Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dormimos?
Entenda a importância daquelas oito horinhas noturnas de sono!
Gente dorme, cachorro dorme, passarinho dorme, mosca dorme... Epa, mosca dorme? Até alguns anos atrás, acreditava-se que invertebrados, como as moscas, simplesmente "descansam". Mas uma vez por dia, até as moscas passam por um período de várias horas de repouso, que é mais do que descanso para o corpo − é sono, mesmo, com corpo e cérebro adormecidos. [...]
E o que o sono proporciona ao corpo que o simples descanso não resolve? Todo mundo sabe por experiência própria que aquelas oito horinhas noturnas de sono são indispensáveis. Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite, mas as consequências são imediatas: dá aquela sensação de cansaço, fica difícil encontrar as palavras, fazer contas de cabeça... sem falar na sonolência, que é o jeito de o cérebro não deixar ninguém ficar sem dormir tempo demais.
Ainda não se sabe ao certo porque é preciso dormir todo dia, mas uma dica vem da marca mais característica do sono. Ele é autorregulado, ou seja, quanto menos se dorme, mais é preciso dormir. Isso acontece porque a sonolência que precede o sono vem do acúmulo de uma substância, chamada adenosina, produzida pelo próprio funcionamento dos neurônios, as células do cérebro. Quanto mais eles trabalham, mais produzem adenosina, que vai se acumulando no cérebro. E quando mais adenosina se acumula, mais sono a gente sente. [...]
Quando finalmente adormece, o cérebro consegue limpar toda a adenosina acumulada e acorda fresquinho para um novo dia de trabalho. [...]
Por: Suzana Herculano-Houzel, Departamento de Anatomia,
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Revista Ciência
Hoje das Crianças, ed. 157.
Indique F para os substantivos femininos e M para os substantivos masculinos:
(__)Cabeleireiro.
(__)Princesa.
(__)Professor.
(__)Luz.
Marque a alternativa CORRETA correspondente:
Considere as frases:
I.Luciana foi a Salvador para visitar a família.
II.A Organização das Nações Unidas (ONU) foi criada em 1945.
III.Minha família foi viajar no final de semana.
São substantivos próprios as palavras destacadas em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dormimos?
Entenda a importância daquelas oito horinhas noturnas de sono!
Gente dorme, cachorro dorme, passarinho dorme, mosca dorme... Epa, mosca dorme? Até alguns anos atrás, acreditava-se que invertebrados, como as moscas, simplesmente "descansam". Mas uma vez por dia, até as moscas passam por um período de várias horas de repouso, que é mais do que descanso para o corpo − é sono, mesmo, com corpo e cérebro adormecidos. [...]
E o que o sono proporciona ao corpo que o simples descanso não resolve? Todo mundo sabe por experiência própria que aquelas oito horinhas noturnas de sono são indispensáveis. Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite, mas as consequências são imediatas: dá aquela sensação de cansaço, fica difícil encontrar as palavras, fazer contas de cabeça... sem falar na sonolência, que é o jeito de o cérebro não deixar ninguém ficar sem dormir tempo demais.
Ainda não se sabe ao certo porque é preciso dormir todo dia, mas uma dica vem da marca mais característica do sono. Ele é autorregulado, ou seja, quanto menos se dorme, mais é preciso dormir. Isso acontece porque a sonolência que precede o sono vem do acúmulo de uma substância, chamada adenosina, produzida pelo próprio funcionamento dos neurônios, as células do cérebro. Quanto mais eles trabalham, mais produzem adenosina, que vai se acumulando no cérebro. E quando mais adenosina se acumula, mais sono a gente sente. [...]
Quando finalmente adormece, o cérebro consegue limpar toda a adenosina acumulada e acorda fresquinho para um novo dia de trabalho. [...]
Por: Suzana Herculano-Houzel, Departamento de Anatomia,
Universidade Federal do Rio de Janeiro. Revista Ciência
Hoje das Crianças, ed. 157.
Leia o trecho extraído do texto - Por que dormimos?
"(...) Dá para não dormir uma noite ou outra, ou dormir menos cada noite..."
Em relação à flexão dos substantivos, marque a alternativa que indica o diminutivo do termo destacado:
Em relação à expressão “Ai de nós”, empregada pelo autor do texto, pode-se afirmar que possui um valor de:
Em relação à formação da palavra “chatíssimos”, pode-se afirmar que é um adjetivo plural de grau:
No trecho “Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica”, o termo “constantemente” pode ser classificado como um:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como árvores podem se transformar em baterias de carga rápida
Cerca de oito anos atrás, um importante produtor de papel na Finlândia percebeu que o mundo mudava.
O crescimento das mídias digitais, a queda do uso de papel nos escritórios e a redução da popularidade do envio de objetos e papéis pelo correio, entre outros fatores, significava que o consumo de papel passou a enfrentar um declínio constante.
A empresa finlandesa Stora Enso é um dos maiores proprietários de florestas particulares do mundo. Ou seja, ela possui muitas árvores, que são usadas para fabricar produtos de madeira, papel e embalagens. E, agora, ela também quer produzir baterias de veículos elétricos que possam ser carregadas em até oito minutos.
A empresa contratou engenheiros para analisar a possibilidade de uso da lignina, que é um polímero encontrado nas árvores. A lignina compõe cerca de 30% das árvores, dependendo da espécie, enquanto o restante é basicamente celulose.
"A lignina é a cola das árvores, ela adere as fibras de celulose entre si e também faz com que as árvores fiquem muito rígidas", explica Lauri Lehtonen, chefe da Lignode, a solução de baterias baseadas em lignina da Stora Enso.
A lignina é um polímero e contém carbono. E o carbono é um ótimo material para produzir um componente vital das baterias, chamado ânodo. A bateria de íons de lítio do celular tem um ânodo de grafite. E o grafite é uma forma de carbono com estrutura estratificada.
Os engenheiros da Stora Enso descobriram que podem extrair lignina da polpa residual que já é produzida em algumas das suas fábricas e processar essa lignina para fabricar material de carbono para os ânodos das baterias.
A empresa já firmou parceria com a companhia sueca Northvolt e planeja começar a fabricar baterias em 2025.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-64243702. Adaptado.
E o carbono é um ótimo material para produzir um componente vital das baterias.
O número de adjetivos presente na frase é de:
Analise as situações abaixo considerando o processo de aquisição da linguagem e uso da língua:
Situação 01
Uma criança de 2 anos, oriunda de família de classe média, com pais de nível universitário cuja linguagem obedece, via de regra, aos padrões cultos de concordância, produz frases do tipo:
-“Tem um monte de corações cor-de-rosa”
-“Ela tem os olhos azuis”.
Ao lado de:
_”As crianças mi batis”.
_ “Elas brigas comigo”.
_Eles correram
Situação 02
Imagine que uma criança, com a mesma idade da anterior, cujos pais não são escolarizados, possa produzir frases que não obedeçam ao padrão acima:
_”Tem um monte de coração cor-de-rosa”
_ “Ela tem os olho azul”.
ozóio azú” ozóio azur”.
Ao lado de:
_”As criança mi bati”.
_”As criança bati ni mim”.
_”Elas briga cumigo”.
cum eu”.
_”Eles correro”.
correu”.
Analisando as situações acima explicitadas é possível afirmar:
I - A primeira criança procura incorporar uma regra de formação do plural dos nomes e da estrutura dos verbos. O fato de usar “batis”, “brigas”, por analogia com o plural das expressões nominais, revela que há uma hipótese que a criança testa a partir de uma generalização: plural= “s”.
II- Observamos que a primeira criança já incorporou o plural de outros verbos: “correram”, e as duas formas convivem no momento. É provável que essa criança chegue a concluir, muito antes de entrar na escola, que deve dizer: batem, brigam, em função da contínua interação com seus pais, que são usuários destas formas.
III- A segunda criança fala de acordo com as “regras” das pessoas com quem convive e, por isso, para ela o plural é marcado num só elemento da frase, numa determinada posição.
IV - A segunda criança em relação ao plural das expressões nominativas: “os olho azul”, “ozóio azú”, “ozóio azur”, mantém a marca de pluralidade num só elemento (“os”), inclusive em “ozóio”. Se não entrar em contato com outras manifestações linguísticas que não a da sua comunidade, esta criança chegará à escola com essa “regra” bastante enraizada.
São verdadeiras:
Responda à questão com base no seguinte texto:
A Copa do Mundo Feminina estreou 61 anos depois de o torneio masculino ter dado início a suas competições em 1930. A revolução do futebol feminino é necessária e as dificuldades dessa longa jornada abriram espaço para a história das mulheres nos gramados. No século XX, o futebol feminino foi proibido em diversos países, entre eles: Brasil, Reino Unido e Alemanha que, em 1955, um ano depois que os homens ganharam sua primeira Copa do Mundo, declarou através da Federação Alemã: “Na luta pela bola, a graça feminina desaparece e a apresentação de seus corpos fere sua decência”. A FIFA decidiu organizar o Mundial Experimental na República Popular da China em 1988, para ver o interesse das pessoas por essa competição. O torneio teve sucesso, com média de 20 mil pessoas por jogo. Convencida pelo sucesso, a FIFA realizou oficialmente a primeira Copa do Mundo Feminina em 1991.
Fonte: Júlia Alves. A Revolução do Futebol Feminino e a longa jornada das mulheres em campo. Adaptado de: https://istoe.com.br/mulher/noticia/a-revolucao-do-futebolfeminino-e-a-longa-jornada-das-mulheres-em-campo/.
Responda à questão com base no seguinte texto:
A Copa do Mundo Feminina estreou 61 anos depois de o torneio masculino ter dado início a suas competições em 1930. A revolução do futebol feminino é necessária e as dificuldades dessa longa jornada abriram espaço para a história das mulheres nos gramados. No século XX, o futebol feminino foi proibido em diversos países, entre eles: Brasil, Reino Unido e Alemanha que, em 1955, um ano depois que os homens ganharam sua primeira Copa do Mundo, declarou através da Federação Alemã: “Na luta pela bola, a graça feminina desaparece e a apresentação de seus corpos fere sua decência”. A FIFA decidiu organizar o Mundial Experimental na República Popular da China em 1988, para ver o interesse das pessoas por essa competição. O torneio teve sucesso, com média de 20 mil pessoas por jogo. Convencida pelo sucesso, a FIFA realizou oficialmente a primeira Copa do Mundo Feminina em 1991.
Fonte: Júlia Alves. A Revolução do Futebol Feminino e a longa jornada das mulheres em campo. Adaptado de: https://istoe.com.br/mulher/noticia/a-revolucao-do-futebolfeminino-e-a-longa-jornada-das-mulheres-em-campo/.
Responda à questão com base no seguinte texto:
A Copa do Mundo Feminina estreou 61 anos depois de o torneio masculino ter dado início a suas competições em 1930. A revolução do futebol feminino é necessária e as dificuldades dessa longa jornada abriram espaço para a história das mulheres nos gramados. No século XX, o futebol feminino foi proibido em diversos países, entre eles: Brasil, Reino Unido e Alemanha que, em 1955, um ano depois que os homens ganharam sua primeira Copa do Mundo, declarou através da Federação Alemã: “Na luta pela bola, a graça feminina desaparece e a apresentação de seus corpos fere sua decência”. A FIFA decidiu organizar o Mundial Experimental na República Popular da China em 1988, para ver o interesse das pessoas por essa competição. O torneio teve sucesso, com média de 20 mil pessoas por jogo. Convencida pelo sucesso, a FIFA realizou oficialmente a primeira Copa do Mundo Feminina em 1991.
Fonte: Júlia Alves. A Revolução do Futebol Feminino e a longa jornada das mulheres em campo. Adaptado de: https://istoe.com.br/mulher/noticia/a-revolucao-do-futebolfeminino-e-a-longa-jornada-das-mulheres-em-campo/.
Considerando aspectos ortográficos e gramaticais, observe a seguinte frase do texto e analise as assertivas.
A Copa do Mundo Feminina estreou 61 anos depois de o torneio masculino ter dado início a suas competições em 1930.
I. A construção de o está incorreta; o artigo o deveria ser suprimido da frase.
II. A ausência de crase está correta em a suas; poderia ocorrer crase se o a também estivesse no plural (às suas).
Das assertivas, pode-se afirmar que: