a higiene e em certos pudores irracionais. Um elefante nunca morre na frente dos outros, e o que é mais íntimo do que a morte? A vida é uma provação para o elefante. 
    A preguiça não quer nem saber. A preguiça é um macaco que deu errado, um equívoco da evolução, e ela se esforça para não chamar a atenção para o erro. Se me descobrirem, me extinguem. Uma vez perguntaram a Darwin sobre a preguiça e ele fingiu que procurava um lápis embaixo da mesa. Todo animal tem uma função no universo. Pode ser a mais prosaica, como comer formiga, mas tem. Menos a preguiça. A preguiça não serve para nada. É uma espectadora do drama da criação. E mesmo como espectadora é incompetente, pois vê tudo de cabeça para baixo. Ao contrário. O Sol não se levanta para a preguiça, ele cai do horizonte como um ovo da galinha. O céu é o chão e o chão é o céu da preguiça. O espantoso é que com tanto sangue lhe subindo à cabeça a preguiça não tivesse desenvolvido o melhor cérebro do mundo animal.
    Há quem diga que desenvolveu, que a preguiça já pensou em tudo e resolveu que não valia a pena. Com duas semanas de existência, com o sangue fazendo o cérebro crescer duas vezes mais depressa do que o de qualquer outra espécie, a preguiça já tinha esquematizado toda a progressão da vida na Terra, desde o homemmacaco até o Clóvis Bornay, desde a roda até o foguete e desde o tambor tribal até a ONU. E desistiu, antes de começar. Hoje o sangue lhe sobe à cauda, a preguiça não quer nem saber. Alguns frutos que estiverem à mão, pensamentos leves... Para a preguiça nenhuma crise é novidade: o mundo está de pernas para o ar há muito tempo.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico — meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto a seguir para responder à questão:
“Com duas semanas de existência, com o sangue fazendo o cérebro crescer duas vezes mais depressa do que o de qualquer outra espécie, a preguiça já tinha esquematizado toda a progressão da vida na Terra, desde o homemmacaco até o Clóvis Bornay, desde a roda até o foguete e desde o tambor tribal até a ONU.”

Em relação à categoria gramatical, o vocábulo “o” em destaque, no excerto apresentado, é classificado como:
Alternativas
Q3393668 Português
Considere as seguintes sentenças:

I. O método utilizado para avaliar o ensino desta escola é pouco eficiente.
II. Não sabemos quão exaustos ficaremos após essa reforma.
III. Patrícia nunca reclamou sobre as altas despesas com os empregados.

Apresenta(m) advérbio de intensidade apenas a(s) sentença(s):
Alternativas
Q3393232 Português
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Disponível em: <https://bicicletanarua.wordpress.com/2012/01/26/bicicletada-floripa-sera-dia-27-de-janeiro/>. Acesso em: 25 jan. 2024.

Em relação à palavra “bicicletada”, ela foi formada 
Alternativas
Q3392452 Português
Identifique, dentre os vocábulos listados, aquele cuja formação deriva de um processo de parassíntese. 
Alternativas
Q3392450 Português
Leia o trecho a seguir. “Um estudo deste ano da Universidade de Chapman, em Orange, Califórnia (EUA), com mais de 50 mil pessoas, mostra que 95% dos homens heterossexuais1 disseram que, geralmente ou sempre, têm orgasmo em relações sexuais, enquanto apenas 65% das mulheres heterossexuais disseram o mesmo2. O resultado é semelhante em várias outras pesquisas, como a divulgada pela Sage Journals, uma editora acadêmica americana3 independente, que publicou uma pesquisa, em 2018, mostrando que algumas pessoas acreditam que essa diferença se deve ao fato de os orgasmos femininos serem biologicamente evasivos e que mulheres têm mais orgasmos quando estão sozinhas4 ou com parceiras. Pelo menos 92% das mulheres têm orgasmo quando dão prazer a si mesmas5.”
DORNELAS, Helena. Pesquisa comprova que mulheres têm menos orgasmos. Correio Braziliense, 26 de dezembro de 2023. Blog Daquilo. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/daquilo/pesquisa-comprova-que-mulheres-tem-menos-orgasmos/. Acesso em: 27 dez. 2023. Adaptado.

Qual dos números sobrescritos identifica o vocábulo que, no trecho, recebe a classificação de substantivo, tendo em vista seu emprego no contexto? 
Alternativas
Q3391615 Português

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:



A República Federativa do Brasil buscará a integração _________, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando a formação de uma comunidade _____________ de nações. 

Alternativas
Q3391602 Português
O eclipse na mitologia nórdica


            Os eclipses solares ________ quando o Sol, a Lua e a Terra entram em alinhamento total ou parcial. A NASA (agência espacial norte-americana) explica que, quando isso acontece, a Lua projeta uma sombra sobre a Terra e bloqueia parte ou toda a luz que emana da estrela. Entretanto, como o satélite da Terra não se move na mesma órbita que o Sol e o planeta, os eclipses ocorrem ocasionalmente. 


            Em algumas culturas humanas antigas, os eclipses estavam ligados a uma série de lendas sobre a ordem divina. Para muitas pessoas, um eclipse solar ________ medo e estava ligado a pensamentos de fim do mundo ou da chegada de um terrível evento apocalíptico. 


            Uma seção do Farmer's Almanac, um periódico americano publicado desde 1818 e que fornece informações sobre clima, astronomia e jardinagem, explica que a cultura nórdica antiga explicava o fenômeno dos eclipses por meio de um mito.


            De acordo com esta crença, os deuses do Olimpo nórdico ________ acorrentado um feiticeiro maligno chamado Loki. O homem aprisionado, irritado com o que aconteceu com ele, vingou-se e criou gigantes parecidos com lobos. Um deles engoliu o Sol e causou um eclipse. O outro desses animais perseguiu a Lua, tentou comê-la e deu origem aos eclipses lunares. 


            Apesar dos mitos e lendas que tentavam explicar o que estava acontecendo no céu, os eclipses solares são, na verdade, uma coincidência cósmica.

(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Em “[...] os eclipses ocorrem ocasionalmente.”, a palavra sublinhada é classificada como: 
Alternativas
Q3391491 Português
O eclipse na mitologia nórdica


            Os eclipses solares ________ quando o Sol, a Lua e a Terra entram em alinhamento total ou parcial. A NASA (agência espacial norte-americana) explica que, quando isso acontece, a Lua projeta uma sombra sobre a Terra e bloqueia parte ou toda a luz que emana da estrela. Entretanto, como o satélite da Terra não se move na mesma órbita que o Sol e o planeta, os eclipses ocorrem ocasionalmente. 


            Em algumas culturas humanas antigas, os eclipses estavam ligados a uma série de lendas sobre a ordem divina. Para muitas pessoas, um eclipse solar ________ medo e estava ligado a pensamentos de fim do mundo ou da chegada de um terrível evento apocalíptico. 


            Uma seção do Farmer's Almanac, um periódico americano publicado desde 1818 e que fornece informações sobre clima, astronomia e jardinagem, explica que a cultura nórdica antiga explicava o fenômeno dos eclipses por meio de um mito.


            De acordo com esta crença, os deuses do Olimpo nórdico ________ acorrentado um feiticeiro maligno chamado Loki. O homem aprisionado, irritado com o que aconteceu com ele, vingou-se e criou gigantes parecidos com lobos. Um deles engoliu o Sol e causou um eclipse. O outro desses animais perseguiu a Lua, tentou comê-la e deu origem aos eclipses lunares. 


            Apesar dos mitos e lendas que tentavam explicar o que estava acontecendo no céu, os eclipses solares são, na verdade, uma coincidência cósmica.

(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Analisar o trecho “[...] os eclipses estavam ligados a uma série de lendas sobre a ordem divina.” e assinalar a alternativa que apresenta a classificação CORRETA dos termos presentes: 
Alternativas
Q3390394 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01:

(__)O vestido da noiva tinha um tom delicado de azul-celeste , destacando sua pureza e serenidade.
(__)As folhas verde-bandeira das árvores balançavam suavemente ao vento da primavera.
(__)O pôr do sol tingiu o céu de um amarelo-ouro deslumbrante, iluminando a paisagem ao entardecer.
(__)O mar refletia o céu azul-claro em um horizonte infinito, criando uma cena de paz e tranquilidade.
(__)Os olhos da menina brilhavam com um azul-marinho profundo, como se refletissem o oceano em sua alma.
(__)A floresta ficava ainda mais misteriosa à medida que o sol se punha, envolta em tons de verde-escuro que se confundiam com a noite que se aproximava.

Coluna 02:

I.Devem sofrer flexão de número e/ou gênero dependendo do substantivo a que se referem.
II.Não devem sofrer qualquer flexão independentemente do substantivo a que se referem.

Correlacione ambas as colunas de acordo com a possibilidade de flexão dos termos destacados. Em seguida, assinale a alternativa que indica a sequência correta: 
Alternativas
Q3390366 Português

Leia os textos a seguir e responda a questão.



Texto 1



        O fascínio que os escritos de Jane Austen exercem, mais do que se manter, torna-se maior no curso do tempo. A obra desta aclamada escritora tem sido constantemente adaptada para o teatro, o cinema e a televisão. Nos meios acadêmicos, tem gerado abundantes e fecundos estudos de sua dimensão estética, sociológica e histórica. Em vários países, inclusive no Brasil, são-lhe dedicados ativos e entusiasmados fã-clubes; e, na web, há um número assombroso de páginas que remetem a Jane Austen.

        Esta edição especial reúne Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito e Persuasão – três dos mais apreciados romances desta que é uma das mais lidas e amadas autoras inglesas em todo o mundo.


Fonte: AUSTEN, Jane. Razão e sensibilidade; Orgulho e Preconceito; Persuasão. Tradução de Roberto Leal Ferreira. São Paulo: Marton Claret, 2012.



Texto 2



        Em seu livro intitulado Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática, por meio de uma linguagem objetiva e didática, o professor doutor da Universidade Federal da Bahia, Luciano Amaral de Oliveira, ressalta a importância de um ensino de português contextualizado, em uma perspectiva interacionista, de modo a conquistar os alunos com a riqueza da nossa língua.

      Enfatizando a importância dos domínios da leitura e escrita no mundo contemporâneo, em um contexto político-econômico de desigualdades sociais, o autor mostra a necessidade de aplicarmos a teoria na prática. Ou seja, discutimos tanto sobre a importância de um ensino de língua materna contextualizado, considerando o funcionamento real da língua, quando, na verdade, o que vemos nas escolas de ensino fundamental e médio são aulas de gramática, puramente, maçantes e desinteressantes. Pensando nisso, o professor Luciano Oliveira, de uma maneira que parece-nos conversar com o leitor, apresenta, em sua obra, seis capítulos, nos quais expõe discussões objetivas e exemplificadas em torno da metodologia de ensino de língua, leitura, escrita, literatura, vocabulário e gramática; coisas essas que, segundo ele, todo professor de português necessita saber.

      Ao longo da leitura destes capítulos, deparamo-nos com exemplos e discussões que nos fazem reconhecer a realidade prática e a teoria, fazendo-nos compreender que, mesmo que já tenhamos discutido tanto sobre o assunto apresentado, não podemos nos calar. Ainda devemos discutir mais e mais, até que, de fato, estas discussões transformem-se em mudanças nas mais diversas escolas de ensino fundamental e médio do Brasil. Por isso, este livro resenhado deve ser lido não só pelos professores de língua portuguesa em formação, mas, sem dúvidas, também, pelos professores que estão nas salas de aula brasileiras todos os dias e que devem, continuamente, refletir sobre suas práticas, procurando compreender qual o impacto destas no processo de ensino-aprendizagem de seus alunos.


Fonte: https://ataufpb.wixsite.com.



Texto 3



Ceia nos ares: Gol e Perdigão servem chester a passageiros

Os passageiros com destino a região do Caribe receberão uma ceia de Natal durante o voo



        Os passageiros que voarem entre 20 e 25 de dezembro pela Gol Linhas Aéreas podem ser presenteados com uma ceia de Natal a bordo. A iniciativa é uma parceria com a Perdigão, líder do segmento de aves natalinas no Brasil. Os passageiros com destino a região do Caribe receberão uma ceia de Natal durante os voos com chester do frigorífico.


Fonte: https://veja.abril.com.br/coluna/radareconomico/ceia-nos-ares-gol-e-perdigaoserve-peru-a-passageiros/.

No texto 2, as palavras destacadas no excerto “[...] coisas essas que, segundo ele, todo professor de português necessita saber” podem ser, morfologicamente, nessa ordem, classificadas como:
Alternativas
Q3389846 Português

As palavras sublinhadas são respectiva e CORRETAMENTE classificadas como:


Antes de o filme começar, Pietro fez pipoca às pressas.  

Alternativas
Q3389844 Português
Os termos “propriedades antimicrobianas” podem ser classificados CORRETAMENTE como: 
Alternativas
Q3387255 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O valor do trabalho


Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.

Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:

Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.

 As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.

 coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.

Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.

Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.

 Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.

A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.

(...)

Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar. 

(...) Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.

 É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.

 A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.

Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.


Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/

Acerca do trecho: Meu caro, aprenda com o ERRO.", o processo de formação do vocábulo ERRO foi: 
Alternativas
Q3387196 Português
A respeito dos conectores semânticos que estabelecem relação de oposição em uma frase, quanto aos termos sublinhados, analisar os itens abaixo:

I. Ele havia prometido que viria, no entanto não apareceu.
II. Você é tão divertida quanto o seu irmão.
III. Eu nunca trabalhei com ele, mas ele me parece muito competente.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Respostas
6681: D
6682: D
6683: D
6684: C
6685: D
6686: C
6687: C
6688: D
6689: B
6690: A
6691: B
6692: C
6693: D
6694: B
6695: B
6696: C
6697: D
6698: D
6699: E
6700: D