Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

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Q2954703 Português

TEXTO 1



SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo



     O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.


     Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.


     É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.


     - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.


     O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.


     Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.


     Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:


     - De Augustín Lara...


     E gravam um bolero.


     Talvez seja a única atitude sensata. 

Telefonema, como mostra o texto, é uma palavra do gênero masculino. O vocábulo abaixo que é feminino é:

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Q2919611 Português
not valid statement found

Assinale a opção em que o fragmento extraído do texto contém substantivo coletivo.

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Q2905646 Português

Atenção: As questões de números 7 a 15 referem-se ao texto apresentado abaixo.


1.------------Os vadios eram um grupo infrator caracterizado,

-------antes de mais nada, por sua forma de vida. Era o fato de

-------não fazerem nada, ou de nada fazerem de forma

-------sistemática, que os tornava suspeitos ante a parte bem

5.-----organizada da sociedade. Por não terem laços – a família,

-------domicílio certo, vínculo empregatício –, constituíam um

-------grupo fluido e indistinto, difícil de controlar e até mesmo de

-------enquadrar. Passados os primeiros tempos dos descobertos

-------auríferos, quando, como disse o jesuíta Antonil, os arraiais

10.--.--foram “móveis como os filhos de Israel no deserto”, a

-------itinerância passou a ser cada vez mais tolerada. Em 1766

-------surge contra os vadios das Minas a primeira investida

-------oficial de que se tem notícia: uma carta régia dirigida em 22

-------de julho ao governador Luís Diogo Lobo da Silva, e incisiva

15.-.---na condenação da itinerância de vadios e da forma peculiar

-------de vida que escolhiam. Tais homens, dizia o documento,

-------vivem separados do convívio da sociedade civil, enfiados

-------nos sertões, em domicílios volantes, ou seja, sem

-------residência fixa. Isto não podia ser tolerado, e deveriam

20.---.-passar a viver em povoações que tivessem mais de

-------cinqüenta casas e o aparelho administrativo de praxe nas

-------vilas coloniais: juiz ordinário, vereadores etc. Uma vez

-------estabelecidos, ser-lhes-iam distribuídas terras adjacentes

-------ao povoado para que as cultivassem, e os que assim não

25.--.--procedessem seriam presos e tratados como salteadores

-------de caminhos e inimigos comuns.


(Laura de Mello e Souza. “Tensões sociais em Minas na segunda

metade do século XVIII”, In Tempo e história, org. Adauto

Novaes. São Paulo: Companhia das Letras/Secretaria Municipal da

Cultura, 1992. p. 358-359)

Observadas as 8 linhas iniciais do texto, é correto afirmar:

Observadas as 8 linhas iniciais do texto, é correto afirmar:

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Q2905629 Português

Atenção: As questões de números 1 a 6 referem-se ao texto apresentado abaixo.

1 Os mitólogos costumam chamar de imagens de

mundo certas estruturas simbólicas pelas quais, em todas

as épocas, as diferentes sociedades humanas fundamen

taram, tanto coletiva quanto individualmente, a experiência

5 do existir. Ao longo da história, essas constelações de

idéias foram geradas quer pelas tradições étnicas, locais,

de cada povo, quer pelos grandes sistemas religiosos. No

Ocidente, contudo, desde os últimos três séculos uma

outra prática de pensamento veio se acrescentar a estes

10 modos tradicionais na função de elaborar as bases de

nossas experiências concretas de vida: a ciência. Com

efeito, a partir da revolução científica do Renascimento as

ciências naturais passaram a contribuir de modo cada vez

mais decisivo para a formulação das categorias que a

15 cultura ocidental empregará para compreender a realidade

e agir sobre ela.

Mas os saberes científicos têm uma característica

inescapável: os enunciados que produzem são necessaria

mente provisórios, estão sempre sujeitos à superação e à

20 renovação. Outros exercícios do espírito humano, como a

cogitação filosófica, a inspiração poética ou a exaltação

mística poderão talvez aspirar a pronunciar verdades

últimas; as ciências só podem pretender formular verdades

transitórias, sempre inacabadas. Ernesto Sábato assinala

25 com precisão que todas as vezes que se pretendeu elevar

um enunciado científico à condição de dogma, de verdade

final e cabal, um pouco mais à frente a própria

continuidade da aplicação do método científico invariavel

mente acabou por demonstrar que tal dogma não passava

30 senão... de um equívoco. Não há exemplo melhor deste

tipo de superstição que o estatuto da noção de raça no

nazismo


(Luiz Alberto Oliveira. “Valores deslizantes: esboço de um ensaio sobre técnica e poder”, In O avesso da liberdade. Adauto Novaes (Org). São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 191)

No parágrafo 2,

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Q2887339 Português

TEXTO 1 – PARA QUE SERVE A FEBRE



Ana Lúcia Azevedo – revista O Globo, n. 123


          A febre é um sinal de alerta de que algo vai mal no organismo. Mas cientistas do Roswell Park Center Institute, nos EUA, afirmam que ela é bem mais do que isso. Segundo um artigo publicado por eles na “Nature Immunology”, a temperatura corporal elevada ajuda o sistema de defesa do organismo a identificar a causa de uma infecção e combatê-la. Num estudo com camundongos, eles viram que quando há febre, o número de linfócitos (tipo de célula de defesa) dobra. A febre funcionaria como um gatilho para o corpo se proteger de infecções.

O texto mostra o par infecção-infecções; o par abaixo que mostra uma forma ERRADA de plural é:

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Q2887335 Português

TEXTO 1 – PARA QUE SERVE A FEBRE



Ana Lúcia Azevedo – revista O Globo, n. 123


          A febre é um sinal de alerta de que algo vai mal no organismo. Mas cientistas do Roswell Park Center Institute, nos EUA, afirmam que ela é bem mais do que isso. Segundo um artigo publicado por eles na “Nature Immunology”, a temperatura corporal elevada ajuda o sistema de defesa do organismo a identificar a causa de uma infecção e combatê-la. Num estudo com camundongos, eles viram que quando há febre, o número de linfócitos (tipo de célula de defesa) dobra. A febre funcionaria como um gatilho para o corpo se proteger de infecções.

"quando há febre, o número de linfócitos (tipo de célula de defesa) dobra"; a relação entre as duas frases desse segmento do texto é, respectivamente, de:

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Q2887330 Português

TEXTO 1 – PARA QUE SERVE A FEBRE



Ana Lúcia Azevedo – revista O Globo, n. 123


          A febre é um sinal de alerta de que algo vai mal no organismo. Mas cientistas do Roswell Park Center Institute, nos EUA, afirmam que ela é bem mais do que isso. Segundo um artigo publicado por eles na “Nature Immunology”, a temperatura corporal elevada ajuda o sistema de defesa do organismo a identificar a causa de uma infecção e combatê-la. Num estudo com camundongos, eles viram que quando há febre, o número de linfócitos (tipo de célula de defesa) dobra. A febre funcionaria como um gatilho para o corpo se proteger de infecções.

"Segundo um artigo publicado..."; o vocábulo que substitui adequadamente o vocábulo sublinhado no texto é:

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Q2879418 Português

A alternativa em que os termos ligados pela conjunção E são termos equivalentes semanticamente é:

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Ano: 2007 Banca: CONSULPLAN Órgão: Chesf Prova: CONSULPLAN - 2007 - Chesf - Motorista |
Q2878063 Português

No texto II estão destacadas algumas ações do personagem: chegou / bebeu / cantou / dançou / morreu. Identifique a opção em que a palavra destacada NÃO demonstra um substantivo referente a uma das ações mencionadas:

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Q2255343 Português
Da incoerência de nossas ações

      Não é de espantar, diz um autor antigo, que o acaso tenha tanta força sobre nós, pois por causa dele é que existimos. Quem não orientou sua vida, de um modo geral, em determinado sentido, não pode tampouco dirigir suas ações. Não tendo tido nunca uma linha de conduta, não lhe será possível coordenar e ligar uns aos outros os atos de sua existência. De que serve fazer provisões de tintas se não se sabe que pintar? Ninguém determina do princípio ao fim o caminho que pretende seguir na vida: só nos decidimos por trechos, na medida em que vamos avançando. O arqueiro precisa antes escolher o alvo; só então prepara o arco e a flecha e executa os movimentos necessários; nossas resoluções se perdem porque não temos um objetivo predeterminado. O vento nunca é favorável a quem não tem um porto de chegada previsto. (...)
     Nossa maneira habitual de fazer as coisas está em seguir os nossos impulsos instintivos para a direita ou para a esquerda, para cima ou para baixo, segundo as circunstâncias. Só pensamos no que queremos no próprio instante em que o queremos, e mudamos de vontade como muda de cor o camaleão. O que nos propomos em dado momento, mudamos em seguida e voltamos atrás, e tudo não passa de oscilação e inconstância. “Somos conduzidos como títeres que um fio manobra”, afirmou Horácio. Não vamos, somos levados como os objetos que flutuam, ora devagar, ora com violência, segundo o vento.

(Montaigne, Ensaios
As palavras arco e arqueiro
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Ano: 2007 Banca: CONSULPLAN Órgão: CEPISA
Q1224002 Português
A fadiga da informação
Há uma nova doença no mundo: a fadiga da informação. Antes mesmo da Internet, o problema já era sério, tantos e tão velozes eram os meios de informação existentes, trafegando nas asas da eletrônica, da informática, dos satélites. A Internet levou o processo ao apogeu, criando a nova espécie dos internautas e estourando os limites da capacidade humana de assimilar os conhecimentos e os acontecimentos deste mundo. Pois os instrumentos de comunicação se multiplicaram, mas o potencial de captação do homem – do ponto de vista físico, mental e psicológico – continua restrito. Então, diante do bombardeio crescente de informações, a reação de muitos tende a tornar-se doentia: ficam estressados, perturbam-se e perdem em eficiência no trabalho. 
Já não se trata de imaginar que esse fenômeno possa ocorrer. Na verdade, a síndrome da fadiga da informação está em plena evidência, conforme pesquisa que acaba de ser feita, nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países, junto a 1.300 executivos. Entre os sintomas da doença apontam-se a paralisia da capacidade analítica, o aumento das ansiedades e das dúvidas, a inclinação para decisões equivocadas e até levianas.
(...)
É claro que esse processo não vai estancar e muito menos regredir. A informação não poderia estar à margem do mercado competitivo. Não há dúvida, porém, de que precisamos aprender a filtrá-la, a ajustá-la ao nosso metabolismo de público-alvo. A eletrônica e a informática estão a nosso serviço, mas não substituem as limitações orgânicas, cerebrais e emocionais do homem. A informação nos faz também sentir as dores do mundo, onde quer que ocorram sob a forma de calamidades, tragédias, adversidades coletivas ou individuais.
(Augusto Marzagão – Revista da Comunicação, Rio de Janeiro, ano 12, nº46, novembro/96, p.20-21)
Em relação ao processo de formação das palavras, sabemos que tal processo ocorre com (entre outros) acréscimo de prefixos. Considerando tal informação, assinale a opção em que os prefixos das palavras têm o mesmo significado entre si: 
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1221365 Português
O item em que a flexão do substantivo NÃO obedeceu às regras gramaticais é:
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Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Guajará-Mirim - RO
Q1206673 Português
São sinônimos os prefixos dos vocábulos:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Guajará-Mirim - RO
Q1201217 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
                             O CASAMENTO
- Eu quero ter um casamento tradicional, papai. - Sim, minha filha. - Exatamente como você! - Ótimo. - Que música tocaram no casamento de vocês? - Não tenho certeza, mas acho que era Mendelssohn. Ou Mendelssohn é o da Marcha Fúnebre? Não, era Mendelssohn mesmo. - Mendelssohn, Mendelssohn... Acho que não conheço. Canta alguma coisa dele aí. - Ah, não posso, minha filha. Era o que o órgão tocava em todos os casamentos, no meu tempo. - O nosso não vai ter órgão, é claro. - Ah, não? - Não. Um amigo do Varum tem um sintetizador eletrônico e ele vai tocar na cerimônia. O Padre Tuco já deixou. Só que esse Mendelssohn, não sei, não... - É, acho que no sintetizador não fica bem... - Quem sabe alguma coisa do Queen... - Quem? - O Queen. - Não é a Queen? - Não. O Queen. É o nome de um conjunto, papai. - Ah, certo. O Queen. No sintetizador. - Acho que vai ser o maior barato! - Só o sintetizador ou... - Não. Claro que precisa ter uma guitarra elétrica, um baixo elétrico... - Claro. Quer dizer, tudo bem tradicional. - Isso.
(VERÍSSIMO, L. Fernando. In Para gostar de ler. Vol. 13 - Histórias divertidas. São Paulo, Ática, 1994.) 
O adjetivo TRADICIONAL é derivado do substantivo TRADIÇÃO, assim como MUSICAL é derivado de MÚSICA. Está INCORRETA a informação sobre a derivação em:
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Q409617 Português
Para responder às questões de números 29 e 30, leia a charge

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Imagem associada para resolução da questão

Na situação de comunicação apresentada, o aumentativo em “palhação” faz com que a palavra assuma um valor

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Q409591 Português
O casamento infeliz da corrupção com cumplicidade e a resultante crise de autoridade na vida pública (com reflexos em toda sociedade, inclusive na família) trazem à tona a questão da moralidade. (Não estou usando, de propósito, a palavra ética: a pobre anda humilhada demais.) Não se confunda moralidade com moralismo, que é filho da hipocrisia. Moralidade faz parte da decência humana fundamental. Dispensa teorias, mas é a base de qualquer convívio e ordem social. Embora não necessariamente escrita, está contida também nas leis tão mal cumpridas do país. Todos a conhecem em seus traços mais largos, alguns a praticam. Moralidade é compostura. É exercer autoridade externa fundamentada em autoridade moral. É fiscalizar rigorosamente o cumprimento das leis sem ser policialesco. É respeitar as regras sem ser uma alma subalterna.
Moralidade pode ser difícil num país onde o desregramento impera. Exige grande coragem dizer não quando a tentação (de roubar, de enganar, ou de compactuar com tudo isso) nos assedia de todos os lados, também de cima. Num governo, é o oposto de assistencialismo, que dá alguns trocados aos despossuídos, em lugar de emprego e educação, que lhes devolveriam a dignidade. É lutar pelo bem comum, perseguindo e escancarando a verdade mesmo que contrarie grandes e vários interesses.

(Lya Luft, Veja, 20.09.2006)

Em — ... está contida também nas leis tão mal cumpridas do país. — as duas expressões adverbiais em destaque estabelecem, respectivamente, relação de
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Ano: 2007 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2007 - TJ-SP - Técnico Judiciário |
Q395654 Português
        As projeções sobre qual impacto o aquecimento global terá em relação à saúde das pessoas ainda são pouco precisas, principalmente quanto à incidência de doenças. Mas uma coisa é certa: a maior freqüência de eventos climáticos extremos, como secas e inundações, vai deixar populações, cujo destino será incerto, em situação de fragilidade ainda maior. O problema é que os estudos são pouco específicos sobre os países onde ocorrerão as maiores alterações climáticas. Sabe-se apenas que esses lugares sofrerão com o aumento das ondas de calor e das doenças respiratórias.
        Previsões sobre desnutrição, aumento de moléstias ligadas à água, como diarréias, são genéricas. Não há dúvidas de que haverá esse impacto na população, mas exatamente quando, onde e como não se sabe.

(O Estado de S.Paulo, 07.04.2007. Adaptado)


O grau do adjetivo maior em – … situação de fragilidade ainda maior. – repete-se em:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: CONSULPLAN Órgão: EMBRAPA Prova: CONSULPLAN - 2007 - EMBRAPA - Advogado |
Q355685 Português
No entanto, a criação de aves combatentes pode ter finalidades nobres...” A palavra ou expressão que NÃO pode substituir “no entanto” é:
Alternativas
Respostas
20101: E
20102: A
20103: A
20104: B
20105: A
20106: A
20107: B
20108: B
20109: E
20110: B
20111: D
20112: C
20113: C
20114: E
20115: A
20116: E
20117: E
20118: B
20119: E
20120: E