Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
Foram encontradas 27.099 questões
Leia o texto a seguir:
O que é inteligência artificial (IA)?
A inteligência artificial (IA) é um conjunto de tecnologias que permitem aos computadores executar uma variedade de funções avançadas, incluindo a capacidade de ver, entender e traduzir idiomas falados e escritos, analisar dados, fazer recomendações e muito mais.
A IA é a espinha dorsal da inovação na computação moderna, agregando valor para indivíduos e empresas. Por exemplo, o reconhecimento óptico de caracteres (OCR) usa IA para extrair texto e dados de imagens e documentos, transformando conteúdo não estruturado em pronto para negócios, dados estruturados e insights valiosos.
Definição da inteligência artificial
A inteligência artificial é um campo da ciência que se concentra na criação de computadores e máquinas que podem raciocinar, aprender e atuar de maneira que normalmente exigiria inteligência humana ou que envolve dados com escala maior do que as pessoas podem analisar.
A IA é um campo amplo que abrange muitas disciplinas diferentes, como ciência da computação, estatísticas e análises de dados, engenharia de hardware e software, linguística, neurociência e até mesmo filosofia e psicologia.
Em um nível operacional para uso comercial, a IA é um conjunto de tecnologias baseadas principalmente em machine learning e aprendizado profundo, usada para análise de dados, previsões, categorização de objetos, processamento de linguagem natural, recomendações, recuperação inteligente de dados e muito mais.
Como a IA funciona?
Embora as especificidades variem de acordo com as técnicas de IA, o princípio básico gira em torno dos dados. Os sistemas de IA aprendem e melhoram por meio da exposição a grandes quantidades de dados, identificando padrões e relações que os humanos podem não perceber.
Esse processo de aprendizado geralmente envolve algoritmos, que são conjuntos de regras ou instruções que orientam a análise e a tomada de decisões da IA. Em machine learning, um subconjunto conhecido da IA, algoritmos são treinados em dados rotulados ou não rotulados para fazer previsões ou categorizar informações.
O aprendizado profundo, uma especialização adicional, utiliza redes neurais artificiais com várias camadas para processar informações, imitando a estrutura e a função do cérebro humano. Com o aprendizado e a adaptação contínuos, os sistemas de IA se tornam cada vez mais competentes para realizar tarefas específicas, como reconhecer imagens, traduzir idiomas e muito mais.
Fonte: https://cloud.google.com/learn/what-is-artificial-intelligence?hl=pt-BR. Acesso em 03/09/2025. Adaptado.
Leia o texto a seguir:
O que é inteligência artificial (IA)?
A inteligência artificial (IA) é um conjunto de tecnologias que permitem aos computadores executar uma variedade de funções avançadas, incluindo a capacidade de ver, entender e traduzir idiomas falados e escritos, analisar dados, fazer recomendações e muito mais.
A IA é a espinha dorsal da inovação na computação moderna, agregando valor para indivíduos e empresas. Por exemplo, o reconhecimento óptico de caracteres (OCR) usa IA para extrair texto e dados de imagens e documentos, transformando conteúdo não estruturado em pronto para negócios, dados estruturados e insights valiosos.
Definição da inteligência artificial
A inteligência artificial é um campo da ciência que se concentra na criação de computadores e máquinas que podem raciocinar, aprender e atuar de maneira que normalmente exigiria inteligência humana ou que envolve dados com escala maior do que as pessoas podem analisar.
A IA é um campo amplo que abrange muitas disciplinas diferentes, como ciência da computação, estatísticas e análises de dados, engenharia de hardware e software, linguística, neurociência e até mesmo filosofia e psicologia.
Em um nível operacional para uso comercial, a IA é um conjunto de tecnologias baseadas principalmente em machine learning e aprendizado profundo, usada para análise de dados, previsões, categorização de objetos, processamento de linguagem natural, recomendações, recuperação inteligente de dados e muito mais.
Como a IA funciona?
Embora as especificidades variem de acordo com as técnicas de IA, o princípio básico gira em torno dos dados. Os sistemas de IA aprendem e melhoram por meio da exposição a grandes quantidades de dados, identificando padrões e relações que os humanos podem não perceber.
Esse processo de aprendizado geralmente envolve algoritmos, que são conjuntos de regras ou instruções que orientam a análise e a tomada de decisões da IA. Em machine learning, um subconjunto conhecido da IA, algoritmos são treinados em dados rotulados ou não rotulados para fazer previsões ou categorizar informações.
O aprendizado profundo, uma especialização adicional, utiliza redes neurais artificiais com várias camadas para processar informações, imitando a estrutura e a função do cérebro humano. Com o aprendizado e a adaptação contínuos, os sistemas de IA se tornam cada vez mais competentes para realizar tarefas específicas, como reconhecer imagens, traduzir idiomas e muito mais.
Fonte: https://cloud.google.com/learn/what-is-artificial-intelligence?hl=pt-BR. Acesso em 03/09/2025. Adaptado.
Na informação é coletado dados que possibilitaram a identificação e avaliação de alternativas.
Fonte: arquivo do elaborador.
I- No que tange à concordância verbal, de acordo com a norma culta da Língua Portuguesa, o termo “é coletado dados” deveria ser reescrito como “são coletados dados”;
II- O termo “Na informação” trata-se de um adjunto adverbial que aparece na ordem indireta do período;
III- O termo “que” classifica-se, morfologicamente, como uma conjunção integrante;
IV- Para garantir o paralelismo sintático do período, recomenda-se o uso do artigo definido “a” antes de “avaliação”, resultando em “possibilitaram a identificação e a avaliação de alternativas”.
Após análise das afirmativas, conclui-se que:
Primeira coluna: exemplos (considere as ocorrências destacadas)
1.Cantar de alegria, sonhar de esperança.
2.A maior parte dos erros que cometi provém da minha falta de conhecimento científico.
3.A alma vive de arte, como o corpo vive de alimentos.
Segunda coluna: sentidos
(__)Indica circunstância, o ponto de partida de uma situação.
(__)Indica o meio, o instrumento ou modo, em sentido próprio ou figurado, que algo se estabelece.
(__)Indica a razão ou causa porque algo sucede.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Primeira coluna: exemplos (considere as ocorrências destacadas)
1.Cantar de alegria, sonhar de esperança.
2.A maior parte dos erros que cometi provém da minha falta de conhecimento científico.
3.A alma vive de arte, como o corpo vive de alimentos.
Segunda coluna: sentidos
(__)Indica circunstância, o ponto de partida de uma situação.
(__)Indica o meio, o instrumento ou modo, em sentido próprio ou figurado, que algo se estabelece.
(__)Indica a razão ou causa porque algo sucede.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
“A manhã renascer E esbanjar poesia Como vai se explicar Vendo o céu clarear …”
Chico Buarque
Assinale a alternativa correta referente ao processo de formação das palavras destacadas nos versos da canção.
Analise as assertivas a seguir:
I.No 1º parágrafo, o pronome demonstrativo "este" foi usado para se referir ao ano de 2025. O leitor consegue inferir essa referência a partir de informações contidas no próprio texto.
II.No 3º parágrafo, o pronome demonstrativo "esses", em "30% desses municípios", claramente faz referência a algo mencionado anteriormente.
III."Este" e "esse" são sinônimos e têm o mesmo valor na construção textual. O que os diferencia é o grau de formalidade, sendo "esse" uma expressão tipicamente oral. O uso de "este" ou "esse", portanto, é indiferente em qualquer contexto, cabendo ao leitor apenas identificar a que o pronome se refere, independente da posição desse referente.
É correto o que se afirma em:
Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.
"À medida que" nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Morfologicamente, o termo destacado, nesta frase, trata-se de:
"A data trará ações de conscientização e mutirões de limpeza em lugares públicos e em residências em todo o Brasil. O Ministério da Saúde informou que se antecipou ao período de maior transmissão, que começa agora, com a chegada do calor e das chuvas." Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O verbo "trazer" está conjugado no futuro do presente do indicativo, indicando fatos posteriores ao momento da enunciação.
(__)Os verbos "informar" e "antecipar-se" estão conjugados no pretérito perfeito do indicativo, exprimindo acontecimentos já fechados, completos em relação ao momento da enunciação.
(__)O verbo "começar", no presente do indicativo, destoa de todo o período, uma vez que os verbos estão no passado e "começar" está no presente, referindo-se a algo que já teve início no momento da enunciação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
“Cada Maria reinventa seu modo de ser Maria. Cada José tem a própria história”.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Cultura de paz na escola
Quando se fala em cultura de paz na escola, muita gente pensa logo em campanhas contra a violência ou em cartazes com frases bonitas nos corredores. O relato de um projeto desenvolvido com turmas de 1º ano do ensino fundamental mostra algo mais concreto: a paz também se constrói a partir de atitudes bem simples, como cuidar do espaço comum e aprender a conviver melhor com os colegas.
O projeto nasceu de um incômodo do dia a dia. A equipe percebeu que os alunos deixavam lixo no chão, rasgavam cartazes, riscavam carteiras e empurravam a responsabilidade uns para os outros quando eram chamados a limpar a sala. Bastava alguém pedir que recolhessem papéis para surgirem brigas, acusações e frases como “não fui eu”, “isso não é meu”. A partir dessa situação, os professores decidiram transformar o problema em tema de estudo, relacionando cuidado com o ambiente, convivência e cultura de paz.
Em vez de uma “bronca coletiva”, a escola organizou um projeto anual com foco em educação ambiental, articulado ao currículo e à Base Nacional Comum Curricular. As turmas passaram a investigar perguntas como: “De quem é a sala de aula?”, “O que acontece com o lixo que jogamos no chão?”, “Como o nosso comportamento afeta o bem-estar dos outros?”. Foram feitas rodas de conversa, leitura de histórias, observação do pátio e de outros espaços da escola, registros em desenhos e textos curtos, além de pequenos combinados construídos com as crianças.
A proposta foi tratada como pesquisa-ação. Os professores observavam as atitudes dos alunos, planejavam intervenções, acompanhavam as mudanças e replanejavam as atividades quando necessário. Não se tratava apenas de cumprir um conteúdo de Ciências ou Língua Portuguesa, mas de integrar diferentes áreas em torno de um mesmo eixo: cuidar do ambiente para melhorar a convivência. Aos poucos, os estudantes começaram a perceber que jogar lixo no chão, empurrar o colega na fila ou se recusar a ajudar na arrumação também são formas de violência.
Com o tempo, surgiram mudanças visíveis. As crianças passaram a zelar mais pela sala, discutir quem iria organizar determinados materiais e cobrar umas das outras, posturas mais respeitosas. Situações que, antes geravam discussões longas passaram a ser resolvidas com mais rapidez, porque os combinados estavam claros e haviam sido construídos em conjunto. O ambiente ficou mais limpo e, segundo os relatos, mais tranquilo.
Outro resultado importante foi a aproximação com as famílias. Ao levar o tema para casa, os alunos começaram a comentar sobre separar lixo, cuidar do quintal, reaproveitar objetos e dividir tarefas. A escola aproveitou esse movimento para organizar atividades com participação dos responsáveis, como exposições de trabalhos e momentos de conversa sobre cuidado com o ambiente e convivência respeitosa.
O projeto mostra que a cultura de paz na escola não se limita a campanhas pontuais. Ela pode ser construída no cotidiano, por meio de experiências concretas que relacionam educação ambiental, responsabilidade coletiva e respeito ao outro. Ao cuidar da sala, do pátio e dos materiais, as crianças aprendem, desde cedo, que viver em paz é também aprender a dividir, dialogar e reconhecer o espaço comum como lugar de todos.
(Texto adaptado para fins didáticos a partir de Farias, Leila Katia de Sousa; Bicalho, Frederico da Silva. “A cultura da paz na escola: educação ambiental como possibilidade de se promover a paz”. Revista Pedagógica, v. 26, 2024.)
Leia o texto a seguir:
Corrida por ingressos para Copa do Mundo começa no dia 10
Enquanto governo Trump adota endurecimento da política migratória nos Estados Unidos, competição se aproxima
Com início programado para 11 de junho, a Copa do Mundo de 2026 dará início ao concorrido processo de venda de ingressos aos torcedores na semana que vem.
Na próxima quarta-feira (10), às 11h (horário de Brasília), será aberta pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) a primeira janela para que os interessados em acompanhar as partidas se inscrevam para ter a chance de comprar os bilhetes —haverá sorteio para definir quem poderá adquiri-los. A janela seguirá aberta para inscrições até sexta-feira (12), também às 11h.
Os sorteados serão notificados por e-mail a partir de 29 de setembro e receberão uma data e um horário para comprar ingressos, com início das vendas programado para 1º de outubro.
Uma segunda janela para inscrições será aberta entre 27 e 31 de outubro.
Os preços dos ingressos variam de US$ 60 (R$ 326), em partidas da fase de grupos, até US$ 6.730 (R$ 36,6 mil), para acompanhar a final.
Primeira edição com 48 seleções —16 a mais do que no Qatar, em 2022—, a Copa terá 104 partidas, com as equipes divididas em 12 grupos com quatro times cada um. Os dois primeiros de cada chave avançam, com as 32 seleções passando a se enfrentar em partidas de mata-mata.
Os Estados Unidos abrigarão 78 jogos. Canadá e México receberão 13 cada um.
A busca de turistas por ingressos para a competição no ano que vem começará em meio a um endurecimento na política migratória adotada pelos Estados Unidos.
Recentemente, o presidente Donald Trump proibiu a entrada de cidadãos de 12 países, com exceção daqueles que têm visto válido ou permanente ou dupla nacionalidade.
A medida atinge o Irã, um dos países que já garantiram vaga no Mundial. O veto prevê exceções para jogadores, técnicos, funcionários e parentes de membros da seleção asiática, mas bloqueia a entrada de torcedores.
Presidente da Fifa, Gianni Infantino procurou tranquilizar os torcedores que desejam viajar aos Estados Unidos para a Copa.
"Acho que é importante esclarecer isso, há muitas ideias equivocadas por aí. Todos serão bem-vindos no Canadá, no México e nos Estados Unidos. Estamos trabalhando exatamente para isso", afirmou o dirigente. "Claro que existe um processo para obter os vistos. Esse processo será tranquilo."
No fim de julho, a embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou um alerta para que os interessados em assistir à Copa solicitem os vistos para entrada no país o quanto antes.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2025/09/corrida-por-ingressos-paracopa-do-mundo-comeca-no-dia-10.shtml. Acesso em 03/09/2025
Leia o texto a seguir:
Corrida por ingressos para Copa do Mundo começa no dia 10
Enquanto governo Trump adota endurecimento da política migratória nos Estados Unidos, competição se aproxima
Com início programado para 11 de junho, a Copa do Mundo de 2026 dará início ao concorrido processo de venda de ingressos aos torcedores na semana que vem.
Na próxima quarta-feira (10), às 11h (horário de Brasília), será aberta pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) a primeira janela para que os interessados em acompanhar as partidas se inscrevam para ter a chance de comprar os bilhetes —haverá sorteio para definir quem poderá adquiri-los. A janela seguirá aberta para inscrições até sexta-feira (12), também às 11h.
Os sorteados serão notificados por e-mail a partir de 29 de setembro e receberão uma data e um horário para comprar ingressos, com início das vendas programado para 1º de outubro.
Uma segunda janela para inscrições será aberta entre 27 e 31 de outubro.
Os preços dos ingressos variam de US$ 60 (R$ 326), em partidas da fase de grupos, até US$ 6.730 (R$ 36,6 mil), para acompanhar a final.
Primeira edição com 48 seleções —16 a mais do que no Qatar, em 2022—, a Copa terá 104 partidas, com as equipes divididas em 12 grupos com quatro times cada um. Os dois primeiros de cada chave avançam, com as 32 seleções passando a se enfrentar em partidas de mata-mata.
Os Estados Unidos abrigarão 78 jogos. Canadá e México receberão 13 cada um.
A busca de turistas por ingressos para a competição no ano que vem começará em meio a um endurecimento na política migratória adotada pelos Estados Unidos.
Recentemente, o presidente Donald Trump proibiu a entrada de cidadãos de 12 países, com exceção daqueles que têm visto válido ou permanente ou dupla nacionalidade.
A medida atinge o Irã, um dos países que já garantiram vaga no Mundial. O veto prevê exceções para jogadores, técnicos, funcionários e parentes de membros da seleção asiática, mas bloqueia a entrada de torcedores.
Presidente da Fifa, Gianni Infantino procurou tranquilizar os torcedores que desejam viajar aos Estados Unidos para a Copa.
"Acho que é importante esclarecer isso, há muitas ideias equivocadas por aí. Todos serão bem-vindos no Canadá, no México e nos Estados Unidos. Estamos trabalhando exatamente para isso", afirmou o dirigente. "Claro que existe um processo para obter os vistos. Esse processo será tranquilo."
No fim de julho, a embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicou um alerta para que os interessados em assistir à Copa solicitem os vistos para entrada no país o quanto antes.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2025/09/corrida-por-ingressos-paracopa-do-mundo-comeca-no-dia-10.shtml. Acesso em 03/09/2025