Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3628920 Português

Após a leitura da matéria jornalística exposta na sequência, responda à questão.


O REVERSO DA FORTUNA


Depois de anos de crescimento exponencial, as poderosas empresas de tecnologia viram a maré mudar com a queda no valor de suas ações e foram obrigadas a demitir milhares de funcionários


Habituados a índices de crescimento exponenciais e valorização correspondente de suas ações, os gigantes do Vale do Silício tiveram poucos motivos para comemorar em 2022. Até meados do ano anterior, os colossos da tecnologia haviam navegado com desenvoltura pela pandemia de Covid-19, quando o isolamento social em escala planetária multiplicou a demanda por seus serviços. Estrelas no mercado de capitais, aumentaram suas estruturas corporativas e a contratação de funcionários. Os ventos que impulsionavam a boa fase, entretanto, mudaram rapidamente.


AMeta, que reúne Facebook, Instagram e WhatsApp, iniciou o ano na berlinda, acusada de estimular fake News e discursos de ódio em suas plataformas, e se tornou o melhor exemplo das agruras vividas pelo mundo tech. No terceiro trimestre, o lucro da empresa caiu 52% em relação ao mesmo período do ano passado e houve uma perda acumulada de 9,44 bilhões de dólares no Reality Labs, com a aposta do fundador Mark Zuckerberg na área de pesquisas de realidade virtual. E as perdas não param por aí: no acumulado do ano, o preço das ações caiu 63,8%, saindo do patamar dos 330 dólares no fim de 2021 para 120 dólares na primeira quinzena de dezembro deste ano. Já o valor de mercado, que chegou ao pico de 1,07 trilhão de dólares em agosto de 2021, despencou até bater em 302,5 bilhões de dólares no início de dezembro.


Apesar de questões pontuais que atingem a empresa, como estagnação no número de usuários e perda de receita com publicidade, que podem até ser atribuídas ao fim da pandemia, a maré de pessimismo tem causas mais profundas e afeta o setor como um todo. Amais relevante advém, principalmente, da alta de juros nos Estados Unidos. Enquanto o ano de 2022 se iniciou com os juros da principal economia do mundo em zero por cento, o Federal Reserve decidiu por sucessivos aumentos e indicia 2023 a 4,25%. Com isso, [...]. Com juros mais altos, investidores tendem a abandonar aplicações de risco, como as das empresas de tecnologia, e buscar opções mais estáveis que passam a remunerar melhor os recursos investidos. 


[...] O mesmo cenário pessimista tomou o Twitter, que foi recentemente comprado por Elon Musk, cuja chegada à direção da companhia causou uma fuga de anunciantes e levou a demissões, em uma companhia que perde 4 milhões de dólares por dia. Um baque e tanto em um setor onde o dinheiro fluía com prodigalidade.


 (Fragmento de reportagem – PorLuisa Purchio,Veja, 28/12/22)

Em apenas um dos fragmentos textuais abaixo listados, o sentido depreendido da articulação entre as informações por meio da partícula em destaque é de INCLUSÃO. Indique a alternativa que atende a essa exigência: 
Alternativas
Q3628917 Português

Após a leitura da crônica abaixo exposta, de Rubem Braga, responda à questão.


A Palavra


Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.


Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.


Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.


Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.


Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?


Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.


 BRAGA, Rubem. Coleção Melhores Crônicas. São Paulo, 2013.

Observe o emprego da palavra VELHO, no fragmento abaixo transcrito e, em seguida, levando em consideração o contexto de ocorrência do vocábulo, indique a alternativa que traz a CORRETAclassificação mórfica e semântica.


“Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?”

Alternativas
Q3628500 Português
TEXTO: NÃO É PRÓPRIO FALAR SOBRE OS ALUNOS


Gosto de ouvir conversas. Mania de psicanalista. É que nas conversas moram mundos diferentes do meu. Thomas Mann, no seu livro "José do Egito", conta um diálogo entre José e o mercador que o comprara para vendê-lo como escravo, no Egito: "Estamos a um metro de distância um do outro. E, no entanto, ao teu redor gira um universo do qual o centro és tu, e não eu. E ao meu redor gira um universo do qual o centro sou eu, e não tu". Fascinam-me esses universos que me tangenciam e que, no entanto, estão distantes de mim. Gosto de ouvir conversas para viajar por outros mundos. Por vários anos eu viajei diariamente de trem, de Campinas para Rio Claro, no Estado de São Paulo, onde eu era professor na antiga Faculdade de Filosofia. No mesmo vagão viajavam também muitos professores a caminho das escolas onde trabalhavam. Iam juntos, alegres e falantes... Por anos escutei o que falavam. Falavam sempre sobre as escolas. Era ao redor delas que giravam os seus universos. Falavam sobre diretores, colegas, salários, reuniões, relatórios, férias, programas, provas. Mas nunca, nunca mesmo, eu os ouvi falar sobre os seus alunos. Parece que nos universos em que viviam não havia alunos, embora houvesse escolas. Se não falavam sobre alunos é porque os alunos não tinham importância.

Participei da banca que examinou uma tese de doutoramento cujo tema eram os livros em que, nas escolas, são registradas as reuniões de diretores e professores. A candidata se dera ao trabalho de examinar tais reuniões para saber sobre o que falavam diretores e professores. As coisas registradas eram as coisas importantes que mereciam ser guardadas para a posteridade. Nos livros estavam registradas discussões sobre leis, portarias, relatórios, assuntos administrativos e burocráticos, eventos, festas. Mas não havia registros de coisas relativas aos alunos. Os alunos, aqueles para os quais as escolas foram criadas, para os quais diretores e professoras existem: ausentes. Não, não era bem assim: os alunos estavam presentes quando se constituíam em perturbações da ordem administrativa. Os alunos, meninos e meninas, alegres, brincalhões, curiosos, querendo aprender, alunos como companheiros dessa brincadeira que se chama ensinar e aprender —sobre tais alunos o silêncio era total.

Essa ausência do aluno —não do aluno a quem o discurso administrativo das escolas se refere como o "o perfil dos nossos alunos", nem esse nem aquele, todos, aluno abstrato— não esse, mas aquele aluno de rosto inconfundível e nome único, esse aluno de carne e osso que é a razão de ser das escolas. Ah!, é importante nunca se esquecer disso: alunos não são unidades biopsicológicas móveis sobre os quais se devem gravar os mesmos saberes, não importando que sejam meninos nas praias do Nordeste, nas montanhas de Minas, às margens do Amazonas, ou nas favelas do Rio. Os alunos são crianças de carne e osso que sofrem, riem, gostam de brincar, têm o direito de ter alegrias no presente e não vão à escola para serem transformados em unidades produtivas no futuro. E é essa ausência do aluno de carne e osso que está progressivamente marcando os universos que giram em torno da escola. Os professores não falam sobre os alunos. Na verdade, não é próprio que os professores falem com entusiasmo e alegria sobre os alunos. Os alunos não são tema de suas conversas. Acontece nas escolas primárias (ainda escrevo do jeito antigo porque não acredito que a mudança de nomes mude a realidade...). Mas não só nelas. Lembro-me de uma brincadeira séria que corria entre os professores de uma de nossas universidades mais respeitadas. Diziam os professores que, para que a dita universidade fosse perfeita, só faltava uma coisa: acabar com os alunos... Brincadeira? Psicanalista não acredita na inocência das brincadeiras. Com isso concordam os critérios de avaliação dos docentes, impostos pelos órgãos governamentais: o que se computa, para fins de avaliação de um docente, não são as suas atividades docentes, a relação com os alunos, mas a publicação de artigos em revistas indexadas internacionais. O que esses critérios estão dizendo aos professores é o seguinte: "Vocês valem os artigos que publicam: publish or perish"! Num universo assim definido pelo discurso dos burocratas, o aluno, esse em particular, cujo pensamento é obrigação do professor provocar e educar, esse aluno se constitui num empecilho à atividade que realmente importa. Os raros professores que têm prazer e se dedicam aos seus alunos estão perdendo o tempo precioso que poderiam dedicar aos seus artigos.

"Aquele que é um verdadeiro professor toma a sério somente as coisas que estão relacionadas com os seus estudantes —inclusive a si mesmo", afirmou Nietzsche. Eu sonho com o dia em que os professores, em suas conversas, falarão menos sobre os programas e as pesquisas e terão mais prazer em falar sobre os seus alunos.
Considere as afirmações abaixo:

I. Acentua-se a primeira vogal tônica dos hiatos ee e oo.
II. Na oração “Os brasileiros criaram quase 4 mil abaixos-assinados on-line no 1º semestre, com mais de 6 milhões de assinaturas” o plural dos substantivos composto, em destaque, está correto, pois ambos vão para o plural se a relação entre eles é coordenativa.
III. O numeral 300º admite duas grafias e são elas: trecentésimo e/ou tricentésimo.
IV. O vocábulo “contraindicação” não admite o emprego do hífen pela mesma razão do vocábulo “semiaberto”.


Analise e marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3628364 Português

Leia o Texto IV, a seguir, para responder à questão:


Texto IV:


Metade dos usuários de criptomoedas as abandonam por medo de perder dinheiro

Receio também impede que seis em cada dez pessoas que não utilizam alternativa a adotem.

Por O Tempo. Publicado em 20 de janeiro de 2023


Antes celebradas como uma nova potência das finanças, hoje as criptomoedas são foco de sucessivas notícias sobre perdas de valor milionárias, que alguns analistas já disseram, inclusive, tratar-se de um colapso. Nesse cenário, quase metade (48%) dos usuários deixaram de utilizá-las porque avaliam que elas são muito voláteis. Ao mesmo tempo, o medo de perder dinheiro é o principal motivo apontado por seis em cada dez não usuários das criptomoedas para não adotá-las.


Os dados são de uma pesquisa recém-divulgada pela empresa internacional de cibersegurança Kaspersky, que ouviu cidadãos de 16 países, inclusive o Brasil. Ela descobriu, ainda, que, apesar do receio sobre elas, quase um quarto dos usuários das criptomoedas afirma sequer estar de fato informados sobre elas. O estudo mostra, ainda, que o “boom” de compras desse ativo ocorreu durante a ascensão do Bitcoin, uma das criptomoedas mais conhecidas do mundo, após 2020. Em 2022, sua cotação desabou.


O relatório aponta que o número de usuários que possui criptomoedas para fazer compras online está aumentando e, hoje, corresponde a 29% do total. O principal fator para adquiri-las, entretanto, continua sendo tentar ganhar o máximo de dinheiro possível incluindo-as em um portfólio de investimentos, resposta de 33% dos entrevistados. [...]


A despeito do clima de desconfiança entre os entrevistados, o pesquisador sênior de segurança da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky, Marc Rivero, avalia que as criptomoedas ainda exercem uma atração sobre os investidores. "Apesar dos desafios que a indústria de criptomoedas enfrenta atualmente, é importante lembrar que ainda é um espaço relativamente novo e inovador com um tremendo potencial. Como acontece com qualquer tecnologia que chega, haverá contratempos, mas as perspectivas de longo prazo ainda podem ser boas para o universo do cripto. Ao priorizar a segurança, os entusiastas da criptomoeda podem minimizar o risco de perder dinheiro ou informações pessoais e se proteger contra ameaças que dependem deles". [...]


Disponível em: . Acesso: 20 jan. 2023.

Do ponto de vista da classificação gramatical, a sequência que apresenta a classificação CORRETA das palavras destacadas na construção linguística “[...] se proteger contra ameaças que dependem deles” é: 
Alternativas
Q3628363 Português

Leia o Texto IV, a seguir, para responder à questão:


Texto IV:


Metade dos usuários de criptomoedas as abandonam por medo de perder dinheiro

Receio também impede que seis em cada dez pessoas que não utilizam alternativa a adotem.

Por O Tempo. Publicado em 20 de janeiro de 2023


Antes celebradas como uma nova potência das finanças, hoje as criptomoedas são foco de sucessivas notícias sobre perdas de valor milionárias, que alguns analistas já disseram, inclusive, tratar-se de um colapso. Nesse cenário, quase metade (48%) dos usuários deixaram de utilizá-las porque avaliam que elas são muito voláteis. Ao mesmo tempo, o medo de perder dinheiro é o principal motivo apontado por seis em cada dez não usuários das criptomoedas para não adotá-las.


Os dados são de uma pesquisa recém-divulgada pela empresa internacional de cibersegurança Kaspersky, que ouviu cidadãos de 16 países, inclusive o Brasil. Ela descobriu, ainda, que, apesar do receio sobre elas, quase um quarto dos usuários das criptomoedas afirma sequer estar de fato informados sobre elas. O estudo mostra, ainda, que o “boom” de compras desse ativo ocorreu durante a ascensão do Bitcoin, uma das criptomoedas mais conhecidas do mundo, após 2020. Em 2022, sua cotação desabou.


O relatório aponta que o número de usuários que possui criptomoedas para fazer compras online está aumentando e, hoje, corresponde a 29% do total. O principal fator para adquiri-las, entretanto, continua sendo tentar ganhar o máximo de dinheiro possível incluindo-as em um portfólio de investimentos, resposta de 33% dos entrevistados. [...]


A despeito do clima de desconfiança entre os entrevistados, o pesquisador sênior de segurança da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky, Marc Rivero, avalia que as criptomoedas ainda exercem uma atração sobre os investidores. "Apesar dos desafios que a indústria de criptomoedas enfrenta atualmente, é importante lembrar que ainda é um espaço relativamente novo e inovador com um tremendo potencial. Como acontece com qualquer tecnologia que chega, haverá contratempos, mas as perspectivas de longo prazo ainda podem ser boas para o universo do cripto. Ao priorizar a segurança, os entusiastas da criptomoeda podem minimizar o risco de perder dinheiro ou informações pessoais e se proteger contra ameaças que dependem deles". [...]


Disponível em: . Acesso: 20 jan. 2023.

No texto IV, as palavras “criptomoeda” e “contratempo” são formadas, respectivamente, pelos seguintes processos: 
Alternativas
Q3628361 Português

Leia os Textos II e III para responder à questão:


Texto II:


MPE vai acompanhardenúncia de racismo contra irmãs abordadas e revistadas em loja de Aracaju


    O Ministério Público de Sergipe (MPE) informou, nesta sexta-feira (20), que pretende acompanhar as investigações policiais referentes a denúncia de racismo registrada por duas irmãs, que foram abordadas e revistadas após funcionários de uma Loja Marisa, em Aracaju, acionarem a Polícia Militar.


    Segundo o MP, o procedimento instaurado por meio da 4º Promotoria de Justiça dos Direitos do Cidadão junto com a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (Copier), tem o intuito de acompanhar o inquérito, que já está tramitando na delegacia, bem como observar medidas mais administrativas por parte da empresa no combate ao racismo.


    A abordagem aconteceu no dia 16 de dezembro, quando a babá, Simone Matos, 38 anos, e a empregada doméstica, Mônica Mattos, de 46, escolhiam roupas. A cunhada delas filmou a cena. O vídeo mostra as duas em uma sala sendo revistadas e uma delas chora. Na ocasião, elas registram um Boletim de Ocorrência denunciando o caso como racismo.


    Recentemente, elas registraram uma nova denúncia, afirmando que estão sendo monitoradas por funcionários do estabelecimento comercial.


    A assessoria de comunicação da Loja Marisa havia informado, que após a apuração dos fatos, o funcionário envolvido foi desligado imediatamente. Disse ainda que lamenta o ocorrido e que a empresa vai continuar empenhada na conscientização de todos os funcionários, reforçando treinamentos em todas as lojas.

Disponível em: . Acesso: 20/01/2023.


Texto III:

Disponível em: . Acesso: 20 jan. 2023. 



No que se refere ao emprego do elemento “aqui”, presente no terceiro quadrinho do Texto III, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3628140 Português
Considere as seguintes orações:

I. Não há como imputar a culpa exclusiva de outrem, a fim de ________ a responsabilidade das rés quanto aos danos.
II. Os inimigos que querem criar _________ entre as etnias e os diferentes grupos religiosos
III. O desejo de ________ é forte, pois as pesquisas demonstram que as pessoas gostariam de deixar de maneira definitiva o país de origem, caso pudessem.
IV. Concedo, pois, a medida liminar para __________ determinar a supressão do tema que se refere à revogação dos artigos.
V. A justiça irá ___________ sobre o pagamento dos precatórios aos professores da rede pública de educação.


Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas:
Alternativas
Q3627352 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Por que dormimos?


Entenda a importância daquelas oito horinhas noturnas de sono!


Gente dorme, cachorro dorme, passarinho dorme, mosca dorme... Epa, mosca dorme? Até alguns anos atrás, acreditava-se que invertebrados, como as moscas, simplesmente "descansam". Mas uma vez por dia, até as moscas passam por um período de várias horas de repouso, que é mais do que descanso para o corpo − é sono, mesmo, com corpo e cérebro adormecidos. [...]


E o que o sono proporciona ao corpo que o simples descanso não resolve? Todo mundo sabe por experiência própria que aquelas oito horinhas noturnas de sono são indispensáveis. Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite, mas as consequências são imediatas: dá aquela sensação de cansaço, fica difícil encontrar as palavras, fazer contas de cabeça... sem falar na sonolência, que é o jeito de o cérebro não deixar ninguém ficar sem dormir tempo demais.


Ainda não se sabe ao certo porque é preciso dormir todo dia, mas uma dica vem da marca mais característica do sono. Ele é autorregulado, ou seja, quanto menos se dorme, mais é preciso dormir. Isso acontece porque a sonolência que precede o sono vem do acúmulo de uma substância, chamada adenosina, produzida pelo próprio funcionamento dos neurônios, as células do cérebro. Quanto mais eles trabalham, mais produzem adenosina, que vai se acumulando no cérebro. E quando mais adenosina se acumula, mais sono a gente sente. [...]


Quando finalmente adormece, o cérebro consegue limpar toda a adenosina acumulada e acorda fresquinho para um novo dia de trabalho. [...]


 Por: Suzana Herculano-Houzel, Departamento de Anatomia,

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Revista Ciência

Hoje das Crianças, ed. 157.

Assinale a alternativa que contém afirmação CORRETA sobre a formação do plural dos substantivos em destaque no texto - Por que dormimos?
Alternativas
Q3626828 Português
Analise as orações abaixo e marque a alternativa que NÃO apresenta um substantivo comum.
Alternativas
Q3626827 Português

Indique F para os substantivos femininos e M para os substantivos masculinos:



(__)Cabeleireiro.


(__)Princesa.


(__)Professor.


(__)Luz.



Marque a alternativa CORRETA correspondente:

Alternativas
Q3626825 Português

Considere as frases:



I.Luciana foi a Salvador para visitar a família.


II.A Organização das Nações Unidas (ONU) foi criada em 1945.


III.Minha família foi viajar no final de semana.



São substantivos próprios as palavras destacadas em:

Alternativas
Q3626822 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Por que dormimos?


Entenda a importância daquelas oito horinhas noturnas de sono!


Gente dorme, cachorro dorme, passarinho dorme, mosca dorme... Epa, mosca dorme? Até alguns anos atrás, acreditava-se que invertebrados, como as moscas, simplesmente "descansam". Mas uma vez por dia, até as moscas passam por um período de várias horas de repouso, que é mais do que descanso para o corpo − é sono, mesmo, com corpo e cérebro adormecidos. [...]


E o que o sono proporciona ao corpo que o simples descanso não resolve? Todo mundo sabe por experiência própria que aquelas oito horinhas noturnas de sono são indispensáveis. Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite, mas as consequências são imediatas: dá aquela sensação de cansaço, fica difícil encontrar as palavras, fazer contas de cabeça... sem falar na sonolência, que é o jeito de o cérebro não deixar ninguém ficar sem dormir tempo demais.


Ainda não se sabe ao certo porque é preciso dormir todo dia, mas uma dica vem da marca mais característica do sono. Ele é autorregulado, ou seja, quanto menos se dorme, mais é preciso dormir. Isso acontece porque a sonolência que precede o sono vem do acúmulo de uma substância, chamada adenosina, produzida pelo próprio funcionamento dos neurônios, as células do cérebro. Quanto mais eles trabalham, mais produzem adenosina, que vai se acumulando no cérebro. E quando mais adenosina se acumula, mais sono a gente sente. [...]


Quando finalmente adormece, o cérebro consegue limpar toda a adenosina acumulada e acorda fresquinho para um novo dia de trabalho. [...]


 Por: Suzana Herculano-Houzel, Departamento de Anatomia,

Universidade Federal do Rio de Janeiro. Revista Ciência

Hoje das Crianças, ed. 157.

Leia o trecho extraído do texto - Por que dormimos?


"(...) Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite..."


Em relação à flexão dos substantivos, marque a alternativa que indica o diminutivo do termo destacado:

Alternativas
Q3626658 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

Em relação à expressão “Ai de nós”, empregada pelo autor do texto, pode-se afirmar que possui um valor de:

Alternativas
Q3626655 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

Em relação à formação da palavra “chatíssimos”, pode-se afirmar que é um adjetivo plural de grau:

Alternativas
Q3626654 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

No trecho “Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica”, o termo “constantemente” pode ser classificado como um:

Alternativas
Q3621780 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como árvores podem se transformar em baterias de carga rápida


Cerca de oito anos atrás, um importante produtor de papel na Finlândia percebeu que o mundo mudava.


O crescimento das mídias digitais, a queda do uso de papel nos escritórios e a redução da popularidade do envio de objetos e papéis pelo correio, entre outros fatores, significava que o consumo de papel passou a enfrentar um declínio constante.


A empresa finlandesa Stora Enso é um dos maiores proprietários de florestas particulares do mundo. Ou seja, ela possui muitas árvores, que são usadas para fabricar produtos de madeira, papel e embalagens. E, agora, ela também quer produzir baterias de veículos elétricos que possam ser carregadas em até oito minutos.


A empresa contratou engenheiros para analisar a possibilidade de uso da lignina, que é um polímero encontrado nas árvores. A lignina compõe cerca de 30% das árvores, dependendo da espécie, enquanto o restante é basicamente celulose.


"A lignina é a cola das árvores, ela adere as fibras de celulose entre si e também faz com que as árvores fiquem muito rígidas", explica Lauri Lehtonen, chefe da Lignode, a solução de baterias baseadas em lignina da Stora Enso.


A lignina é um polímero e contém carbono. E o carbono é um ótimo material para produzir um componente vital das baterias, chamado ânodo. A bateria de íons de lítio do celular tem um ânodo de grafite. E o grafite é uma forma de carbono com estrutura estratificada.


Os engenheiros da Stora Enso descobriram que podem extrair lignina da polpa residual que já é produzida em algumas das suas fábricas e processar essa lignina para fabricar material de carbono para os ânodos das baterias.


A empresa já firmou parceria com a companhia sueca Northvolt e planeja começar a fabricar baterias em 2025.


https://www.bbc.com/portuguese/geral-64243702. Adaptado. 

E o carbono é um ótimo material para produzir um componente vital das baterias.


O número de adjetivos presente na frase é de: 

Alternativas
Q3620691 Português

Analise as situações abaixo considerando o processo de aquisição da linguagem e uso da língua:


Situação 01


Uma criança de 2 anos, oriunda de família de classe média, com pais de nível universitário cuja linguagem obedece, via de regra, aos padrões cultos de concordância, produz frases do tipo:


-“Tem um monte de corações cor-de-rosa”


-“Ela tem os olhos azuis”.



Ao lado de:


_”As crianças mi batis”.


_ “Elas brigas comigo”.


_Eles correram



Situação 02



Imagine que uma criança, com a mesma idade da anterior, cujos pais não são escolarizados, possa produzir frases que não obedeçam ao padrão acima:


_”Tem um monte de coração cor-de-rosa”


_ “Ela tem os olho azul”.


ozóio azú” ozóio azur”.


Ao lado de:


_”As criança mi bati”.  


_”As criança bati ni mim”.


_”Elas briga cumigo”.


cum eu”.


_”Eles correro”.


correu”.


Analisando as situações acima explicitadas é possível afirmar:



I - A primeira criança procura incorporar uma regra de formação do plural dos nomes e da estrutura dos verbos. O fato de usar “batis”, “brigas”, por analogia com o plural das expressões nominais, revela que há uma hipótese que a criança testa a partir de uma generalização: plural= “s”.


II- Observamos que a primeira criança já incorporou o plural de outros verbos: “correram”, e as duas formas convivem no momento. É provável que essa criança chegue a concluir, muito antes de entrar na escola, que deve dizer: batem, brigam, em função da contínua interação com seus pais, que são usuários destas formas.


III- A segunda criança fala de acordo com as “regras” das pessoas com quem convive e, por isso, para ela o plural é marcado num só elemento da frase, numa determinada posição.


IV - A segunda criança em relação ao plural das expressões nominativas: “os olho azul”, “ozóio azú”, “ozóio azur”, mantém a marca de pluralidade num só elemento (“os”), inclusive em “ozóio”. Se não entrar em contato com outras manifestações linguísticas que não a da sua comunidade, esta criança chegará à escola com essa “regra” bastante enraizada.



São verdadeiras:

Alternativas
Q3620092 Português
A história recente do Brasil está marcada pela exposição de nossas fraturas. A ruptura institucional operada pelo golpe de 2016 trouxe consequências nefastas para as políticas públicas e para os direitos sociais e exigiu uma série de movimentos e arranjos das forças políticas construídas na Nova República, para sobreviver à sombra do avanço da extrema direita. Este texto tenta contar uma parte dessa história sob a perspectiva das contendas, arranjos, avanços e retrocessos em torno das políticas públicas do livro e leitura. Discorrer de forma crítica sobre política, cultura, direito à leitura e, de maneira mais abrangente, sobre direitos humanos, exige equilíbrio, disposição e desprendimento para o debate.


[...]


Por Ricardo Queiroz Pinheiro, na coluna Literatura dos Arrabaldes.


Disponível em:
https://outraspalavras.net/poeticas/brasil-a-literatura-como-um-direito-humano/
No período: ''A história recente do Brasil está marcada pela exposição de nossas fraturas.'', os termos em destaque são classificados, respectivamente, como:
Alternativas
Q3619629 Português
Terra Yanomami é palco de “tragédia
humanitária”, dizem especialistas


Entidades indigenistas e socioambientais denunciaram uma “tragédia humanitária” em curso na Terra Indígena Yanomami, durante audiência da comissão externa da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (14). A área, que ocupa partes dos estados de Roraima e Amazonas, é marcada por garimpo ilegal de ouro e cassiterita, violência sexual de mulheres e crianças, ameaças de morte e desestruturação dos postos de saúde.

O geógrafo e analista do Instituto Socioambiental (ISA) Estevão Senra apresentou dados atualizados do relatório “Yanomami sob Ataque”: até abril deste ano, já havia 4 mil hectares impactados pelo garimpo ilegal dentro da terra indígena e mais de 40 pistas clandestinas a serviço de garimpeiros e narcotraficantes.

Em 2021, a região registrou quase 50% dos casos de malária do país e hoje existem cerca de 3 mil crianças com déficit nutricional, segundo Senra. “Hoje, a Terra Indígena Yanomami é palco de uma das maiores tragédias humanitárias que estão ocorrendo no Brasil. Os dois vetores principais dessa crise são o avanço do garimpo ilegal e a má gestão do distrito sanitário, que se entrelaçam e vão se realimentando”, disse.
Marque a alternativa correta a respeito da palavra “humanitária”
Alternativas
Q3619628 Português
Terra Yanomami é palco de “tragédia
humanitária”, dizem especialistas


Entidades indigenistas e socioambientais denunciaram uma “tragédia humanitária” em curso na Terra Indígena Yanomami, durante audiência da comissão externa da Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (14). A área, que ocupa partes dos estados de Roraima e Amazonas, é marcada por garimpo ilegal de ouro e cassiterita, violência sexual de mulheres e crianças, ameaças de morte e desestruturação dos postos de saúde.

O geógrafo e analista do Instituto Socioambiental (ISA) Estevão Senra apresentou dados atualizados do relatório “Yanomami sob Ataque”: até abril deste ano, já havia 4 mil hectares impactados pelo garimpo ilegal dentro da terra indígena e mais de 40 pistas clandestinas a serviço de garimpeiros e narcotraficantes.

Em 2021, a região registrou quase 50% dos casos de malária do país e hoje existem cerca de 3 mil crianças com déficit nutricional, segundo Senra. “Hoje, a Terra Indígena Yanomami é palco de uma das maiores tragédias humanitárias que estão ocorrendo no Brasil. Os dois vetores principais dessa crise são o avanço do garimpo ilegal e a má gestão do distrito sanitário, que se entrelaçam e vão se realimentando”, disse.
No trecho “[...] é marcada por garimpo ilegal de ouro e cassiterita”, o adjetivo “ilegal” qualifica:
Alternativas
Respostas
8221: D
8222: A
8223: E
8224: D
8225: A
8226: B
8227: E
8228: B
8229: C
8230: A
8231: B
8232: A
8233: D
8234: E
8235: B
8236: B
8237: E
8238: D
8239: A
8240: C