Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3588915 Português
Se...

Teria acontecido. Se não fosse por sua insegurança, pela mania de duvidar de si mesmo, daria certo.

Bastava ter pedido. Simplesmente ter se arriscado. Um "não" seria o pior que te aconteceria, mas o "sim" mudaria sua vida.

Por que não tentou? Por que deixou o medo ser maior de sua vocação para a felicidade?

Quantas vezes deixamos oportunidades passarem, amores atravessarem a porta de saída, sonhos serem arquivados só porque fomos incapazes de dominar o medo.

O medo que paralisa, limita, congela as suspeitas, eterniza as dúvidas. O medo que nos diminui, desmerece, encarcera ... torna pessoas comuns (muita areia para nosso caminhão).

E um dia - tarde demais - descobrimos que tínhamos as chaves. Que muitas portas estariam abertas se tivéssemos tentado.

Bastava coragem - e não haveria um "se"...

Gosto muito do filme Divã, baseado na obra de Martha Medeiros; em especial da parte em que a personagem Mercedes pergunta ao seu analista: "E se eu lhe disser que estou com medo de ser feliz para sempre?". Porque, no final das contas, é assim que vivemos: constantemente boicotando a felicidade com preconceitos e suposições.

Cheios de "mania de perfeição", colecionamos fragilidades e distorcemos nossas possibilidades com autocrítica, remorso e culpa.

Muitas vezes preferimos prestar tributo ao sofrimento a acreditar nos dons que carregamos, na alegria que existe - ainda que camuflada - dentro de nós.

No mundo legitimado por egos inflados e distorções da verdadeira autoestima, reconhecer-se merecedor, capaz e digno é admitir-se irrestrito.

É aceitar a igualdade - a irrefutável verdade que ninguém é tão especial ou tão banal.

É entender que ninguém é "muita areia pro caminhão" de ninguém; compreende que com esforço, empenho e fé somos igualmente capazes de cruzar a linha de chegada. E então relaxar, porque finalmente aprendemos a confiar no nosso taco.

Não precisaríamos perder tanto tempo se soubéssemos que temos as chaves tanto quanto aquele nosso vizinho importante e sortudo. Porém, muitas vezes preferimos deixá-las esquecidas, negligenciadas dentro de uma gaveta abandonada à própria sorte.

Porque no fundo há o medo: de avançar e cair. De chegar e se arrepender. De evoluir e não estar pronto.

De querer e não obter.

Então nem ousamos o primeiro passo - como se o erro fosse o fim.

Mas nos esquecemos de que o erro é apenas o começo. O início.

É o que nos faz ir mais longe, além da dúvida além de nossas fragilidades ... Além de nós mesmos.

Fonte: SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022
Identifique a alternativa com palavra polissílaba e abstrata:
Alternativas
Q3588693 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


 Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023

Em: "A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, (...)", é inadequado afirmar do termo "ora":
Alternativas
Q3588485 Português
Analise as palavras a seguir:

Desfavorável – Esverdeado – Europeia.

As palavras acima são:
Alternativas
Q3588479 Português
São respectivamente os femininos de “herói” e “maestro”:
Alternativas
Q3587587 Português
Texto 2

Deixa-me seguir para o mar

Tenta esquecer-me... Ser lembrado é como
evocar-se um fantasma... Deixa-me ser
o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo...

Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
me recamarei de estrelas como um manto real,
me bordarei de nuvens e de asas,
às vezes virão em mim as crianças banhar-se...

Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir... é seguir para o Mar, as imagens perdendo no caminho...
Deixa-me fluir, passar, cantar...

toda a tristeza dos rios é não poderem parar!
nem olhava o relógio seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

Mario Quintana (1906-1994)
“Deixa-me ser o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo...”
Analise o excerto destacado acima e marque, em seguida, a única alternativa correta
Alternativas
Q3587581 Português
Texto 1

Um Apólogo

Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:

— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo? (...)

— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:

— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima... A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.

Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:

— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá. Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:

— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:

— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária.

(Machado de Assis- Um apólogo)
“A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.” 
Analise as afirmações abaixo quanto ao contexto do parágrafo, no condizente aos aspectos morfossintáticos e literários a fim de responder corretamente a esta questão.
I. Existem formas nominais. II. Predominam verbos indicativos de ação. III. Nota-se emprego de onomatopeia. IV. Há formas verbais chamadas simples e locuções. V. Percebem-se elementos de coesão representados não apenas por conjunções e preposições.

Estão corretas apenas as afirmações:
Alternativas
Q3587562 Português
Analise as assertivas quanto aos aspectos morfossintáticos, a fim de poder responder corretamente a esta questão.
I. O período é formado com orações ligadas por elementos conectores com valor de adição e de explicação.
II. O elemento linguístico “desse” se encontra empregado corretamente, porque o bife se encontra perto do receptor e não do emissor.
III. “pra” apresenta síncope de um fonema e é termo próprio do linguajar cotidiano, da variedade linguística coloquial.
IV. Há um numeral cardinal no texto. Transformando-o em ordinal, ficaria quarto e em multiplicativo, quádruplo.
Estão corretas:
Alternativas
Q3586921 Português
Com base na formação das palavras, é CORRETO afirmar que o prefixo “justa-” presente na palavra “justapor”, por exemplo, possui o seguinte sentido:
(Fonte adaptada: CUNHA, C. e CINTRA, L. - Nova Gramática do Português Contemporâneo> Acesso em 30 de janeiro de 2023).
Alternativas
Q3585344 Português

Onda de protestos no Peru impede brasileiras

moradoras de SP de saírem do país



    As brasileiras Alice Ribeiro e Daniela de Oliveira, moradoras de São Paulo, estavam fazendo uma viagem turística pelo Peru desde o início do mês, mas não conseguem deixar o país por conta das manifestações contra a presidente Dina Boularte. Elas caminharam mais de 20 km para chegar em Andahuaylas, interior do Peru.

    Segundo relato das turistas à CNN, as vias estão bloqueadas por barricadas e o comércio se mantém fechado, abrindo de maneira clandestina quando manifestantes contrários ao governo se distanciam do local. Em sua maioria, os protestos acontecem em cidades turísticas como Lima, Cusco, Puno e Arequipa.

    As jovens pediram resgate aéreo para a Embaixada no Brasil. “Chegamos aqui no dia dez de janeiro, por volta das 16h, depois de caminhar desde o dia nove. Um deslocamento de mais de um dia, caminhando com mochilas pesadas, escassez de água e comida. Entrei em contato com a Embaixada no mesmo dia por telefone e por e-mail e não obtive nenhuma resposta satisfatória. A gente pergunta qual é o plano, se eles têm notícias ou se as barricadas estão sendo retiradas das estradas. Eles não dão qualquer resposta”, relata Alice.

    Alice e Daniela desembarcaram em Lima no dia 4 de janeiro e realizavam um mochilão no país. A rota, com destino a Machu Picchu, em Cusco, foi alterada. “Fomos surpreendidas pela situação política do país, que tem impossibilitado a nossa viagem de forma extremamente devastadora. Não conseguimos fazer o básico: nos locomover. Tive uma notícia da assistência turística do Peru de que existe o risco de escassez de alimentos aqui. É uma situação muito preocupante”, contou Alice.

    Os atos são contrários ao governo Boularte, que tomou posse após a prisão do expresidente Pedro Castillo, destituído pelo Congresso com a tentativa de aplicar um golpe de estado. Os protestos pedem a renúncia da presidente, a elaboração de uma nova Constituição e a libertação de Castillo, além de novas eleições. Segundo registros de autoridades peruanas, os confrontos entre forças de segurança e manifestantes já deixaram 48 mortos e mais de 600 feridos.

    O Itamaraty foi procurado e não respondeu a solicitação da CNN até o momento.



Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ondade-protestos-no-peru-impede-brasileirasmoradoras-de-sp-de-sairem-do-pais/ Acesso em 16 de janeiro de 2023

Assinale a alternativa cuja palavra não apresente sufixo: 
Alternativas
Q3585343 Português

Onda de protestos no Peru impede brasileiras

moradoras de SP de saírem do país



    As brasileiras Alice Ribeiro e Daniela de Oliveira, moradoras de São Paulo, estavam fazendo uma viagem turística pelo Peru desde o início do mês, mas não conseguem deixar o país por conta das manifestações contra a presidente Dina Boularte. Elas caminharam mais de 20 km para chegar em Andahuaylas, interior do Peru.

    Segundo relato das turistas à CNN, as vias estão bloqueadas por barricadas e o comércio se mantém fechado, abrindo de maneira clandestina quando manifestantes contrários ao governo se distanciam do local. Em sua maioria, os protestos acontecem em cidades turísticas como Lima, Cusco, Puno e Arequipa.

    As jovens pediram resgate aéreo para a Embaixada no Brasil. “Chegamos aqui no dia dez de janeiro, por volta das 16h, depois de caminhar desde o dia nove. Um deslocamento de mais de um dia, caminhando com mochilas pesadas, escassez de água e comida. Entrei em contato com a Embaixada no mesmo dia por telefone e por e-mail e não obtive nenhuma resposta satisfatória. A gente pergunta qual é o plano, se eles têm notícias ou se as barricadas estão sendo retiradas das estradas. Eles não dão qualquer resposta”, relata Alice.

    Alice e Daniela desembarcaram em Lima no dia 4 de janeiro e realizavam um mochilão no país. A rota, com destino a Machu Picchu, em Cusco, foi alterada. “Fomos surpreendidas pela situação política do país, que tem impossibilitado a nossa viagem de forma extremamente devastadora. Não conseguimos fazer o básico: nos locomover. Tive uma notícia da assistência turística do Peru de que existe o risco de escassez de alimentos aqui. É uma situação muito preocupante”, contou Alice.

    Os atos são contrários ao governo Boularte, que tomou posse após a prisão do expresidente Pedro Castillo, destituído pelo Congresso com a tentativa de aplicar um golpe de estado. Os protestos pedem a renúncia da presidente, a elaboração de uma nova Constituição e a libertação de Castillo, além de novas eleições. Segundo registros de autoridades peruanas, os confrontos entre forças de segurança e manifestantes já deixaram 48 mortos e mais de 600 feridos.

    O Itamaraty foi procurado e não respondeu a solicitação da CNN até o momento.



Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ondade-protestos-no-peru-impede-brasileirasmoradoras-de-sp-de-sairem-do-pais/ Acesso em 16 de janeiro de 2023

Assinale a alternativa que apresente a classe gramatical do termo em destaque no período: “O Itamaraty foi procurado e não respondeu a solicitação da CNN até o momento”.
Alternativas
Q3584527 Português

Implante coclear, aparelho auditivo e estapedectomia são tema do CNN Sinais Vitais.



    O “CNN Sinais Vitais”, com Roberto Kalil, vai abordar os avanços tecnológicos que já permitem o uso da expressão “surdos que ouvem”. O episódio “Muito além do silêncio” vai acompanhar a jornada de pacientes na busca por ouvir. No Brasil, os pacientes têm acesso gratuito, desde um aparelho convencional até operações complexas como a estapedectomia, cirurgia indicada para recuperar a audição de pacientes portadores de otosclerose, até o chamado “implante coclear”.


    O chefe do Departamento de Otologia e do grupo de implante coclear do Hospital CEMA, Dr. Andy de Oliveira Vicente, detalha o processo de realização de uma estapedectomia: “Há a opção da cirurgia, onde a gente é referência, mas existe a possibilidade de fazer um teste no aparelho. A maioria dos pacientes aqui já não quer saber de aparelhos”, conta.


    Os doutores Roberto Kalil e Ricardo Bento, professor titular de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da USP, conversam sobre implante coclear, o chamado “ouvido biônico”, uma cirurgia que implanta um aparelho eletrônico que substitui a função do ouvido interno nas pessoas que têm surdez total ou quase total. O implante estimula diretamente o nervo auditivo através de pequenos eletrodos.


    O implante coclear tornou-se conhecido com o sucesso do premiado filme “O som do silêncio”, que mostra a história de um músico que perde a audição. A obra também ilustra a diferença de acesso ao implante coclear nos Estados Unidos e no Brasil. Aqui, o SUS custeia todo o tratamento do implante, enquanto, no filme, o músico americano precisa vender vários bens para realizar a cirurgia. “Eu trabalho na Organização Mundial de Saúde nessa área, e eu vi como é a legislação pelo mundo. A nossa legislação é muito avançada na questão da portaria da Saúde auditiva”, afirma Dr. Bento.


    Contudo, como ressalta a coordenadora da equipe de fonoaudiologia do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, Valeria Goffi, o implante coclear não é apenas uma cirurgia. “Todo mundo precisa entender que é um processo. Primeiro, ele vai escutar um som todo misturado, depois a gente vai programando… Então tem que ter um comprometimento da família com a equipe, para novas programações e para os ajustes individuais”, pontua.


    Os médicos ainda alertam para o perigo do uso de fones, acima do volume recomendado, e explicam quais limites devem ser respeitados.



Fonte: Implante coclear, aparelho auditivo e estapedectomia são tema do CNN Sinais Vitais | CNN Brasil

Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “A nossa legislação é muito avançada na questão da portaria da Saúde auditiva”, afirma Dr. Bento. 
Alternativas
Q3584407 Português
Leia o texto a seguir:


Contra milícia, polícia e inteligência social


Fernando Filardi


Os recentes acontecimentos ocorridos nas comunidades de base da pirâmide no Rio de Janeiro têm origem na histórica ausência do Estado que, nesses territórios, não entrega os serviços básicos de água, luz, gás, telefone, internet, educação, saúde, transporte e segurança. Em alguns casos, esses serviços foram privatizados, não são fiscalizados de maneira efetiva e simplesmente não existem.


O fato explica o crescimento assustador das facções do crime e da milícia nas últimas décadas, que ocupam espaços deixados pelo Estado, oferecendo serviços de maneira ilegal e extorsiva a uma população que se vê obrigada a aceitar as regras impostas pelo poder paralelo. Mas não foi sempre assim.


Em 2008, o Estado implantou as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), programa elogiado internacionalmente, que tinha a finalidade de retomar esses territórios, ocupando 40 favelas cariocas, beneficiando 1,5 milhão de pessoas, sendo bemsucedido no período de realização dos megaeventos de 2014 (Copa do Mundo) a 2016 (Olimpíadas), o que mostra que a capacidade para resolver o problema existe.


No entanto, passados esses eventos, a maioria das comunidades continuou carente de serviços básicos e o programa perdeu força porque se apoiou apenas nas ações de polícia e segurança e deixou de implantar ações sociais em parceria com empresas para qualificar as pessoas e investir no empreendedorismo local para aumentar a renda global do território.


Nesse cenário, algumas estratégias devem ser consideradas na questão das milícias no Rio de Janeiro, que se tornou um desafio complexo e multifacetado e requer abordagens integradas como o fortalecimento das instituições de segurança, investindo na capacitação de juízes, promotores e policiais, para garantir punições adequadas para membros de milícias, além de combater a corrupção e a impunidade dentro das forças de segurança.


Desenvolver unidades de inteligência especializadas em rastrear as milícias também é uma ação importante para reduzir seu poderio financeiro, utilizando tecnologia e análise de dados para identificar seus líderes e estruturas, evitando que esses grupos cresçam e se expandam.


Implementar programas de desarmamento para reduzir o acesso das milícias a armas de fogo e reforçar o controle de armas para evitar a entrada ilegal de armamentos no estado.


Mas a solução não se dá apenas por este vetor, que foca nas consequências, mas também pela implantação de políticas sociais nas comunidades, que devem ser realizadas visando atacar as causas do problema, com o objetivo de melhorar as condições de vida, reduzindo o recrutamento dos jovens e promovendo programas de emprego e educação.


Além disso, realizar campanhas de conscientização pública para apoiar as ações do Estado, estabelecendo canais de comunicação seguros para os moradores denunciarem atividades ilegais, prestando apoio às testemunhas e incentivando sua participação no combate às milícias.


A cooperação interinstitucional entre diferentes níveis de governo também deve ser articulada para combater as milícias, trabalhando em conjunto com organizações da sociedade civil e ONGs.


É importante dizer, por fim, que, no curto prazo, as ações mais ostensivas da polícia devem sim ser realizadas, mas as estratégias acima apontam caminhos complementares que devem ser seguidos para resolver o problema de forma efetiva no médio e longo prazo. Só assim teremos uma solução sustentável para o desequilíbrio social que se arrasta há décadas no estado.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2023/11/1047020-contra-milicia-policia-e-inteligencia-social.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Na palavra CONSCIENTIZAÇÃO, o sufixo indicado tem o mesmo valor e a mesma função do elemento destacado em:
Alternativas
Q3584373 Português
Leia o texto a seguir:


Faixa seletiva da Avenida Brasil já tem mais de 34 mil multas aplicadas em um mês


Motoristas, que são proibidos de trafegar no local, foram flagrados no espaço, tentando fugir do esquema de segurança


Rio - Em apenas um mês de funcionamento, a faixa seletiva da Avenida Brasil já tem registradas pouco mais de 34 mil multas aplicadas para motoristas que foram flagrados circulando irregularmente no espaço. A infração é considerada gravíssima, no valor de R$ 293,47.


O valor total de multas aplicadas no período de 7 a 31 de outubro chega aos R$ 10 milhões, sendo 60% de carros, 30% de motos e 10% outros veículos. A faixa tem como objetivo reduzir o tempo de deslocamento no transporte público e de ser uma preparação para o BRT Transbrasil.


Na seletiva, só podem circular ônibus interestaduais, intermunicipais e ônibus urbanos. É autorizada também para veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito, ambulâncias, de policiamento ostensivo ou de preservação da ordem pública.


A faixa exclusiva é localizada mais à esquerda em cada direção com 22 km de extensão, entre as estações do BRT Guadalupe e Caju. O limite de velocidade é de 70 km/h e a fiscalização é feita por 19 radares fixos e oito lombadas eletrônicas.


Para tentar fugir do esquema de segurança, motoristas fazem bandalhas no decorrer da via. A maior parte deles segue pela seletiva e, ao chegar perto da próxima fiscalização, voltam para a faixa normal. Ao passarem do radar ou da lombada, retornam para a faixa, que é proibida para táxis, carros de passeio e vans.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737369-faixa-seletiva-da-avenida-brasil-ja-tem-mais-de-34-mil-multas-aplicadas-em-um-mes.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Em “Em apenas um mês de funcionamento, a faixa seletiva da Avenida Brasil já tem registradas pouco mais de 34 mil multas aplicadas para motoristas que foram flagrados circulando irregularmente no espaço” (1º parágrafo), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3584372 Português
Leia o texto a seguir:


Faixa seletiva da Avenida Brasil já tem mais de 34 mil multas aplicadas em um mês


Motoristas, que são proibidos de trafegar no local, foram flagrados no espaço, tentando fugir do esquema de segurança


Rio - Em apenas um mês de funcionamento, a faixa seletiva da Avenida Brasil já tem registradas pouco mais de 34 mil multas aplicadas para motoristas que foram flagrados circulando irregularmente no espaço. A infração é considerada gravíssima, no valor de R$ 293,47.


O valor total de multas aplicadas no período de 7 a 31 de outubro chega aos R$ 10 milhões, sendo 60% de carros, 30% de motos e 10% outros veículos. A faixa tem como objetivo reduzir o tempo de deslocamento no transporte público e de ser uma preparação para o BRT Transbrasil.


Na seletiva, só podem circular ônibus interestaduais, intermunicipais e ônibus urbanos. É autorizada também para veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito, ambulâncias, de policiamento ostensivo ou de preservação da ordem pública.


A faixa exclusiva é localizada mais à esquerda em cada direção com 22 km de extensão, entre as estações do BRT Guadalupe e Caju. O limite de velocidade é de 70 km/h e a fiscalização é feita por 19 radares fixos e oito lombadas eletrônicas.


Para tentar fugir do esquema de segurança, motoristas fazem bandalhas no decorrer da via. A maior parte deles segue pela seletiva e, ao chegar perto da próxima fiscalização, voltam para a faixa normal. Ao passarem do radar ou da lombada, retornam para a faixa, que é proibida para táxis, carros de passeio e vans.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737369-faixa-seletiva-da-avenida-brasil-ja-tem-mais-de-34-mil-multas-aplicadas-em-um-mes.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Em “Ao passarem do radar ou da lombada, retornam para a faixa, que é proibida para táxis, carros de passeio e vans” (5º parágrafo), o verbo está flexionado no:
Alternativas
Q3584354 Português
Leia o texto a seguir:


Em sua primeira vez no Brasil, Rei de Angola fala sobre a importância da reparação histórica para os povos negros


Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa


Em sua primeira vez no Brasil, o Rei de Angola, Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º, participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, Zona Portuária do Rio, sobre a importância da reparação histórica para os povos negros do Brasil. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (7), a convite da Secretaria Municipal de Cultura via DiversaCom em parceria com a UNIperiferias.


A conversa com o tema "Futuro ancestral - História, reparação e avanço" foi mediada pela jornalista Louise Freire e pelo professor doutor babalaô Ivanir dos Santos.


"Chegou o momento de nos unirmos e cumprir a vontade dos nossos ancestrais", disse o rei, na língua umbundu, a segunda mais falada em seu país, depois da portuguesa. Tchongolola foi recebido no palco sem aplausos - uma questão protocolar - saudado por Louise Freire, que abriu a bateria de perguntas a ele sobre os efeitos da escravidão em seu povo.


"Aos 7 anos, já ouvia sobre os povos ancestrais. Éramos um reinado organizado, com ministros, tudo estava bem. Quando chegou a primeira fase da colonização, foi o momento mais difícil. O colonizador não respeitou nossa tradição, cultura, o poder tradicional. Isso fez com que muitos reis africanos fracassassem, levando o colonizador a entrar em todo o continente africano", comentou Ekuikui.


O Rei de Angola pontuou mais dois momentos cruciais que marcaram a história de seu país: a guerra civil iniciada em 1975 (o ano da "independência") e os tempos atuais com a globalização.


"Nossa foco agora é reencontrar e reestabelecer nossa identidade cultural. A globalização destrói tudo aquilo que é nosso. Identidade cultural, língua, monumentos etc". Em sua fala, Tchongolola Tchongonga Ekuikui também desmistificou narrativas históricas e falou em resgate.


"Se alguma vez disseram que os negros nascidos no Brasil eram filhos de escravizados é mentira, são filhos de reis e rainhas africanos. Eu vim cumprir uma profecia e reencontrar a vontade dos nossos ancestrais, que sempre souberam que precisávamos lutar com a sabedoria para alcançar a via mais segura para chegar ao triunfo. Enquanto houver misticismo, essa amizade não vai acontecer de fato. Precisamos de uma mudança muito rápida. Somos mal interpretados, se eu deixar meu cajado aqui ele fica por anos", destacou.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737529-em-sua-primeira-vezno-brasil-rei-de-angola-fala-sobre-a-importancia-da-reparacao-historica-para-os-povos-negros.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
No trecho “Éramos um reinado organizado, com ministros, tudo estava bem” (4º parágrafo), o verbo destacado está flexionado no:
Alternativas
Q3584353 Português
Leia o texto a seguir:


Em sua primeira vez no Brasil, Rei de Angola fala sobre a importância da reparação histórica para os povos negros


Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa


Em sua primeira vez no Brasil, o Rei de Angola, Tchongolola Tchongonga Ekuikui 6º, participou de um debate no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (Muhcab), na Gamboa, Zona Portuária do Rio, sobre a importância da reparação histórica para os povos negros do Brasil. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (7), a convite da Secretaria Municipal de Cultura via DiversaCom em parceria com a UNIperiferias.


A conversa com o tema "Futuro ancestral - História, reparação e avanço" foi mediada pela jornalista Louise Freire e pelo professor doutor babalaô Ivanir dos Santos.


"Chegou o momento de nos unirmos e cumprir a vontade dos nossos ancestrais", disse o rei, na língua umbundu, a segunda mais falada em seu país, depois da portuguesa. Tchongolola foi recebido no palco sem aplausos - uma questão protocolar - saudado por Louise Freire, que abriu a bateria de perguntas a ele sobre os efeitos da escravidão em seu povo.


"Aos 7 anos, já ouvia sobre os povos ancestrais. Éramos um reinado organizado, com ministros, tudo estava bem. Quando chegou a primeira fase da colonização, foi o momento mais difícil. O colonizador não respeitou nossa tradição, cultura, o poder tradicional. Isso fez com que muitos reis africanos fracassassem, levando o colonizador a entrar em todo o continente africano", comentou Ekuikui.


O Rei de Angola pontuou mais dois momentos cruciais que marcaram a história de seu país: a guerra civil iniciada em 1975 (o ano da "independência") e os tempos atuais com a globalização.


"Nossa foco agora é reencontrar e reestabelecer nossa identidade cultural. A globalização destrói tudo aquilo que é nosso. Identidade cultural, língua, monumentos etc". Em sua fala, Tchongolola Tchongonga Ekuikui também desmistificou narrativas históricas e falou em resgate.


"Se alguma vez disseram que os negros nascidos no Brasil eram filhos de escravizados é mentira, são filhos de reis e rainhas africanos. Eu vim cumprir uma profecia e reencontrar a vontade dos nossos ancestrais, que sempre souberam que precisávamos lutar com a sabedoria para alcançar a via mais segura para chegar ao triunfo. Enquanto houver misticismo, essa amizade não vai acontecer de fato. Precisamos de uma mudança muito rápida. Somos mal interpretados, se eu deixar meu cajado aqui ele fica por anos", destacou.


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/11/6737529-em-sua-primeira-vezno-brasil-rei-de-angola-fala-sobre-a-importancia-da-reparacao-historica-para-os-povos-negros.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Em “Quando chegou a primeira fase da colonização, foi o momento mais difícil” (4º parágrafo), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3584322 Português
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: “Outra vítima que prestou depoimento teve o carro atingido na BR-277”. 
Alternativas
Q3584319 Português
Assinale a alternativa que apresente palavra cuja letra s final NÃO represente o plural da palavra: 
Alternativas
Q3584317 Português

Motorista de caminhão que deixou rastro de destruição em Curitiba explica

motivo de rota alucinada


    “Tinha dois rapazes em cima do caminhão e ali pela carga horária a gente tinha usado algumas substâncias. É uma doença de caminhoneiro e peço perdão para todas as famílias envolvidas”. Foi assim que o caminhoneiro Nilson Pedro dos Santos, responsável pela condução do caminhão que provocou diversos estragos em Curitiba no último sábado (14), se explicou para a imprensa na manhã desta segunda-feira (16).

    A declaração foi feita após Nilson deixar a Delegacia de Delitos de Trânsito da Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (16), e seguir para a audiência de custódia. A Justiça vai definir se ele vai permanecer preso ou irá responder em liberdade por ter sido autuado por tentativa de homicídio, direção sob efeito de substância entorpecente, direção perigosa e omissão de socorro.

    Na saída da delegacia, o motorista explicou para a imprensa o que teria ocorrido no sábado. “Tinha dois rapazes em cima do caminhão e ali pela carga horária a gente tinha usado algumas substâncias. Tinha usado rebite e estava trabalhando há três dias. Eu peço perdão a todas as famílias que estiveram envolvidas, mas eles não sabem que é uma doença do mundo do caminhoneiro “, disse o homem de 35 anos.

    Duas pessoas foram ouvidas pela manhã na delegacia. Um integrante da Defesa Civil de Campo Largo viu a situação do caminhão desgovernado e chegou a ligar o giroflex para alertar outros motoristas. Mesmo com o sinal sonoro, o caminhoneiro não parou o veículo. Outra vítima que prestou depoimento teve o carro atingido na BR-277.

    Outras testemunhas serão ouvidas nos próximos dias, e a Polícia Civil aguarda o resultado de laudos toxicológicos para concluir o inquérito.



Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitibaregiao/motorista-de-caminhao-que-deixou-rastro-de-destruicao-emcuritiba-explica-motivo-de-rota-alucinada/ Acesso em 16 de janeiro de 2023. 

Assinale a alternativa que apresente o sentido estabelecido pela preposição em destaque no período: “Motorista de caminhão que deixou rastro de destruição em Curitiba explica motivo de rota alucinada”.
Alternativas
Q3584312 Português

Motorista de caminhão que deixou rastro de destruição em Curitiba explica

motivo de rota alucinada


    “Tinha dois rapazes em cima do caminhão e ali pela carga horária a gente tinha usado algumas substâncias. É uma doença de caminhoneiro e peço perdão para todas as famílias envolvidas”. Foi assim que o caminhoneiro Nilson Pedro dos Santos, responsável pela condução do caminhão que provocou diversos estragos em Curitiba no último sábado (14), se explicou para a imprensa na manhã desta segunda-feira (16).

    A declaração foi feita após Nilson deixar a Delegacia de Delitos de Trânsito da Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (16), e seguir para a audiência de custódia. A Justiça vai definir se ele vai permanecer preso ou irá responder em liberdade por ter sido autuado por tentativa de homicídio, direção sob efeito de substância entorpecente, direção perigosa e omissão de socorro.

    Na saída da delegacia, o motorista explicou para a imprensa o que teria ocorrido no sábado. “Tinha dois rapazes em cima do caminhão e ali pela carga horária a gente tinha usado algumas substâncias. Tinha usado rebite e estava trabalhando há três dias. Eu peço perdão a todas as famílias que estiveram envolvidas, mas eles não sabem que é uma doença do mundo do caminhoneiro “, disse o homem de 35 anos.

    Duas pessoas foram ouvidas pela manhã na delegacia. Um integrante da Defesa Civil de Campo Largo viu a situação do caminhão desgovernado e chegou a ligar o giroflex para alertar outros motoristas. Mesmo com o sinal sonoro, o caminhoneiro não parou o veículo. Outra vítima que prestou depoimento teve o carro atingido na BR-277.

    Outras testemunhas serão ouvidas nos próximos dias, e a Polícia Civil aguarda o resultado de laudos toxicológicos para concluir o inquérito.



Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitibaregiao/motorista-de-caminhao-que-deixou-rastro-de-destruicao-emcuritiba-explica-motivo-de-rota-alucinada/ Acesso em 16 de janeiro de 2023. 

Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal do verbo em destaque no período: “Mesmo com o sinal sonoro, o caminhoneiro não parou o veículo”.
Alternativas
Respostas
7701: B
7702: C
7703: A
7704: D
7705: A
7706: E
7707: D
7708: E
7709: D
7710: B
7711: D
7712: C
7713: A
7714: D
7715: C
7716: B
7717: A
7718: D
7719: E
7720: B