Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q14755 Português
Em relação ao texto assinale a opção correta.
Alternativas
Q14456 Português
O Ministério também lançará um livro que reúna dados sobre espécies invasoras marinhas. (2o parágrafo)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está na frase:
Alternativas
Q14448 Português
Para responder às questões de números 8 e 9, considere o segmento abaixo.

Os países de renda baixa serão afetados, de acordo com o relatório, por uma combinação de desastres: redução dos volumes e dos preços de exportação, do dinheiro enviado pelos migrantes, do turismo, do investimento estrangeiro e, talvez, da ajuda oficial. (3o parágrafo)

Transpondo corretamente a forma verbal grifada para a voz ativa, tem-se:
Alternativas
Q14327 Português
Diga-se desde logo que a educação de massa, no Brasil, já foi pior. (2o parágrafo)

O verbo flexionado no mesmo modo que o grifado acima está na frase:
Alternativas
Q13621 Português
... tradição brasileira que começou com a corte portuguesa, foi alterada na década de 1920 por paisagistas como Burle Max ... (final do texto)

O verbo que admite o mesmo tipo de transposição que a do grifado acima está na frase:
Alternativas
Q13611 Português
Os países de renda baixa serão afetados, de acordo com o relatório, por uma combinação de desastres: redução dos volumes e dos preços de exportação, do dinheiro enviado pelos migrantes, do turismo, do investimento estrangeiro e, talvez, da ajuda oficial. (3o parágrafo)

Transpondo corretamente a forma verbal grifada para a voz ativa, tem-se:
Alternativas
Q13041 Português
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se no singular para preencher de modo correto a lacuna da frase:
Alternativas
Q13031 Português

Atenção: A questão  refere-se ao texto abaixo. 


Reciclando ideias 


    Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação acontece? − perguntam. Por que existem lugares e momentos históricos mais favoráveis que outros à inovação?


   Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo; ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial, quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é inovação?


   Suspeito que a visão da era do romantismo continue a prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que carrega uma ideia brilhante na cabeça − aquilo que meu tio, um físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de “onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e inovação. É possível até mesmo identificar tradições de inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais.


   O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma adaptação da prensa de vinho a uma nova função.



(Adaptado de Peter Burke, Folha de S. Paulo, 24/05/2009. Trad. de Paulo Migliacci)  

Está plenamente adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:
Alternativas
Q13030 Português

Atenção: A questão  refere-se ao texto abaixo. 


Reciclando ideias 


    Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação acontece? − perguntam. Por que existem lugares e momentos históricos mais favoráveis que outros à inovação?


   Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo; ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial, quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é inovação?


   Suspeito que a visão da era do romantismo continue a prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que carrega uma ideia brilhante na cabeça − aquilo que meu tio, um físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de “onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e inovação. É possível até mesmo identificar tradições de inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais.


   O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma adaptação da prensa de vinho a uma nova função.



(Adaptado de Peter Burke, Folha de S. Paulo, 24/05/2009. Trad. de Paulo Migliacci)  

NÃO é possível transpor para a voz passiva a seguinte construção:
Alternativas
Q12707 Português
Está adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:
Alternativas
Q12642 Português
O que se pode atestar com certeza ... (último parágrafo)

Mantém-se corretamente a voz passiva do verbo grifado acima, respeitando seu sentido original, caso seja feita a substituição por:
Alternativas
Q12641 Português
Com a transposição do segmento grifado para o plural, a forma verbal que deverá permanecer no singular está na frase:
Alternativas
Q12640 Português
... para que esse fenômeno não seja passageiro. (final do texto)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está na frase:
Alternativas
Q12570 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Liberdade minha, liberdade tua
     Uma professora do meu tempo de ensino médio, a propósito de qualquer ato de indisciplina ocorrido em suas aulas, invocava a sabedoria da frase “A liberdade de um termina onde começa a do outro". Servia-se dessa velha máxima para nos lembrar limites de comportamento. Com o passar do tempo, esqueci-me de muita coisa da História que ela nos ensinava, mas jamais dessa frase, que naquela época me soava, ao mesmo tempo, justa e antipática. Adolescentes não costumam prezar limites, e a ideia de que a nossa (isto é, a minha...) liberdade termina em algum lugar me parecia inaceitável. Mas eu também me dava conta de que poderia invocar a mesma frase para defender aguerridamente o meu espaço, quando ameaçado pelo outro, e isso a tornava bastante justa... Por vezes invocamos a universalidade de um princípio por razões inteiramente egoístas.

    Confesso que continuo achando a frase algo perturbadora, provavelmente pelo pressuposto que ela encerra: o de que os espaços da liberdade individual estejam distribuídos e demarcados de forma inteiramente justa. Para dizer sem meias palavras: desconfio do postulado de que todos sejamos igualmente livres, ou de que todos dispomos dos mesmos meios para defender nossa liberdade. Ele parece traduzir muito mais a aspiração de um ideal do que as efetivas práticas sociais. O egoísmo do adolescente é um mal dessa idade ou, no fundo, subsiste como um atributo de todas?

     Acredito que uma das lutas mais ingentes da civilização humana é a que se desenvolve, permanentemente, contra os impulsos do egoísmo humano. A lei da sobrevivência na selva - lei do instinto mais primitivo - tem voz forte e procura resistir aos dispositivos sociais que buscam controlá-la. Naquelas aulas de História, nossa professora, para controlar a energia desbordante dos jovens alunos, demarcava seu espaço de educadora e combatia a expansão do nosso território anárquico. Estava ministrando-nos na prática, ao lembrar os limites da liberdade, uma aula sobre o mais crucial desafio da civilização.

                                                                                                                          (Valdeci Aguirra, inédito)




O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se no plural para preencher corretamente a lacuna da frase:
Alternativas
Q12520 Português
Verifica-se correta transposição de uma para outra voz verbal no seguinte caso:
Alternativas
Q12176 Português
É gramaticalmente correto flexionar no plural a forma verbal em "como se chama essa mágoa e esse rancor?" (l.4), tendo como resultado como se chamam (...).
Alternativas
Q11636 Português
Assinale a opção correta a respeito das estruturas linguísticas do texto.
Alternativas
Q11624 Português
No texto, um fato ou estado considerado em sua realidade está expresso pelo verbo sublinhado em
Alternativas
Q2946302 Português
not valid statement found

A respeito dos aspectos gramaticais e das estruturas lingüísticas do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I - No quarto parágrafo, os vocábulos "ansiedade"'e "hipertensão" são sinônimos, sendo que o primeiro é um adjetivo e o segundo, um verbo.

II - Em "No mais das vezes, devido à natureza do serviço que executam, passam horas e horas sentadas" (linhas 4 a 6), as vírgulas estão empregadas de forma inadequada.

III– A conjunção "Mas", no início do quarto parágrafo, poderia ser substituída por Contudo sem prejuízo à correção do texto.

A sequência correta é:

Alternativas
Q2936746 Português

“Ele é uma inspiração para que a cada início de ano façamos um balanço do que aconteceu e do que podemos esperar (e desejar) dos próximos doze meses.”


Sobre esse trecho, analise as proposições a seguir e, em relação a elas, assinale a opção CORRETA.


I Os verbos acontecer e poder apresentam-se com o mesmo sujeito.

II. As formas verbais antecedidas de do que, coordenadas entre si, estão subordinadas ao mesmo termo.

III. O artigo feminino usado em “.. a cada início de ano...” é exigência do emprego do substantivo inspiração.

IV. Em “... de ano...” o sentido da preposição não particulariza o substantivo.

Alternativas
Respostas
15661: C
15662: B
15663: A
15664: D
15665: E
15666: A
15667: A
15668: B
15669: A
15670: D
15671: A
15672: C
15673: E
15674: C
15675: C
15676: C
15677: D
15678: B
15679: B
15680: C