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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 20.601 questões

Q3457180 Português
Em todas as passagens abaixo, destacam-se termos ou expressões de caráter adverbial, EXCETO em
Alternativas
Q3457177 Português
No contexto em que se encontram, os vocábulos destacados em “No decorrer do mês, conseguimos entender o motivo da compra.” devem ser classificados, morfologicamente, como: 
Alternativas
Q3457113 Português
Os moradores da região Sul do país — Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná — foram os que mais tiveram interesse no tema.
Morfologicamente, é correto afirmar que há:
Alternativas
Q3457105 Português
O que é uma tempestade, como ela se forma


As pesquisas pelo termo "tempestade" cresceram mais de 50% na comparação com o ano passado e mais de 70% nos últimos três anos.

Os moradores da região Sul do país — Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná — foram os que mais tiveram interesse no tema.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas se intensificaram e causaram diversos transtornos como alagamentos e enchentes em cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina principalmente.

Uma tempestade é um fenômeno meteorológico que "tem como características ventos fortes, chuva, trovoadas, relâmpagos, granizo e raios", explica Paulo Cezar Mendes, professor de climatologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Ou seja, é uma chuva forte com raios ou granizos; logo, chuvas que não têm pelo menos um desses fenômenos, não são consideradas tempestades.

Elas se formam em nuvens grandes verticais chamadas cumulonimbus.

Já chuvas mais amenas são formadas em nuvens cirrus − fibrosas, altas, brancas e finas − ou stratus − nuvens com menos formato, que ficam um pouco mais baixas no céu.

O tipo de nuvem formado é o que determina a intensidade da chuva, o tempo que ela vai demorar para cair e, consequentemente, se ela é uma tempestade ou não.

Uma tempestade é um fenômeno meteorológico caracterizado por muita instabilidade atmosférica; as moléculas presentes na superfície terrestre se movimentam de maneira muito intensa, provocando a formação de nuvens.

Estas nuvens se formam a partir da movimentação do ar em uma área de baixa pressão atmosférica. A tempestade está associada, principalmente, ao encontro de duas massas de ar com características diferentes − quente/seca e úmida/fria − que provoca uma variação de temperatura na atmosfera.

Esse choque provoca uma movimentação intensa das moléculas presentes na superfície da terra, ou seja, o ar quente − menos denso − eleva-se para a atmosfera, enquanto o ar frio − mais denso − desce em direção à superfície do solo, proporcionando uma redução da pressão atmosférica. Esse choque entre massas de ar é o que causa a tempestade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce5pl2e1nkdo. Adaptado.
As chuvas se intensificaram e causaram diversos transtornos como 'alagamentos' e 'enchentes'. 
Os vocábulos destacados são formados pelo processo denominado, respectivamente, de: 
Alternativas
Q3456636 Português

Breaking Bad: Como a série mudou a televisão para sempre


Há mais de dez anos, Breaking Bad estreava seu primeiro episódio. A série, que não contava com nenhuma grande estrela do cinema ou tinha um nome conhecido em seus bastidores, começou discreta e ao final tornou-se um fenômeno cultural que transformou para sempre a televisão. Com um roteiro cirúrgico, uma fotografia inovadora e atuações marcantes, rapidamente ela virou o marco da nova era de ouro da televisão.


A história de Breaking Bad, aparentemente, é simples: Walter White, um professor de química diagnosticado com câncer no pulmão, decide entrar para o mundo das drogas para poder juntar dinheiro e, assim, de alguma forma ajudar sua família quando morrer.


A série foi a primeira a se aproveitar do fenômeno Netflix. Apesar de ser amplamente elogiado pela crítica ao longo de suas primeiras temporadas, o drama não era um sucesso de público. Tudo mudou, porém, quando a série ficou disponível no serviço de streaming. Com a oportunidade dos fãs de maratonar, o seriado cresceu ano após ano e virou um fenômeno.


Ao encerrar no auge, o criador da série, Vince Gilligan, fez algo pouco comum na televisão. Até então, quanto mais sucesso a série tinha, mais temporadas eram encomendadas e, muitas vezes, elas não mantinham a qualidade dos primeiros anos. Gilligan afirmou que sempre pensara em cinco temporadas para mostrar a decadência de Walter White e não queria acabar com o legado do seriado, que fechou como um dos mais aclamados pela crítica por conta, especialmente, de seu roteiro afiado.


Breaking Bad ajudou a revolucionar a televisão. Hoje, atores e atrizes de renome estão voltando seus olhos para séries que, cada vez mais, são o melhor lugar para criar projetos arriscados e diferentes. Breaking Bad ajudou a pavimentar esse caminho e, por isso, é uma das séries mais importantes da história.


(Fábio de Souza Gomes, www.omelete.com.br, com adaptações)


“o criador da série, Vince Gilligan, fez algo pouco comum na televisão”
Em relação à frase acima, assinale a alternativa que traz a estrutura verbal resultante da transformação em voz passiva.
Alternativas
Q3456522 Português
Vacinas inversas: esperança contra doenças
autoimunes



Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.

No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?

A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).

Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.

Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.

É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.

Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas:
esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.
Disponível em:
https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe
ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona processos de formação de palavras a seus exemplos retirados do texto: 

Primeira coluna: processo de formação

(1) Derivação sufixal. (2) Derivação prefixal. (3) Derivação prefixal e sufixal.

Segunda coluna: exemplo

(__) autoimune (__) imunológica (__) pesquisadores (__) incorretamente (__) imunitário

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3456241 Português
Quanto ao gênero dos substantivos, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.

( ) Todos os substantivos do português, tanto os referentes a pessoas e animais, quanto a coisas, têm gênero.

( ) Mesmo substantivos que se referem a pessoa ou animais, apresentam, muitas vezes, diferenças entre sexo e gênero. Exemplos: o indivíduo (é sempre masculino); a cobra (é sempre feminino). Assim, o gênero (masculino e feminino) da palavra nem sempre indica o sexo do ser, é apenas um princípio convencional, isto é, combinado, da língua.

( ) O feminino dos substantivos geralmente é formado pela troca de -o por -a, ou pelo acréscimo da vogal -a no final da palavra. Exemplos: porco – porca; escultor – escultora.

( ) Há substantivos que admitem dois gêneros, entretanto, o significado da forma masculina é diferente do significado da forma feminina. Exemplos: O rádio (o aparelho receptor), a rádio (a estação, a emissora). 
Alternativas
Q3456236 Português
Referindo-se a pronomes indefinidos, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correspondente.  
( ) Os pronomes indefinidos alguém, ninguém, outrem, são invariáveis. ( ) Os pronomes indefinidos algum, alguma, nenhum, nenhuma, são variáveis. ( ) Os pronomes indefinidos tudo, nada, algo, cada, são invariáveis. ( ) Os pronomes indefinidos todo, toda, muito, muita, são variáveis. 
Alternativas
Q3454149 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal 

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras.

         A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

         Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

         Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

         Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 


        
No segmento “o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal” (segundo parágrafo), cada um dos três termos preposicionados é empregado sintaticamente para completar o sentido do substantivo imediatamente anterior. 
Alternativas
Q3453787 Português
Observe os advérbios elencados a seguir e aponte a classificação incorreta.
Alternativas
Q3453783 Português
Analise as alternativas abaixo e destaque a única correta.
Alternativas
Q3453525 Português
Qual das classificações dos derivados a seguir condiz com a seguinte especificidade: palavra derivada+ sufixo. Ex.: port. ferrugemferruginoso; esp. villa> villanó> villanía. 
Alternativas
Q3451633 Português
Contra o monopólio da IA, uma parceria global para aquisição de chips

    Em 1999 um grupo de 34 pesquisadores internacionais se reuniu na Itália, na vila de Bellagio, para discutir o acesso à vacinação. Vacinas eram caras e inacessíveis.
    O grupo teve então uma ideia revolucionária: criar um consórcio de vários países para agregar poder de compra ("procurement") e com isso conseguir preços mais baixos, grandes quantidades e velocidade de entrega. Surgia então o Gavi (Aliança Global para Vacinas e Imunização), que logo teve adesão da ONU e de doadores privados. Hoje, 50% das crianças do planeta são vacinadas por causa da iniciativa. Na Covid, essa aliança teve também um papel crucial.
    Corte para 2024. Um grupo de pesquisadores internacionais se reuniu em Bellagio na semana passada para discutir outro problema: tecnodiversidade. Assegurar que o desenvolvimento da tecnologia e da inteligência artificial seja plural e não excludente. Estamos atravessando um intenso processo de concentração. Por causa da IA, a demanda por computação explodiu. Uma IA atual usa 10 bilhões de vezes mais computação do que em 2010. A cada 6 meses esse uso computacional dobra.
    O problema é que o poder computacional usado para a inteligência artificial é hoje controlado por um pequeno grupo de países e empresas. Em outras palavras, toda a "inteligência" do planeta pode ficar nas mãos de um clube exclusivo. Isso pode ser a receita para um desastre epistêmico, colocando em risco linguagens, cosmologias e modos de existir presentes e futuros. Tanta concentração limita a existência de modelos de IA diversos, construídos localmente.
    Em outras palavras, a infraestrutura necessária para a inteligência artificial precisa estar melhor distribuída. Quanto mais países, setores da sociedade e comunidades tiverem a possibilidade de participar do desenvolvimento da IA, inclusive sem fins lucrativos, melhor. Um exemplo: há 10 anos, 60% da pesquisa sobre inteligência artificial era feita pelo setor acadêmico. Hoje esse percentual é próximo de 0%.
    Esse curso precisa mudar. A solução proposta no encontro em Bellagio foi a criação de uma aliança similar ao GAVI, só que para a aquisição dos GPUs (chips) usados para treinar inteligência artificial. Os três pilares para treinar IA são: dados, capital humano e chips. O maior gargalo, de longe, está no acesso aos chips. Para resolver isso, os países podem se reunir para agregar seu poder de compra, integrandose novamente a organizações internacionais e doadores interessados na causa. Tal como nas vacinas, seria possível derrubar os preços dos chips, assegurar sua quantidade e velocidade de entrega.
    Isso permitiria a criação de polos nacionais, regionais e multinacionais para o treinamento de IA, capazes de cultivar diversidades. Por exemplo, uma IA da língua portuguesa, da América Latina e além. Permitiria a construção de infraestruturas acessíveis para a comunidade acadêmica e para outros atores no desenvolvimento da tecnologia. Essa proposta, vocalizada por Nathaniel Heller e refinada pelo grupo de Bellagio, pode ter um impacto profundo no futuro do desenvolvimento tecnológico.
     O Brasil pode ser crucial na formulação dessa aliança. Seja atuando dentro do G20, seja incluindo o tema como parte do excelente Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, publicado na semana passada, que prevê 23 bilhões de investimentos em 4 anos. Pode ser a chance de o país se tornar mais uma vez protagonista na articulação do futuro do desenvolvimento tecnológico.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldole mos/
No trecho "Em outras palavras, a infraestrutura necessária para a inteligência artificial precisa estar melhor distribuída." (5º parágrafo), há um erro gramatical, que deve corrigido da seguinte forma:
Alternativas
Q3451631 Português
Contra o monopólio da IA, uma parceria global para aquisição de chips

    Em 1999 um grupo de 34 pesquisadores internacionais se reuniu na Itália, na vila de Bellagio, para discutir o acesso à vacinação. Vacinas eram caras e inacessíveis.
    O grupo teve então uma ideia revolucionária: criar um consórcio de vários países para agregar poder de compra ("procurement") e com isso conseguir preços mais baixos, grandes quantidades e velocidade de entrega. Surgia então o Gavi (Aliança Global para Vacinas e Imunização), que logo teve adesão da ONU e de doadores privados. Hoje, 50% das crianças do planeta são vacinadas por causa da iniciativa. Na Covid, essa aliança teve também um papel crucial.
    Corte para 2024. Um grupo de pesquisadores internacionais se reuniu em Bellagio na semana passada para discutir outro problema: tecnodiversidade. Assegurar que o desenvolvimento da tecnologia e da inteligência artificial seja plural e não excludente. Estamos atravessando um intenso processo de concentração. Por causa da IA, a demanda por computação explodiu. Uma IA atual usa 10 bilhões de vezes mais computação do que em 2010. A cada 6 meses esse uso computacional dobra.
    O problema é que o poder computacional usado para a inteligência artificial é hoje controlado por um pequeno grupo de países e empresas. Em outras palavras, toda a "inteligência" do planeta pode ficar nas mãos de um clube exclusivo. Isso pode ser a receita para um desastre epistêmico, colocando em risco linguagens, cosmologias e modos de existir presentes e futuros. Tanta concentração limita a existência de modelos de IA diversos, construídos localmente.
    Em outras palavras, a infraestrutura necessária para a inteligência artificial precisa estar melhor distribuída. Quanto mais países, setores da sociedade e comunidades tiverem a possibilidade de participar do desenvolvimento da IA, inclusive sem fins lucrativos, melhor. Um exemplo: há 10 anos, 60% da pesquisa sobre inteligência artificial era feita pelo setor acadêmico. Hoje esse percentual é próximo de 0%.
    Esse curso precisa mudar. A solução proposta no encontro em Bellagio foi a criação de uma aliança similar ao GAVI, só que para a aquisição dos GPUs (chips) usados para treinar inteligência artificial. Os três pilares para treinar IA são: dados, capital humano e chips. O maior gargalo, de longe, está no acesso aos chips. Para resolver isso, os países podem se reunir para agregar seu poder de compra, integrandose novamente a organizações internacionais e doadores interessados na causa. Tal como nas vacinas, seria possível derrubar os preços dos chips, assegurar sua quantidade e velocidade de entrega.
    Isso permitiria a criação de polos nacionais, regionais e multinacionais para o treinamento de IA, capazes de cultivar diversidades. Por exemplo, uma IA da língua portuguesa, da América Latina e além. Permitiria a construção de infraestruturas acessíveis para a comunidade acadêmica e para outros atores no desenvolvimento da tecnologia. Essa proposta, vocalizada por Nathaniel Heller e refinada pelo grupo de Bellagio, pode ter um impacto profundo no futuro do desenvolvimento tecnológico.
     O Brasil pode ser crucial na formulação dessa aliança. Seja atuando dentro do G20, seja incluindo o tema como parte do excelente Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, publicado na semana passada, que prevê 23 bilhões de investimentos em 4 anos. Pode ser a chance de o país se tornar mais uma vez protagonista na articulação do futuro do desenvolvimento tecnológico.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldole mos/
No trecho “para discutir o acesso à vacinação” (1º parágrafo), a preposição “para” só não tem o mesmo valor semântico que a sublinhada: 
Alternativas
Q3451526 Português
 Prevenção ao Crime e Justiça Criminal: ações
Parceria com o Departamento de Polícia Federal

        No Brasil, desde 1991, o UNODC (United Nations Office on Drugs e Crime) mantém uma parceria com o Departamento de Polícia Federal (DPF), que é responsável por prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho, além de exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras. 

        A parceria inclui o aprimoramento da capacidade de investigação da Polícia Federal, ações de controle de precursores químicos usados na fabricação de drogas ilícitas, aquisição de equipamentos de alta tecnologia e realização de estudos para auxiliar o trabalho da Polícia Federal.

        Entre 1998 e 2005, o UNODC apoiou a execução de dois projetos coordenados pela Polícia Federal, com o objetivo de aprimorar o treinamento policial, por intermédio da modernização das estruturas e métodos de ensino da Academia Nacional de Polícia e da ampliação do controle de precursores químicos. Deste modo, o UNODC colaborou com o aprimoramento normativo e com o fortalecimento da fiscalização e do controle, em âmbito nacional e internacional.

        Em 2007, um novo projeto foi iniciado com o objetivo de reforçar a capacidade do Departamento de Polícia Federal no combate ao crime organizado. Dentre as atividades em curso destacam-se as ações para melhorar a infraestrutura da Diretoria de Combate ao Crime Organizado do DPF, o desenvolvimento e a implementação de controles efetivos de precursores químicos e ações voltadas à repressão ao tráfico de drogas.

        Uma iniciativa particularmente interessante é o projeto de precursores químicos da DPF, chamado Projeto PeQui. Essa iniciativa permite traçar o perfil químico das drogas apreendidas em todo o país e identificar características como: a origem da droga, os produtos utilizados para a sua fabricação, as condições de transporte no tráfico e a pureza de cada amostra. Combinados com os resultados das investigações, esses dados servem para estabelecer conexões entre quadrilhas e fornecedores, traçar rotas do tráfico e identificar produtos que devem ser prioridade de controle em cada região do país. E, além de auxiliar nas investigações, a análise química também serve como prova científica no âmbito judicial.

        Outro ponto forte da parceria se refere às atividades conjuntas entre o UNODC e a Academia Nacional de Polícia do DPF, que incluiu não apenas a formação de policiais brasileiros, mas também a promoção de intercâmbio com oficiais de outros países. Desde 2008, 158 policiais de países vizinhos (Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Colômbia) e de países africanos de língua portuguesa (Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique) foram formados na Academia de Polícia em Brasília.

https://www.unodc.org/ 
A exclusão do artigo “o”, em “o país” (segundo período do quinto parágrafo) mantém a correção gramatical e o sentido do texto. 
Alternativas
Q3451056 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


Por Blog – Jardins do Parque 



    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

No excerto “Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes [...]”, as expressões em destaque podem ser substituídas – sem alteração semântica e de forma correta –, respectivamente, por
Alternativas
Q3450793 Português
Analise os conjuntos de palavras a seguir e assinale a alternativa em que todas as palavras indicadas têm o mesmo radical de origem.  
Alternativas
Q3450789 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O suicida e o computador 


    Depois de fazer o laço da forca e colocar uma cadeira embaixo, o escritor sentou-se atrás da sua mesa de trabalho, ligou o computador e digitou: “No fundo, no fundo, os escritores passam o tempo todo redigindo a sua nota de suicida. Os que se suicidam mesmo são os que a terminam mais cedo.” 

    

    Levantou-se, subiu na cadeira sob a forca e colocou a forca no pescoço. Depois retirou a forca do pescoço, desceu da cadeira, voltou ao computador e apagou o segundo “no fundo”. Ficava mais enxuto. Mais categórico. Releu a nota e achou que estava curta. Pensou um pouco, depois acrescentou: “Há os que se suicidam antes para escapar da terrível agonia de encontrar um final para a nota. O suicídio substitui o final. O suicídio é o final.” 


    Levantou-se, subiu na cadeira, colocou a forca no pescoço e ficou pensando. Lembrou-se de uma frase de Borges. Encaixa, pensou, retirando a corda do pescoço, descendo da cadeira e voltando ao computador. Digitou: “Borges disse que o escritor publica seus livros para livrar-se deles, senão passaria o resto da vida reescrevendo-os. O suicídio substitui a publicação. O suicídio é a publicação. No caso, o livro livra-se do escritor.” 


    Levantou-se, subiu na cadeira, mas desceu da cadeira antes de colocar a forca no pescoço. Lembrara-se de outra coisa. Voltou ao computador e, entre o penúltimo e o último parágrafo, inseriu: “Há escritores que escrevem um grande livro, ou uma grande nota de suicida, e depois nunca mais conseguem escrever outro. Atribuem a um bloqueio, ao medo do fracasso. Não é nada disso. É que escreveram a nota, mas esqueceram-se de se suicidar. Passam o resto da vida sabendo que faltou alguma coisa na sua obra e não sabendo o que é. Faltou o suicídio.” 


    Levantou-se, ficou olhando a tela do computador, depois sentou-se de novo. Digitou: “No fundo, no fundo, a agonia é saber quando se terminou. Há os que não sabem quando chegaram ao final da sua nota de suicida. Geralmente, são escritores de uma obra extensa. A crítica elogia sua prolixidade, a sua experimentação com formas diversas. Não sabe que ele não consegue é terminar a nota.” Dessa vez não se levantou. Ficou olhando para a tela, pensando. Depois acrescentou: “É claro que o computador agravou a agonia. Talvez uma nota de suicida definitiva só possa ser manuscrita ou datilografada à moda antiga, quando o medo de borrar o papel com correções e deixar uma impressão de desleixo para a posteridade leva o autor a ser preciso e sucinto. Tese: é impossível escrever uma nota de suicida num computador.”  Era isso? Ele releu o que tinha escrito. Apagou o segundo “no fundo”. Era isso. Por via das dúvidas, guardou o texto na memória do computador. No dia seguinte o revisaria. E foi dormir.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

A contração “num”, que ocorre em “(...) uma nota de suicida num computador”, é composta por duas palavras que pertencem a classes gramaticais distintas, que são: 
Alternativas
Q3450787 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


O suicida e o computador 


    Depois de fazer o laço da forca e colocar uma cadeira embaixo, o escritor sentou-se atrás da sua mesa de trabalho, ligou o computador e digitou: “No fundo, no fundo, os escritores passam o tempo todo redigindo a sua nota de suicida. Os que se suicidam mesmo são os que a terminam mais cedo.” 

    

    Levantou-se, subiu na cadeira sob a forca e colocou a forca no pescoço. Depois retirou a forca do pescoço, desceu da cadeira, voltou ao computador e apagou o segundo “no fundo”. Ficava mais enxuto. Mais categórico. Releu a nota e achou que estava curta. Pensou um pouco, depois acrescentou: “Há os que se suicidam antes para escapar da terrível agonia de encontrar um final para a nota. O suicídio substitui o final. O suicídio é o final.” 


    Levantou-se, subiu na cadeira, colocou a forca no pescoço e ficou pensando. Lembrou-se de uma frase de Borges. Encaixa, pensou, retirando a corda do pescoço, descendo da cadeira e voltando ao computador. Digitou: “Borges disse que o escritor publica seus livros para livrar-se deles, senão passaria o resto da vida reescrevendo-os. O suicídio substitui a publicação. O suicídio é a publicação. No caso, o livro livra-se do escritor.” 


    Levantou-se, subiu na cadeira, mas desceu da cadeira antes de colocar a forca no pescoço. Lembrara-se de outra coisa. Voltou ao computador e, entre o penúltimo e o último parágrafo, inseriu: “Há escritores que escrevem um grande livro, ou uma grande nota de suicida, e depois nunca mais conseguem escrever outro. Atribuem a um bloqueio, ao medo do fracasso. Não é nada disso. É que escreveram a nota, mas esqueceram-se de se suicidar. Passam o resto da vida sabendo que faltou alguma coisa na sua obra e não sabendo o que é. Faltou o suicídio.” 


    Levantou-se, ficou olhando a tela do computador, depois sentou-se de novo. Digitou: “No fundo, no fundo, a agonia é saber quando se terminou. Há os que não sabem quando chegaram ao final da sua nota de suicida. Geralmente, são escritores de uma obra extensa. A crítica elogia sua prolixidade, a sua experimentação com formas diversas. Não sabe que ele não consegue é terminar a nota.” Dessa vez não se levantou. Ficou olhando para a tela, pensando. Depois acrescentou: “É claro que o computador agravou a agonia. Talvez uma nota de suicida definitiva só possa ser manuscrita ou datilografada à moda antiga, quando o medo de borrar o papel com correções e deixar uma impressão de desleixo para a posteridade leva o autor a ser preciso e sucinto. Tese: é impossível escrever uma nota de suicida num computador.”  Era isso? Ele releu o que tinha escrito. Apagou o segundo “no fundo”. Era isso. Por via das dúvidas, guardou o texto na memória do computador. No dia seguinte o revisaria. E foi dormir.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

Analise os excertos a seguir e assinale a alternativa em que ocorre um pronome demonstrativo. 
Alternativas
Q3449783 Português
FELIZ ANO NOVO COM A CERTEZA DE MUITO AMOR


(1º§) Este ano, quero aprender algo mais, algo que ainda nem sei o que é. Quero, em comparação com os anos anteriores, amar e me dedicar bem mais ao outro. Será um ano promissor, fértil e de realizações, mas preciso assumir uma posição, bem rápido, quão mais rápido seja possível.

(2º§) Este ano, quero ser mais, ouvir mais, saber mais, dizer mais vezes a palavra não e pensar mais vezes ao dizer a palavra sim, e vice-versa. Quero decidir minha vida, amar e amar tão intensamente, para, então, me sentir feliz!

(3º§) Este ano, quero prestar mais a atenção ao cheiro das coisas. Preciso ouvir tudo de coração; sentir tocar na minha pele as vibrações positivas, quero abraçar meu próximo e saborear o doce dos pequenos e grandes momentos da vida.

(4º§) Este ano, quero ser uma ave sem precisar me estipular limites. Quero me conhecer mais, olhar para o meu íntimo e ver como realmente sou eu.

(5º§) Este ano, quero tirar as máscaras que ainda restam e sem que as pessoas percebam, o meu eu vá aparecendo e conquistando, agradando, causando sutis escândalos.

(6º§) Este ano, quero continuar atenta a tudo, prestando atenção às cores dos relacionamentos que surgem e desaparecem.

(7º§) Este ano, sei que será diferente dos demais, alguns já não estão mais tão perto e outros estão apenas pensando em se aconchegar.

(8º§) Este ano, eu quero saber diferenciar o ontem do hoje, quero medir o que há de bom ou ruim, o suficiente, o bastante para eu reforçar o amor a alguém, à minha volta. Quero além de sentir o cheiro das coisas, saber lidar com todos os cheiros, enxergar as flores do jardim e tocar na mais linda e perfumada de todas elas.

(9º§) Este ano, a tendência da paixão é certa e a decepção pode ser perigosa e triste. Não que ser peregrina, preciso criar um nexo para minha vida.

(10º§) Este ano está com cara de bossa-nova. Sinto o cheiro da melodia no ar. Suave e harmonioso na minha pele, no meu peito, no meu interior.

(11º§) Este ano, eu estou começando a compor. Será um ano de tentativas e de vitórias!

(12º§) Este ano, sim, serei bela como a vida, ardente de paixão para aumentar o brilho de nossas vidas. Fixe a ideia de que o melhor virá junto com o Ano Novo. Junte suas forças e lute por seu grande amor!

(13º§) Quero sugar o mel das coisas boas da vida e com ele vou me deliciar da doçura dos meus sonhos. Nada de sombra e luzes artificiais. Somente luz natural.

(14º§) O que eu realmente quero para este ano, é morrer de amor! Simplesmente morrer de amor! Entenda agora e venha comigo!


(Por: Cláudia K. da Luz) – (Texto adaptado)


(https://www.pensador.com/textos_de_feliz_ano_novo)
Sobre os componentes linguísticos do período: “Este ano, quero continuar atenta a tudo, prestando atenção às cores dos relacionamentos que surgem e desaparecem”, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa correta.

I – Na expressão: “Este ano” – temos pronome demonstrativo, indicativo do objeto próximo de quem emite a mensagem, concordando em gênero e em número com o substantivo dissílabo paroxítono.
II – A expressão: “quero continuar atenta a tudo” – é formada por locução verbal, adjetivo biforme, preposição essencial imposta pela regência nominal e pronome indefinido invariável.
III – No segmento, sublinhamos, respectivamente: “prestando atenção às cores dos relacionamentos que” – verbo na forma nominal do gerúndio; crase imposta pela regência nominal; pronome relativo.
IV – Os verbos: “surgem e desaparecem” – conjugados no presente do modo indicativo, enunciam ideias que se opõem pelo sentido.
Alternativas
Respostas
4441: D
4442: D
4443: B
4444: B
4445: E
4446: D
4447: D
4448: B
4449: E
4450: D
4451: E
4452: B
4453: D
4454: C
4455: E
4456: A
4457: B
4458: A
4459: C
4460: B