Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia em português
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I. Rosto II. Esforço III. Caroço
Verificamos que há plural metafônico, ou seja, mudam o timbre de voz quando estão no plural:
“Por meio de práticas preventivas, primeiro centro de cuidados em saúde baseado em sistema de conhecimento indígena já atendeu mais de 10 mil pessoas em Manaus.” ANTROPÓLOGO da etnia Tukano revela conceitos da medicina indígena. Pesquisa Fapesp, 12 de junho de 2013. Vídeo. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/antropologo-da-etnia-tukano-revela-conceitos-damedicina-indigena/. Acesso em: 14 jun. 2023.
I. As palavras “enterrar” e “esfriar” são formadas por derivação parassintética.
II. A palavra “anormal” é formada por derivação sufixal.
III. As palavras “girassol” e “dentista” são formadas, respectivamente, por composição por justaposição e derivação sufixal.
IV. As palavras “homem” e “tempo” são primitivas.
I. Na frase “Líderes do futuro se posicionam”, tem-se um caso de próclise.
II. O verbo “requer” está conjugado no presente do indicativo.
III. A expressão “no fundo” consiste em um advérbio, que exerce a função de adjunto adnominal na frase.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
( ) O coletivo de verdura é molho.
( ) O coletivo de pernilongos é nuvem.
( ) O coletivo de animais de uma região é flora.
( ) O coletivo de borboleta é panapaná.
( ) O coletivo de porcos é junta.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Por que a abóbora é usada para representar o Halloween?
O Halloween combina sustos, fantasias e celebrações que variam de acordo com a cultura de cada país. É uma tradição antiga em que rostos são comumente desenhados em abóboras para serem usados como decoração. O costume de criar rostos aterrorizantes em abóboras tem uma longa história e entrelaça a relação entre os vivos e os mortos, como explica a Encyclopedia of World History, uma organização sem fins lucrativos que visa melhorar a educação histórica em todo o mundo.
A tradição tem seu início na cultura celta e em países europeus, como Escócia, Inglaterra e Irlanda, crescendo na véspera do Samhain (um antigo festival celta). Naquela época, muitas pessoas acreditavam que os espíritos dos que já morreram iriam se misturar com os vivos. Em resposta ____ medo, a população começou a se vestir e desenhar rostos aterrorizantes em várias frutas ou vegetais abundantes após a época da colheita, como as abóboras, nabos (ou rabanetes) e beterrabas.
Outra história associada ____ escultura de rostos aterrorizantes é a de Stingy Jack, um personagem que tem no lugar do rosto uma abóbora recortada com olhos, nariz e boca. Sua história surgiu em um conto publicado em um jornal irlandês, em 1836, e narrava como Jack, um homem pão-duro que costumava beber, quis “passar ____ perna” no diabo e acabou castigado por isso. De acordo com a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, _______ uma lenda na qual, em várias ocasiões, Jack teria capturado o espírito com a condição de soltá-lo somente se ele não o levasse para o inferno quando morresse.
No entanto, continua a história popular, quando o homem morreu, descobriu que o céu também não o queria, então ele foi forçado a vagar eternamente pela Terra como um fantasma. Foi então, continua a Biblioteca, que esse homem recebeu do demônio um carvão em brasa dentro de um nabo esculpido para iluminar seu caminho. Com o tempo, os habitantes locais começaram a esculpir rostos aterrorizantes em seus próprios nabos para afastar os maus espíritos. Hoje, as abóboras são um elemento básico e popular das comemorações do Halloween.
(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
I.Os substantivos: "configurações" e "premeditação" exercem função sintática de complemento nominal, são oxítonas comprovadas pelo uso do "T I L" para manter a tonicidade.
II.No segmento: "sistema que; ruído que; essas coisas" − temos três pronomes com a mesma classificação e a mesma função sintática".
III. No período: "Relativamente à fala que é individual e acidental " − temos adjetivos uniformes com função sintática de predicativo do sujeito.
IV.No período: "a língua distingue-se por ser social e essencial " − comprovamos, respectivamente: um artigo definido com função sintática de adjunto adnominal; um pronome oblíquo exemplificando uma ênclise; dois adjetivos uniformes com função sintática de predicativo do sujeito.
V.A série contém: "função"; "opõe"; "universo"; "ouvintes"; "heteróclito"; "excêntrico" - dois oxítonos; dois paroxítonos; dois proparoxítonos.
Marque a alternativa com a opção correta.
( ) A palavra “roubo” é formada por derivação regressiva a partir do verbo “roubar”.
( ) O verbo “reassentar” é formado por derivação imprópria.
( ) A palavra “lontras-marinhas” é composta por justaposição.
( ) A palavra “porta-voz” é composta por aglutinação.
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,
diz cientista Rafael Yuste
Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
"Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.
A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.
Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.
Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.
Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".
Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.
Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.
O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".
Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.
O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.
(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,
diz cientista Rafael Yuste
Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
"Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.
A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.
Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.
Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.
Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".
Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.
Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.
O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".
Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.
O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.
(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia. (L.16-19)
No período acima, há