Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Questões Discursivas

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Q358263 Português
Julgue os seguintes itens, a respeito do texto acima.

A presença da preposição no termo “em aumentar” (l.22) é gramaticalmente opcional, mas tem a função de evitar ambigüidade por marcar a relação de paralelismo entre as idéias introduzidas por “descarbonizar” (l.21) e “aumentar” (l.22).
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Q358261 Português
Julgue os seguintes itens, a respeito do texto acima.

Ficam preservadas a coerência textual e a correção gramatical do texto, ao se substituir o sinal de dois-pontos depois de “problema” (l.15) pela conjunção pois, precedida e seguida de vírgula.
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Ano: 2007 Banca: CONSULPLAN Órgão: EMBRAPA Prova: CONSULPLAN - 2007 - EMBRAPA - Advogado |
Q355685 Português
No entanto, a criação de aves combatentes pode ter finalidades nobres...” A palavra ou expressão que NÃO pode substituir “no entanto” é:
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Q354106 Português
Abaixo estão relacionadas palavras extraídas do texto portadoras de sufixos. A relação em que todos os sufixos são formadores de substantivos com o significado de ação ou resultado de ação é:
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Ano: 2007 Banca: FCC Órgão: ANS Prova: FCC - 2007 - ANS - Técnico em Regulação |
Q312403 Português
Atenção: As questões de números 1 a 9 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

É impossível não nos maravilharmos com as inúmeras formas vivas. Basta darmos uma passeada num parque e olharmos para as árvores, flores, insetos, pássaros, cachorros e seus donos, e nos damos conta da incrível criatividade da vida em suas várias adaptações na água, terra e ar. À primeira vista, parece mesmo difícil que as asas de uma abelha, os olhos de um gato, as nadadeiras de um peixe tenham surgido por acaso, resultado de acidentes no nível molecular. Mas foi isso o que ocorreu, ao longo dos 3,5 bilhões de anos (no mínimo), desde que a vida surgiu na Terra. Darwin propôs sua teoria da evolução para dar conta do que percebeu ser, ao longo de observações cuidadosamente catalogadas em viagens pelo globo, a característica fundamental da vida: sua capacidade de se adaptar a ambientes diversos. Sua idéia de que as espécies variam no tempo devido a pequenas mudanças que são transmitidas de geração em gera- ção permanece essencialmente intacta. A seleção natural, como já diz o nome, seleciona, dentre as várias mudanças, as que beneficiam a espécie. Com isso, os benefícios são passados aos poucos para novas gerações, até que façam parte de toda a população. A grande inovação veio em torno dos anos 1950, com a biologia molecular. Ficou claro que as variações (ou mutações) ocorrem no nível molecular, nos genes. Com o mapeamento do genoma humano durante a última década, mais surpresas ocorreram. Esperava-se que espécies mais sofisticadas, como os humanos, teriam muito mais genes do que as mais simples, como os vermes. Bem, humanos têm praticamente tantos genes quanto ratos. Se o número de genes não mede a complexidade de uma espécie, o que, então, a determina? A resposta encontra-se num novo ramo da biologia molecular, que estuda como os genes se comportam durante o desenvolvimento de um embrião, como as alterações na atividade de cada um deles geram um ser complexo, seja ele uma mosca, um morcego ou uma baleia. Genes são essencialmente moléculas extremamente longas, como corredores cheios de portas. Os biólogos descobriram que certas moléculas funcionam como chaves que ligam ou desligam as partes dos genes responsáveis pela produção de enzimas específicas. À medida que o embrião evolui, diferentes portas são abertas e fechadas, cada uma responsável por parte de seu corpo. É como se o animal tivesse um mapa de seu desenvolvimento, que determina quais portas devem ser abertas ou fechadas seqüencialmente. O incrível é que todos os seres vivos têm genes similares. A variação da vida vem da ativação de partes diferentes dos genes e não de genes diferentes. A evolução da vida é conseqüência de muta- ções que ocorrem nas “portas” moleculares e não nos genes. Somos todos essencialmente o mesmo animal, variações sobre o mesmo tema. (Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 7 de maio de 2006, p. 9)
Considere a aproximação, no texto, dos verbos ligam e desligam (4o parágrafo). Observa-se a mesma relação na formação das palavras transcritas abaixo, EXCETO no par:
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Q225736 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

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O substantivo composto do trecho “matéria-prima para fabricação de ração canina e produto de exportação” (4º parágrafo), no plural, tem a forma MATÉRIAS-PRIMAS. Faz o plural da mesma forma, com variação dos dois termos, o substantivo:
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Q225673 Português
As preposições destacadas no trecho “PARA aproximadamente trezentos mototaxistas, a palestra 'Você e a moto, uma união feliz', discorrendo, COM explicações à categoria, SOBRE os temas” (6º parágrafo) introduzem nos constituintes que relacionam, respectivamente, os sentidos de:
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Q225611 Português
A alternativa em que todos os nomes flexionam-se em número como CIDADÃO é
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: DETRAN-RO Prova: FEC - 2007 - DETRAN-RO - Administrador |
Q225606 Português
O valor significativo do sufixo da palavra em destaque está indicado corretamente em todas as alternativas, SALVO em:
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Q225602 Português
A substituição da preposição empregada pela locução sugerida implica desconhecimento do valor relacional da locução em:
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Q218543 Português
Naturalmente, o uso da fotografia eleitoral supõe uma cumplicidade: a foto é espelho, ela oferece o familiar, o conhecido, propõe ao eleitor a sua própria efígie, clarificada, magnificada, imponentemente elevada à condição de tipo. É, aliás, esta ampliação valorativa que define exatamente a fotogenia: ela exprime o eleitor e, simultaneamente, transforma- o num herói; ele é convidado a eleger-se a si mesmo, incumbindo o mandato que vai conceder de uma verdadeira transferência física: delega de algum modo a sua “raça”.

No fragmento acima, o autor, ao
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Q203331 Português
APELO

   Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa da esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.

   Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.

E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero da salada - meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada.

    Que fim levou o saca-rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.

 (TREVISAN, Dalton. Apelo. In: BOSI, Alfredo, org. O conto brasileiro contemporâneo. São Paulo, Cultrix/Edusp. 975. p. 190.)



“Não tenho botão na camisa...”. A palavra sublinhada na frase anterior faz o plural da mesma forma que, EXCETO:
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Q203330 Português
APELO

   Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa da esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.

   Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.

E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero da salada - meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada.

    Que fim levou o saca-rolhas? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.

 (TREVISAN, Dalton. Apelo. In: BOSI, Alfredo, org. O conto brasileiro contemporâneo. São Paulo, Cultrix/Edusp. 975. p. 190.)



Considere os seguintes enunciados:

I. “... como a última luz na varanda”.

II. “E comecei a sentir falta das pequenas brigas...”

III. Ele a considerava como uma verdadeira companheira”.

Os termos grifados são, respectivamente:
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Q203026 Português
Qual a classificação da palavra que (linhas 5-6), respectivamente?

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Q197530 Português
Atenção: As questões de números 1 a 20 referem-se ao texto
seguinte.

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Transpondo-se para a voz passiva a construção O homo sapiens estabeleceu critérios de controle dos impulsos primitivos, a forma verbal resultante será
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Q192218 Português
O adjetivo que os autores utilizam no título é uma das palavras que costumeiramente geram dúvidas ortográficas. Nos casos abaixo, a grafia de ambas as palavras só está correta em:
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Q192214 Português
Os verbos da frase "Se eles se casarem e vierem para cá com os filhos, serão bem-vindos" (L. 7) estão no futuro simples. Uma das opções abaixo transpõe corretamente os três verbos para suas formas compostas equivalentes. Assinale-a:
Alternativas
Q179568 Português
Considere as seguintes frases:

I. É muito restritivo o aspecto da “razoabilidade” dos sonhos, de que o autor do texto analisa no segundo parágrafo.

II. Talvez um dos “dragões” a que se deva dar combate em nossos dias seja o império dos interesses materiais.

III. Os sonhos em cuja perseguição efetivamente nos lançamos podem transformar-se em conquistas objetivas.

Está correto o emprego do elemento sublinhado APENAS em
Alternativas
Q168778 Português
Com relação às estruturas lingüísticas do texto acima, assinale a opção correta.

Alternativas
Q168251 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os itens subseqüentes.
Outra forma gramaticalmente correta de construção da oração iniciada pela conjunção “porque” (L.23) é a seguinte: uma vez que vários médicos crêem que refeições, brindes, hospitalidade e honorários da indústria não os influencia.
Alternativas
Respostas
29101: C
29102: C
29103: E
29104: A
29105: C
29106: D
29107: A
29108: C
29109: E
29110: A
29111: B
29112: E
29113: D
29114: C
29115: E
29116: B
29117: A
29118: D
29119: C
29120: E