Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3731536 Português
O mundo restaurado


O pai ganha os presentes que um pai costuma ganhar. Camisas, lenços, uma gravata muito parecida com a que deu para alguém no ano passado, meias. Alguns livros, alguns vinhos. Mas fica de olho nos presentes das crianças. Com o ar condescendente de quem tem um saudável interesse nas atividades dos filhos. Mas louco de inveja.

― Meu filho. Um Autorama!

― É, pai.

― Vamos armar agora mesmo!

― Agora não, pai. Amanhã, a gente arma.

― Amanhã, nada. Agora! Arreda essa papelada pra lá. Aqui na sala mesmo tem lugar.

A mãe intervém.

― Você está louco? Armar esse negócio no meio da sala, no meio da festa?! E as crianças precisam ir dormir. Foi excitação demais para um dia só.

O pai fica olhando com ressentimento o Autorama que desaparece da sala embaixo do braço do guri. Pensa, vagamente, em seguir o filho e propor uma barganha. “Escuta, a mãe não está nos ouvindo. Eu te dou todos os meus lenços e tu deixa eu armar o Autorama aqui no teu quarto, com a porta fechada.” Mas não. Os convidados, o que pensariam dele? Na certa que estaria bêbado, como no ano passado. Ele examina o livro que ganhou do cunhado. O Mundo Restaurado, de Henry Kissinger. O cunhado, inexplicavelmente, lhe atribui um grave interesse nos problemas contemporâneos. Vive lhe mandando recortes de jornal com trechos sublinhados e pontos de exclamação na margem. Às vezes, telefona, com recados cifrados.

― Lembra aquela nossa conversa?

― Qual?

― Veja na terceira página do Correio de hoje. Um pequeno tópico no canto inferior direito. É a prova de tudo aquilo que nós discutíamos no outro dia, lembra?

― Não.

― A crise é irreversível, meu filho. Um abração.

Ele só ganha presente de homem sério. De homem preocupado com os problemas contemporâneos. Lenços brancos, camisas sóbrias, meias pretas e marrons. No ano passado, deu para um primo taciturno uma gravata cinza escura com manchas pretas e estrias roxas, como hematomas. Com um cartão gozando a seriedade do primo. Este ano recebeu de volta a mesma gravata. Sem cartão. As pessoas, pensa, me confundem com um adulto. Vê a filha mais velha que passa equilibrando várias caixas de presentes.

― Te desafio para uma partida de damas. Não é uma proposta carinhosa. É um desafio mesmo. Posso derrotar qualquer criança nesta sala! Dama, moinho, bola de gude, palavra-cruzada…

A filha o ignora e também vai para o quarto. Decidiram, ele e a mulher, não dar nenhuma arma de brinquedo no Natal. Nem arco e flecha. Os psicólogos não aconselham. Mas ele agora tem uma lembrança que lhe sobe até a garganta e fica atravessada: aos doze anos ganhou uma metralhadora de latão que cuspia fogo. Tinha uma manivela do lado que a gente girava e a metralhadora cuspia fogo! O cunhado senta ao seu lado, com um copo de uísque na mão. Aponta para o livro.

― Isso aí explica muita coisa. Lembras daquela minha tese?…

Mas ele não ouve mais nada. Ergue o Henry Kissinger até os olhos, como se mirasse uma metralhadora, e começa a girar uma manivela invisível do lado do livro. Ao mesmo tempo, com a boca imita o ruído de tiros, e descobre entusiasmado que ainda não perdeu o jeito. O cunhado fica olhando, entre surpreso e divertido, enquanto ele varre a sala com rajadas imaginárias.

Luís Fernando Veríssimo. Ed Mort – todas as histórias. 1ª Ed. São Paulo: Objetiva, 2011
Considere o seguinte excerto: “Foi excitação demais para um dia só.” Em relação à classe gramatical, as palavras “excitação”, “demais”, “para” e “só” são, respectivamente: 
Alternativas
Q3731385 Português

"Marajá" é o título de alguns príncipes ou reis da Índia. Quando "Marajá" é usado no sentido figurado, refere-se ao indivíduo muito rico e muito poderoso.


(https://dicionario.priberam.org/maraj%C3%A1).


Marque a alternativa com o feminino correto de "marajá". 

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Q3731383 Português
Marque a alternativa com o substantivo que faz o feminino com palavra diferente (processo de mudança de gênero denominado "heteronímia"). 
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Q3731382 Português
Marque a frase escrita com um adjetivo que tem uma única forma para o masculino e para o feminino.
Alternativas
Q3731381 Português
Marque a frase com o substantivo escrito corretamente no aumentativo sintético. 
Alternativas
Q3731380 Português
Marque a alternativa com a frase escrita com um substantivo comum no grau aumentativo.
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Q3731379 Português
Marque a frase escrita com um substantivo coletivo.
Alternativas
Q3730589 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão abaixo.


        Desde que a humanidade começou a olhar para o céu, nossa Lua nos encara de sua órbita a uma distância relativamente curta do nosso planeta. Ela é o mais visível dos satélites naturais do nosso Sistema Solar, mas não é o único. Calcular quantos são, no entanto, é um desafio constante. Em maio deste ano, astrônomos anunciaram que haviam descoberto 62 novas luas orbitando Saturno, um dos gigantes gasosos do Sistema Solar. Com isso, o número de luas confirmadas orbitando este planeta distante – que fica a cerca de 1,3 bilhão de quilômetros do Sol – aumentou para 145. As descobertas também consagraram Saturno como o planeta com o maior número de luas em sua órbita, desbancando seu vizinho gigante Júpiter, no que foi chamado por alguns de “corrida lunar”.


        Os astrônomos acreditam que a busca por luas é um campo que vale a pena seguir avançando. As recentes descobertas – de tênues pedaços de rocha que mal refletem a luz – oferecem algumas pistas efetivamente sedutoras sobre o passado do sistema solar. Mike Alexandersen, pesquisador de pós-doutorado do Minor Planet Center (MPC), que também participou da descoberta das últimas luas de Saturno, diz que as descobertas vão guiar nossa compreensão do que formou essas luas em primeiro lugar. “Acredita-se que a razão pela qual elas estão agrupadas e têm órbitas semelhantes é que costumava haver um objeto que sofreu uma colisão. E depois, ao longo de bilhões de anos, os fragmentos continuaram a se chocar”.


        Gladman chama isso de “cascata colisional”: uma série de colisões que dão lugar a luas cada vez menores. Ele e seus colegas sugeriram recentemente que um evento de colisão relativamente recente, nas últimas centenas de milhões de anos, pode ter criado algumas das menores luas irregulares de Saturno. Alexandersen conduziu várias pesquisas sobre o Cinturão de Kuiper: uma vasta aglomeração de detritos gelados 20 vezes maior que o cinturão de asteroides do nosso Sistema Solar. Ele diz que o mapeamento de cerca de 4 mil objetos no Cinturão de Kuiper ofereceu algumas teorias sobre a formação dos planetas – e por que tantas luas pequenas estão espalhadas pelo Sistema Solar.


        Um antigo cataclismo pode ter feito esses minúsculos satélites girarem na escuridão, até um ponto em que a atração gravitacional dos gigantes gasosos (Júpiter e Saturno) era maior do que a do agora distante Sol – embora Alexandersen observe que o Sol siga exercendo influência mesmo nestas grandes distâncias. As luas que esses detetives astronômicos buscam estão no limite do que a tecnologia atual pode capturar – satélites que medem pelo menos um quilômetro de diâmetro. A inteligência artificial pode oferecer um salto adicional. “Podemos usar técnicas de inteligência artificial para fornecer as bases de dados a um computador e dizer a ele para encontrar as luas”, afirma Gladman. “Ainda estamos trabalhando nisso ... é uma coisa desafiadora de se fazer. Mas nos últimos anos, as pessoas estão começando a fazer verdadeiros progressos”.


        Seja como for, as descobertas não dão sinais de que vão parar. Poucas semanas após o anúncio das 62 novas descobertas, os cientistas tiveram outra surpresa: havia mais uma lua para acrescentar à lista. “Foi anunciada mais uma lua que não foi incluída no comunicado de divulgação para a imprensa porque não conseguimos ajustar a órbita corretamente”, diz Alexandersen. “Mas nós resolvemos isso. Portanto, não são 62, mas 63”. Isso eleva o total de luas de Saturno para 146.


(Jornal BBC Brasil, 07.07.2023. Adaptado).

Assinale a alternativa cuja frase emprega um advérbio de afirmação.
Alternativas
Q3726206 Português
 Marque a alternativa que a palavra destacada NÃO é um adjetivo:
Alternativas
Q3724414 Português

Instrução: Leia o Texto para responder à questão.

 

Como a avaliação de leitura escancara desigualdade do Brasil

Média do país esconde um abismo: a elite não vai mal, enquanto os alunos pobres, que são a maioria, têm baixo nível de aprendizagem

Ernesto Martins Faria e Lecticia Maggi

27 de maio de 2023

 

O Brasil conseguiu média de 419 pontos no Pirls (Progress in International Reading Literacy Study), uma avaliação global de leitura, aplicada a alunos do 4° ano do Ensino Fundamental, e cujos resultados foram divulgados recentemente. Foi a estreia do país no exame, que ocorre a cada cinco anos, desde 2001, por iniciativa da IEA (International Association for the Evaluation of Educational Achievement), uma cooperativa de instituições de pesquisa e acadêmicos. Na última edição, de 2021, foram avaliados 65 países ou regiões e o Brasil ficou nas últimas colocações, atrás de nações como Uzbequistão e Azerbaijão.

No entanto, é importante relembrar que a média é, como o próprio nome diz, uma média da pontuação de todos os estudantes que compuseram a amostra. Isso evidentemente nos ajuda a conhecer a situação do país, mas não é suficiente para indicar quais são as ações mais urgentes. Uma análise mais aprofundada do Pirls, considerando os resultados por nível socioeconômico, chamado de NSE, dos estudantes, escancara a profunda desigualdade educacional brasileira: temos uma pequena elite (formada por 5% dos estudantes) que conseguiu 546 pontos. Esses alunos não ficam tão atrás do desempenho obtido por colegas de alto NSE de países como Espanha (550 pontos), França (553) e Portugal (555). Superam Geórgia (521) e a região da Bélgica de língua: francesa (531). Pode-se dizer, portanto, que são competitivos internacionalmente.

Já na outra ponta estão os alunos de baixo nível socioeconômico do Brasil: grupo formado por 64% dos estudantes, que obtiveram média de 390 pontos. Seus resultados são muito inferiores aos dos alunos de mesmo NSE de Espanha (488), França (462) e Portugal (488), por exemplo. Aqui, é necessária uma ponderação: ainda que o indicador de NSE busque fazer equivalência entre os estudantes dos diversos países participantes - considerando em seu cálculo as respostas dos pais ou responsáveis sobre os recursos presentes dentro de casa, e a escolaridade e profissão deles - sabe-se que não é uma medida perfeita. Os estudantes brasileiros pobres, muito provavelmente, têm desafios maiores que os estudantes de baixo nível socioeconômico de nações ricas.

No entanto, não há justificativa plausível para esse abismo. Como o próprio Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) traz em seu resumo executivo sobre o Pirls, a diferença na média dos estudantes brasileiros de alto e de baixo NSE foi de 156 pontos. Em nível internacional, a diferença entre esses grupos é de 86 pontos.

Os estudantes brasileiros pobres não conseguiram alcançar o nível mais baixo da escala: 400 pontos. Dessa forma, não é possível aferir o que eles são ou não capazes de fazer. É bastante provável que uma parcela relevante desses alunos, em especial aqueles que obtiveram menos de 340 pontos (25%), não tenha conseguido sequer ler a prova. Em outras nações, não há estudantes com menos de 300 pontos e pontuação inferior a 400 é um cenário de exceção.

As desigualdades raciais do Brasil também estão presentes nos resultados: estudantes autodeclarados brancos e amarelos alcançaram média de 457 pontos, enquanto estudantes pretos, pardos e indígenas, de 399. Há também diferenças por gênero: meninas obtiveram média de 431 pontos contra 408 dos meninos.

Além do nível socioeconômico e da cor/raça, o Pirls também aponta outros fatores relacionados aos resultados. Entre os fatores extraescolares, destacam-se a importância do suporte dos pais ou responsáveis e do hábito leitor deles. Estudantes cujos pais ou responsáveis costumavam ler, contar histórias ou cantar músicas para eles tiveram média de 518 pontos ante 418 daqueles que "nunca" ou "quase nunca" tiveram essas atividades em casa. Estudantes com pais que disseram "gostar muito" de ler conquistaram 526 pontos ante 479 daqueles com pais que "gostam pouco" ou "não gostam" de ler.

São apontados também fatores escolares com influência nos resultados, como a escassez de recursos relacionados à leitura, como livros. Nas escolas em que os diretores responderam que o ensino não foi afetado pela escassez de recursos (26% do total), a média dos estudantes foi de 481 pontos. Já nas unidades em que os diretores reportaram que "afetou de alguma maneira" (73%), a média foi de 398. Aqui surge uma questão importante: as escolas precisam compensar as desigualdades socioeconômicas de seus estudantes, porém, elas não têm conseguido isso. As unidades com maior escassez de recursos são aquelas que atendem alunos de baixo nível socioeconômico, justamente as que mais dependem de um currículo e de um sistema de avaliação público exigentes. Por isso, a importância de se rever o atual Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) para que cubra habilidades mais complexas dos estudantes.

O que o Pirls revela é que a aprendizagem em leitura na idade adequada é para poucos no Brasil. E esses poucos têm um perfil bem definido: alto nível socioeconômico, brancos, com pais com hábito leitor e inseridos em um sistema que garante os recursos necessários para oportunizar a leitura. Alunos que estão, em sua maioria, em escolas privadas de elite (já que também há baixa qualidade em escolas particulares). É um grupo seleto e privilegiado com suporte dentro e fora da escola, enquanto a maior parte dos estudantes não conseguem ter boas oportunidades educacionais.

O que devemos fazer como sociedade é nos incomodarmos com esses resultados e refletirmos sobre nossos currículos, avaliações, programas de formação de professores e materiais didáticos. Olharmos para o que outros países fazem (e como fazem). E, mais do que tudo, não aceitar que a educação favoreça os já favorecidos. A educação precisa ser um mecanismo efetivo de combate às desigualdades sociais.

 

Disponível em: <https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2023/05/27/Como-a-avalia%C3%A7%C3%A3o-de-leitura-escancara-desigualdade-do-Brasil>. Acesso em: 24 de maio de 2023.

Leia o trecho a seguir:
"É um grupo seleto(1) e privilegiado(2) com suporte dentro e fora da escola, enquanto a maior parte dos estudantes não conseguem ter boas(3) oportunidades(4) educacionais."
Todos os termos destacados e numerados são adjetivos, EXCETO o de número:
Alternativas
Q3720767 Português
Leia a notícia a seguir:

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Assinale a única alternativa que não apresenta um erro de português:
Alternativas
Q3720766 Português
Leia o texto a seguir para responder à questtão:

ALÉM DA POSSE

    Não há dúvidas de que foi histórica a posse do presidente Lula. Com a ausência do Jair, ele reuniu os representantes da sociedade civil Aline Sousa, o cacique Raoni, Weslley Rocha, Murilo Jesus, Jucimara dos Santos, Ivan Baron, Flávio Pereira, Francisco, de 10 anos, além da cachorrinha Resistência, na passagem da faixa presidencial. Tudo isso em uma semana densa que juntou não apenas notícias que vinham de Brasília, mas também o triste adeus ao rei Pelé.
    Sob o sol escaldante, acompanhei de pertinho um pouco das cerimônias que marcaram o retorno de Lula para um terceiro mandato, e também a posse de alguns dos ministros.
  Recomendo a experiência pelo menos uma vez na vida, seja qual for sua convicção política. Acompanhar de perto e observar os formatos, as falas e os públicos de cada cerimônia de posse... Isso já diz muito do direcionamento que dá base a cada um. E certamente o desenrolar das práticas ao longo do tempo, para além dos discursos, dirá muito mais. Vivendo isso, pensei sobre como podemos abrir caminhos para fazer valer o legado do rei Pelé, deixando brilhar mais reis e rainhas, no plural.
     Me emocionei ao ver a ministra Margareth Menezes e a cultura tomando posse. Ou, ainda, o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, em seu discurso sobre não esquecer os esquecidos, destacando que todos “existem e são valiosos”. Fiz questão de cumprimentar os ministros, desejando sorte, e também cobrando para que aquela representatividade, tão bonita na foto da histórica posse de Lula, não seja apenas limitada àquele momento.
    Que vá para além das pastas de Direitos Humanos, da Igualdade Racial ou dos Povos Originários. São conquistas, e já nascem mais representativas de setores da sociedade geralmente sub-representados. Mas queremos mais.
   Queremos que a representatividade seja escalada intencionalmente para os demais cargos de confiança que apoiam as tomadas de decisão que movimentam o país. Na fala do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destaco a importante promessa em reduzir o peso tributário das famílias de baixa renda. Vamos acompanhar de perto seu quadro de secretários e assessores majoritariamente composto por homens e brancos com apenas duas representantes mulheres, sendo uma negra: Fernanda Santiago, assessora especial de Assuntos Jurídicos.
     Temos muitas conquistas a ser celebradas, como o número recorde, mesmo ainda sem paridade, de ministras e presidentes de bancos estatais mulheres. Mas o quadro esmagadoramente masculino e branco ainda se repete para a maioria dos outros ministérios e cargos de confiança.
     E “passam a boiada” do privilégio branco sob a cartada da competência em primeiro lugar, mas que sabidamente têm um viés de indicação e manutenção de pessoas brancas, heterossexuais, cisgêneros e sem deficiência, parecidas com as que majoritariamente já estão lá.
     Como já dizia Gal Costa, é preciso estar “atento e forte”, cobrando mudanças concretas. Uma delas, boa e necessária, seria a alteração do decreto da lei 10829/2021, incluindo reserva de 30% de vagas para negras e negros em cargos de comissão e funções de confiança em todos os níveis, com equidade de gênero. Não esquecer dos esquecidos não deve ser uma pauta apenas dos Direitos Humanos, mas de todas as partes de um novo governo que se propõe a cuidar de todas as pessoas.

(Luana Génot. Revista Ela. O Globo, 8/01/23, p. 23) 
Releia: “Sob o sol escaldante, acompanhei de pertinho um pouco das cerimônias que marcaram o retorno de Lula para um terceiro mandato...”.

Indique o processo de formação da palavra “retorno”, destacada no fragmento acima: 
Alternativas
Q3715842 Português
Leia o trecho da letra de “Morena de Angola”, canção composta por Chico Buarque, para responder a esta questão. Observe também as sílabas grifadas.

“Será que a morena cochila escutando o cochicho do chocalho/será que desperta gingando e já vai chocalhando pro trabalho”.

Esse trecho da canção apresenta uma figura de linguagem chamada:
Alternativas
Q3714823 Português
Leia o poema a seguir:

O ASTRONAUTA
Subiu ao cosmos. Flutua
no espaço infinito, a esmo.
É um herói. Conhece a Lua
bem melhor do que a si mesmo.
Pobre astronauta. Subiste
e trouxeste a negação:
- “Não vi Deus”. E Deus existe
no teu próprio coração.
(Cid Franco) 

O substantivo “astronauta” utilizado no poema classifica-se como  
Alternativas
Q3714816 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

OS DOIS CAÇADORES

     Estavam os dois caçadores bem no centro da África, quando, por trás de uma colina, de dentro de uma gruta, da escuridão de uma mata, do seio de uma grota, surgiu um tigre de dentes de sabre. Disse um dos caçadores:
     - Um animal pré-histórico! O mais terrível e o mais precioso dos animais pré-históricos! Que vamos fazer?
     - Vamos fazer o seguinte – sugeriu o outro caçador, preparando-se para correr. - Você fica aqui e aguenta o bicho, que eu vou espalhar a notícia pela África inteira!

(Millôr Fernandes) 
Ao longo do texto, foram utilizados os seguintes adjetivos para caracterizar o tigre, exceto: 
Alternativas
Q3714535 Português

Com relação ao plural de substantivos compostos todas as opções abaixo estão corretas, exceto

Alternativas
Q3714405 Português

Q20.png (360×253)

(Fonte: http://revistaverde.net.br/site/vernoticia/88/dia-dos-namorados/)


Em relação à charge acima, é INCORRETO afirmar que

Alternativas
Respostas
7901: A
7902: B
7903: D
7904: A
7905: A
7906: A
7907: D
7908: D
7909: B
7910: C
7911: D
7912: D
7913: D
7914: A
7915: C
7916: C
7917: C
7918: D
7919: B
7920: D