Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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Após a leitura da matéria jornalística exposta na sequência, responda à questão.
O REVERSO DA FORTUNA
Depois de anos de crescimento exponencial, as poderosas empresas de tecnologia viram a maré mudar com a queda no valor de suas ações e foram obrigadas a demitir milhares de funcionários
Habituados a índices de crescimento exponenciais e valorização correspondente de suas ações, os gigantes do Vale do Silício tiveram poucos motivos para comemorar em 2022. Até meados do ano anterior, os colossos da tecnologia haviam navegado com desenvoltura pela pandemia de Covid-19, quando o isolamento social em escala planetária multiplicou a demanda por seus serviços. Estrelas no mercado de capitais, aumentaram suas estruturas corporativas e a contratação de funcionários. Os ventos que impulsionavam a boa fase, entretanto, mudaram rapidamente.
AMeta, que reúne Facebook, Instagram e WhatsApp, iniciou o ano na berlinda, acusada de estimular fake News e discursos de ódio em suas plataformas, e se tornou o melhor exemplo das agruras vividas pelo mundo tech. No terceiro trimestre, o lucro da empresa caiu 52% em relação ao mesmo período do ano passado e houve uma perda acumulada de 9,44 bilhões de dólares no Reality Labs, com a aposta do fundador Mark Zuckerberg na área de pesquisas de realidade virtual. E as perdas não param por aí: no acumulado do ano, o preço das ações caiu 63,8%, saindo do patamar dos 330 dólares no fim de 2021 para 120 dólares na primeira quinzena de dezembro deste ano. Já o valor de mercado, que chegou ao pico de 1,07 trilhão de dólares em agosto de 2021, despencou até bater em 302,5 bilhões de dólares no início de dezembro.
Apesar de questões pontuais que atingem a empresa, como estagnação no número de usuários e perda de receita com publicidade, que podem até ser atribuídas ao fim da pandemia, a maré de pessimismo tem causas mais profundas e afeta o setor como um todo. Amais relevante advém, principalmente, da alta de juros nos Estados Unidos. Enquanto o ano de 2022 se iniciou com os juros da principal economia do mundo em zero por cento, o Federal Reserve decidiu por sucessivos aumentos e indicia 2023 a 4,25%. Com isso, [...]. Com juros mais altos, investidores tendem a abandonar aplicações de risco, como as das empresas de tecnologia, e buscar opções mais estáveis que passam a remunerar melhor os recursos investidos.
[...] O mesmo cenário pessimista tomou o Twitter, que foi recentemente comprado por Elon Musk, cuja chegada à direção da companhia causou uma fuga de anunciantes e levou a demissões, em uma companhia que perde 4 milhões de dólares por dia. Um baque e tanto em um setor onde o dinheiro fluía com prodigalidade.
(Fragmento de reportagem – PorLuisa Purchio,Veja, 28/12/22)
Após a leitura da crônica abaixo exposta, de Rubem Braga, responda à questão.
A Palavra
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.
Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento – e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído – talvez palavras de algum poeta antigo – foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
BRAGA, Rubem. Coleção Melhores Crônicas. São Paulo, 2013.
Observe o emprego da palavra VELHO, no fragmento abaixo transcrito e, em seguida, levando em consideração o contexto de ocorrência do vocábulo, indique a alternativa que traz a CORRETAclassificação mórfica e semântica.
“Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven – e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro de ouro?”
I. Acentua-se a primeira vogal tônica dos hiatos ee e oo.
II. Na oração “Os brasileiros criaram quase 4 mil abaixos-assinados on-line no 1º semestre, com mais de 6 milhões de assinaturas” o plural dos substantivos composto, em destaque, está correto, pois ambos vão para o plural se a relação entre eles é coordenativa.
III. O numeral 300º admite duas grafias e são elas: trecentésimo e/ou tricentésimo.
IV. O vocábulo “contraindicação” não admite o emprego do hífen pela mesma razão do vocábulo “semiaberto”.
Analise e marque a alternativa correta.
Leia o Texto IV, a seguir, para responder à questão:
Texto IV:
Metade dos usuários de criptomoedas as abandonam por medo de perder dinheiro
Receio também impede que seis em cada dez pessoas que não utilizam alternativa a adotem.
Por O Tempo. Publicado em 20 de janeiro de 2023
Antes celebradas como uma nova potência das finanças, hoje as criptomoedas são foco de sucessivas notícias sobre perdas de valor milionárias, que alguns analistas já disseram, inclusive, tratar-se de um colapso. Nesse cenário, quase metade (48%) dos usuários deixaram de utilizá-las porque avaliam que elas são muito voláteis. Ao mesmo tempo, o medo de perder dinheiro é o principal motivo apontado por seis em cada dez não usuários das criptomoedas para não adotá-las.
Os dados são de uma pesquisa recém-divulgada pela empresa internacional de cibersegurança Kaspersky, que ouviu cidadãos de 16 países, inclusive o Brasil. Ela descobriu, ainda, que, apesar do receio sobre elas, quase um quarto dos usuários das criptomoedas afirma sequer estar de fato informados sobre elas. O estudo mostra, ainda, que o “boom” de compras desse ativo ocorreu durante a ascensão do Bitcoin, uma das criptomoedas mais conhecidas do mundo, após 2020. Em 2022, sua cotação desabou.
O relatório aponta que o número de usuários que possui criptomoedas para fazer compras online está aumentando e, hoje, corresponde a 29% do total. O principal fator para adquiri-las, entretanto, continua sendo tentar ganhar o máximo de dinheiro possível incluindo-as em um portfólio de investimentos, resposta de 33% dos entrevistados. [...]
A despeito do clima de desconfiança entre os entrevistados, o pesquisador sênior de segurança da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky, Marc Rivero, avalia que as criptomoedas ainda exercem uma atração sobre os investidores. "Apesar dos desafios que a indústria de criptomoedas enfrenta atualmente, é importante lembrar que ainda é um espaço relativamente novo e inovador com um tremendo potencial. Como acontece com qualquer tecnologia que chega, haverá contratempos, mas as perspectivas de longo prazo ainda podem ser boas para o universo do cripto. Ao priorizar a segurança, os entusiastas da criptomoeda podem minimizar o risco de perder dinheiro ou informações pessoais e se proteger contra ameaças que dependem deles". [...]
Disponível em:
Leia o Texto IV, a seguir, para responder à questão:
Texto IV:
Metade dos usuários de criptomoedas as abandonam por medo de perder dinheiro
Receio também impede que seis em cada dez pessoas que não utilizam alternativa a adotem.
Por O Tempo. Publicado em 20 de janeiro de 2023
Antes celebradas como uma nova potência das finanças, hoje as criptomoedas são foco de sucessivas notícias sobre perdas de valor milionárias, que alguns analistas já disseram, inclusive, tratar-se de um colapso. Nesse cenário, quase metade (48%) dos usuários deixaram de utilizá-las porque avaliam que elas são muito voláteis. Ao mesmo tempo, o medo de perder dinheiro é o principal motivo apontado por seis em cada dez não usuários das criptomoedas para não adotá-las.
Os dados são de uma pesquisa recém-divulgada pela empresa internacional de cibersegurança Kaspersky, que ouviu cidadãos de 16 países, inclusive o Brasil. Ela descobriu, ainda, que, apesar do receio sobre elas, quase um quarto dos usuários das criptomoedas afirma sequer estar de fato informados sobre elas. O estudo mostra, ainda, que o “boom” de compras desse ativo ocorreu durante a ascensão do Bitcoin, uma das criptomoedas mais conhecidas do mundo, após 2020. Em 2022, sua cotação desabou.
O relatório aponta que o número de usuários que possui criptomoedas para fazer compras online está aumentando e, hoje, corresponde a 29% do total. O principal fator para adquiri-las, entretanto, continua sendo tentar ganhar o máximo de dinheiro possível incluindo-as em um portfólio de investimentos, resposta de 33% dos entrevistados. [...]
A despeito do clima de desconfiança entre os entrevistados, o pesquisador sênior de segurança da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky, Marc Rivero, avalia que as criptomoedas ainda exercem uma atração sobre os investidores. "Apesar dos desafios que a indústria de criptomoedas enfrenta atualmente, é importante lembrar que ainda é um espaço relativamente novo e inovador com um tremendo potencial. Como acontece com qualquer tecnologia que chega, haverá contratempos, mas as perspectivas de longo prazo ainda podem ser boas para o universo do cripto. Ao priorizar a segurança, os entusiastas da criptomoeda podem minimizar o risco de perder dinheiro ou informações pessoais e se proteger contra ameaças que dependem deles". [...]
Disponível em:
Leia os Textos II e III para responder à questão:
Texto II:
MPE vai acompanhardenúncia de racismo contra irmãs abordadas e revistadas em loja de Aracaju
O Ministério Público de Sergipe (MPE) informou, nesta sexta-feira (20), que pretende acompanhar as investigações policiais referentes a denúncia de racismo registrada por duas irmãs, que foram abordadas e revistadas após funcionários de uma Loja Marisa, em Aracaju, acionarem a Polícia Militar.
Segundo o MP, o procedimento instaurado por meio da 4º Promotoria de Justiça dos Direitos do Cidadão junto com a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Étnico-Racial (Copier), tem o intuito de acompanhar o inquérito, que já está tramitando na delegacia, bem como observar medidas mais administrativas por parte da empresa no combate ao racismo.
A abordagem aconteceu no dia 16 de dezembro, quando a babá, Simone Matos, 38 anos, e a empregada doméstica, Mônica Mattos, de 46, escolhiam roupas. A cunhada delas filmou a cena. O vídeo mostra as duas em uma sala sendo revistadas e uma delas chora. Na ocasião, elas registram um Boletim de Ocorrência denunciando o caso como racismo.
Recentemente, elas registraram uma nova denúncia, afirmando que estão sendo monitoradas por funcionários do estabelecimento comercial.
A assessoria de comunicação da Loja Marisa havia informado, que após a apuração dos fatos, o funcionário envolvido foi desligado imediatamente. Disse ainda que lamenta o ocorrido e que a empresa vai continuar empenhada na conscientização de todos os funcionários, reforçando treinamentos em todas as lojas.
Disponível em:
I. Não há como imputar a culpa exclusiva de outrem, a fim de ________ a responsabilidade das rés quanto aos danos.
II. Os inimigos que querem criar _________ entre as etnias e os diferentes grupos religiosos
III. O desejo de ________ é forte, pois as pesquisas demonstram que as pessoas gostariam de deixar de maneira definitiva o país de origem, caso pudessem.
IV. Concedo, pois, a medida liminar para __________ determinar a supressão do tema que se refere à revogação dos artigos.
V. A justiça irá ___________ sobre o pagamento dos precatórios aos professores da rede pública de educação.
Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dormimos?
Entenda a importância daquelas oito horinhas noturnas de sono!
Gente dorme, cachorro dorme, passarinho dorme, mosca dorme... Epa, mosca dorme? Até alguns anos atrás, acreditava-se que invertebrados, como as moscas, simplesmente "descansam". Mas uma vez por dia, até as moscas passam por um período de várias horas de repouso, que é mais do que descanso para o corpo − é sono, mesmo, com corpo e cérebro adormecidos. [...]
E o que o sono proporciona ao corpo que o simples descanso não resolve? Todo mundo sabe por experiência própria que aquelas oito horinhas noturnas de sono são indispensáveis. Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite, mas as consequências são imediatas: dá aquela sensação de cansaço, fica difícil encontrar as palavras, fazer contas de cabeça... sem falar na sonolência, que é o jeito de o cérebro não deixar ninguém ficar sem dormir tempo demais.
Ainda não se sabe ao certo porque é preciso dormir todo dia, mas uma dica vem da marca mais característica do sono. Ele é autorregulado, ou seja, quanto menos se dorme, mais é preciso dormir. Isso acontece porque a sonolência que precede o sono vem do acúmulo de uma substância, chamada adenosina, produzida pelo próprio funcionamento dos neurônios, as células do cérebro. Quanto mais eles trabalham, mais produzem adenosina, que vai se acumulando no cérebro. E quando mais adenosina se acumula, mais sono a gente sente. [...]
Quando finalmente adormece, o cérebro consegue limpar toda a adenosina acumulada e acorda fresquinho para um novo dia de trabalho. [...]
Por: Suzana Herculano-Houzel, Departamento de Anatomia,
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Revista Ciência
Hoje das Crianças, ed. 157.
Indique F para os substantivos femininos e M para os substantivos masculinos:
(__)Cabeleireiro.
(__)Princesa.
(__)Professor.
(__)Luz.
Marque a alternativa CORRETA correspondente:
Considere as frases:
I.Luciana foi a Salvador para visitar a família.
II.A Organização das Nações Unidas (ONU) foi criada em 1945.
III.Minha família foi viajar no final de semana.
São substantivos próprios as palavras destacadas em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dormimos?
Entenda a importância daquelas oito horinhas noturnas de sono!
Gente dorme, cachorro dorme, passarinho dorme, mosca dorme... Epa, mosca dorme? Até alguns anos atrás, acreditava-se que invertebrados, como as moscas, simplesmente "descansam". Mas uma vez por dia, até as moscas passam por um período de várias horas de repouso, que é mais do que descanso para o corpo − é sono, mesmo, com corpo e cérebro adormecidos. [...]
E o que o sono proporciona ao corpo que o simples descanso não resolve? Todo mundo sabe por experiência própria que aquelas oito horinhas noturnas de sono são indispensáveis. Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite, mas as consequências são imediatas: dá aquela sensação de cansaço, fica difícil encontrar as palavras, fazer contas de cabeça... sem falar na sonolência, que é o jeito de o cérebro não deixar ninguém ficar sem dormir tempo demais.
Ainda não se sabe ao certo porque é preciso dormir todo dia, mas uma dica vem da marca mais característica do sono. Ele é autorregulado, ou seja, quanto menos se dorme, mais é preciso dormir. Isso acontece porque a sonolência que precede o sono vem do acúmulo de uma substância, chamada adenosina, produzida pelo próprio funcionamento dos neurônios, as células do cérebro. Quanto mais eles trabalham, mais produzem adenosina, que vai se acumulando no cérebro. E quando mais adenosina se acumula, mais sono a gente sente. [...]
Quando finalmente adormece, o cérebro consegue limpar toda a adenosina acumulada e acorda fresquinho para um novo dia de trabalho. [...]
Por: Suzana Herculano-Houzel, Departamento de Anatomia,
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Revista Ciência
Hoje das Crianças, ed. 157.
Leia o trecho extraído do texto - Por que dormimos?
"(...) Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite..."
Em relação à flexão dos substantivos, marque a alternativa que indica o diminutivo do termo destacado:
Em relação à expressão “Ai de nós”, empregada pelo autor do texto, pode-se afirmar que possui um valor de:
Em relação à formação da palavra “chatíssimos”, pode-se afirmar que é um adjetivo plural de grau:
No trecho “Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica”, o termo “constantemente” pode ser classificado como um:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como árvores podem se transformar em baterias de carga rápida
Cerca de oito anos atrás, um importante produtor de papel na Finlândia percebeu que o mundo mudava.
O crescimento das mídias digitais, a queda do uso de papel nos escritórios e a redução da popularidade do envio de objetos e papéis pelo correio, entre outros fatores, significava que o consumo de papel passou a enfrentar um declínio constante.
A empresa finlandesa Stora Enso é um dos maiores proprietários de florestas particulares do mundo. Ou seja, ela possui muitas árvores, que são usadas para fabricar produtos de madeira, papel e embalagens. E, agora, ela também quer produzir baterias de veículos elétricos que possam ser carregadas em até oito minutos.
A empresa contratou engenheiros para analisar a possibilidade de uso da lignina, que é um polímero encontrado nas árvores. A lignina compõe cerca de 30% das árvores, dependendo da espécie, enquanto o restante é basicamente celulose.
"A lignina é a cola das árvores, ela adere as fibras de celulose entre si e também faz com que as árvores fiquem muito rígidas", explica Lauri Lehtonen, chefe da Lignode, a solução de baterias baseadas em lignina da Stora Enso.
A lignina é um polímero e contém carbono. E o carbono é um ótimo material para produzir um componente vital das baterias, chamado ânodo. A bateria de íons de lítio do celular tem um ânodo de grafite. E o grafite é uma forma de carbono com estrutura estratificada.
Os engenheiros da Stora Enso descobriram que podem extrair lignina da polpa residual que já é produzida em algumas das suas fábricas e processar essa lignina para fabricar material de carbono para os ânodos das baterias.
A empresa já firmou parceria com a companhia sueca Northvolt e planeja começar a fabricar baterias em 2025.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-64243702. Adaptado.
E o carbono é um ótimo material para produzir um componente vital das baterias.
O número de adjetivos presente na frase é de:
Analise as situações abaixo considerando o processo de aquisição da linguagem e uso da língua:
Situação 01
Uma criança de 2 anos, oriunda de família de classe média, com pais de nível universitário cuja linguagem obedece, via de regra, aos padrões cultos de concordância, produz frases do tipo:
-“Tem um monte de corações cor-de-rosa”
-“Ela tem os olhos azuis”.
Ao lado de:
_”As crianças mi batis”.
_ “Elas brigas comigo”.
_Eles correram
Situação 02
Imagine que uma criança, com a mesma idade da anterior, cujos pais não são escolarizados, possa produzir frases que não obedeçam ao padrão acima:
_”Tem um monte de coração cor-de-rosa”
_ “Ela tem os olho azul”.
ozóio azú” ozóio azur”.
Ao lado de:
_”As criança mi bati”.
_”As criança bati ni mim”.
_”Elas briga cumigo”.
cum eu”.
_”Eles correro”.
correu”.
Analisando as situações acima explicitadas é possível afirmar:
I - A primeira criança procura incorporar uma regra de formação do plural dos nomes e da estrutura dos verbos. O fato de usar “batis”, “brigas”, por analogia com o plural das expressões nominais, revela que há uma hipótese que a criança testa a partir de uma generalização: plural= “s”.
II- Observamos que a primeira criança já incorporou o plural de outros verbos: “correram”, e as duas formas convivem no momento. É provável que essa criança chegue a concluir, muito antes de entrar na escola, que deve dizer: batem, brigam, em função da contínua interação com seus pais, que são usuários destas formas.
III- A segunda criança fala de acordo com as “regras” das pessoas com quem convive e, por isso, para ela o plural é marcado num só elemento da frase, numa determinada posição.
IV - A segunda criança em relação ao plural das expressões nominativas: “os olho azul”, “ozóio azú”, “ozóio azur”, mantém a marca de pluralidade num só elemento (“os”), inclusive em “ozóio”. Se não entrar em contato com outras manifestações linguísticas que não a da sua comunidade, esta criança chegará à escola com essa “regra” bastante enraizada.
São verdadeiras: