Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q289792 Português
Justiça absolve frentista acusado de participação em furto

O juiz Luiz Fernando Migliori Prestes, da 22.ª Vara Criminal Central da Capital, julgou improcedente ação penal proposta contra frentista acusado de furto em seu local de trabalho.

Segundo consta da denúncia, A. L. A. R. teria permitido que W. F. O., cliente do posto de gasolina, usasse a máquina de cartões de crédito do local para fazer saques, mesmo sabendo que o cartão era roubado. Ele afirmou que desconhecia a origem ilícita do cartão.

Ao ser interrogado, W. F. O. caiu em contradição quando perguntado sobre a quantia paga ao funcionário para permitir as operações, fato que, no entendimento do magistrado, tornou o conjunto probatório frágil para embasar uma condenação. “Daí, insuficientes as provas produzidas para um decreto condenatório ante a falta de demonstração suficiente de que A. L. A. R. agiu com dolo, no que a improcedência da ação penal se impõe."

Com base nessa fundamentação, absolveu o frentista da acusação de furto qualificado.

(Disponível em http://www.tjsp.jus.br/Institucional/CanaisComunicacao/ Noticias/Noticia.aspx?Id=15378. Acesso em 22.08.2012)
O substantivo “frentista", do título, está substituído na sequência do texto por
Alternativas
Q288946 Português
Assinale a alternativa em que a palavra não é um adjetivo.
Alternativas
Q286759 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens de 7 a 13.
Mantendo-se o sentido original do texto, o vocábulo “decisórios” (L.23) poderia ser corretamente substituído por decisivos.
Alternativas
Q286755 Português
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Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os
itens que se seguem.
O conectivo “No entanto” (L.3) introduz um período que expressa a ideia de que o Brasil não dispõe de leis dirigidas ao combate da corrupção, opondo-a à ideia veiculada no período anterior de que o país apoia convenções internacionais contra a corrupção.
Alternativas
Q286754 Português
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Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os
itens que se seguem.
Se o numeral ordinal “73.ª” (l.8) fosse escrito por extenso, a forma correta seria: seteptuagésima terceira.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: PC-MA Prova: FGV - 2012 - PC-MA - Delegado de Polícia |
Q285971 Português
“...a polícia passa a ser demandada para garantir não mais uma ordem pública determinada...”; “O campo de garantia de direitos exige uma ação mais preventiva,...”.

Os termos sublinhados nas duas frases retiradas do texto
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: PC-MA Prova: FGV - 2012 - PC-MA - Delegado de Polícia |
Q285969 Português
“A ação da polícia ocorre em um ambiente de incertezas, ou seja, o policial, quando sai para a rua, não sabe o que vai encontrar diretamente;”.
A expressão sublinhada indica a presença de uma
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PaqTcPB Órgão: UEPB Prova: PaqTcPB - 2012 - UEPB - Advogado |
Q284292 Português
O advérbio “agora”, no primeiro parágrafo, indica, em relação ao fato expresso na frase em que ocorre, uma
Alternativas
Q283873 Português
A palavra abaixo que não apresenta, no plural, a mesma terminação que a palavra “terceirização", é:
Alternativas
Q283872 Português
A palavra formada pelo acréscimo de um sufixo é:
Alternativas
Q283871 Português
“quem paga o verdadeiro preço do risco sejam, como dizia o velho Marx" (último parágrafo). A palavra “como" pode ser substituída, mantendo o sentido original da frase, por:
Alternativas
Q283710 Português
                                               DE FORMAÇÃO DE OPINIÃO

Não, não vou falar da moça que estava no Canadá, cujo nome não digo para não me aliar ao tam-tam dos tambores da fl oresta. O que pode nos interessar é a frase emitida pela agência que cuida da sua imagem – sim, já tem agência – dizendo que sua agenciada vai se “posicionar como a formadora de opinião que tem potencial para ser.” E qual é o potencial necessário para ser formador de opinião? No passado, a carteirinha de formador de opinião só era dada em função da sabedoria. Ouviam-se os sábios. Não havendo sábios disponíveis, ouvia-se, emitida pelos mais velhos, a voz da experiência. Um certo saber era necessário, fosse ele específi co ou generalizado. Depois, deixou de ser. Nos anos em que trabalhei em publicidade, fi z várias campanhas imobiliárias com atores. Sempre os mais famosos, os que estavam nas telas da TV. Nenhum deles entendia coisa alguma do mercado de imóveis ou sequer pediu que lhe fosse mostrada e explicada a planta dos apartamentos que estava ajudando a vender. Ainda assim, sua presença era uma garantia de sucesso. Para formar a opinião alheia não é necessário sequer ter uma opinião própria relevante. No lugar da sabedoria entrou a imagem. A imagem não é a pessoa. A imagem não precisa sequer corresponder exatamente à pessoa. A imagem é um replicante, construído, às vezes com grande técnica, a partir da pessoa. Como é, então, que acreditamos nas recomendações feitas por alguém que, em termos de gente, é o equivalente a uma bolsa Vuitton vinda do Paraguai? O mecanismo é fascinante. Se queremos uma opinião jurídica, procuramos um advogado; se queremos uma opinião de saúde, procuramos um médico; e para opinar sobre o projeto de uma ponte fazemos recurso a um engenheiro. Mas na hora de comprar um apartamento ou um carro, dois projetos de peso que empenham parte relevante do nosso orçamento, deixamos que nossa opinião seja formada por uma imagem, um quase fantasma. E seguimos o gosto de fantasmas na compra do sabonete, na preferência por uma marca, na escolha do esmalte de unhas. Não sei se Lilia Cabral já fez publicidade de massa de rejunte para azulejos ou de válvula para descarga de banheiro, sei porém que seria um sucesso, embora todos estejam cientes de que não é ela quem entende de obra e de material de construção, é Griselda, e Griselda só existe na novela e no imaginário das pessoas. Então, o que forma opinião não é sequer a imagem. É a ação da imagem sobre o imaginário. No fi m das contas, tudo se passa na nossa própria cabeça. E o que os marqueteiros fazem é estudar nossa cabeça – não uma por uma, porque isso roubaria o mercado de trabalho dos psicanalistas, mas por amostragens – para criar imagens conformes a ela e aos desejos que a habitam, imagens que aceitaremos de braços abertos, implorando por suas opiniões. E a sabedoria, onde fi ca? Se não vier em roupa de gala, se não avançar no red carpet, se não for muito alardeada antes e durante por todas as mídias sociais e nem tanto, se não estiver no Canadá, coitada!, ninguém a quererá, ninguém dirá para ela ai se eu te pego! Bem pensa Carlinhos Brown, que, no discurso para o possível Oscar, dirá às crianças que não copiem seus ídolos, porque “o conhecimento não está nos ídolos. Ídolo cuida de sua carreira (...). Escutem seus pais!”. Marina Colasanti, (Estado de Minas, 09/02/2012)
“ Ainda assim, sua presença era uma garantia de sucesso". Um exemplo de voz verbal idêntica à do fragmento anterior ocorre em:
Alternativas
Q283556 Português
A palavra “criança” expressa a categoria gramatical de gênero da mesma forma que a seguinte palavra:

Alternativas
Q283555 Português
O emprego da preposição “a” expressa valor temporal em:

Alternativas
Q282333 Português
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Julgue os próximos itens, a respeito da organização das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima.

Seria mantida a correção gramatical do período “É fato que os números absolutos impressionam” (L.11-12), caso a preposição de fosse inserida imediatamente antes da conjunção “que”.

Alternativas
Q282331 Português
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No que se refere à organização das ideias no texto acima, julgue os itens seguintes.

No desenvolvimento textual, as expressões “para aprimorar” (L.5) e “para favorecer” (L.6) expressam finalidade.

Alternativas
Q282188 Português
Nos segmentos abaixo foram sublinhadas certas formas verbais. A alternativa em que o substantivo correspondente a um desses verbos foi mal selecionado é:
Alternativas
Q282187 Português
Entre as palavras presentes no texto, aquela cujo prefixo tem seu valor semântico indicado corretamente é:
Alternativas
Q281919 Português
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Com relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima,
julgue os itens de 71 a 78.
A expressão adverbial “nem sempre” (L.1) tem sentido equivalente tanto a quase nunca quanto a ocasionalmente.
Alternativas
Q281551 Português
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Acerca do texto acima, julgue os itens que se seguem.
A repetição de “contudo” nas linhas 10 e 17 poderia ser evitada mediante a substituição desse termo por entretanto ou todavia em uma de suas ocorrências ou pela sua omissão em ambas as ocorrências; nesse último caso, embora o texto continuasse correto, haveria perda da ênfase dada pelo autor às oposições por ele criadas.
Alternativas
Respostas
25941: B
25942: B
25943: E
25944: E
25945: E
25946: D
25947: D
25948: B
25949: D
25950: E
25951: B
25952: A
25953: E
25954: B
25955: E
25956: C
25957: E
25958: B
25959: E
25960: E