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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 20.600 questões

Ano: 2026 Banca: Fundação CETREDE Órgão: Prefeitura de Maracanaú - CE Provas: Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Alfabetizador 1º e 2º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Língua Inglesa - 6º ao 9º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Língua Portuguesa - 6º ao 9º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Matemática - 6º ao 9º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Fundamental - 3º ao 5º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Educação Infantil | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Arte e Educação - 6º ao 9º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Ciências - 6º ao 9º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Educação Infantil - 6º ao 9º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Ensino Religioso - 6º ao 9º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - Geografia - 6º ao 9º Ano | Fundação CETREDE - 2026 - Prefeitura de Maracanaú - CE - Professor da Educação Básica - História - 6º ao 9º Ano |
Q4008795 Português
Leia o texto e responda à questão.


“O café do intervalo e a teoria do quase”


   No intervalo da manhã, quando o corredor vira uma avenida de passos apressados e promessas de “já volto”, eu caminho até a cantina como quem vai cumprir um ritual civil. Não é fome: é aquela necessidade de um gole quente para reorganizar o pensamento, como se a cafeína soubesse arquivar dúvidas. A placa anuncia “Café passado na hora”, e eu me pego sorrindo para a expressão: como se existisse a hora oficial do café, com carimbo e assinatura.

   A fila começa curta e, por isso mesmo, suspeita. O primeiro obstáculo é o entusiasmo alheio. Uma colega me cumprimenta com um “rapidinho, só uma pergunta”, e essa frase, aprendi, tem o mesmo estatuto do “sem querer” antes de um comentário bem intencional. Eu respondo com um “claro”, que na língua da sobrevivência acadêmica significa: claro que não há escolha. Ela quer saber se eu “só poderia dar uma olhadinha” em um formulário, “bem simples”. Simples, aqui, é um adjetivo mágico: não descreve o objeto; descreve a tentativa de reduzir o tempo do outro.

   Enquanto finjo analisar campos e siglas, a fila cresce atrás de nós como argumento que se encorpa. Quando enfim chego ao balcão, o atendente aponta para um aviso escrito à mão: “PIX fora do ar”. A frase tem a concisão de um decreto e, ao mesmo tempo, a delicadeza de um pedido de desculpas. Procuro moedas, encontro um cartão que “agora não passa”, e sinto a vergonha minúscula de quem foi desmentida pelo próprio bolso. “É só reiniciar a maquininha”, diz alguém, como se reiniciar fosse sinônimo de resolver.

   Volto dois passos, tento sinal, tento fé. Na tela do celular, o círculo de carregamento gira com uma serenidade provocativa. Penso na teoria do quase: quase é a região onde a gente vive por prática, não por vocação. Quase respondi, quase terminei, quase publiquei, quase fui ao médico, quase dormi cedo. Quase é um jeito de manter a esperança em pé sem precisar encostar a realidade na parede. E, no intervalo, quase tem rosto: o “já”, o “só”, o “bem”, o “assim que der”.

   Finalmente pago em dinheiro emprestado — “me devolve depois, quando puder, sem pressa” — e essa generosidade traz embutida uma cobrança leve, do tipo que não pesa hoje, mas cobra amanhã. O café vem em copo de papel, tampado, e o vapor foge pela fresta como fofoca que não aguenta segredo. Dou o primeiro gole e percebo que não está tão quente quanto prometia a placa. Está morno, aquela temperatura neutra que não consola nem ofende.

   No caminho de volta, um aluno me alcança: “Prof, é rapidinho”. E eu, já com o café na mão e o intervalo no fim, ouço a frase como quem ouve o próprio nome dito errado. Ele abre o celular e me mostra uma mensagem: “Desculpa incomodar, mas eu quase desisti da disciplina”. Quase, outra vez.

   Eu me lembro de quantas vezes usei “quase” para suavizar pedidos: quase poderia enviar hoje? quase dá para remarcar? Como se a palavra amortecesse o impacto do desejo. Mas, ali, ela era um pedido de ajuda sem dramatização, um ponto de exclamação sussurrado bem mesmo.

   Só que, agora, o quase não adia; avisa. Eu paro. O corredor continua correndo. E, pela primeira vez na manhã, o café serve: não para acelerar, mas para ficar.


Fonte: Banca Examinadora
As palavras “microobstáculos” e “reorganizar”, empregadas no texto, resultam predominantemente do processo de
Alternativas
Q4008747 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Considere o trecho: “Até lá a fruta segue como coadjuvante...” Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical dos vocábulos aí presentes:
Alternativas
Q4008746 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
O vocábulo “acompanhadas” é um exemplo de palavra formada por:
Alternativas
Q4008708 Português
TEXTO 01


Nutricionista fala sobre a importância da alimentação para a saúde e o bem-estar da população


    Adotar uma alimentação saudável e balanceada não é apenas uma escolha, mas um investimento na saúde a longo prazo. Segundo a nutricionista Victória Apolinário, do Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), uma dieta equilibrada é um dos principais fatores para prevenir doenças crônicas, melhorar a qualidade de vida e promover o bem-estar físico e mental. Ela explicou que uma alimentação saudável deve ser composta por alimentos frescos, naturais e variados, que forneçam os nutrientes essenciais para o funcionamento do organismo. Isso inclui carboidratos, proteínas, gorduras boas, fibras, vitaminas e minerais em proporções adequadas. A diversidade é fundamental para garantir que o corpo receba todos os nutrientes necessários para funcionar de forma eficiente.(...)

    “Eu sempre digo que, para ter uma alimentação saudável, uma boa dica é planejar a alimentação, buscar sempre variar as fontes de nutrientes. Além de se hidratar adequadamente e reduzir o uso de ultraprocessados como salsichas, calabresas, biscoitos recheados, salgadinhos, entre outros”. (...)

    A falta de tempo é um dos maiores desafios para manter uma alimentação saudável. “Indico planejar as refeições com antecedência, preparando marmitas e escolhendo lanches práticos, como frutas, nozes e iogurte natural. Dessa forma, é possível evitar opções pouco saudáveis.” Uma dieta equilibrada pode reduzir significativamente o risco de doenças como hipertensão e problemas cardiovasculares. Alimentos ricos em fibras, antioxidantes, gorduras boas ajudam a controlar os níveis de colesterol, glicemia e pressão arterial, fortalecer o sistema imunológico e combater inflamações. Entretanto, manter o corpo hidratado é tão importante quanto uma boa alimentação (...) A água é a melhor opção, enquanto bebidas como refrigerantes, sucos industrializados e álcool em excesso devem ser evitadas.(...)


Disponivel em:https://www.saude.al.gov.br/nutricionista-fala-sobre-a- -importancia-da-alimentacao-saudavel-para-a-saude-e-o-bem-estar-da-populacao/ Por Maria Sueli Arruda.20/01/2025 .Acesso em 03, jan. 2026. Texto adaptado.
Analise as alternativas abaixo e marque aquela que apresenta palavras no gênero aumentativo e no plural:
Alternativas
Q4002278 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como agir ao presenciar uma crise convulsiva


Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia


Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise.


Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.


Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.


Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."


Como ajudar


Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados:


- Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves";


- Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.


"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.


É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.


Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".


Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."


"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.


(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)

Analise o excerto a seguir e, na sequência, as sentenças:

"Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional."

I."Em alguns casos" exerce a função de adjunto adverbial, servindo para particularizar a informação que ele acompanha, delimitando-a.

II."segundo a profissional" exerce a função de adjunto adverbial. Nesse caso, ele tem o objetivo de definir o ponto de vista ou domínio do conhecimento que valida conteúdo da oração.

III.A oração introduzida por "por isso" tem uma relação de coordenação com a oração principal, exprimindo sentido de conclusão.

É correto o que se afirma em:         
Alternativas
Q3999136 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

Investimentos em saneamento básico reduzem internações e gastos com a saúde

A pandemia da Covid-19 ressaltou o quanto é essencial o ato de lavar as mãos. Investir não só em água, como também em esgoto tratado, é indispensável para prevenir essa e outras doenças. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que para cada R$1,00 invesƟdo em saneamento há uma economia de R$4,00 em saúde pública. Das enfermidades relacionadas ao saneamento, as diarreias representam mais de 80% dos casos, sendo responsáveis por cerca de 40% das internações hospitalares em crianças menores de 5 anos no mundo, segundo o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e a OMS. “O início da saúde está ligado ao saneamento básico. Isso engloba coleta de esgoto e principalmente o abastecimento de água, que permite que diversas doenças como hepaƟte, disenterias, amebíase, cólera, tifo, que tem veiculação pela ingestão de água contaminada ou pelo uso recreaƟvo em locais onde a água não é tratada, sejam evitadas”, explica o médico sanitarista, Beto Nogueira. Na Região dos Lagos, as cidades de Arraial do Cabo, Armação dos Búzios, Cabo Frio, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia, a Prolagos, uma empresa da Aegea Saneamento, já invesƟu mais de R$1,4 bilhão ao longo de 23 anos de atuação, representando mais que o dobro de invesƟmentos realizados por habitantes, do que a média nacional, de acordo com o Instituto Trata Brasil. Neste período, a concessionária triplicou o fornecimento de água potável, passando de 30% para 98%, e saltou 0 para 80% o tratamento do esgoto. Os reflexos dos investimentos em saneamento básico já podem ser percebidos na saúde dos municípios. Dados do Ministério da Saúde indicam que a taxa de mortalidade por diarreias é reduzida nas cidades, sendo zero em quase todos os anos.

Fonte: g1.globo.com. Acesso em 20 de março de 2026.
No trecho “A pandemia da Covid-19 ressaltou...”, o verbo destacado está conjugado no pretérito perfeito do indicaƟvo. Caso o trecho fosse reescrito como “As pandemias...”, é correto afirmar que o verbo “ressaltar”, agora conjugado no pretérito mais-que-perfeito do indicaƟvo, assumiria a seguinte forma: 
Alternativas
Q3999135 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:

Investimentos em saneamento básico reduzem internações e gastos com a saúde

A pandemia da Covid-19 ressaltou o quanto é essencial o ato de lavar as mãos. Investir não só em água, como também em esgoto tratado, é indispensável para prevenir essa e outras doenças. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que para cada R$1,00 invesƟdo em saneamento há uma economia de R$4,00 em saúde pública. Das enfermidades relacionadas ao saneamento, as diarreias representam mais de 80% dos casos, sendo responsáveis por cerca de 40% das internações hospitalares em crianças menores de 5 anos no mundo, segundo o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e a OMS. “O início da saúde está ligado ao saneamento básico. Isso engloba coleta de esgoto e principalmente o abastecimento de água, que permite que diversas doenças como hepaƟte, disenterias, amebíase, cólera, tifo, que tem veiculação pela ingestão de água contaminada ou pelo uso recreaƟvo em locais onde a água não é tratada, sejam evitadas”, explica o médico sanitarista, Beto Nogueira. Na Região dos Lagos, as cidades de Arraial do Cabo, Armação dos Búzios, Cabo Frio, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia, a Prolagos, uma empresa da Aegea Saneamento, já invesƟu mais de R$1,4 bilhão ao longo de 23 anos de atuação, representando mais que o dobro de invesƟmentos realizados por habitantes, do que a média nacional, de acordo com o Instituto Trata Brasil. Neste período, a concessionária triplicou o fornecimento de água potável, passando de 30% para 98%, e saltou 0 para 80% o tratamento do esgoto. Os reflexos dos investimentos em saneamento básico já podem ser percebidos na saúde dos municípios. Dados do Ministério da Saúde indicam que a taxa de mortalidade por diarreias é reduzida nas cidades, sendo zero em quase todos os anos.

Fonte: g1.globo.com. Acesso em 20 de março de 2026.
Leia o trecho a seguir:

Isso engloba coleta de esgoto e principalmente o abastecimento de água, [...]”

Das palavras destacadas, assinale a alternaƟva que representa corretamente uma preposição:
Alternativas
Q3998928 Português
Nas frases abaixo, a palavra sublinhada é referida na continuidade da frase por uma palavra cognata.

Assinale a opção em que essa referência mostra um cognato adequado.
Alternativas
Q3998346 Português
Com base nas palavras destacadas abaixo, assinale a alternativa que apresenta a explicação do processo de formação de cada uma delas respectivamente.
I - Após as festividades no sambódromo, Marta saiu apressada para resolver um problema particular. 
II - A juventude se desloca, muitas vezes, por meio de ônibus, pela facilidade e pela economia.
III - Marcos foi chamado de malandro pela forma que se comportou naquela situação.
IV - O descampado daquela área fez com que a empresa tivesse interesse de compra.
Alternativas
Q3998338 Português
Assinale a alternativa em que a locução adverbial destacada não apresenta a locução adjetiva correspondente. 
Alternativas
Q3998336 Português
Assinale a alternativa que contém os termos que completam, respectivamente, as lacunas.
I - __________ limitar o uso da inteligência artificial por medo do desconhecido, seria mais produtivo investir na educação digital e na formação de profissionais capacitados.
II - A adoção precipitada de algoritmos ______ treinados pode resultar em diagnósticos equivocados na área da saúde.
III - O avanço da inteligência artificial não trará benefícios ______ houver uma regulamentação clara e ética para o seu uso.
IV - O uso ético da inteligência artificial vai _______________ interesses da sociedade, promovendo inclusão e eficiência nos serviços públicos.  
Alternativas
Q3997320 Português
No período "As crianças participaram ativamente das brincadeiras propostas, porém algumas demonstraram cansaço ao final", a expressão sublinhada "ativamente" classifica-se morfologicamente como: 
Alternativas
Q3997319 Português
Na oração "As professoras organizaram cuidadosamente os espaços de aprendizagem", a expressão "cuidadosamente" classifica-se como:
Alternativas
Q3997317 Português
"A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais, as práticas pedagógicas devem organizar-se de modo que as crianças desenvolvam suas capacidades de relação interpessoal, respeito e confiança, e tenham acesso a conhecimentos diversificados."
Na expressão "as crianças desenvolvam suas capacidades de relação interpessoal", o termo "interpessoal" é formado por um: 
Alternativas
Q3996571 Português
Leia o texto a seguir.

CIDADE DE DEUS

    Barracos de caixas de tomate, madeiras de lei, carnaúba, pinho-de-riga, caibros cobertos, em geral, por telhas de zinco ou folhas de compensados. Fogueiras servindo de fogão para fazer o mocotó, a feijoada, o cozido, o vatapá, mas, na maioria das vezes, para fazer aquele arroz de terceira grudado, angu duro ou muito ralo, aqueles carurus catados no mato, mal lavados, ou simplesmente nada. Apenas olhares carcomidos pela fome, em frente aos barracos, num desespero absoluto e que por ser absoluto é calado. Sem fogueira para esquentar ou iluminar como o sol, que se estendia por caminhos muitas vezes sem sentido algum para os que não soltavam pipas, não brincavam de pique-pega e não se escondiam num pique-esconde. 
    Os abismos têm várias faces e encantam, atraem para o seu seio como as histórias em quadrinhos que chegavam ao morro compradas nas feiras da Maia Lacerda e do Rio Comprido, baratas como a tripa de porco que sobrava na casa do compadre maneiro que nem sempre era compadre de batismo. Era apenas o adjetivo, usado como substantivo, sinônimo de uma boa amizade, de um relacionamento que era tecido por favores, empréstimos impagáveis e consideração até na hora da morte. 
    São as pessoas nesse desespero absoluto que a polícia procura, espanca com seus cassetetes possíveis e sua razão impossível, fazendo com que elas, com seus olhares carcomidos pela fome, achem plausíveis os feitos e os passos de Zé Pequeno e de sua quadrilha pelos becos que, por terem só uma entrada, se tornam becos sem saídas, e achem, também, corriqueira essa visão de meia cara na quina do último barraco de cada beco de crianças negras ou filhas de nordestinos, de peito sem proteção, pé no chão, shorts rasgados e olhar já cabreiro até para o próprio amigo, que, por sua vez, se tornava inimigo na disputa de um pedaço de sebo de boi achado no lixo e que aumentaria o volume da sopa, de um sanduíche quase perfeito nas imediações de uma lanchonete, de uma pipa voada, ou de um ganso dado numa partida de bola de gude.
(LINS, Paulo. Cidade de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.)

Por meio de um texto em que predomina a tipologia descritiva, o capítulo inicial da obra Cidade de Deus, de Paulo Lins, apresenta, ao leitor, a ambientação da famosa favela homônima ao título do livro.

Das opções a seguir, marque aquela em que se apresentam dois substantivos que, por si sós e por seu contexto de uso, contribuem para que o leitor tome contato com a precariedade do ambiente.
Alternativas
Q3996569 Português
Leia o texto a seguir.

    “...muitas figuras públicas que falam de amor e o utilizam como propaganda não o vivenciam de verdade. John Lennon pregava que deveríamos amar uns aos outros enquanto era agressivo em seu casamento. Woody Allen produz até hoje filmes sobre amor mesmo após ter sido acusado por sua própria filha de tê-la estuprado na infância. Ser capaz de vivenciar o amor plenamente, estudá-lo na busca por compreendê-lo e torná-lo constante na própria obra, é um êxito de poucos artistas e de pouquíssimos intelectuais.”
https://www.queridoclassico.com/2022/03/bell-hooks-amorcomo-legado.html acesso em 4.11.2025

Ao utilizar o sufixo superlativo na palavra sublinhada, a autora oferece, à expressão “pouquíssimos intelectuais” um sentido de 
Alternativas
Q3996346 Português
No trecho “Os trabalhadores analisaram cuidadosamente os riscos”, o termo “cuidadosamente” é classificado como:
Alternativas
Q3995593 Português

Texto CG1A1

 

        O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.

        Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.

        De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.

        Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.

        O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.

        No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.

        Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de 14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde pública.

            Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.

        Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.


Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações). 

A respeito das estruturas linguísticas empregadas no texto CG1A1 e da organização de suas ideias, julgue o item que se segue.


O vocábulo "Segundo", no início do sétimo parágrafo, é empregado como conjunção que expressa conformidade.

Alternativas
Q3995346 Português
Leia texto abaixo para responder à questão proposta:


O corporativismo e a inteligência emocional no desempenho da função pública


No contexto contemporâneo da administração pública, especialmente no ambiente escolar, o desempenho eficiente das funções atribuídas ao monitor escolar exige mais do que o cumprimento técnico de tarefas. Torna-se imprescindível o desenvolvimento de competências socioemocionais e a compreensão das dinâmicas coletivas que estruturam o trabalho institucional. Nesse sentido, destacamse o corporativismo — entendido aqui em sua acepção positiva, como espírito de cooperação e pertencimento — e a inteligência emocional como elementos fundamentais para a qualidade do serviço prestado.

O corporativismo, quando orientado por princípios éticos e pelo compromisso com o interesse público, contribui para a construção de um ambiente de trabalho colaborativo. No espaço escolar, o monitor desempenha papel estratégico ao mediar relações entre alunos, professores e equipe gestora. Assim, a capacidade de atuar de forma integrada, respeitando normas institucionais e valorizando o trabalho coletivo, favorece a organização do cotidiano escolar e a promoção de um clima harmonioso. Em contrapartida, práticas corporativistas distorcidas, pautadas em favorecimentos ou omissões, comprometem a equidade e a transparência, princípios basilares da administração pública.

Paralelamente, a inteligência emocional configura-se como uma competência indispensável ao exercício da função. A atuação do monitor escolar envolve situações diversas, como a mediação de conflitos, o acolhimento de estudantes e a gestão de comportamentos em ambientes coletivos. Nesse cenário, habilidades como autocontrole, empatia, resiliência e comunicação assertiva tornam-se essenciais. O profissional emocionalmente inteligente é capaz de reconhecer suas próprias emoções e as dos outros, regulando suas ações de maneira equilibrada e contribuindo para a resolução de problemas de forma construtiva.

Ademais, a articulação entre corporativismo e inteligência emocional potencializa a eficácia da atuação profissional. Enquanto o primeiro fortalece o senso de equipe e a responsabilidade compartilhada, a segunda qualifica as interações humanas, tornandoas mais respeitosas e produtivas. Tal combinação impacta diretamente na qualidade do ambiente escolar, refletindo-se no bem-estar dos alunos e na efetividade das práticas educativas.

Dessa forma, conclui-se que o monitor escolar, enquanto agente público inserido em um contexto educativo, deve pautar sua atuação na cooperação, na ética e no equilíbrio emocional. O desenvolvimento dessas competências não apenas aprimora o desempenho individual, mas também contribui para a construção de uma escola mais inclusiva, organizada e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Assinale a alternativa em que a flexão de gênero do substantivo está correta, de acordo com a norma-padrão:
Alternativas
Q3994522 Português
Eric Dane, ator de "Grey's Anatomy", morre aos 53 anos


   O ator Eric Dane, conhecido por "Grey's Anatomy", morreu aos 53 anos nesta quintafeira (19). O artista enfrentava ELA (esclerose lateral amiotrófica). "É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Eric Dane na tarde de quinta-feira, após uma corajosa luta contra a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Ele passou seus últimos dias cercado por queridos amigos, sua esposa dedicada e suas duas lindas filhas, Billie e Georgia, que eram o centro de seu mundo", diz comunicado de sua equipe à imprensa.

   “Ao longo de sua jornada com a ELA, Eric tornou-se um defensor apaixonado da conscientização e da pesquisa, determinado a fazer a diferença para outras pessoas que enfrentam a mesma luta. Sentiremos profundamente sua falta e ele será sempre lembrado com carinho. Eric adorava seus fãs e é eternamente grato pela demonstração de amor e apoio que recebeu. A família pediu privacidade neste momento tão difícil.”

   Conhecido por interpretar o cirurgião plástico Mark Sloan em "Grey’s Anatomy", Eric recebia cuidados de enfermagem 24 horas por dia após o diagnóstico, que revelou ao público há dez meses.

   A notícia sobre os cuidados constantes foi divulgada pela People, que trouxe detalhes de um relato sensível feito pela ex-mulher do ator, Rebecca Gayheart, à revista The Cut. Aos 54 anos, a também atriz abriu o jogo sobre a rotina de cuidados e sua experiência como cuidadora.

  No relato, segundo a People, Rebecca conta que assumiu a organização da rotina de cuidados domiciliares e precisou acionar o convênio repetidas vezes para conseguir a liberação das equipes de enfermagem para cuidar do ator. Em um trecho citado pela revista, ela afirmou: “Eric tem enfermeiros 24 horas por dia”. Em desabafo, Rebecca afirmou que o processo para obter a autorização do seguro não foi nada fácil. Ela cita a resposta de uma atendente durante o pedido de atendimento domiciliar, que teria dito: “Você pode continuar pedindo, e eu vou continuar negando”.

   Em abril do ano passado, Dane revelou à revista People que foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e acarreta paralisia motora. "ELA é uma doença terrível", disse o ator na época.

   Com o avanço da condição, o paciente perde gradualmente a capacidade de falar, de se alimentar, de caminhar e de respirar independentemente. Não há cura, mas existem medicamentos que retardam a progressão da doença.

   A ex-mulher do ator afirmou ainda que o cuidado é dividido em 21 turnos. Quando há falhas na escala, ela assume parte das horas. Em uma das situações que descreveu à The Cut, ela contou que precisou recorrer a amigos de Dane para preencher um turno de 12 horas que não conseguiu cobrir.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/eric-dane-de-greys-anatomy-morre-aos-53- anos-diz-site/?utm_source=csa-cdm&utm_content=article
Considere as seguintes afirmações acerca do período “A família pediu privacidade neste momento tão difícil” e assinale a alternativa CORRETA:

I - As palavras família e privacidade são substantivos.
II - A palavra tão é uma conjunção.
III - A palavra difícil é um adjetivo.
Alternativas
Respostas
741: C
742: B
743: D
744: B
745: D
746: C
747: B
748: B
749: C
750: B
751: B
752: B
753: C
754: B
755: A
756: C
757: D
758: C
759: C
760: D