Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q3474605 Português

Sobre o processo que formou as seguintes palavras:



I. Regredir = derivação prefixal


II. Idealista= derivação sufixal



Pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3473257 Português
Medicamentos disponíveis do Brasil


Tanto o Wegovy quanto o Mounjaro estão aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e podem ser prescritos pelos médicos no tratamento da obesidade.

A tirzepatida, aliás, chegou efetivamente às farmácias brasileiras no início de maio, apesar de já estar liberada desde outubro de 2023.

Por enquanto, esses fármacos não estão disponíveis da rede pública, embora já existam discussões preliminares sobre a eventual incorporação delas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Quem precisa fazer o tratamento, portanto, precisa pagar do próprio bolso um valor que supera os R$ 1,2 mil por mês.

Vale lembrar que, como a obesidade é uma doença crônica, esses remédios precisam ser tomados de modo contínuo, sem interrupção.

Desde abril, a Anvisa também mudou as regras sobre a prescrição das chamadas "canetas emagrecedoras": a partir de agora, as receitas médicas precisarão ser retiradas nas farmácias.

O objetivo é aumentar o controle do uso dessas substâncias e, segundo a agência, "proteger a saúde coletiva do consumo irracional" dessas medicações.

Vale lembrar aqui outro nome que ficou famoso nesse universo: o Ozempic.

Assim como o Wegovy, ele também tem como princípio ativo a semaglutida. Mas o que muda aqui é a dosagem e a finalidade de uso.

Há, então, três opções de semaglutida disponíveis nas farmácias hoje: o Ozempic (injeção de 1 miligrama, prescrita contra o diabetes tipo 2), o Rybelsus (comprimidos de 3,7 ou 14 mg, também usados no diabetes) e o Wegovy (injeção de 2,4 mg, utilizada contra a obesidade).

Mais novidades para o futuro?

Uma enorme quantidade de pesquisas sobre medicamentos para perda de peso ainda está em andamento.

Diferentes grupos de pesquisa testam doses mais altas desses remédios e novas formas de fazer o tratamento, como por meio de comprimidos orais.

Há também a possibilidade de outros princípios ativos ainda mais potentes chegarem ao mercado nos próximos anos.

Isso significa que o vencedor final das terapias contra a obesidade ainda não foi determinado.

O professor Naveed Sattar, da Universidade de Glasgow, na Escócia, afirma que a quantidade de pesquisas em andamento significa que podemos estar nos aproximando do ponto em que "a prevenção da obesidade também poderá ser possível".

No entanto, segundo ele, "seria muito melhor" tornar a sociedade mais saudável para evitar que mais pessoas desenvolvam a obesidade.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj3jmldpxvzo 
"O objetivo é aumentar o controle do uso dessas substâncias e, segundo a agência, proteger a saúde coletiva do consumo irracional dessas medicações.
Vale lembrar aqui outro nome que ficou famoso nesse universo: o Ozempic.
Assim como o Wegovy, ele também tem como princípio ativo a semaglutida. Mas o que muda aqui é a dosagem e a finalidade de uso."
Analise o emprego dos vocábulos no texto e identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3472811 Português
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

    A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

   Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

   Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

    Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

   Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Branca não será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

    As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

    Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

   Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

    — Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
As preposições podem ser consideradas relacionais ou nocionais. As relacionais são exigidas por verbo ou nome e iniciam complementos verbais ou nominais; já as nocionais transmitem valor semântico e iniciam locuções adjetivas ou adverbiais.
De acordo com o contexto, marque a alternativa em que a preposição que inicia o termo sublinhado abaixo seja nocional:
Alternativas
Q3472808 Português
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

    A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

   Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

   Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

    Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

   Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Branca não será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

    As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

    Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

   Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

    — Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
O primeiro período do texto apresenta um erro gramatical. Marque a alternativa que aponta corretamente este erro.
“A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano.” 
Alternativas
Q3472807 Português
Negociações com EUA (e Rússia) para paz na Ucrânia impõem desafios a Zelensky


Prestes a obter um cessar-fogo, após três anos de guerra, ucraniano precisa se equilibrar entre a pressão por concessões de Trump e a necessidade de uma saída honrosa

Por Filipe Barini

    A proposta para um cessar-fogo temporário na Ucrânia, apresentado pelos EUA e válido por 30 dias, foi um dos passos mais importantes para encerrar um conflito que, ao longo de três anos, deixou centenas de milhares de mortos e causou uma ampla devastação em solo ucraniano. Kiev deu seu aval após uma reunião com representantes americanos na Arábia Saudita, mas falta combinar com os russos, que dizem "não descartar" contatos com Washington "nos próximos dias".

   Mas o anúncio deixou evidente a posição delicada do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Ele está sob pressão da Casa Branca para fazer concessões territoriais e econômicas, da Rússia, com suas bombas e avanços militares, e dos próprios ucranianos, que não querem uma paz a qualquer custo. Sua margem de ação é cada vez mais estreita.

   Nas conversas em Jedá, a proposta de cessar-fogo que prevaleceu não era exatamente a que queria Zelensky: antes do encontro, ele defendia uma pausa nos combates por ar e por mar, citando os ataques contra instalações energéticas, enquanto condicionava a suspensão das operações terrestres a garantias de segurança de seus aliados ocidentais.

    Em declarações na véspera, afirmou que um cessar-fogo total e sem garantias daria tempo ao Kremlin para “curar os feridos, recrutar infantaria da Coreia do Norte e recomeçar esta guerra”. Ao final, foi voto vencido e apoiou uma pausa completa e válida por 30 dias, a partir da concordância dos russos. Por outro lado, obteve a retomada da ajuda militar e de inteligência dos EUA e avançou nas discussões sobre um acordo que abre caminho para os americanos explorarem os recursos minerais do país.

   Apesar dos apertos de mãos e sorrisos, Zelensky sabe que a relação com a Casa Branca não será exatamente um conto de fadas como os resgatados por Alexander Afanasyev no século XIX. Desde seu retorno ao poder, o presidente Donald Trump sinaliza que vê em Moscou, não em Kiev ou Bruxelas, o caminho preferencial para resolver a guerra.

    As críticas a Zelensky são recorrentes e já incluíram comentários sugerindo sua renúncia e zombando de sua popularidade (Trump usou um número falso, 4%, quando na verdade o apoio era superior a 50%). No final de fevereiro, os dois bateram boca no Salão Oval, no dia em que deveria ser assinado um acordo sobre o acesso aos minerais. Em seguida, Trump suspendeu a ajuda militar e o acesso ucraniano à inteligência americana, uma decisão derrubada nesta terçafeira.

    Mas os ataques, em vez de enfraquecerem Zelensky, lhe deram um impulso no momento ideal. A falta de soluções para o conflito, disputas internas e questões sobre sua legitimidade — seu mandato terminou em maio do ano passado, mas a lei marcial em vigor impede novas eleições — tinham levado sua popularidade, em dezembro, ao nível mais baixo desde a invasão. Após a discussão, houve um salto nos índices de aprovação e nas declarações de apoio interno.

   Mesmo entre seus rivais, o discurso era um só: os arroubos do republicano não eram apenas contra alguém cujo primeiro cargo público foi o de presidente de um país que enfrentou uma pandemia e uma guerra, mas sim contra toda a Ucrânia.

    — Algumas pessoas esperavam que eu criticasse Zelensky — disse Petro Poroshenko, expresidente, rival de Zelensky na eleição de 2019 e um crítico mordaz do atual governo. — Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora.


https://oglobo.globo.com/mundo/noticia
A reescrita que mantém a correção gramatical e o sentido original da frase “Mas não, não haverá críticas, porque não é disso que o país precisa agora” (último parágrafo) é
Alternativas
Q3472698 Português
Live-action de “Branca de Neve” estreia cheio de polêmicas

Releitura da animação de 1937 é protagonizada por Rachel Zegler e Gal Gadot e, desde que foi anunciado, começaram as críticas pela escolha do elenco

O live-action de “Branca de Neve” chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na “carruagem” uma porção de polêmicas para todos os gostos. O longa-metragem que faz uma releitura da animação de 1937 é estrelado por Rachel Zegler, que dá vida à princesa, e por Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má.

A trama clássica da Disney conta a história da primeira princesa do estúdio. Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela. Ao fugir, Branca de Neve encontra uma casa na floresta e faz amizade com sete anões.

Quando é enfeitiçada pela Rainha, disfarçada de uma idosa, Branca de Neve cai em um sono profundo, só podendo ser despertada com um beijo de amor verdadeiro.

Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme, estendendo os elogios à Rachel Zegler, que chegou a ser caracterizada como “supernova brilhante” em “Branca de Neve”. A obra também foi destacada como “pura magia Disney”, “banquete visual”, “uma grande surpresa” e um dos “melhores live-actions da Disney em anos”.

Segundo a revista norte-americana Variety, o evento reuniu um grupo menor do que o normal de fotógrafos. Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida, após as polêmicas que envolvem o filme, uma vez que críticos ferrenhos ao roteiro da releitura acusaram os estúdios Disney de um verdadeiro apagamento cultural de clássicos do cinema, juízo de valor já visto no live-action de “A Pequena Sereia”.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/live-action-de-branca-de-neve-estreia-cheio-de-polemicas-saiba/. Acesso em 27.Abr.2025. Adaptado.
“Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida [...]”
O tempo verbal composto, assinalado no trecho em evidência, trata-se do
Alternativas
Q3472697 Português
Live-action de “Branca de Neve” estreia cheio de polêmicas

Releitura da animação de 1937 é protagonizada por Rachel Zegler e Gal Gadot e, desde que foi anunciado, começaram as críticas pela escolha do elenco

O live-action de “Branca de Neve” chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na “carruagem” uma porção de polêmicas para todos os gostos. O longa-metragem que faz uma releitura da animação de 1937 é estrelado por Rachel Zegler, que dá vida à princesa, e por Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má.

A trama clássica da Disney conta a história da primeira princesa do estúdio. Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela. Ao fugir, Branca de Neve encontra uma casa na floresta e faz amizade com sete anões.

Quando é enfeitiçada pela Rainha, disfarçada de uma idosa, Branca de Neve cai em um sono profundo, só podendo ser despertada com um beijo de amor verdadeiro.

Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme, estendendo os elogios à Rachel Zegler, que chegou a ser caracterizada como “supernova brilhante” em “Branca de Neve”. A obra também foi destacada como “pura magia Disney”, “banquete visual”, “uma grande surpresa” e um dos “melhores live-actions da Disney em anos”.

Segundo a revista norte-americana Variety, o evento reuniu um grupo menor do que o normal de fotógrafos. Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida, após as polêmicas que envolvem o filme, uma vez que críticos ferrenhos ao roteiro da releitura acusaram os estúdios Disney de um verdadeiro apagamento cultural de clássicos do cinema, juízo de valor já visto no live-action de “A Pequena Sereia”.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/live-action-de-branca-de-neve-estreia-cheio-de-polemicas-saiba/. Acesso em 27.Abr.2025. Adaptado.
Analise a função das classes de palavras realçadas, de modo a assinalar o item em que tal função esteja corretamente classificada entre parênteses.
Alternativas
Q3472694 Português
Live-action de “Branca de Neve” estreia cheio de polêmicas

Releitura da animação de 1937 é protagonizada por Rachel Zegler e Gal Gadot e, desde que foi anunciado, começaram as críticas pela escolha do elenco

O live-action de “Branca de Neve” chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na “carruagem” uma porção de polêmicas para todos os gostos. O longa-metragem que faz uma releitura da animação de 1937 é estrelado por Rachel Zegler, que dá vida à princesa, e por Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má.

A trama clássica da Disney conta a história da primeira princesa do estúdio. Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela. Ao fugir, Branca de Neve encontra uma casa na floresta e faz amizade com sete anões.

Quando é enfeitiçada pela Rainha, disfarçada de uma idosa, Branca de Neve cai em um sono profundo, só podendo ser despertada com um beijo de amor verdadeiro.

Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme, estendendo os elogios à Rachel Zegler, que chegou a ser caracterizada como “supernova brilhante” em “Branca de Neve”. A obra também foi destacada como “pura magia Disney”, “banquete visual”, “uma grande surpresa” e um dos “melhores live-actions da Disney em anos”.

Segundo a revista norte-americana Variety, o evento reuniu um grupo menor do que o normal de fotógrafos. Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida, após as polêmicas que envolvem o filme, uma vez que críticos ferrenhos ao roteiro da releitura acusaram os estúdios Disney de um verdadeiro apagamento cultural de clássicos do cinema, juízo de valor já visto no live-action de “A Pequena Sereia”.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/live-action-de-branca-de-neve-estreia-cheio-de-polemicas-saiba/. Acesso em 27.Abr.2025. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a função das preposições demarcadas em 1 e em 2 está corretamente descrita.
“A trama clássica da¹ Disney conta a história da² primeira princesa do estúdio.” 
Alternativas
Q3472693 Português
Live-action de “Branca de Neve” estreia cheio de polêmicas

Releitura da animação de 1937 é protagonizada por Rachel Zegler e Gal Gadot e, desde que foi anunciado, começaram as críticas pela escolha do elenco

O live-action de “Branca de Neve” chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na “carruagem” uma porção de polêmicas para todos os gostos. O longa-metragem que faz uma releitura da animação de 1937 é estrelado por Rachel Zegler, que dá vida à princesa, e por Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má.

A trama clássica da Disney conta a história da primeira princesa do estúdio. Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela. Ao fugir, Branca de Neve encontra uma casa na floresta e faz amizade com sete anões.

Quando é enfeitiçada pela Rainha, disfarçada de uma idosa, Branca de Neve cai em um sono profundo, só podendo ser despertada com um beijo de amor verdadeiro.

Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme, estendendo os elogios à Rachel Zegler, que chegou a ser caracterizada como “supernova brilhante” em “Branca de Neve”. A obra também foi destacada como “pura magia Disney”, “banquete visual”, “uma grande surpresa” e um dos “melhores live-actions da Disney em anos”.

Segundo a revista norte-americana Variety, o evento reuniu um grupo menor do que o normal de fotógrafos. Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida, após as polêmicas que envolvem o filme, uma vez que críticos ferrenhos ao roteiro da releitura acusaram os estúdios Disney de um verdadeiro apagamento cultural de clássicos do cinema, juízo de valor já visto no live-action de “A Pequena Sereia”.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/live-action-de-branca-de-neve-estreia-cheio-de-polemicas-saiba/. Acesso em 27.Abr.2025. Adaptado.
O neologismo ressaltado na passagem a seguir é do tipo
“O live-action de ‘Branca de Neve’ chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na ‘carruagem’ uma porção de polêmicas para todos os gostos”.
Alternativas
Q3472692 Português
Live-action de “Branca de Neve” estreia cheio de polêmicas

Releitura da animação de 1937 é protagonizada por Rachel Zegler e Gal Gadot e, desde que foi anunciado, começaram as críticas pela escolha do elenco

O live-action de “Branca de Neve” chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na “carruagem” uma porção de polêmicas para todos os gostos. O longa-metragem que faz uma releitura da animação de 1937 é estrelado por Rachel Zegler, que dá vida à princesa, e por Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má.

A trama clássica da Disney conta a história da primeira princesa do estúdio. Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela. Ao fugir, Branca de Neve encontra uma casa na floresta e faz amizade com sete anões.

Quando é enfeitiçada pela Rainha, disfarçada de uma idosa, Branca de Neve cai em um sono profundo, só podendo ser despertada com um beijo de amor verdadeiro.

Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme, estendendo os elogios à Rachel Zegler, que chegou a ser caracterizada como “supernova brilhante” em “Branca de Neve”. A obra também foi destacada como “pura magia Disney”, “banquete visual”, “uma grande surpresa” e um dos “melhores live-actions da Disney em anos”.

Segundo a revista norte-americana Variety, o evento reuniu um grupo menor do que o normal de fotógrafos. Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida, após as polêmicas que envolvem o filme, uma vez que críticos ferrenhos ao roteiro da releitura acusaram os estúdios Disney de um verdadeiro apagamento cultural de clássicos do cinema, juízo de valor já visto no live-action de “A Pequena Sereia”.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/live-action-de-branca-de-neve-estreia-cheio-de-polemicas-saiba/. Acesso em 27.Abr.2025. Adaptado.
Aponte a alternativa correta tendo por base a função do vocábulo “após” nos seguintes enunciados:

I. “[...] resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela.”
II. “Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme [...]”
Alternativas
Q3472691 Português
Live-action de “Branca de Neve” estreia cheio de polêmicas

Releitura da animação de 1937 é protagonizada por Rachel Zegler e Gal Gadot e, desde que foi anunciado, começaram as críticas pela escolha do elenco

O live-action de “Branca de Neve” chegou aos cinemas brasileiros no mês de março e trouxe na “carruagem” uma porção de polêmicas para todos os gostos. O longa-metragem que faz uma releitura da animação de 1937 é estrelado por Rachel Zegler, que dá vida à princesa, e por Gal Gadot, que interpreta a Rainha Má.

A trama clássica da Disney conta a história da primeira princesa do estúdio. Na história, ela é perseguida por sua madrasta, a Rainha Má, que resolve se livrar da enteada após o Espelho Mágico revelar que a princesa era mais bela do que ela. Ao fugir, Branca de Neve encontra uma casa na floresta e faz amizade com sete anões.

Quando é enfeitiçada pela Rainha, disfarçada de uma idosa, Branca de Neve cai em um sono profundo, só podendo ser despertada com um beijo de amor verdadeiro.

Após a primeira exibição do filme, em uma première mundial, a mídia internacional especializada aclamou o filme, estendendo os elogios à Rachel Zegler, que chegou a ser caracterizada como “supernova brilhante” em “Branca de Neve”. A obra também foi destacada como “pura magia Disney”, “banquete visual”, “uma grande surpresa” e um dos “melhores live-actions da Disney em anos”.

Segundo a revista norte-americana Variety, o evento reuniu um grupo menor do que o normal de fotógrafos. Anteriormente, o veículo já havia previsto que a estreia seria reduzida, após as polêmicas que envolvem o filme, uma vez que críticos ferrenhos ao roteiro da releitura acusaram os estúdios Disney de um verdadeiro apagamento cultural de clássicos do cinema, juízo de valor já visto no live-action de “A Pequena Sereia”.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/live-action-de-branca-de-neve-estreia-cheio-de-polemicas-saiba/. Acesso em 27.Abr.2025. Adaptado.
A palavra destacada em “Quando é enfeitiçada pela Rainha [...]” é formada por 
Alternativas
Q3472574 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Texto 1

SEU CELULAR ESTÁ SEMPRE TOCANDO (OU ASSIM VOCÊ ESPERA)

Por Zygmunt Bauman

   “Uma mensagem brilha na tela em busca de outra. Seus dedos estão sempre ocupados: você pressiona as teclas, digitando novos números para responder às chamadas ou compondo suas próprias mensagens. Você permanece conectado – mesmo estando em constante movimento e ainda que os remetentes ou destinatários invisíveis das mensagens recebidas e enviadas também estejam em movimento, cada qual seguindo suas próprias trajetórias. [...]
     Uma chamada não foi respondida? Uma mensagem não foi retornada? Também não há motivo para preocupação. Existem muitos outros números de telefones na lista, e aparentemente não há limite para o volume de mensagens que você pode, com a ajuda de algumas teclas diminutas, comprimir naquele pequeno objeto que se encaixa tão bem em sua mão. Pense nisto (quer dizer, se houver tempo para pensar): é absolutamente improvável chegar ao fim de seu catálogo portátil ou digitar todas as mensagens possíveis. Há sempre mais conexões para serem usadas – e assim não tem tanta importância quantas delas se tenham mostrado frágeis e passíveis de ruptura. O ritmo e a velocidade do uso e do desgaste tampouco importam. Cada conexão pode ter vida curta, mas seu excesso é indestrutível. Em meio à eternidade dessa rede imperecível, você pode se sentir seguro diante da fragilidade irreparável de cada conexão singular e transitória”.

Disponível em: https://farofafilosofica.blog/2025/02/17/seu-celularesta-sempre-tocando-ou-assim-voce-espera-texto-de-zygmuntbauman/. Acesso em: 02 abr. 2025.
Assinale a alternativa que analisa corretamente o título do Texto 1.
Alternativas
Q3472427 Português
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA

Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.

Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.

Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”.

Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.

Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
Em “Nunca fui ao cinema só comigo”, a palavra cinema é um exemplo de formação por
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Q3472426 Português
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA

Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.

Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.

Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”.

Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.

Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
“Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles”
Somente a forma verbal em destaque, transposta para a segunda pessoa do plural do pretérito-mais-que-perfeito do indicativo, está corretamente estruturada em
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Q3472421 Português
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA

Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.

Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.

Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”.

Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.

Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
“[...] para experimentar algo novo no menu do restaurante [...]”.
Assim como a palavra menu, os galicismos são estrangeirismos provenientes da língua francesa, sendo aceitos e usados, hoje, frequentemente, em diversos contextos discursivos. Logo, analogamente à palavra menu, há um galicismo ressaltado em
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Q3472419 Português
O SANTO GRAAL DE QUEM SE BASTA

Nunca fui ao cinema só comigo. Isso me leva à elaboração de uma teoria: as pessoas mais bem resolvidas são aquelas que se bastam. Essas criaturas independentes viajam sozinhas para qualquer destino, longe ou perto, sem ninguém para compartilhar as impressões sobre os lugares visitados. Não esperam companhia para assistir a um filme nem para experimentar algo novo no menu do restaurante — o preferido ou o recém-inaugurado.

Confesso certa inveja desses seres felizes, livres por natureza, capazes de se reinventar quantas vezes desejarem. Eles apenas se permitem, não precisam caminhar de braço dado, não pedem licença para viver. Falam o que pensam, fazem o que decidem, exercem os seus direitos de escolha com total convicção. Admiro esse modo de existir, eu, que, na ausência de interlocutores, faço comentários em voz alta. E rotineiramente me salvo de tais circunstâncias ao recorrer à escrita, em que anoto as minhas conversas internas sem temer causar estranheza, caso me ouçam.

Ocorre-me agora uma outra característica dessa gente singular: não se importar com a opinião alheia. E, ao contrário do que você possa imaginar, são personalidades fraternas, solidárias, amigos maravilhosos, solícitos, gentis. Preocupam-se com quem convivem, são empáticos com os desconhecidos. Espero que haja muitos deles espalhados pelo mundo e que, ao longo da leitura desta crônica, a descrição tenha correspondido à realidade de maneira a arrancar um “tenho uma colega assim” ou “esse é exatamente o meu irmão”.

Talvez no futuro venhamos a descobrir o segredo tão bem guardado por eles, tesouro mais valioso do que o Santo Graal, fonte da juventude eterna. Talvez um dia sejamos todos nós imunes à solidão.

Marília Lovatel, OP+. Colunistas. Publicado 18:00 | 29 de Mar de 2025.
“Falam o que pensam [...]”
O termo demarcado, no trecho em evidência, desempenha a função de
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Q3472115 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


      Quando me proponho a analisar a complexidade da identidade da educação brasileira, desde a sua formação histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização didática e administrativa da escola, acabo percebendo que deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.

      Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores, às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si, é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e achados!

      Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade, a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e amorosa.

      Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva, as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente transformado.

      Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças, os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!

(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”.
In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
No trecho do último parágrafo “Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte!” o termo destacado é um advérbio, assim como a palavra destacada em: 
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Q3472021 Português
Texto 2A1-II


   É surpreendente o que a linguagem consegue fazer. Com poucas sílabas, ela consegue expressar um incalculável número de pensamentos, a tal ponto que, até para um pensamento pela primeira vez apreendido por um ser humano, ela encontra uma roupagem por meio da qual um outro ser humano é capaz de apreendê-lo, ainda que esse pensamento lhe seja inteiramente novo. Isso não seria possível se não pudéssemos distinguir no pensamento partes que correspondem a partes de uma sentença, de modo que a estrutura da sentença sirva como imagem da estrutura do pensamento. É verdade que falamos figuradamente quando aplicamos ao pensamento a relação todo-parte. Essa analogia, porém, é tão clara e, de modo geral, tão pertinente que dificilmente nos deixamos perturbar por suas eventuais imperfeições.

   Se encaramos os pensamentos como compostos de partes simples, e se a estas correspondem, por sua vez, partes simples da sentença, então podemos compreender como é possível formar, a partir de poucas partes da sentença, uma grande variedade de sentenças, às quais, por sua vez, corresponde uma grande variedade de pensamentos. Cabe aqui perguntar como o pensamento se constrói e como suas partes são combinadas de modo que o todo se torne algo mais do que as partes isoladamente.


Gottlob Frege. Pensamentos compostos. Uma investigação lógica. Tradução: Paulo Alcoforado.
In: Educação e Filosofia. v. 14, n. 27/28, p. 243-268, 2000 (com adaptações). 
Assinale a opção em que há correta correspondência entre o termo destacado e seu respectivo valor semântico no texto 2A1-II.
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Q3472015 Português
Texto 2A1-I


    Nunca gostei do excesso de realidade presente na boca dos arautos que falam sobre o Rio, seja em mesa de bar, entrevista de canal a cabo ou seminário de universitárias charmosas. Na cidade, eu procuro a ficção.

   Não se trata de inventar histórias, nem de negar-se ao mundo, aos objetos e às relações formativas desta civilização carioca. Trata-se de fruir, de buscar ao longo do dia o direito a esse instante. Ele é possível até mesmo sob o sol a pino, quando você é um camelô e arruma fileiras amarelas e vermelhas de bombons Serenata de Amor sobre a lona de plástico azul na calçada, imitando a vitrine da loja de roupa de grife atrás.

    Neste momento, você deve negar-se a qualquer entendimento sociológico da vida deste rapaz que produza compaixão, pois logo em seguida ele vai oferecer três bombons por um real com uma voz anasalada, num pregão que lembra o negro que vendia cocada em Dom Casmurro. Ele sabe que a forma de executar o pregão é decisiva para que você compre ou não o bombom. Mesmo sem ter lido Machado, ele já se apropriou das estratégias de ficção.

   Quando comecei a perceber que essa estratégia do camelô funcionava, decidi treinar estratégias de ficção com as pessoas com as quais convivia. Gosto de ver a reação desse carioca diante de quem faz uso de estratégias ficcionais. Não resisto a uma roda na rua, principalmente as do Largo da Carioca. Paro sempre para ver o tipo que ameaça pular no aro de bicicleta com facas espetadas para a plateia de office-boys e transeuntes diversos. Ele nunca pula, mas seus gestos e o seu tom de voz são decisivos no atraso de documentos de escritórios no centro da cidade.

   Não é fácil negar-se ao excesso de realidade. É preciso treinamento. Gosto de treinar no carnaval. Gosto de ir a Oswaldo Cruz. Ligo minha câmera e fico sentado no meio-fio esperando a performática saída de quase cem bate-bolas de um pequeno portão de chapa de aço. Eles desfilam cores, bexigadas furiosas no chão e sons incompreensíveis. Melhor mesmo é estar dentro desse grupo, usando uma dessas fantasias e participando dessa saída explosiva. De dentro da máscara, nada ao redor é realidade. Você escolhe como contar.


Marcus Vinícius Faustini. Guia afetivo da periferia.
Rio de Janeiro: Aeroplano, 2009 (com adaptações).  
No texto 2A1-I, pertencem à mesma classe de palavras os vocábulos  
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Q3471296 Português
Considere o seguinte texto para responder à questão.

A CARROÇA

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me para dar um passeio no bosque, e eu aceitei com prazer.
Após algum tempo, ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
– Além do canto dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
– Estou ouvindo um barulho de carroça.
– Isso mesmo – disse meu pai – e é uma carroça vazia!
Perguntei a ele:
– Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
– Ora – respondeu meu pai – é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grosseria inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar ser o dono da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
– Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz!


Disponível em: https://www.refletirpararefletir.com.br/6-textos-dereflexao 
Assinale a alternativa que indica o verbo que substitui adequadamente a locução verbal no seguinte trecho: “– Estou ouvindo um barulho de carroça”. 
Alternativas
Respostas
3141: A
3142: A
3143: C
3144: A
3145: D
3146: C
3147: B
3148: E
3149: D
3150: B
3151: C
3152: A
3153: A
3154: C
3155: A
3156: C
3157: A
3158: A
3159: B
3160: B