Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q1636965 Português

Texto para a questão


Luiz Alberto Marinho. Sociedade descartável. In: Vida Simples, dez./2008, p. 80 (com adaptações).

Assinale a opção correta a respeito da associação entre as estruturas linguísticas e os argumentos do texto.
Alternativas
Q1636964 Português

Texto para a questão

Márcia Tiburi. Uma filosofia da superfície. In: Cult, ano 11, p. 42 (com adaptações).


Considerando o uso das estruturas linguísticas no texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1389379 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Assinale a alternativa em que o adjetivo destacado veicule valor inegavelmente subjetivo.
Alternativas
Q1389378 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Essas pessoas, portanto, costumam ser vítimas de si mesmas e de um estilo de vida estressante auto-produzido. (L.23-24)


Assinale a alternativa que contenha um vocábulo cuja forma auto assuma valor diferente do que é veiculado em auto-produzido.

Alternativas
Q1389377 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Costumam se esforçar para sempre se superarem nas tarefas, até mesmo no lazer, ocupando todo o seu dia com alguma tarefa e experimentando sentimentos de culpa quando estão paradas. (L.30-33)


Considerando o contexto, assinale a alternativa que indique corretamente uma outra redação para o fragmento destacado acima que não altera seu sentido.  

Alternativas
Q1389376 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

A respeito do último parágrafo do texto II, analise as afirmativas a seguir:


I. A estrutura esse manejo (L. 44-45) relaciona-se ao misto de comportamentos mais apressados e mais lentos que devem ser acionados dependendo da situação. (L. 43-44).

II. A conjunção se (L. 40) pode ser substituída por salvo, sem prejuízo às relações semânticas estabelecidas por esses conectores.

III. A oração introduzida pela conjunção apesar de (L. 34) estabelece, com a segunda oração, a mesma relação semântica instaurada pela conjunção “embora”: uma relação de concessão.


Assinale:

Alternativas
Q1389375 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

A respeito do segundo parágrafo do texto II, analise as afirmativas a seguir:


I. O valor semântico da expressão elas próprias (L.22) é retomado pelo prefixo que compõe o vocábulo auto-produzido (L.24).

II. A adequação ao padrão culto escrito se mantém, embora se altere o significado da frase, caso se retire o elemento das na expressão Muitas das pessoas (L.15-16).

III. O sentido do texto seria mais bem explicitado com a substituição do ponto final pela expressão nos quais após a palavra trabalho (L.30), desde que empregue a letra c minúscula em Costumam.


Assinale:

Alternativas
Q1389368 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Observando o primeiro parágrafo do texto I , é correto afirmar que: 
Alternativas
Q1389363 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Da análise atenta do segundo parágrafo, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1232191 Português
Leia o texto para responder à questão
A reabilitação do orgulho Nem pecado nem falha de caráter. Pesquisas mostram que o sentimento de altivez só faz bem  
Verônica Mambrini 

Os dias de falsa modéstia estão contados. O orgulho está saindo do limbo reservado aos vícios de comportamento considerados pecado ou falha de caráter graças a uma série de estudos psicológicos que acabam de sair do forno. Eles mostram que, ao contrário do que sempre se pregou, é bom se orgulhar de si mesmo e de suas conquistas e expor aos outros com altivez. Encontraram também uma função social para ele. Tradicionalmente tido como uma emoção muito individualista, o orgulho tem sido avaliado como um sentimento de importante componente agregador e um protetor natural do amor próprio.  

Nas últimas semanas, o exemplo mais evidente é o do artista plástico Max, vencedor da nona edição do Big Brother Brasil, exibido pela Rede Globo. Um dos gestos característicos do novo milionário no reality show era bater o punho fechado no peito. "Desde adolescente digo que tenho orgulho de ser quem eu sou", diz. "Minha autoestima sempre foi muito grande." Um estudo de 2008, feito pelos pesquisadores Jessica L. Tracy, da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, e David Matsumo, da Universidade de São Francisco, nos EUA, demonstrou que os gestos associados ao orgulho são parecidos em praticamente todas as culturas. Os especialistas compararam as expressões faciais de atletas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2004. Competidores de 37 países, incluindo cegos, exibiram feições muito semelhantes no momento da vitória.  

Outra descoberta da professora Jessica, junto com o psicólogo Richard W. Robins, da Universidade da Califórnia, é que há dois tipos de orgulho: um é a soberba, em que a pessoa se sente superior aos outros. O outro é o autêntico, que está ligado às realizações pessoais, motivado pela sensação de dever cumprido, de ser capaz de realizar bem as tarefas. A redatora Cíntia Costa usa esse sentimento a seu favor. Quando decidiu se casar, há pouco mais de um ano, começou o blog Planejando meu Casamento, com as dicas para fazer as núpcias desejadas sem se endividar. "Muitas noivas não queriam mais casar porque não tinham dinheiro para a festa", lembra. "Lendo o blog, elas recuperaram a confiança". Outra característica do orgulho bom, afirmam os estudos, é a capacidade de inspirar e motivar outras pessoas que estão à sua volta.  
O único lugar em que Cíntia é mais moderada é no trabalho. "Comemoro as vitórias em equipe e escolho com cuidado o que vou falar." As precauções de Cíntia no ambiente profissional fazem sentido - a psicóloga especializada em seleção e recrutamento Ana Carolina Maffra, da consultoria Equipe Certa, reforça que é preferível falar de resultados obtidos em um trabalho específico a desfilar qualidades que você acredita ter. "Mas é bom ter orgulho de fazer algo benfeito, da profissão, da empresa", reforça Ana Carolina. "Isso indica autoestima."  

Outra pesquisa da Universidade da Columbia Britânica, feita pela pesquisadora Jessica L. Tracy e pelo psicólogo Azim Shariff, mostrou que, nos testes, os participantes deram mais valor a um entregador de pizzas orgulhoso do que a um executivo abatido. As expressões de orgulho transmitem aos outros a impressão de sucesso, o que melhora o status social no grupo. O fotógrafo André de Menezes Trigueiro sabe do poder que exerce sobre as pessoas ao redor. "Ouço bastante que contagio os outros quando estou falando de um assunto que gosto", diz. "Não me inibo em ser o centro das atenções." André gosta de mostrar suas criações para os amigos e se considera feliz com seu trabalho. A professora de psicologia social da Universidade de São Paulo Sueli Damergian acredita que uma das coisas que diferenciam o orgulho positivo do negativo é a postura que se tem com o outro. "O orgulho positivo implicaria ser capaz de reconhecer o valor das coisas que se fez, sem se sentir superior ou com maiores direitos do que os outros", afirma Sueli.  

Em outro estudo, Lisa Williams e David DeSteno, psicólogos da Northeastern University, nos Estados Unidos, convidaram 62 estudantes para um teste de QI. Depois, cumprimentaram alguns como se tivessem obtido os resultados mais altos. Na sequência, todos foram convidados a realizar mais uma série de tarefas intelectuais. Os que foram elogiados, se mostraram mais orgulhosos e confiantes. A surpresa é que esse grupo foi também o mais gentil. Para os psicólogos, o resultado indica que as pessoas se sentem mais fortes quando superam problemas. A professora Sueli alerta, contudo, para as implicações éticas desse sentimento. "O orgulho é o oposto da vergonha, ele tem uma implicação moral", afirma. Em outras palavras: orgulho é bom e todo mundo gosta - só não vale deixá-lo virar arrogância.  

Revista IstoÉ, ano 32, n. 2058, de 22 de abril de 2009. p.60-61

“Ana Carolina Maffra, da consultoria Equipe Certa, reforça que é preferível falar de resultados obtidos em um trabalho específico a desfilar qualidades que você acredita ter.” 
Os dois elementos destacados no fragmento acima se classificam, respectivamente, em
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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: IBC
Q1231807 Português
A política do pão e circo
Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.   Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.   Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.   A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.   Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.
Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politicado- pao-e-circo-84140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
Em todas as alternativas abaixo é possível identificar o elemento des- como prefixo, EXCETO em
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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: IBC
Q1231594 Português
A política do pão e circo
Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.   Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.   Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.   A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.   Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.   Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politicado- pao-e-circo-84140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
“O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios.” 
A expressão destacada no fragmento acima apresenta sentido de
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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1226604 Português
Leia o texto para responder à questão   Pequisa aponta que mulheres solteiras sentem atração por parceiros das outras 90% da amostra feminina se interessou por "homem comprometido". Estudo foi publicado no "Journal of Experimental Social Psychology".
Pesquisadores debatem há anos se homens ou mulheres têm maior probabilidade de se envolver na "caça aos comprometidos". Algumas pesquisas indicaram que os homens têm uma tendência maior a perseguir as parceiras dos outros. Mas será que esse resultado se deu porque os homens têm mais tendência a admitir que agem dessa forma?   

Agora, existem evidências experimentais de que mulheres solteiras são particularmente atraídas pelos parceiros das outras, segundo um relatório publicado no "Journal of Experimental Social Psychology", por suas psicólogas sociais, Melissa Burkley e Jessica Parker of Oklahoma State University.   

Observando que as mulheres solteiras geralmente reclamam que "homem bom já tem dona", as psicólogas se perguntaram: "esta percepção é na verdade baseada no fato de que homens comprometidos são percebidos como bons?"   

Para investigar, os pesquisadores realizaram testes com homens e mulheres graduados – alguns envolvidos em relacionamentos, outros solteiros – sobre seu parceiro romântico ideal.   

Depois, foi dito a cada um dos participantes do experimento que ele ou ela foi "combinado" por um computador com um parceiro parecido. Foi mostrada a cada pessoa uma foto de uma pessoa atraente do sexo oposto (todas as mulheres viram a mesma foto, assim   
como todos os homens).
Foi dito à metade dos participantes que seu par já estava envolvido com outra pessoa, enquanto a outra metade soube que seu par estava solteiro. Depois, perguntou-se aos participantes sobre seu nível de interesse no par.   

Para os homens e mulheres que já estavam envolvidas em relacionamentos, não fez muita diferença se o par era solteiro ou comprometido. Porém, mulheres solteiras mostraram uma preferência clara pelo homem comprometido.   

Quando o homem foi descrito como solteiro, 59% das mulheres solteiras tiveram interesse nele. Quando o mesmo homem foi descrito como comprometido, 90% das mulheres ficaram interessadas.   

As pesquisadoras escrevem: "segundo uma pesquisa recente, a maioria das mulheres que saem à caça de homens comprometidos não acha que a solteirice ou comprometimento do alvo têm um papel importante na sua decisão de querer abordá-los, mas nosso estudo mostra que essa ideia é falsa. Mulheres deste estudo ficaram significativamente mais interessadas no alvo quando ele era comprometido. Pode ser que o homem comprometido demonstre uma capacidade de se envolver e, de alguma forma, suas qualidades já foram 'previamente atestadas' por outra mulher."   

Segundo Burkley, "há muitas explicações possíveis para nossos resultados. São necessárias mais pesquisas para identificar exatamente por que mulheres solteiras preferem homens comprometidos", disse.   
"Nosso laboratório atualmente está conduzindo estudos para tentar averiguar as diferentes explicações possíveis para nossas descobertas."
Texto adaptado de < http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1281489- 5603,00- PEQUISA+APONTA+QUE+MULHERES+SOLTEIRAS+SENTEM+ATRACAO+POR+PARCEIROS+DAS+OUTR.html>. Acesso em 23 ag 2009. 

Assinale a alternativa em que o elemento para NÃO foi analisado corretamente.
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Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1204832 Português
TEXTO I:
A gente se acostuma a criticar os jovens por eles serem pouco educados, os homens por serem arrogantes, as mulheres por serem chatas, os governos por serem omissos ou incompetentes, quando não mal-intencionados. Políticos sendo acusados de corrupção é tão trivial que as exceções se vão tornando ícones, ralas esperanças nossas. Onde estão os homens honrados, os cidadãos ilustres e respeitados, que buscam o bem da pátria e do povo, independentemente de cargos, poder e vantagens? 
(Lya Luft. Revista Veja, 11 de março de 2009, edição 2103/fragmento)
O vocábulo “por”, repetido várias vezes no primeiro período do texto, tem por finalidade linguística e textual expressar posteriormente:
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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1193067 Português
Leia o texto para responder à questão “Um novo laboratório a ser construído em Valinhos, no interior paulista, será o primeiro do país a testar indivíduos para verificar se são capazes de suportar viagens espaciais. O segundo astronauta brasileiro, porém, não será um humano, e sim um microorganismo. Como ainda não foi encontrado nenhum planeta similar à terra no universo... Folha de S. Paulo, 5 de agosto de 2009. Ciência, A16.
O elemento como, acima mencionado, pode ser substituído, sem prejuízo lógico-semântico, por todas as locuções conjuntivas abaixo, EXCETO por
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Ano: 2009 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Santa Bárbara - MG
Q1187798 Português
Leia, atentamente, o seguinte texto.
                                                                                           MEUS FILHOS, MEUS BENS                                                                                                                                       Rosely Sayão
Uma leitora me contou que tem o hábito de assistir a novelas, mesmo sem gostar muito, porque as considera um passatempo bom para relaxar do estresse do trabalho.
Depois de jantar com o filho de seis anos e colocá-lo para dormir, essa mãe tem o costume de sentar-se em frente à TV e acompanhar o desenrolar das tramas da novela das nove. As cenas da ficção que a afetaram violentamente foram as relacionadas à história de um casal recém-separado que briga pela guarda da filha.
O que deixou nossa leitora muito perturbada foi ter se dado conta de que ela mesma tem vivido essa história e ainda não havia percebido: só percebeu depois de se envolver e de se identificar com os personagens.
Essa mulher separou-se recentemente do pai de seu filho e, desde o rompimento do casamento, está enfrentando uma situação muito semelhante à que viu na novela. Ela e o pai do menino têm brigado, inclusive na Justiça, para obter a guarda do menino e, ao mesmo tempo, impedir que o outro desfrute da companhia da criança.
O que ela não havia pensado até então, e foi ao assistir a algumas cenas da novela é que passou a refletir a respeito, é que tudo o que tem feito pode estar prejudicando o seu filho. E é esse o tema de nossa conversa de hoje.
Casamentos, divórcios e recasamentos são acontecimentos cada vez mais comuns no tempo em que vivemos. No século 21, esses fatos não causam espanto. As novas famílias resultantes dessas uniões e desuniões fazem parte do nosso cotidiano.
Mas há ainda um número muito grande de ex-casais que, à semelhança de nossa leitora e dos personagens da novela, ainda usam o filho como um instrumento para atingir o ex-parceiro. Por que será que isso ocorre?
Talvez o fato de o filho, hoje, ser considerado um bem leve o ex-casal a disputar a posse dele. Crianças e adolescentes passam, então, a ocupar o mesmo lugar que as coisas materiais ocupam após a dissolução conturbada de um casamento.
Longas batalhas judiciais são travadas para que cada uma das partes sinta que não saiu perdendo muito após o rompimento, não é verdade?
Mas os filhos sofrem com isso porque, primeiramente, nada podem fazer para sair da situação criada por seus pais. E quando tal situação ocorre, certamente eles é que saem perdendo.
Eles perdem a confiança em um dos pais ou em ambos e perdem também a segurança e a proteção de que tanto precisam. Os filhos são levados a assumir a defesa de um dos lados e perdem, principalmente, um direito que ninguém deveria poder tirar deles: o de crescer em companhia de seus pais, mesmo que eles não estejam mais juntos.
Quem tem filhos precisa saber que assumiu um compromisso para o resto da vida. Seu casamento pode terminar, mas o vínculo com a mãe ou o pai de seus filhos não deveria terminar nunca. Além disso, é importante lembrar, também, que um filho não é um bem sobre o qual se pode obter a posse.
Parece que as crianças que nascem no mundo da diversidade têm se adaptado muito bem às mudanças pelas quais a família vem passando. Mas assistir aos pais brigando pela sua guarda não pode fazer bem a elas.
Os mais novos precisam de nossos cuidados e, para honrar esse compromisso assumido, os pais precisam, de qualquer maneira, agir com maturidade.
                                                                                                                                                                                             Folha de São Paulo, 19 fev. 2013. Todas as palavras destacadas abaixo têm natureza substantiva, EXCETO
Alternativas
Q608508 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

                                                                    Memória é o que não vai faltar

     O disco holográfico, desenvolvido pela GE, armazena 500 gigabytes e custa, proporcionalmente, menos que um disco blu-ray.

                                                                                                                                                                                   Thomaz Favaro

Assinale a alternativa que pode substituir a expressão sublinhada no trecho abaixo sem alterar o sentido original:
“Se o disco holográfico conseguir reduzir parte desses gastos, talvez consiga, afinal de contas, desencadear sua própria revolução tecnológica.”
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: DESENBAHIA Prova: AOCP - 2009 - DESENBAHIA - Advogado |
Q544339 Português

Obrigado, Tarso Genro

O ministro dá refúgio a terrorista condenado, cria terremoto diplomático e é acusado de agir movido só por ideologia – mas pode ter tido boas razões 

A decisão do titular da Justiça, Tarso Genro, de conceder refúgio político ao italiano Cesare Battisti abriu uma fenda diplomática nas relações do Brasil com a Itália e empurrou o ministro para o paredão: Tarso, metralharam seus críticos, teria se precipitado e tomado a decisão com base em simpatias ideológicas. Faz sentido. Battisti foi condenado em seu país à prisão perpétua pela morte de quatro pessoas quando encabeçava um grupo extremista de esquerda, os Proletários Armados pelo Comunismo (PAC). Ao recusar-se a extraditá-lo para a Itália como criminoso, optando por abrigá-lo no Brasil na condição de perseguido político, Tarso Genro dispensou o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e contrariou dois pareceres, ambos emitidos por órgãos técnicos e insuspeitos: o Comitê Nacional para os Refugiados e a Procuradoria-Geral da República. Além disso, o ministro já havia dado mostras recentes de que, se ninguém o segura, ele se deixa facilmente levar pelo caminho obscuro das convicções esquerdistas. Em outubro, ele propôs a revisão da Lei da Anistia com o intuito de punir torturadores do regime militar, um surto de revanchismo e inoportunidade que provocou reações até mesmo dentro do governo. Tarso só recuou depois de um puxão de orelhas dado pelo presidente Lula. Tudo isso somado contribuiu para que se concluísse que a concessão do refúgio ao italiano foi mais uma das reações ideológicas automáticas do ministro. Nesse caso, no entanto, a hipótese de que Tarso Genro tenha tomado uma decisão correta não pode ser descartada sem um exame mais minucioso. 

Battisti nega que tenha participado ou ordenado os assassinatos pelos quais foi condenado. “Não matei ninguém e abandonei o grupo quando o PAC se decidiu pela luta armada”, vem repetindo Battisti há mais de dez anos. Tarso afirma ter estudado o processo do italiano a fundo, durante seus quatorze dias de férias de fim de ano (é de esperar agora que tenha o mesmo cuidado quando lhe chegar às mãos um processo contra alguém acusado de ter sido torturador da ditadura). Diz ter terminado a análise convencido de que “exceções legais”, criadas pelo estado italiano no ambiente de convulsão social que aquele país vivia no fim dos anos 70, podem ter prejudicado a defesa de Battisti. Cita como exemplo o fato de sua condenação ter se baseado unicamente no depoimento de uma pessoa – Pietro Mutti, também integrante do PAC, que fez suas acusações no contexto de um programa de delação premiada. Se o ministro estiver certo, terá ajudado a reparar uma injustiça que dificilmente poderia ser corrigida pela Justiça italiana, uma vez que Mutti mudou de identidade e hoje vive em lugar não sabido. Se estiver errado, porém, terá deixado à solta um assassino que executou pessoas apenas por discordarem de sua organização terrorista. Tarso deixou a porta aberta para rever o caso se surgirem provas mais contundentes contra o italiano.

Texto extraído da Revista Veja, edição 2096, ano 42, n. 3, de 21 de janeiro de 2009. p. 73

Quanto à relação de sentido expressa pelas conjunções/locuções conjuntivas destacadas, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UFRRJ Órgão: UFRRJ Prova: UFRRJ - 2009 - UFRRJ - Assistente Administrativo |
Q515565 Português
Os elementos de coesão “Além do mais” (segundo balão) e “mas” (terceiro balão) podem assumir, respectivamente, nas frases que articulam, o valor de
Alternativas
Q509084 Português
Analise as afirmativas e coloque V(verdadeiro) ou F (falso):

( ) O pronome oblíquo “as" (linha 34) refere- se a “salas equipadas" (linhas 31 e 32).

( ) Entre o segundo e o terceiro parágrafo existe uma relação de oposição, estabelecida pelo contectivo “Por outro lado" (linha 44).

( ) O pronome oblíquo “o" (linha 53) refere- se a “livro didático"(linhas 52 e 53).

( ) A conjunção adversativa “mas" (linha 10) poderia ser substituída por contudo, sem alteração de sentido na oração.

( ) O conectivo “embora" (linha 24) estabelece relação de causalidade entre as orações.

A alternativa que completa corretamente a sequência, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
28581: E
28582: E
28583: E
28584: C
28585: A
28586: E
28587: D
28588: A
28589: A
28590: E
28591: B
28592: E
28593: B
28594: A
28595: B
28596: A
28597: C
28598: E
28599: A
28600: A