Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Ferreira Gullar. Primeiro aninho. Internet:
“A casa que papai alugara não ficava na praia exatamente, mas numa das ruas que a ela davam e onde uns operários trabalhavam diariamente no alinhamento de um dos canais que carregavam o enxurro para o mar do golfo.”
Mário de Andrade
No período acima, o segmento “que a ela davam e onde” pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido original do período, por:
Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 5.

Escreva Vou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmações sobre os recursos linguísticos empregados no texto.
( ) “Muitas adolescentes ficam grávidas porque querem...” (linha 2). A autora, ao empregar “querem”, no presente do indicativo, confirma a sua certeza diante do fato expresso pelo verbo.
( ) “...os adolescentes a refletirem sobre as mudanças resultantes de uma gravidez na adolescência (linha 17). O uso do artigo “as” revela uma referência imprecisa ao substantivo “mudanças”.
( ) “Invariavelmente, descobrimos que o motivo que levou à gravidez está ligado à falta de perspectiva...” (linha 09). O sujeito sintático do verbo destacado é classificado como indeterminado.
( ) “apenas uma pequena fração engravida por acidente.” (linha 3). O verbo destacado é classificado como intransitivo.
A sequência CORRETA é
I – Os cargos ____________ aspiro ainda exigem muito mais estudo. II – Alguns alunos não se lembraram ___________ precisavam trazer um litro de leite como ingresso para o aulão solidário. III – Não consigo acreditar _____________ esqueci a data de inscrição para acesso à universidade via Histórico Escolar. IV – O hotel ____________ pretendo me hospedar na virada do ano fica bem no centro de Blumenau.
Para completar as lacunas e as regências dos verbos acima, é correto o que se apresenta na alternativa:
Sempre é hora de refletir sobre segurança no trânsito.
Observatório Nacional de Segurança Viária elegeu maio como o mês da segurança no trânsito e, a exemplo do que é feito nos meses de outubro e novembro, quando a sociedade em geral é convidada a refletir sobre as formas de prevenção dos cânceres de mama e de próstata, a proposta é pensar como cada cidadão pode contribuir para reduzir as preocupantes estatísticas de mortes causadas por acidentes de trânsito.
Embora o discernimento sobre a importância de preservar comportamentos seguros no trânsito deva estar presente nos 365 dias do ano, a sugestão do Maio Amarelo, de convocar cidadãos, empresas e órgãos públicos a repensar seu papel no combate a essa, que é uma das maiores causas de morte no Brasil, é louvável.
De acordo com dados do DPVAT, cerca de 50 mil pessoas por ano perdem a vida em acidentes, isso sem falar daquelas ocorrências que, embora não sejam fatais, afastam as pessoas de suas atividades profissionais e, muitas vezes, dos seus papeis com a família.
As estatísticas são alarmantes e se destacam no cenário mundial, o que nos leva a crer que há no Brasil um problema cultural no que diz respeito a garantir a própria segurança ao trafegar por ruas e rodovias. Por algum motivo, somos relapsos com a nossa integridade física e precisamos ser constantemente alertados sobre isso. Uma palavra-chave para mudar esse cenário é perseverança. Programas estruturados de segurança viária, que utilizem sistematicamente ações de engenharia, operacionais, de fiscalização e de educação, são fundamentais para conseguir a atenção dos motoristas.
Assim como são importantes políticas públicas que estabeleçam maior rigor na formação e contínua preparação dos condutores, especialmente os profissionais que, muitas vezes, abusam do tempo de direção na estrada, descuidam da saúde e nem sempre têm o conhecimento adequado de todos os componentes de segurança hoje embarcados nos veículos pesados.
Às empresas que administram rodovias, órgãos responsáveis por vias públicas e governos, é essencial perseverar em programas com estas características e acompanhar a evolução dos tempos. Não se pode ignorar todos os avanços tecnológicos que surgiram para facilitar a comunicação humana e o quanto todos nós, cidadãos, gostamos de estar plenamente conectados a todo momento e em todo lugar.
Aos cidadãos em geral, motoristas, ciclistas e pedestres, é importante ter consciência de que estamos dividindo um espaço público, no qual existem regras de convivência que precisam ser respeitadas. É fundamental que todos se preparem para o trajeto que irão fazer, seja ele de cinco ou 500 quilômetros, e tenham plena consciência de suas ações enquanto dirigem. Rodovia, por melhor que seja não é lugar de eliminar atrasos. O tempo precisa ser calculado de acordo com as normas existentes e com as condições de tráfego no momento.
Nesse ponto, uma reflexão que vale a pena ser feita é como todos nós, tão contagiados pelas mudanças tecnológicas que nos permitem acesso às mais variadas informações, podemos usar isso ao nosso favor e não contra a nossa segurança.
Planejar bem uma viagem e, por meio de aplicativos e redes sociais, saber previamente como está a condição do trecho pelo qual vamos passar, calcular o tempo de chegada e conhecer a melhor opção de caminho antes de iniciar a viagem é, hoje em dia, uma realidade que seria digna de filmes de ficção há 20 anos. Podemos e devemos usar tudo isso a nosso favor. Basta discernimento e consciência.
(CASSANIGA, José Carlos. Gazeta do Povo, Artigo, 27
de julho de 2015. Retirado do site <http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/sempree-hora-de-refletir-sobre-seguranca-no-transitoep4nl7ni64v50kq1mmdh9p186> em 29/07/2017).
Identifique nas frases da questão a classificação da palavra "se", pode ser:
Como substantivo:
Assinale a alternativa em que a palavra “que” foi usada como conjunção:
Identifique na frase da questão a classificação da palavra "se", pode ser:
Como conjunção subordinativa condicional:

A assertiva é:
I. Passamos através de mata cerrada. II. Esse perfume é enjoativo. III. Não nos atendeu, não obstante nossa insistência. IV. Em atenção à sua idade, não lhe batemos.
A assertiva é:
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas nas seguintes afirmativas sobre fenômenos do vocabulário do texto.
( ) Nas palavras barriga, depressão e tóxicas, há mais letras do que fonemas.
( ) Nos vocábulos qualquer, batatinha e alimento, ocorrem dígrafos.
( ) A palavra neurogastroenterologia é formada por composição; já micro-organismos é formada por derivação prefixal.
( ) Em diferentemente, venenoso e obesidade, aparecem sufixos formadores de advérbio, adjetivo e substantivo, respectivamente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


