Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
Foram encontradas 27.805 questões
Leia o Hino Oficial do Município de Jaguariúna, abaixo, e responda à questão.
HINO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE JAGUARIÚNA
Instrumento de paz e progresso
Poderosa e gloriosa coluna
Deus te dê sempre muito sucesso
Jaguariúna, Jaguariúna.
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Os teus filhos cantando felizes
Num sublime coral à voz una,
Enaltecem as tuas raízes,
Jaguariúna
Jaguariúna
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
Nossa canção Jaguariúna nossa emoção,
nossa bandeira,
Nossa canção
Do trabalho e da paz alicerce
Do progresso e da ordem tribuna
Cante o rio que vibra em teu solo
Jaguariúna, Jaguariúna
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Letra: Gióia Junior
Música: Dirce Guerreiro Kirche
(http://www.jaguariuna.sp.gov.br/atendimento/hino-dacidade/)
Leia o Hino Oficial do Município de Jaguariúna, abaixo, e responda à questão.
HINO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE JAGUARIÚNA
Instrumento de paz e progresso
Poderosa e gloriosa coluna
Deus te dê sempre muito sucesso
Jaguariúna, Jaguariúna.
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Os teus filhos cantando felizes
Num sublime coral à voz una,
Enaltecem as tuas raízes,
Jaguariúna
Jaguariúna
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
Nossa canção Jaguariúna nossa emoção,
nossa bandeira,
Nossa canção
Do trabalho e da paz alicerce
Do progresso e da ordem tribuna
Cante o rio que vibra em teu solo
Jaguariúna, Jaguariúna
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Letra: Gióia Junior
Música: Dirce Guerreiro Kirche
(http://www.jaguariuna.sp.gov.br/atendimento/hino-dacidade/)
Leia o Hino Oficial do Município de Jaguariúna, abaixo, e responda à questão.
HINO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE JAGUARIÚNA
Instrumento de paz e progresso
Poderosa e gloriosa coluna
Deus te dê sempre muito sucesso
Jaguariúna, Jaguariúna.
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Os teus filhos cantando felizes
Num sublime coral à voz una,
Enaltecem as tuas raízes,
Jaguariúna
Jaguariúna
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
Nossa canção Jaguariúna nossa emoção,
nossa bandeira,
Nossa canção
Do trabalho e da paz alicerce
Do progresso e da ordem tribuna
Cante o rio que vibra em teu solo
Jaguariúna, Jaguariúna
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Jaguariúna nossa emoção, nossa bandeira,
nossa canção
Letra: Gióia Junior
Música: Dirce Guerreiro Kirche
(http://www.jaguariuna.sp.gov.br/atendimento/hino-dacidade/)
Leia a tira para responder a questão abaixo.

Leia o texto a seguir para responder a questão.
Texto II
A terceira idade no mundo digital
Sabemos que o século XX presenciou um intenso desenvolvimento tecnológico. [...] Tais avanços têm se refletido em diversos âmbitos sociais, ocasionando, assim, a reconfiguração das relações sociais a das práticas cotidianas. Em função disso, o acesso ao mundo digital vem, continuamente, sendo algo presente nas práticas das relações sociais em diversas faixas etárias. É nesse contexto que o uso do computador e, consequentemente, o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação – TICs tem crescido intensamente, sobretudo, no que tange ao público da terceira idade.
Durante muito tempo, a terceira idade, ou como muitos chamam: a velhice, era sinônimo de inércia, de descanso, de ostracismo e de afastamento de diversos tipos de atividades. Diante disso, as pessoas pertencentes a essa faixa etária não praticavam inúmeros tipos de atividades, tais como: lúdicas, esportivas, etc, o que alçava esses sujeitos a um papel passivo nas práticas sociais do dia-a-dia. Contudo, nos últimos anos, a sociedade tem passado por diversas modificações no âmbito das relações sociais, o que tem acarretado reconfigurações nos papéis sociais. É nesse cenário, que a terceira idade passa a ser concebida como uma faixa etária comum e que pode desempenhar seu papel/função social.
É nesse cenário, também, que muitos idosos têm se dedicado a diversos tipos de atividades, tais como: esportes, atividades de lazer, cursos e, até mesmo, ao campo profissional. Em outras palavras, muitas pessoas dessa faixa etária se inserem novamente no mercado de trabalho, ainda que já sejam aposentadas. No entanto, um aspecto que se destaca nas novas práticas corriqueiras do dia-a-dia desse público diz respeito ao acesso à informática e, por conseguinte, ao universo digital. Dentro dessa perspectiva, o acesso à internet, às redes sociais, a recursos de entretenimento, o uso de e-mails, compras virtuais, cursos na modalidade EaD, pagamentos de contas e outros recursos oriundos do âmbito digital têm feito parte da rotina cotidiana da terceira idade. Essa utilização das TICs tem gerado inúmeros benefícios e facilidades para as mais diversas faixas etárias e, acima de tudo, para a terceira idade. O que reforça a perspectiva do computador como algo necessário.
Entretanto, o acesso ao mundo digital não se restringe aos benefícios da vida cotidiana, mas também abrange benefícios cognitivos. Isto é, o fato de levar o idoso a utilizar a mente e o intelecto, produzindo, assim, o conhecimento [dando sentido e elaborando significados a partir das informações recebidas]. Não se pode negar que, para uma grande parte de pessoas pertencentes a esse público, a utilização desses artefatos da informática ainda é um desafio. Dito de outra forma, o medo/ receio do novo e de algo contemporâneo é algo compartilhado por diversas pessoas da terceira idade. Além disso, muitos são refratários à informática. Contudo, a nova perspectiva do acesso ao universo digital por parte da terceira idade alça esse público à condição de um sujeito ativo nas práticas cotidianas das relações sociais, o que transcende a perspectiva do ostracismo.
Fonte: adaptado de: SILVA, Silvio Profírio da. Disponível em: <http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/opiniao/noticia/2011/07/31/a-terceira-idade-no-mundo-digital-11626.php>
Leia o texto a seguir e responda a questão.
Texto I

Um ex-governador do estado do Amazonas disse o seguinte: “Defenda a ecologia, mas não encha o saco”. (Gilberto Mestrinho)
O vocábulo sublinhado, composto do radical-logia (“estudo”), se refere aos estudos de defesa do meio ambiente; o vocábulo abaixo, com esse mesmo radical, que tem seu significado corretamente indicado é:
Na escrita, pode-se optar frequentemente entre uma construção de substantivo + locução adjetiva ou substantivo + adjetivo (esportes da água = esportes aquáticos).
O termo abaixo sublinhado que NÃO pode ser substituído por um adjetivo é:
A frase abaixo em que o vocábulo sublinhado conservou o valor diminutivo é:
O termo abaixo sublinhado que NÃO pode ser substituído por um adjetivo é:
Destruindo Riqueza
A economia cresce encontrando soluções, em geral tecnológicas, para reduzir ineficiências e, nesse processo, libera mão de obra.
Um exemplo esclarecedor é o do emprego agrícola nos EUA. Até 1800, a produção de alimentos exigia o trabalho de 95% da população do país. Em 1900, a geração de comida para uma população já bem maior mobilizava 40% da força de trabalho e, hoje, essa proporção mal chega a 3%. Quem abandonou a roça foi para cidades, integrando a força de trabalho da indústria e dos serviços.
Esse processo pode ser cruel para com indivíduos que ficam sem emprego e não conseguem se reciclar, mas é dele que a sociedade extrai sua prosperidade. É o velho fazer mais com menos.
A internet, com sua incrível capacidade de conectar pessoas, abriu novos veios de ineficiências a eliminar. Se você tem um carro e não é chofer de praça nem caixeiro viajante, ele passa a maior parte do dia parado, o que é uma ineficiência. Se você tem um imóvel vago ou mesmo um dormitó rio que ninguém usa, está sendo improdutivo. O mesmo vale para outros apetrechos que você possa ter, mas são subutilizados.
Os aplicativos de compartilhamento, ao ligar de forma instantânea demandantes a ofertantes, permitem à sociedade fazer muito mais com aquilo que já foi produzido (carros, prédios, tempo disponível etc.), que é outro jeito de dizer que ela fica mais rica.
É claro que isso só dá certo se não forem criadas regula ções desnecessárias que embaracem os acertos voluntários entre as partes. A burocratização da oferta de serviços de aplicativos torna-os indistinguíveis. Dá para descrever isso como a destruição de riqueza.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 31.10.2017. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão abaixo.
Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.
Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.
No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.
A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.
Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.
Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.
Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.
*Jornal Folha de São Paulo
Leia o texto para responder a questão abaixo.
Black Friday? Levantamento feito pela Folha* mostrou que boa parte dos “descontos” oferecidos nesta sexta-feira não passa de manipulações até meio infantis de preços, com o objetivo de iludir o consumidor.
Antes, porém, de imprecar contra a ganância dos capitalistas, convém perguntar se os consumidores não desejam ser enganados. E há motivos para acreditar que pelo menos uma parte deles queira.
No recém-lançado Dollars and Sense (dinheiro e juízo), Dan Ariely e Jeff Kreisler relatam um experimento natural que mostra que pessoas podem optar por ser “ludibriadas” voluntariamente e que, em algum recôndito do cérebro, isso faz sentido.
A JCPenney é uma centenária loja de departamentos dos EUA que se celebrizou por jogar seus preços na lua para depois oferecer descontos “irresistíveis”. Ao fim e ao cabo, os preços efetivamente praticados estavam em linha com os da concorrência, mas os truques utilizados proporcionavam aos consumidores a sensação, ainda que ilusória, de ter feito um bom negócio, o que lhes dava prazer.
Em 2012, o então novo diretor executivo da empresa Ron Johnson, numa tentativa de modernização, resolveu acabar com a ginástica de remarcações e descontos e adotar uma política de preços “justa e transparente”.
Os clientes odiaram. Em um ano, a companhia perdera US$ 985 milhões e Johnson ficou sem emprego. Logo em seguida, a JCPenney remarcou os preços de vários de seus itens em até 60% para voltar a praticar os descontos irresistíveis. Como escrevem Ariely e Kreisler, “os clientes da JCPenney votaram com suas carteiras e escolheram ser manipulados”.
Num mundo em que o cliente sempre tem razão, não é tão espantoso que empresas se dediquem a vender-lhe as fantasias que deseja usar, mesmo que possam ser desmascaradas com um clique de computador.
*Jornal Folha de São Paulo
Considerando a classe gramatical das palavras da fala no cartum (Texto 2), assinale a alternativa correta.