Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

Foram encontradas 16.345 questões

Q2968638 Português
not valid statement found

A frase que admite transposição para a voz passiva é:

Alternativas
Q2968630 Português
not valid statement found

Quatro ações são atribuídas, no primeiro parágrafo do texto, ao editorial da revista britânica The Lancer: acender, sugerir, conclamar e insinuar. Considerandose o contexto, não haveria prejuízo para o sentido se tivessem sido empregados, respectivamente,

Alternativas
Q2952573 Português

     

      

Complete o período com a oração que apresenta o verbo conjugado de acordo com a norma culta.

Fica mais difícil brigar, se você...

Alternativas
Q2946600 Português
not valid statement found

"Que o pão encontre..." 
"Que o pão do dia não chegue..." 
"Mais do que flor, seja fruto..."

Nos trechos acima destacados, o modo verbal apresentado exprime desejo por algo. O mesmo ocorre em: (Considere a oração grifada)

Alternativas
Q2943687 Português
Solução sustentável




Revista Superinteressante, jan. 2006.
Indique a opção em que o verbo levar apresenta-se com a mesma transitividade encontrada na frase "estas substâncias levam à formação..." (l. 19).
Alternativas
Q2943682 Português
Solução sustentável




Revista Superinteressante, jan. 2006.

Marque a opção em que o verbo NÃO está corretamente flexionado.

Alternativas
Q2943677 Português
Solução sustentável




Revista Superinteressante, jan. 2006.
Assinale a opção cujas palavras substituem adequadamente caso e contenha, em "Caso ela contenha ..." (l. 18) mantendo o mesmo significado.
Alternativas
Q2933733 Português
not valid statement found

Assinale a opção incorreta.

Alternativas
Q2933415 Português
Assinale a opção em que o verbo está corretamente flexionado.
Alternativas
Q2925910 Português
        Desde a pré-história já tínhamos o hábito de adorar coisas ou pessoas – os deuses da Antigüidade, o Deus da Idade Média ou os reis da monarquia absolutista. Mas, com o passar do tempo, as entidades adoradas foram ficando cada vez mais terrenas.
         Coube aos famosos sentarem-se nos tronos outrora ocupados por reis e deuses. Com uma vantagem: tudo o que fazem ou falam alcança um número infinitamente maior de pessoas. Apoiada na mídia, a indústria das celebridades despontou para a fama com as primeiras estrelas de Hollywood, nos anos 30. E daí cresceu com a velocidade de uma boa fofoca, até despertar a atenção dos acadêmicos nos anos 60. Foi nessa época que um historiador americano cunhou uma das mais preciosas definições da fama nos dias atuais: “O herói é distinguido por seu conhecimento; a celebridade, por sua imagem. A celebridade é a pessoa notória por sua notoriedade.”
         Ao mundanizar a fama, transformamos o ídolo. Hoje ele não precisa ter virtudes, nem talento. O sucesso dos participantes de reality shows comprova isso – eles são conhecidos por serem alguém e não por terem feito algo. É impossível, porém, acreditar que a condição básica para ser ídolo tivesse se transformado tanto sem a ajuda daqueles que sustentam todo esse esquema: nós, aqui do outro lado da tela. As celebridades tornam-se pessoas familiares que vemos sempre na televisão, na revista, no cinema. Elas passam a representar uma nova comunidade de pessoas sobre as quais sabemos tudo, embora nem ao menos as conheçamos.
 (Adaptado de Cláudia de Castro Lima, Bianca Grassetti e Negreiros. Superinteressante, março 2005, p.49)

Os verbos que se encontram nos mesmos tempo e modo estão transcritos em:

Alternativas
Q2920180 Português

TEXTO – A SAÚDE E O FUTURO


Dráuzio Varella – Reflexões para o futuro


Ficaremos sobrecarregados, pagando caro pela ignorância e irresponsabilidade do passado. Acharemos inacreditável não havermos percebido em tempo, por exemplo, que o vírus da Aids, presente na seringa usada pelo adolescente da periferia para viajar ao paraíso por alguns instantes, infecta as mocinhas da favela, os travestis da cadeia, as garotas da boate, o meninão esperto, a menininha ingênua, o senhor enrustido, a mãe de família e se espalha para a multidão de gente pobre, sem instrução e higiene. Haverá milhões de pessoas com Aids, dependendo de tratamentos caros e assistência permanente. Seus sistemas imunológicos deprimidos se tornarão presas fáceis aos bacilos da tuberculose, que, por via aérea, irão parar nos pulmões dos que passarem por perto, fazendo ressurgir a tuberculose epidêmica do tempo dos nossos avós. Sífilis, hepatite B, herpes, papilomavírus e outras doenças sexualmente transmissíveis atacarão os incautos e darão origem ao avesso da revolução sexual entre os sensatos.

No caldo urbano da miséria/sujeira/ignorância crescerão essas pragas modernas e outras imergirão inesperadas. Estará claro, então, que o perigo será muito mais imprevisível do que aquele representado pelas antigas endemias rurais: doença de Chagas, malária, esquistossomose, passíveis de controle com inseticidas, casas de tijolos, água limpa e farta.

Assustada, a sociedade brasileira tomará, enfim, consciência do horror que será pôr filhos em um mundo tão inóspito. Nessas condições é provável que se organize para acabar com as causas dessas epidemias urbanas. Modernos hospitais sem fins lucrativos, dirigidos por fundações privadas e mantidos com o esforço e a vigilância das comunidades locais, poderão democratizar o atendimento público. Eficientes programas de prevenção, aplicados em parceria com instituições internacionais, diminuirão o número de pessoas doentes.

Então virá a fase em que surgirão novos rebeldes sonhadores, para enfrentar o desafio de estender a revolução dos genes para melhorar a qualidade de vida dos que morarem na periferia das grandes cidades ou na imensidão dos campos brasileiros.

“Haverá milhões de pessoas com Aids”; a alternativa abaixo em que a substituição da forma do verbo haver está gramaticalmente INCORRETA é:

Alternativas
Q2920155 Português

TEXTO – A SAÚDE E O FUTURO


Dráuzio Varella – Reflexões para o futuro


Ficaremos sobrecarregados, pagando caro pela ignorância e irresponsabilidade do passado. Acharemos inacreditável não havermos percebido em tempo, por exemplo, que o vírus da Aids, presente na seringa usada pelo adolescente da periferia para viajar ao paraíso por alguns instantes, infecta as mocinhas da favela, os travestis da cadeia, as garotas da boate, o meninão esperto, a menininha ingênua, o senhor enrustido, a mãe de família e se espalha para a multidão de gente pobre, sem instrução e higiene. Haverá milhões de pessoas com Aids, dependendo de tratamentos caros e assistência permanente. Seus sistemas imunológicos deprimidos se tornarão presas fáceis aos bacilos da tuberculose, que, por via aérea, irão parar nos pulmões dos que passarem por perto, fazendo ressurgir a tuberculose epidêmica do tempo dos nossos avós. Sífilis, hepatite B, herpes, papilomavírus e outras doenças sexualmente transmissíveis atacarão os incautos e darão origem ao avesso da revolução sexual entre os sensatos.

No caldo urbano da miséria/sujeira/ignorância crescerão essas pragas modernas e outras imergirão inesperadas. Estará claro, então, que o perigo será muito mais imprevisível do que aquele representado pelas antigas endemias rurais: doença de Chagas, malária, esquistossomose, passíveis de controle com inseticidas, casas de tijolos, água limpa e farta.

Assustada, a sociedade brasileira tomará, enfim, consciência do horror que será pôr filhos em um mundo tão inóspito. Nessas condições é provável que se organize para acabar com as causas dessas epidemias urbanas. Modernos hospitais sem fins lucrativos, dirigidos por fundações privadas e mantidos com o esforço e a vigilância das comunidades locais, poderão democratizar o atendimento público. Eficientes programas de prevenção, aplicados em parceria com instituições internacionais, diminuirão o número de pessoas doentes.

Então virá a fase em que surgirão novos rebeldes sonhadores, para enfrentar o desafio de estender a revolução dos genes para melhorar a qualidade de vida dos que morarem na periferia das grandes cidades ou na imensidão dos campos brasileiros.

Acharemos inacreditável não havermos percebido em tempo...”; a alternativa que mostra um emprego de tempos verbais inadequado é:

Alternativas
Q2917953 Português
not valid statement found

Está correta a flexão de todas as formas verbais na frase:

Alternativas
Q2917949 Português
not valid statement found

Está correta a articulação entre os tempos e os modos verbais na frase:

Alternativas
Q2917938 Português
not valid statement found

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher de modo correto a lacuna da seguinte frase:

Alternativas
Q2917857 Português
not valid statement found

Transpondo-se para outra voz verbal a frase ......, a forma verbal resultante será .......

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima apresentada, respectivamente:

Alternativas
Q2899993 Português
not valid statement found

O leitor que percorrer crônicas do velho Braga saberá que ele não precisaria mesmo dizer nada além do que já disse.

Na frase acima, está correta a articulação entre os tempos verbais sublinhados, assim como também estaria no caso da seguinte seqüência:

Alternativas
Q2899990 Português
not valid statement found

Transpondo-se para a voz passiva a frase tudo o que me importou na vida já escrevi, ela ficará:

Alternativas
Q2899984 Português
not valid statement found

Estão corretos o emprego e a forma dos tempos verbais na seguinte frase:

Alternativas
Q2898606 Português

Assinale a alternativa cuja forma verbal destacada está incorretamente identificada entre parênteses.

Alternativas
Respostas
16021: E
16022: A
16023: E
16024: E
16025: A
16026: C
16027: E
16028: B
16029: C
16030: E
16031: C
16032: E
16033: E
16034: B
16035: D
16036: E
16037: C
16038: A
16039: C
16040: B